Sex, Drugs And Problems - IV
25 Capítulo 90 - Ideia maluca da japa maluca
Notas iniciais
Quero agradecer do fundo do meu coração a quem lê e acompanha, aos meus lindos leitores fantasmas (e aos visíveis haha). Sem vocês essa bosta não estaria na quarta temporada e caminhando à quinta.
Muito obrigada de verdade, vocês são tudo que eu sempre quis! De verdade.
Um beijo muito enorme da tia Jubs e até a quinta temporada!
?: NATALLIEEEE! — ok, ou minha mãe ainda tinha a chave de casa ou eu, como sempre, larguei a porta aberta.
Coloquei meu short e a camiseta do Binho e ele a calça preta que tava usando antes e descemos. Minha mãe, a Lolita e o Jéan tavam lá embaixo.
Eu: Que foi, que foi?!
Mãe: PODE ME EXPLICAR O QUE SIGNIFICA ISSO? — me deu um jornal.
“Filha de empresário Daniel Fernandes é acusada de sequestro.”
Puta que pariu. Continuei lendo a reportagem:
“A herdeira do empresário Daniel Fernandes, Natallie Mendes, 18 anos, foi acusada de sequestrar um garoto de 5 anos, diagnosticado com leucemia. Segundo testemunhas, a garota tirou Fábio Salles do Hospital San Germán na madrugada e o levou pra casa. Não há informações ou provas que a inocentem ou condenem. Natallie irá a julgamento nesta quinta-feira e o juiz escalado para comandar o caso é Olavo Gonzales, juiz de maior histórico de condenações do país. “Não temos certeza se ela será absolvida. Nada é concreto por agora”, declara um dos jurados.”
Ok. Agora sim: FODEU. Meu nome, meu caso e MINHA FOTO na primeira página do jornal. Puta que pariu, por que sempre dá tudo errado?
Mãe: QUANDO VOCÊ PRETENDIA ME CONTAR ISSO? QUANDO VOCÊ IA DIZER QUE PODE SER PRESA?
Eu: Para de gritar, por favor. Você não tá na sua casa. — Não mesmo. Era oficialmente a casa do Binho, nem minha a casa era… — Cala a boca, senta e me escuta.
Mesmo quase me matando, ela sentou junto dos outros dois que tavam lá de figurantes e eu e o Binho contamos toda aquela história mais uma vez. Cara, devia a octogésima vez que eu contava aquela merda. Acho que já dava pra escrever um livro sobre aquilo.
Mãe: Se o pai dele não for encontrado ele vai pra um orfanato? — fiz que sim com a cabeça — E onde mora o pai dele?
Eu: Canadá.
Mãe: É, acho que ele vai pra um orfanato. Mas agora me explica essa manchete. Você sequestrou aquele menino? — Porra, ela não ouviu a história que eu contei?
Eu: NÃO! CARALHO! EU NÃO SEQUESTREI NINGUÉM!
A Lolita me arrastou pelo braço até a garagem e bateu a porta de casa quando estávamos fora. Pensei que ela ia me socar, porque ela veio com a mão perto da minha cara, mas ela sacudiu meus ombros.
Lolita: Você lembra daquela nossa conversa? Eu falei que aquele garoto ia foder tua vida. Você não aprendeu nada comigo? — o que ela tem e bom pra ensinar? Como dixavar? — Natallie, que parte do “se envolve polícia não faça” você não entendeu? — aquela frase de novo não… — Eu falo isso desde a primeira vez que roubei uma loja de conveniência e fui parar na delegacia por isso. Não importa se é pela vida de um pivete leucêmico ou o caralho a quatro. Se pode ter policia no meio NÃO FAÇA, PORRA! Tu sequestrou aquele filho da puta! Não importa se ele quis ir com você! Se não teve autorização oficial foi sequestro, sua filha duma puta!
Eu: Vai tomar no seu cu, Lolita! Eu falei que se eu fosse presa ou qualquer coisa eu não me importaria, porque eu fiz a felicidade do Fábio! Pode ser que eu passe meses, anos, séculos na cadeia, não tô nem aí. Eu sempre soube que isso podia acontecer. Eu assumi o risco. Dei a cara à tapa e apanhei, foda-se. Vivendo, se fodendo e aprendendo.
Ela olhou pra baixo, passou a mão no cabelo e me olhou, rendida.
Lolita: Quando é o julgamento?
Eu: Quinta e é bom ficar longe de mim se você for, porque eu não tô afim de ser acusada de ser sua neta.
Ela sorriu, me abraçou e falou, cínica:
Lolita: Eu sempre vou estar perto de você. Seja num tribunal ou numa cadeia.
