Sex, Drugs And Problems - IV
4 CAPÍTULO EXTRA POR UM ANO DE WEB - Traição
Notas iniciais
Se tu acompanha o twitter ou o tumblr tá ligado que dia 23/02 é niver da web/fic né?
Não sabia? Ah, agora sabe!
E que jeito melhor de comemorar esse dia com um capítulo extra narrado por ninguém mais ninguém menos que Fabrício Antunes?
Sim, Binho aparece no capítulo a seguir contando como foi traído pela Melissa e pelo Beck.
Se tu lê a fic desde o começo sabe do que eu tô falando.
Bem, espero que curtam!
[Binho narrando]
Uma festa com seus melhores amigos, sua namorada ruivinha, de férias e tendo dezesseis anos é a perfeição. Menos quando a tal da ruivinha fica enrolando pra se arrumar.
Eu: Porra, Mel. Vai logo.
Melissa: Você só tá pronto porque eu escolhi sua roupa ontem.
Entrei no quarto e a observei pegar um short.
Eu: Tu ainda tá pelada mano.
Melissa: Eu tô de camiseta. Não exagera.
Eu: Se é pra enrolar então vamo enrolar direito.
Joguei ela na cama e a beijei com toda minha vontade. Ela começou a arranhar minhas costas e eu não pensei duas vezes antes de empurrar a calcinha dela pro lado e enfiar logo dois dedos dentro dela.
Ela gemia alto e eu sabia que alguém (Beck) ia aparecer pra encher o saco.
Beck: VOCÊS VÃO PRA FESTA OU VÃO FICAR TREPANDO? PUTA QUE PARIU MANO!
Levantei e joguei o short da Melissa pra ela.
Eu: Vamo logo.
Melissa: Você vai me deixar assim?
Eu: Depois eu termino. Agora vamo logo.
*
Eu já tava na sétima garrafa de Heineken e fumando o terceiro baseado. O Teta não parava de falar alguma merda que eu não conseguia entender, mas tava engraçado pra caralho.
Eu: Tu viu o Beck ou a Mel?
Teta: Só vi o Beck indo pro banheiro com uma guria.
Revirei os olhos. A Bianca apareceu na minha frente.
Bianca: Fabinho vem cá. — ela me puxou até a porta do banheiro masculino. — entra aí. Só não diz que fui eu que te trouxe aqui tá? — foi embora.
Eu não entendi nada, mas entrei no banheiro.
Bem a tempo de ver a Melissa e o Beck se pegando.
Eu não quis gritar pra interromper. Só puxei a Melissa pelos cabelos e soquei o queixo do Beck com toda a força.
Melissa: FABINHO! CALMA! EU… EU POSSO…
Eu: TU NÃO TEM QUE EXPLICAR NADA. EU SEI O QUE VI. VAGABUNDA DO CARALHO!
O Beck levantou.
Beck: Fabito, mano…
Eu: NÃO ME CHAMA DE MANO. TU NÃO É MEU MANO, BECK. FILHO DA PUTA TRAIDOR.
Saí do banheiro e ouvi a Melissa vindo atrás de mim. A festa inteira parou pra olhar.
Melissa: Fabinho, por favor. Me deixa falar o que aconteceu.
Eu: Tu me traiu com o Beck, sua puta do caralho. Tu é uma puta, Melissa.
O Beck saiu do banheiro e veio até nós.
Beck: Mano, não deixa tudo assim. Eu vou falar o que foi que aconteceu.
Ele me olhou pra ver se eu o deixava falar. Eu fiquei quieto olhando pra ele. Quando ele abriu a boca pra contar como foi que ele e a puta da Melissa me traíram eu meti um soco no queixo dele, no mesmo lugar do primeiro. Ele caiu no chão e ficou meio grogue, o que me fez chutar ele até vir o maldito do Teta e me segurar. A Melissa chorava escandalosamente de um lado e o Beck gritava de dor caído no chão. E o Teta me tirou de lá.
Teta: Mais cedo ou mais tarde tu vai ter que falar com um deles sipá os dois.
Eu: Foda-se. Eu quero mais é que os dois vão pro inferno abraçados.
Só o que eu sei é que nunca mais eu olho pra cara de nenhum dos dois.
Nunca mais.
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