Sex Slave

6 Contra-ataque


Notas iniciais
Yoo Minna-sama! *-----*
Aqui estou eu após um tempinho com mais um cap ^^ Espero não ter demorado... >~
Esse cap. é dedicado à Líneko-san! (Lívia Black). Eu fiz ele inteiro me baseando nos gostos dela... menos o lemon, claro. kkk Mas espero que ela goste, essa lindja. ^-^ Obrigada pela recomendação diva e maravilhosa que iluminou meu mês e me incentivou a continuar a fic! ~~♥
Boa Leitura ♥

L’s POV

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Beyond ouviu meu gemido falho e isso fez com que me empurrasse de encontro ao chão, ainda me beijando. Droga. Com meu corpo impedido de se mover, senti Beyond posicionar-se sobre mim. Isso não pode estar acontecendo. Senti uma de suas mãos deslizar sob minha blusa, indo de encontro aos machucados que ele mesmo havia feito e me causando arrepios. Tem que haver uma saída. Beyond continuou com a mão em meu membro, satisfazendo-o de uma forma tão insuportável que... me fazia gemer.

A língua de Beyond se recolheu de repente, acabando com o beijo que eu correspondera, sem ao menos perceber. Abri os olhos e vi incrédulo ele levar o rosto em direção ao meu órgão ereto, se abaixando, começando a passar a língua por sua extensão, não mais me masturbando.

Eu sentia meu membro pulsar, pouco a pouco sendo satisfeito. Eu não pensava no que aquilo significava, no que significaria os meus gemidos, ou no por que de ele estar fazendo aquilo. Apenas achava incrivelmente... agradável. Estava agindo como um animal, movido apenas pelos instintos. E pelo desejo daquele toque tão familiar e tão distante.

– Ahn... Beyond! – Gemi arrastadamente, ignorando todos os pudores que poderiam me dominar. Ele olhou pra mim, sério. E ficou me olhando, como que pensando em algo... eu não iria resistir sentir aquilo e me controlar. Beyond precisava me tocar. Precisava voltar a me tocar depressa, ou eu iria enlouquecer.

O que eu estava... fazendo?!

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Beyond’s POV

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L gemeu meu nome, arrastadamente, enquanto eu o torturava, lambendo a extensão de seu pênis.

E sua voz soara tão desesperadamente entregue que tive que olhar em sua direção, ver como seu rosto estava. Talvez, houvesse sido apenas impressão minha, aquele detetive frio e apático não poderia estar realmente gostando e cedendo.

Pois é. Eu não deveria ter olhado. O rosto de L me lembrava uma outra época e estava completamente expressivo. Eu disse “expressivo”? Isso é ser bondoso demais, realmente. Ele estava como uma garotinha, essa era a palavra. Estava inteiramente ruborizado, os lábios entreabertos e vermelhos, com uma marca de sangue em um dos cantos, como se ele o tivesse mordido — o que provavelmente havia feito, na tentativa de controlar os gemidos.

Agora, qual o por que de eu não dever tê-lo visto assim?

Esse L à minha frente lembrava aquele Beyond, às minhas costas.

Ainda absorto em meus pensamentos difusos, não notei a expressão de L mudando bruscamente. Apenas percebi que algo havia o dominado, quando ele se sentou de repente, vindo até mim e jogando os braços ao redor de meu pescoço. Ele subiu em meu colo, uma perna em cada lado de meu tronco, quase abraçando-o, enquanto seus lábios procuraram loucos pelos meus.

Ele me pegou desarmado.

De repente, era L quem me atacava. E com que condições já que eu havia o deixado acabado?

L devia estar pensando que o que eu acabara de fazer lhe dava o direito de controlar a situação.

Peguei o corpo do detetive e o joguei no chão, ao meu lado, com toda certeza, fazendo-o sentir dor. Fiquei em cima de seu abdômen e mandei à ele um olhar assassino.

– Você é a donzela, esqueceu? – Soltei uma risada seca e rápida em meio aos meus ofegos.