Minha mãe apareceu e nós conversamos um pouco, até meu celular resolver tocar.
Kimi: O que tua cara tá fazendo estampada no jornal?
Eu: Literalmente, mil tretas.
Kimi: Eu quero ir com você nesse julgamento. Eu nunca vi um, posso ir? Diz que siiiiiiiim!
Eu: Tá. Só não causa lá, por favor. Quinta-feira às oito.
Ela nem respondeu, simplesmente desligou na minha cara. Japa maluca.
*
Contratei o advogado que a Maggie indicou (com o dinheiro da minha mãe) e eu tava nervosa pra caralho, considerando que o julgamento era em pouco mais de vinte e quatro horas…
A Camila nem sabia daquilo, porque quando eu fui ligar e contar descobri que ela tava na casa da avó do Victor, que mora numa fazenda. Legal, muito legal!
A Olivia já tava cheia de coisas por causa da mãe alcoólatra dela, que tava causando demais ultimamente, quase tendo um ataque cardíaco. Eu até fui tentar ajudar, mas a Olivia disse que era melhor que eu nem entrasse na casa, já que a sra Falcão me odiava.
O Leo resolveu ter medo de tribunais de uma hora pra outra e eu nem lembrei de chamar o Beck e a Paloma ficou com frescura no rabo.
Fiquei o dia todo no sofá pensando em como seria a droga do dia seguinte. Uma droga, claro. A Paloma fez um chá sem gosto e me deu dizendo que era pra me acalmar, mas não chegou nem perto de resolver.
Meu celular vibrou no sofá, mas deu tanta preguiça de pegar que eu deixei cair a ligação. Mas aquela porra tava atacada, então tocou até eu querer martelar aquela merda eletrônica vibradora.
Eu: Fala rápido que eu quero dormir. — era o Binho.
Binho: Ná eu vou ter que ficar aqui, tá? A Naomi passou mal e eu vou ter que ficar pra ajudar a cuidar dela. Fica tranquila que é só um resfriado, mas como ela tá velhinha tem a imunidade mais baixa. Desculpa, eu não vou poder ir com você amanhã.
Eu: Tá bom. Cuida bem dela, tá?
Binho: E você se cuida. Boa sorte amanhã.
Eu: Valeu.
Binho: Ná.
Eu: Fala.
Binho: Amo você.
Eu: Também amo você.
Desliguei e fui tomar um banho. A Paloma já tinha dormido. Eu precisava relaxar, porque amanhã seria o dia. A merda do dia em que ou eu seria presa e proibida de ver o Fábio, ou inocentada. Juro que eu tava com vontade de invadir aquele hospital e realmente sequestrar o Fábio, pra terem argumentos convincentes e reais contra mim.
*
Promotor: Jura solenemente dizer a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade?
Eu: Juro. — mais ou menos né…
E que comece o julgamento. Eu sentada naquele banco duro onde todo tipo de bandido, assassino, serial killer, psicopata, pedófilo já tinha sentado, esperando o Olavo começar a encher o saco, tendo que ouvir um bando de otários dizendo o que viram, ver a cara de cu da Catarina pra mim como se eu fosse a culpada de tudo aquilo. Quantas chances eu tinha de levantar, sair correndo e pegar um jatinho pro Triângulo das Bermudas?
Minha mãe e a Lolita tavam sentadas no fundo do tribunal. A Kimi tava dois bancos à frente me mandando sinais pra manter a calma. Juro que eu tava tentando, mas minhas mãos tremiam, eu sentia calafrios, minhas pernas adormeceram e eu gaguejei até nos pensamentos.
Foram três horas e meia de perguntas irritantes e respostas vagas. Eu já não aguentava mais. Todos me olhavam como se eu tivesse matado alguém e usado o corpo de adubo pras plantas. E tudo o que eu podia fazer era aguentar. Merda.
Por muitas vezes eu quis chorar. Eu quis gritar, correr, metralhar todo mundo. Mas eu só respirei fundo, engoli o nó na garganta e aguentei, com a melhor cara de nada que eu podia fazer.
Olavo: Trinta minutos de recesso.
Levantei, peguei a mão da Kimi e saí do prédio ao lado da minha querida e bêbada japonesa ruiva. Bastou sentarmos num banco lá fora que meu celular vibrou na bolsa pequena e preta que eu segurava. Era o Beck.
Eu: Oi.
Beck: Eu tava falando com o Fabito agora há pouco e ele me contou que você disse que ele é melhor que eu. — Porra, de novo?
Eu: Ah não. Beck eu tô no recesso do julgamento. Não tinha hora pior pra você ligar pra querer saber isso?
