Notas iniciais
Primeira fic KuMina, espero que gostem.

Minato on

-Oi gente, meu nome é Minato Namikaze tenho 25 anos de idade, cabelos loiros arrepiados e olhos da cor verde. Como vocês já devem imaginar hoje é sexta-feira, mas... não é uma sexta-feira comum! É Sexta-feira Treze. –risadas. –Por favor, gente isso é pura besteira que as pessoas falam. Eu nunca me assustei com esses personagens bobos: Fred, Jason ou Chuck. –Luz pisca. –Foi mal gente a luz aqui na minha casa pisco. –Luz acaba de vez. –É a luz foi embora! Mas ainda são nove da manhã então vou para rua correr um pouco e depois quando mexerem nos fios eu volto.

Minato off

Na rua

Quando estava correndo pela rua, Minato não conseguia parar de rir, pois via várias pessoas tomando cuidado com as rachaduras no chão, passando longe das escadas, gente fugindo de gato preto e, paranoicos vendo se não estavam sendo seguidos.

Ao chegar a uma esquina ele vê uma idosa caída embaixo de uma escada, pensa logo em ir ajuda-la.

-Quer ajuda senhora? –Pergunta Minato.

-Não precisa meu jovem! Você vai ter que passar por baixo da escada e vai ficar com azar! –A senhora responde tentando se levantar, mas em vão, pois a mesma cai novamente.

-Não tem problema. –Ele fala entrando de baixo da escada para tirar ela. –Eu não acredito nessas coisas. –Nesse momento um gato preto passa por eles, e logo em seguida um tijolo cai do auto de um prédio. Deidara só conseguiu se salvar de uma tijolada graças à senhora que o puxou para tomar impulso para se levantar. –De onde veio esse tijolo? –Ele fala olhando para o auto depois de ajudar a senhora a ficar em pé.

-Muito obrigada meu jovem. –Ela fala com um sorriso, mas logo fica séria. -Mas, eu lhe avisei! Tome cuidado daqui pra frente.

-Tudo bem. –Minato não discutiu com a senhora porque era muito educado, mas ainda achava que tudo era superstição. –Vou pra casa ver se a luz já voltou. –No caminho de casa viu o mesmo gato preto de antes, porém dessa vez ele deu um grito e o gato saiu correndo. –Bem feito. –Quando chegou a sua rua, viu a mesma interditada.

-O senhor não pode entrar aqui! –Afirmou um dos trabalhadores. –A rua está interditada, porque alguma pessoa muito inteligente, para não dizer outra coisa, bateu com o carro no poste e conseguiu derruba-lo!

-Eu tenho que entrar na minha casa! –Disse Minato inconformado.

-Lamento senhor, mas ninguém pode passar! –Afirmou novamente. –É o azar da Sexta-feira Treze.

-Quê besteira! Então o quê eu faço até vocês consertarem esse poste?

-Não sei! Vai fazer um passeio, comprar algumas coisas, ou visitar algum amigo! –Disse o trabalhador.

-Affs. –Foi só isso que Minato conseguiu dizer antes de sair. –Acho que vou comer em alguma lanchonete.

Na lanchonete

-Posso ajudar? –Disse a Funcionária.

-Sim! Por favor, me traga uma porção de batatas fritas, um hambúrguer e uma coca-cola.

-Está bem. –cinco minutos depois. –Aqui está senhor.

-Obrigado. Mas, onde está o sal?

-Hoje não colocamos o sal por causa de alguém derramar! –Falou a funcionária só para ele ouvir. –Todos têm medo do azar. –Disse por último.

-Para mim isso não passa de besteira. –Afirmou. -Traga o sal fazendo o favor.

-Está bem. –Disse ela um pouco preocupada. –Aqui está.

-Obrigado. –Quando ele iria pegar o sal para por na batata, vê aquele mesmo gato preto na janela e acaba se distraindo e deixa o sal cair. –Que merda.

-Rápido joga um pouco por trás do ombro. –A funcionária agora transbordava medo de ter azar.