E então arranquei a blusa branca de seu corpo esguio e vendo um dos ferimentos que parecia realmente profundo, sorri. Levei minhas unhas até ele, abrindo-o novamente, com um pouco de esforço já que minhas unhas não eram tão grandes quanto o necessário. No fim, usei meus dentes. Dessa forma ainda tinha o benefício de sentir o gosto férrico e agradável de seu sangue.

L gritava de dor. E aquilo era música para meus ouvidos, aquele som me preenchia, me fazia esquecer dos gemidos, pois era aquilo que deveria me dar prazer, desde o principio.

Eu tinha que levar dor ao L, não prazer. Tinha que fazê-lo se humilhar. Tinha que fazê-lo sofrer. E... também tinha que fazê-lo me desejar e me amar.

Apenas para torturá-lo ainda mais e ferir não só seu corpo, mas também sua alma.

Aquele era Beyond Birthday.

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L’s POV

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E então, de uma hora pra outra, Beyond havia virado outra pessoa. Ou melhor, havia voltado à pessoa que ele realmente era. Senti-o abrir um dos ferimentos que fez em meu peitoral e agora ele o puxava, arranhava a pele e o rasgava, com os dentes.

Soltei gritos de dor, sentindo uma sensação insuportável emanar daquele local, inundando todo meu sistema nervoso. Que inferno! Eu não podia me mexer, pois, se o fizesse, sabia que Beyond seria ainda mais cruel. Tinha que suportar. Comecei a respirar como uma mulher em trabalho de parto, tentando me esquecer da dor, sem sucesso.

– Beyond! – Foi um grito rápido e grave demais, saindo desesperado de minha garganta. Senti-o parar o que estava fazendo e olhar para mim, com os lábios vermelhos de sangue. Mais especificamente, meu sangue. Eu não sabia ao certo por que gritara seu nome. E agora o encarava, sem saber o que falar.

– O quê?! – Perguntou ríspido, ofegante e suado. Aquilo me surpreendeu, em critérios normais, ele teria simplesmente me ignorado.

Mas era minha chance. Talvez, se eu falasse algo...

E então uma bela ideia brilhou em minha mente.

A mais óbvia das ideias. E a mais sacrificante delas. Mas também, a melhor que eu poderia ter.

– P-por favor, volte a fazer o que estava fazendo. Eu prometo que... ficarei quieto. – Soltei, arfante.

Eu irei fazer Beyond Birthday pensar que eu o amo.

– O quê?! – Ele explodiu em risadas que ecoaram por todo o porão. – Você é viado ao ponto de preferir ser estuprado ao sentir uma dorzinha?!

Eu deixarei que Beyond zombe de mim.

– Quando ficou tão patético, L?! – Perguntou com escárnio, se aproximando de meu rosto, e pegando-o com uma das mãos, apertando minhas bochechas com força. – Eu não vou ser bonzinho com você, detetive. – Falou com a voz suave e gentil que contradizia o significado daquela frase. Começando a apertar meu pescoço com a mão que estava em minha face, ele sorriu diabolicamente.

– P-pare com isso... – Protestei, começando a dar por falta do ar. – B-beyond...

Eu farei com que ele pense que está no controle.

– Por favor... – Sussurrei, deixando o desespero transparecer em minha voz e em minha face.

Um sorriso interno e um pensamento acolhedor.

E então o esmagarei como a uma mosca.

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Beyond’s POV

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L não estava parecendo ele mesmo naquele momento. Na verdade, desde a hora do beijo, ele não parecia o L de sempre. Ou melhor, não parecia o novo L. Olhei para seu corpo, enquanto este se contorcia em busca de ar. Larguei o pescoço fino e pálido, deixando pequenas marcas avermelhadas nele.

Encarei os olhos negros de L e ele encarou os meus. A troca de olhares era tão intensa, que parecia ser visível e palpável, tão resistente quanto o ferro. Nossas respirações eram urgentes, a dele, mais que a minha. Soltei o ar, vendo os lábios rosados do detetive.

Eu odiava L.

Porque ele era o único desgraçado que se fazia desejar por mim.

Ele umedeceu os lábios, me mandando um olhar intimidado que me pareceu extremamente sexy.

Eu odiava L.