Beck: Eu só quero saber se é verdade.
Eu: Depois a gente conversa tá? Depois. — desliguei,
Enfiei o celular de volta na bolsa e cobri o rosto com as mãos.
Kimi: Que foi?
Eu: Cara, o Binho e o Beck cismaram em querer saber quem é o melhor na cama. A parte foda disso tudo é que eu não sei a resposta.
Kimi: Prova de choque na situação. Vai ser estranho pra você, mas vai por mim, eu já fiz várias vezes e é a melhor coisa do mundo. — lá vem — Ménage à trois (lê-se ménage a troá)– Ela não disse isso.
Eu: Sexo a três? Tá maluca, Kimi?
Kimi: Eu tô falando sério Naty. Sexo a três é a melhor coisa que existe. Depois de chocolate, álcool, maconha, dinheiro e… bom existe muita melhor que isso, mas na lista das melhores coisas do mundo, sexo a três se encaixa.
A Kimi tá enlouquecendo.
Eu: Tá, e como eu convenço os dois a fazerem isso? — eu mais ainda por cogitar essa ideia.
Kimi: Arranja um vestido vermelho. Lingerie sexy e dá um jeito de ficar sozinha com eles, num quarto porque é mais confortável. Pede pra um te ajudar a abrir o vestido e filha olhando o outro nos olhos. Eles vão perguntar o que você tá pretendendo e você diz que quer saber quem é o melhor. E então você já sabe o que acontece.
Eu: Kimi isso é doença.
Kimi: Nada a ver, cara. Tanta gente faz, por que você não pode fazer? Vai por mim, você vai querer fazer de novo.
Será…?
*
E voltamos ao julgamento. Mais perguntas e respostas, depoimentos, caras feias de pessoas que eu não conhecia, nomes estranhos, olhares pesados, flashes de câmeras de jornalistas, sussurros irritantes…
Nunca sequestre um garoto. Ou melhor, nunca sequestre ninguém. Cara, nunca faça nada que possa te jogar num tribunal.
Olavo: Eu declaro a seção encerrada. Até amanhã.
Tentei falar com ele, mas uns doze jornalistas se enfiaram na minha frente e começaram a me fazer perguntas. Não respondi a nenhuma, só saí correndo do prédio com a Kimi agarrada no meu braço e nos jogamos no carro. Um bando de jornalistas veio atras e entrou numa van. Saí a milhão e eles vieram correndo atrás. então começou uma perseguição Eu e a Kimi rindo pra porra no meu carro, que ultrapassava os 180 km/h numa pista de 90 km/h enquanto uma van do noticiário mais lixo do país corria atrás da gente e o cara do passageiro filmava tudo.
Eu: KIMI A GENTE VAI MORRER!
Kimi: FAZ ALGUMA COISA! — a gente não parava de rir.
Cara, tudo bem que eu não tava num filme de ação, mas encarnei o Vin Diesel e mudei pra faixa da esquerda e freei bruscamente, fazendo a van passar da gente. Então, à mesma velocidade, dei meia volta e segui pela direção contrária da que estávamos antes e entrei numa rua meio escondida. Andei devagar pra não fazer barulho e parei num canto mais afastado.
Kimi: Eu preciso passar mais tempo com você.
Eu: Eu preciso sair do país.
Começamos a rir pra caralho e me deu vontade de gritar, então gritei. Ela ficou me encarando e começamos a rir de novo. Porra, a gente acabou de sair de uma perseguição!
*
Estacionei na porta de casa e entramos ainda rindo. A Paloma tava dormindo no sofá e acordou quando ouviu nossa risada.
Passamos umas duas horas bebendo Heineken (menos a paloma, que bebeu suco) e a mãe da Kimi foi buscá-la. O Binho chegou e eu pedi pra ele fazer companhia pra paloma, porque eu precisava de um banho quente. E escolher o vestido que usaria amanhã. É, eu tava enlouquecendo mesmo. Mas aquela ideia nem era tão ruim, podia ser legal. Mas como era uma ideia da Kimi, tinha mais é que ser maluca.
*
Eu tava com um vestido vermelho e um par de sapatos pretos de salto agulha. Acho que aquele seria o último dia de julgamento. Chamei o Pierre pra ficar com a paloma e o Binho e o Beck foram comigo, como planejado.
Começou tudo aquilo de novo. Olavo falando um monte de coisa, pessoas estranhas enchendo o saco, flashes me cegando…
A mesma ladainha. Perguntaram e insinuaram absurdos, mas meu advogado me ajudou tanto que até o advogado de acusação se convenceu da minha inocência.