-Que palhaçada! Olha esse negócio de azar não existe! Isso é coisa da cabeça das pessoas! –Fala enquanto vai morder o hambúrguer, porém ouve um miado e quando morde, tudo o que tinha dentro voa pra fora e vai na roupa da funcionária. –Me desculpe. Eu não sei como isso aconteceu!

-Eu sei! Isso se chama azar. –Afirmou ela. –Joguem ele para fora. Ele é um imã de azar! –Todos que estavam na lanchonete o colocaram para fora e disseram “Antes de voltar aqui se livre de todo esse azar”.

Minato estava inconformado em como as pessoas poderiam ser exageradas e bobas ao mesmo tempo. Ele não se incomodou muito com isso, saiu dali como se nada houvesse acontecido e foi para um cinema que tinha ali perto, lembrou-se que haveria um especial de filmes de terror e aproveitou para assistir Fred VS Jason. O cinema estava deserto, ele até tinha estranhado nos primeiros minutos, mas logo em seguida lembrou que dia era hoje e achou “normal” o lugar está assim. No meio do filme estava ali, parado só assistindo o filme que por acaso era em 3D, imagina ver um filme de terror em 3D ainda por cima na Sexta-feira Treze. Não deu outra, um funcionário desocupado se fantasiou de Fred e foi pregar uma peça nele. Mas, para a infelicidade do cara Minato sabia lutar e no reflexo do momento que levou um susto deu um soco no cara que desmaiou no chão.

[...]

Ao sair do cinema decidiu ir a uma loja de brinquedos comprar um presente para seu priminho, lembrou que ele gostava de bonecos, então foi na sessão de bonecos do Max Steel, a loja em si estava cheia, mas a sessão dos bonecos estava vazia. Quando estava naquela sessão ouvia as pessoas dizerem “Que cara corajoso”, “Ele é idiota mesmo! Não sabe que dia é hoje?”. A luz havia piscado o que deixou todos da loja alarmados, de repente ela acabou e todos que estavam na loja saíram correndo inclusive o dono, sobrando somente Minato, do nada ele ouve um barulho e ao olhar para trás vê um dos bonecos movido a pilha o atacar. -Sai de cima de mim. –Ele gritava, mas era a mesma coisa que nada, o boneco continuava ali até que ele conseguiu tira-lo. Depois de cinco minutos a luz voltou e todos entraram novamente na loja.

-O quê aconteceu aqui? –Disse o dono confuso.

-Um desses bonecos malucos me atacou! –Disse Minato se ajeitando.

-Isso é azar. –Gritou alguém.

-Ele devia estar com defeito! Ah eu vou pra casa. –Disse irritado.

-Pera, e esses estragos na minha loja. –Gritou o dono.

-Peça para esse boneco pagar. –Ele joga o boneco e o dono pega, mas olha pro boneco e o joga no chão.

[...]

-Finalmente em casa. Não acredito que tive que dar a volta e pular o muro, porque aqueles trabalhados não me deixaram entrar. Cama sua linda. –Ele falou se jogando na mesma. –Passei por tanta coisa. Primeiro um tijolo quase me acertou, depois a rua interditada, em seguida o sal que deixei cair e o hambúrguer que voou. Em seguida o palhaço que me assusto no cinema e depois o boneco que tentou me matar. Estou quase começando a acreditar em azar. –Ele ouve um barulho estranho na casa. –O quê é isso? –Ele ainda não conseguia ver direito, pois não tinham concertado o poste caído. Minato vai até a cozinha e da de cara com um cara encapuzado. –Quem é você? O quê faz na minha casa?

Sem falar nada e sem nenhum aviso prévio, o cara encapuzado puxa uma arma de dentro do casaco e aponta para Minato quem não teve nenhuma reação a não ser fugir. Ele correu para seu quarto, mas foi seguido pelo bandido. No quarto ele consegue se esconder e dá um ataque surpresa no bandito e corre pra fora indo em direção à sala, porém ouve outro barulho vindo de lá e não precisava ser um gênio para saber que era um ajudante do outro bandido caído no quarto, então foi em direção da cozinha onde tinha uma grande janela que dava para o quintal da sua vizinha de trás. Ela tinha cabelos vermelhos que iam até sua cintura e lindos olhos azuis. Ao chegar à cozinha o outro bandido vinha por trás com um taco de basebol, mas Minato consegue pular antes pela janela e corre em direção aquela casa. O bandido não se dar por vencido e continua o seguindo. Dentro da casa Minato dá de cara com sua vizinha Kushina, porém antes dela poder dizer alguma coisa, ele põe a mão na sua boca e a leva para o quarto e, explica toda a situação para ela.