– Por que resolveu ser bonzinho agora? – Indaguei desconfiado. Eu conhecia L o suficientemente bem para saber que ele não pediria “por favor”, não se oferecia para ser estuprado, não me olharia com aqueles olhos tão... Argh. Eu sabia que havia algo de errado com ele. Ele não faria nada daquilo apenas para não sentir dor, nem em mil vidas.

– Por favor, apenas... continue o que estava fazendo. – E ele parecia envergonhado com o que dizia. Olhei para ele, conseguindo estar ainda mais desconfiado que antes. Isso não podia ser verdade. L me odiava.

Mas se aquilo era uma permissão para que eu apenas o estuprasse, desde que não mais o ferisse... Seria bem melhor se ele contribuísse com a ação. E bem menos trabalhoso.

– Então você não quer mais que eu te machuque? – Perguntei. Meus lábios e minha mente sorriam amplamente com a visão que se formava em meu cérebro.

– Não. – Confirmou. O sorriso se amplificou, brilhante.

– Já que é assim, irei te obedecer. Mas, de qualquer forma, não posso te matar de uma vez e tenho que te fazer sofrer, claro... – O sorriso diminuiu, sendo transferido para um dos cantos de meus lábios, provocante. Me aproximei do ouvido de L, lambendo a pele macia levemente. – Então você pode ser meu... brinquedinho. Não pode?

L pareceu engolir em seco. Olhou para mim, triste.

– Eu não quero que me veja como um brinquedo. – Falou, a voz mostrando mágoa.

Eu não pude evitar... olhando para seus olhos negros e brilhantes, implorando por afeto... olhando seu corpo ferido, jogado ao chão, ele sabendo que eu o feri, mas mesmo assim querendo meu toque... parecendo uma alma apaixonada, procurando por seu dono...

Eu não pude evitar explodir em gargalhadas.

– Como pode ser tão ridículo?! – Indaguei quase sem arranjar ar para tal, em meio aos risos. Encarei-o, descrente. – Acha que serei mais carinhoso se falar isso, seu viado? É assim? Se cansa dos ferimentos e então quer ter um namoradinho?

Eu não conseguia parar de rir. Era tão... ridículo!

Olhei para L e vi em seu rosto todo o ódio que ele guardava dentro de si.

E na minha mente, vieram as palavras perfeitas.

– O grande detetive L, a partir de hoje, é meu Escravo Sexual. – Falei com voz de locutor de filme mudo, me divertindo ainda mais com seu rosto distorcido em ódio.

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L’s POV

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Eu só podia dizer que... o feitiço havia se virado contra o feiticeiro. Ao menos por enquanto. Eu ainda conseguiria deixar Beyond em minhas mãos, conseguiria traçar um plano, conseguiria sair daquele lugar... eu só precisava de tempo! Sabia que podia fazer Beyond se apaixonar por mim, de novo e de novo, quantas vezes eu bem quisesse. Eu sabia.

Mas isso não me impedia de me imaginar matando-o da forma mais dolorosa possível, enquanto ouvia sua sentença horrível e torturante.

Senti as mãos de Beyond despindo-me, fazendo com que eu ficasse inteiramente nu. Tremi levemente, sentindo frio. Seus dedos esguios e frios, começaram a me apertar, enquanto ele me trouxe para si.

Não houveram carícias, não houve nada, se não o que lhe era natural. Em segundos, suas mãos agarravam meu cabelo com brutalidade, levando meus lábios para perto de seu membro.

A glande foi pressionada contra eles e eu abocanhei o órgão até o falo.

Humilhante.

Eu não sabia se conseguiria suportar...

Mas tinha de me mostrar dedicado ao que fazia, se queria sucesso em meu plano.

Comecei a fazer movimentos de sucção, indo e vindo com a cabeça. A primeira vez em que me importava em fazê-lo sentir prazer. E parece que estava funcionando, pois olhando para cima, eu podia vê-lo mordendo os lábios para abafar os gemidos e o rosto parcialmente vermelho.

Aumentei o número de sucções e intensifiquei seu efeito. Mas, repentinamente, ele tirou minha cabeça de perto de si, beijando meus lábios. Me beijando daquela forma desesperada, Beyond só me fazia pensar que meu plano estava fadado à vitória.