Três horas e vinte e sete minutos. Uma dor de cabeça filha da puta. Uma única frase pra decidir meu destino.
Olavo: Recesso de trinta minutos. Ao voltarmos, trarei o veredito.
Minha mãe e a Lolita foram outra vez, mas eu pedi que elas não viessem falar comigo. Fiquei lá fora com os dois fumando cigarro. Quando fôssemos embora, iríamos pra casa do Beck, já que a Naomi e a Thaís foram pra casa da irmã da Naomi passar uns dias.
*
Olavo: Devido às circunstâncias dadas, testemunhas e depoimentos ouvidos eu, Olavo Altieri Gonzales declaro a ré Natallie Fernandes Mendes… — pra quê a porra da pausa dramática?
Sério, tem horas que ninguém precisa de uma pausa dramática. Como naquele momento. porra, é só dar logo a merda do veredito pra eu sair logo dali.
Todo mundo tava tenso. Minhas mãos tavam trêmulas, geladas, suadas e inquietas. Eu vou morrer!
Olavo: Eu declaro Natallie inocente das acusações.
*
Voltamos pra casa cantando. EU FUI INOCENTADA, PORRA!
Beck: E como vamos comemorar? — abrindo a porta do quarto dele.
Era hora de agir. Respira, se prepara e vai.
Eu: Eu quero tentar uma coisa. — me olharam esperando eu terminar — Beck, me ajuda a abrir o vestido?
Beck: Pra quê?
Eu: Vem, abre logo. — ele veio e parou atrás de mim. Colocou meu cabelo pra frente e desceu o zíper, que ia até a base da minha coluna. Fiquei olhando pro Binho, fixamente nos olhos. O Beck ficou ali parado e deve ter feito a mesma cara do Binho de confusão quando eu tirei o vestido e o joguei no chão, ficando só com a lingerie e os sapatos. — Binho vem cá. — peguei a mão dele e o puxei pra mim.
Binho: Ná, o que você tá fazendo?
Eu: Eu quero ver quem é o melhor. Você — sorri pra ele — ou você — sorri pro Beck.
Beck: Calma. Eu tô entendo isso direito ou tô maluco?
Eu: Vocês entenderam bem. Agora fiquem caladinhos e façam exatamente o que eu mandar.
O Binho sorriu.
Binho: Não. Você vai ficar caladinha e fazer o que nós dois quisermos. — me puxou com força e me beijou, segurando meu rosto. O Beck grudou atrás de mim e começou a beijar minha nuca.
Eu: Então eu proponho o jogo e vocês querem mandar nele?
Binho: Shh. eu mandei ficar calada. — voltou a beijar minha boca e o Beck, minha nuca.
Senti as mãos do Beck passando no meu corpo, até apertarem meus seios por cima do sutiã e abrindo o fecho. Ele deixou o sutiã cair e começou a massagear meus seios. Eu mordi o lábio do Binho e fui levantando a camisa dele, passando as unhas pela sua barriga. O Beck virou meu rosto e me beijou com calma, enquanto o Binho passava as mãos pelo meu corpo e beijava desde o meu queixo até minha clavícula.
Eu: Deixa eu tirar o sapato.
Beck: Não. Você vai ficar com ele até o fim.
Eles me fizeram deitar na cama e vieram pra cima de mim. O Binho mordeu de leve o meu seio direito e o Beck beijou o esquerdo. Eles me chupavam e mordiam levemente, me fazendo ficar com a respiração falha e puxar os cabelos da nuca do Beck e arranhar o ombro do Binho. Era um daqueles momentos em que nada importava, além do nosso prazer.
O Binho começou a descer, mordendo minha barriga até parar um pouco abaixo do umbigo. Tirou minha calcinha e me fez abrir as pernas e desceu mais, até me tocar com a língua. Puxei o Beck pra cima e o fiz me beijar, enquanto começava a perder os sentidos com a sensação inexplicável que o Binho tava me causando. Um gemido alto escapou da minha boca. Parei de beijar o Beck e, com a boca na curva do pescoço dele, gozei.
Eles trocaram de lugar e o Binho veio me beijar, enquanto o Beck enfiava dois dedos em mim. Afundei as unhas nas costas no Binho, que me beijou sorrindo. O Beck aumentou a velocidade dos movimentos e a mão livre apertou minha coxa com força.
O Binho chupava meus seios e eu quase gritava de prazer. A mão do Beck saiu da minha coxa e foi pro meu clitóris, estimulando-o e me fazendo gozar instantaneamente. Só tive tempo de sorrir ofegante, antes dos dois novamente mudarem de lugar e dessa vez a boca do Beck grudar na minha.