Minato ouve um barulho na casa e já sabia o que era então começa a esquematizar um plano para pegar o bandido. Depois que o plano estava feito só faltava ver quem seria a isca, Minato se ofereceu, mas Kushina disse que teriam mais chances se ele atacasse o bandido e não ela.

-Não e se algo te acontecer? Eu nunca irei me perdoar! –Ele fala tentando fazer com que ela mude de ideia, mas em vão porque ela já estava decidida.

-Não se preocupe! Eu confio em você! –Eles se olharam nos olhos e deram um beijo.

-Não se preocupe. Eu vou estar aqui para te proteger! –Quando terminou a fala foi para trás da porta e Kushina ficou no canto final do quarto para manter uma distancia maior e fingiu estar apavorada. O bandido não demorou a bater naquele quarto, arrombou a porta e viu Kushina naquele canto com “medo”. Quando estava indo para cima dela Minato bate a porta para poder sair do canto e parte pra cima do bandido que estava surpreso e leva um soco em cheio. Ele cai no chão e Minato começa a bater nele, mas o bandido reage e fica por cima de Minato dessa vez batendo nele. Kushina vendo que Minato estava com problemas levantou da cama pegou um relógio que tinha na sua estante e taco na cabeça do bandido fazendo com que o mesmo ficasse atordoado o que foi bom para Minato, pois conseguiu mudar as posições e dar um soco que foi decisivo.

[...]

Depois de ligarem para policia para levarem os dois bandidos, eles descobriram que aquilo era um golpe que eles usavam há bastante tempo. Toda Sexta-feira Treze eles escolhem um lugar diferente, cortam a luz sabendo que as pessoas não ficarão em casa e se passam por trabalhadores para ter um acesso às casas.

Eram cinco horas da tarde e Minato estava com Kushina vendo um filme na tevê.

-Você quer alguma coisa? –Ela fala se levantando.

-Sim! –Ele fala olhando nos olhos dela o que já a deixa um pouco vermelha.

-O-O quê? –Ela acabou gaguejando e ficando mais vermelha.

-Você! –Ele se levanta do sofá e ficou bem pertinho da Kushina. Não deu para dizer antes porque era correr ou morrer, mas eles já namoravam fazia um ano.

-Bem eu posso realizar isso! –Ela disse o beijando. Os dois foram a sim até chegarem ao quarto, mas se afastaram por falta de ar. –Sei que vai parecer brega, mas você é o amor da minha vida.

-Então somos dois bregas, porque você também é o amor da minha. –Então eles ficaram ali, a sós naquele momento paixão para maiores de dezoito.

Dia seguinte

-Ohayo, amor. –Disse ela.

-Ohayo, minha hime. –Falou Minato. –Sabe se não fosse por você ontem eu acharia que azar realmente existe. Também depois de ver tanto aquele gato preto. –Depois de dizer essas palavras Minato ouve um Miado e olha pela janela e vê o gato. –É ele!

-Quem? –Risadas. –Aquele é meu gato! –Ela falou.

-Seu gato? –Ele perguntou confuso.

-Sinto muito se ele te causou problemas. –Ela disse meio triste.

-Não tem problema. Pelo contrário se não fosse por ele eu não teria vindo parar aqui ontem. –Ele diz dando um beijo nela e em seguida se levanta da cama e pergunta. –Kushina quer se casar comigo? –Ela não falou nada por um minuto, pois não acreditava no que ouvia.

-Claro. –Ela fala saindo da cama e dando um beijo nele.

Minato on

-Viu esse negócio de Sexta-feira Treze é pura superstição, se fosse verdade eu não teria tido aquela maravilhosa noite com a mulher que eu tanto amo.

Minato off

Notas finais
O quê acharam? Se gostaram leiam minhas outras fic :)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!