Aquele rosto tão similar ao meu próprio, afastou-se de mim e ele me virou de costas com violência. Senti seu membro roçar minhas costas, descendo em uma linha reta que, irritantemente, me arrepiou. Senti a pressão entre minhas nádegas e aquilo despertou meu ódio. Eu não iria deixá-lo fazer daquela forma novamente. Dessa vez, queria estar de frente para ele. Só para que fosse menos... humilhante.

Me movi, ficando em cima de Beyond. Rodeei suas costas com a perna, nossos quadris encostados e eu pressionando minha ereção contra a dele. Comecei a rebolar sobre o local, friccionando os membros. Ele soltou um gemido alto, sem conseguir refreá-lo. Meu único erro, foi soltar um também.

Perdi o controle da situação, mais uma vez.

Senti suas mãos apertarem minhas coxas e afastá-las, colocando minhas pernas por sobre seus ombros e começando a me penetrar. Eu fechei os olhos com força, sentindo a glande densa sobre minha entrada.

Pelo amor de Kami, tenha um pouco de cuidado...

E, pela primeira vez, Deus pareceu me ouvir. Surpreendentemente, Beyond foi de vagar. Eu vi seu rosto se fundir em desejo, enquanto me projetava para baixo, ajudando-o com a penetração. Beyond se controlou.

Ah, como ele é adorável, zombei em pensamento.

Sentei-me inteiramente sobre o membro, interrando-o em meu interior e o ouvindo gemer alto enquanto sentia aquela dor familiar queimar meu corpo.

Fiz questão de gemer. Não era o que ele queria, afinal?

Nossos gemidos eram altos e cortados, pelas estocadas, urgentes. Ele ia e vinha dentro de mim, sentindo a textura de meu interior e, provavelmente, saboreando-a. Aquela cena poderia ser mais erótica do que qualquer outra... principalmente considerando nosso passado. Acho que os gemidos afetaram meu cérebro, e ele realmente interpretou que eu gostava e tornou isso uma realidade, porque...

Eu não conseguia me controlar.

Aquilo me enlouquecia, eu levava meu corpo de encontro ao dele, causando um choque agradável... Os gemidos saiam como gritos, desesperados. E ele gemia tanto quanto eu, pegando em minha cintura, auxiliando os movimentos.

Algo, em meu interior... Joguei a cabeça para trás ao sentir aquilo, sucumbindo ao prazer.

Aquela dança de luxúria durou por longos minutos. Eu me desfiz antes dele, com um gemido demorado. Depois disso, senti-o estocar com mais e mais voracidade, querendo desesperadamente o próprio clímax.

Antes que me desse conta, eu estava preenchido com seu liquido.

Beyond caiu sobre mim e achei que fosse me abraçar. Ele realmente ia, pois chegou a passar um dos braços por meu ombro. Mas, ao ver meu olhar surpreso sobre si, recuou. Fingiu apenas estar procurando por sua blusa, ao lado de minha cabeça. Pegou-a e vestiu-a com pressa, fazendo o mesmo com a calça e abandonando o porão, provavelmente, indo se levar. Antes que fechasse a porta, permiti que ouvisse minha voz.

– Eu também preciso de um banho, Beyond. – Afirmei.

Ouvi uma risada seca e familiar.

– Interessante. Só não vejo por que eu precisava saber disso... – E abandonou o local, com aquela resposta extremamente infantil.

Eu estava dolorido e aquilo nunca deixaria de ser tão extremamente baixo e nunca algo pisotearia meu orgulho de forma tão avassaladora. Mas era aquilo que iria me livrar. Era meu último fio de esperança.

Beyond iria cair em minhas teias e como um inseto diminuto, não iria conseguir se soltar. Apenas esperando para ser devorado pelas presas da justiça.


Notas finais
Espero mesmo que tenham gostado, Danoninhos! ♥
Me digam a opinião sincera de vocês... Não vou me ofender com nada. UuU
E, Líneko-san, me diga se estou indo bem... >~< kkk Espero que tenha gostado do seu cap.!
Hum... é isso. Até o próximo cap. *3*
Kissus no Kokoro ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.