Achei injusto eles ainda estarem tão vestidos, então levantei da cama e simplesmente arranquei a camisa do Beck, já que o Binho já tava sem camisa. Enquanto ele tirava a calça, eu tirava o resto das roupas do Beck. Eles me jogaram na cama, me fazendo deitar e eu coloquei uma mão na ereção do Binho e outra na do Beck e comecei a masturbá-los devagar. O Beck me puxou me fazendo ajoelhar de frente pra ele e, ao invés de beijá-lo, fui pra baixo e passei a língua no pênis do Beck e passei os dentes de leve, com medo de machucá-lo, mas em resposta ele agarrou meu cabelo e guiou meus movimentos. Não esperei ele gozar. Virei de frente pro Binho e chupei o pênis dele com vontade. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. O Beck colocou uma camisinha, afastou minhas pernas e me penetrou sem dó. Soltei um gemido e Binho levantou meu rosto até o dele e me beijou. O Beck tava me enlouquecendo com cada estocada e o Binho massageava meus seios.
Eles trocaram de lugar. Foi a vez do Beck enfiar na minha boca. O Binho resolveu me torturar. Me fez ficar de quatro em cima da cama e passou o dedo pelo meu clitóris, só depois me penetrou fundo.
Beck: E se a gente fazê-la pirar? — disse pro Binho com um sorriso sacana. — Nós dois juntos, ao mesmo tempo.
Binho: Você aguenta, Ná? — perguntou, fazendo carinho na minha coxa. Não consegui responder, só dar de ombros.
Beck: Se a gente te machucar você fala. Mas eu já vou deixar claro que eu Não. Vou. Ser. Gentil. — falou pausadamente.
Eu: Foda-se.
Eu ainda tava de quatro e o Binho dentro de mim, então ele saiu e começou a beijar e lamber minhas costas. Eu gemi com o Beck ainda na boca e isso o fez gemer também.
Binho enfiou um dedo em mim, e passou outro no meu clitóris. Beck tirou seu membro da minha boca e tomou o lugar do Binho, metendo rápido dois dedos. Eu suspirei e afastei ainda mais minhas pernas, sentindo ele me foder com os dedos.
Binho esfregou seu dedo em meu clitóris e eu gemia mais alto, sentindo meu orgasmo chegar.
Beck deitou na cama e eu deitei em cima dele, me penetrando. Binho ficou ajoelhado atrás de mim e afastou minha bunda, encostando seu membro em mim. Eu nunca tinha feito uma dupla penetração, também nunca tinha transado com dois ao mesmo tempo. Bom, aproveite a oportunidade quando ela aparece.
Com pouca dificuldade, o Binho me penetrou por trás. Nossos movimentos eram sincronizados e deliciosos. O Beck gozou primeiro e eu continuei rebolando até sentir o Binho gozar.
Deitei na cama, exausta, mas ainda queria mais. Eu segurei o membro do Binho, masturbando-o lentamente enquanto colocava o do Beck na boca. Ambos gemiam e não demoraram a ficar eretos de novo.
Empurrei o Binho na cama, fazendo ele deitar e me penetrar. O Beck ocupou o antigo lugar do Binho, me penetrando por trás e começamos tudo outra vez. O Beck socava forte, como tinha dito que seria, enquanto eu rebolava no Binho. O Beck esfregou seu dedo no meu clitóris e eu gemi alto, gozando. Eles não pararam. Metiam em mim com muita força. Eu olhei pro Binho e sorri, beijando-o desesperada. O Beck saiu de dentro de mim, se livrou da camisinha e enfiou o pênis na minha boca de novo. O Binho foi pra baixo e começou a me chupar. Gozei junto com o Beck e fiz o Binho sentar na cama. Sentei em seu colo e comecei a cavalgar nele, que apertava meus seios e gemia no meu ouvido, me deixando ainda mais excitada. Forcei meu corpo contra o membro do Binho e ele me mordeu, gozando.
Deitamos os três na cama, eu no meio deles, todos com a respiração descontrolada e quase tendo ataques cardíacos. Que loucura… é, a Kimi tava certa.
Beck: E… Aí? — com dificuldade pra respirar.
Eu: Sei lá. Vocês são… Mestres.
Binho: Sem comentários.
Beck: Vou fumar. — levantou, pegou um maço que tava no chão e foi pra varanda.
Binho: Nunca mais. Eu faço. Um bagulho desses.
Eu: Mas você já fez antes.
Binho: Com duas mulheres. E elas se comeram na minha frente.
Eu: Afe.
É, acho que agora as coisas estavam começando a dar certo…
FIM DA QUARTA TEMPORADA.
Fale com o autor