Notas iniciais
Olááá gente! Estou de volta! Tudo bem com vocês? :3 Eu agradeço todos os comentários que recebi, deu uma caída em comparação com o outro capítulo, mas ainda assim agradeço muito a vocês! Bom, agora vamos ao capitulo! Esse ficou bem grande *--* E eu gostei, afinal fiquei sem dedos pra escrever esse capitulo -o escrevi em 3 horas o/-, mas quero saber a opinião de vocês, hein! Que comece o Jantar das Tretas, nao nao Jantar dos Uchiha kkkk tá tarde - como sempre - e estou cansada então perdoem-me qualquer erro >< Espero que gostem *-* e Boa Leitura!

A Hyuuga conhecia os gostos da amiga, sabia que Sakura gostava de cores quentes – seu cabelo dizia isso — e procurara encontrar um vestido que tivesse uma cor que fosse a cara da amiga, mas sem deixar de ser chique e discreto, conhecia o suficiente de Sasuke para saber que ele gostava de coisas discretas, o moreno era bem reservado.

– Amiga? – Sakura chamou a morena, ela também procurava vestidos que fossem sua cara, gostava de cores e queria um vestido que combinasse consigo, afinal –Hinata tinha razão – o moreno tinha que amá-la como ela era. – Esse é bom? – A rosada apontara um vestido rosa, um tanto colorido demais para a Hyuuga.

– Esse não! – a Hyuuga negou. – É muito chamativo. – a rosada assentiu e a morena voltou a procurar entre todos os vestidos da loja. Não demorou muito até que ela viu um verde bem claro que a chamara atenção, foi até ele e levantou, seria aquele. Além de ser a cara da amiga, era lindo. – Sakura-chan. – ela disse sorrindo. Sakura virou em sua direção que levantou o vestido.

Os olhos de Sakura brilharam, o vestido era de um verde bem claro, renda na parte de cima, com um decote singelo, leve transparência na cintura e nas costas e o tecido fino caia leve pelo resto de seu comprimento. Amara, tinha cor, brilho e renda como ela adorava, e era discreto o bastante para que agradasse o Uchiha.

– É esse! – disse feliz, os olhos brilhavam e já imaginara como ficaria no vestido. Seriam um par perfeito naquela festa.

– Sim. – Hyuuga sorria. – Vá, experimente! – entregou para a rosada o vestido que correu para o provador. Ela vestira e — como sempre — Hinata tinha razão, estava lindo! Perfeito! Sem dúvidas era aquele.

Mostrou para Hinata o resultado de como ela estava como vestido que fora, prontamente, aprovado.

– Obrigada Hina. – disse Sakura. – Ficou lindo. – elas saiam da loja e o vestido estava comprado e haviam mandado entregar, por mais que Sakura houve insistido Hinata não comprou nada, vira que tinha em seu guarda-roupa vestido que nunca usara e não compraria nada nova até usar os que já tinha. – Vamos lanchar?

– Estou sem fome Sakura-chan, mas que tal um cinema? – propôs a Hyuuga. Ela não teria compromisso a tarde inteira, hoje não tinha curso e, também, não sabia se teria clientes, mas não ligaria se tivesse contanto que não fosse Naruto.

– Eu adoraria Hina, soube que estão reprisando ‘Uma Linda Mulher’ no cinema. – Sakura riu e fora acompanhada da amiga, o que não percebera era que o sorriso da morena era desgostoso, amava comédias românticas, mas aquele filme, particularmente, mexia com a Hyuuga. Foram para o cinema e compraram uma pipoca grande cada uma, e enquanto esperavam abrir a porta para entrarem, Hinata sentira o celular vibrar o bolso da calça.

– Já volto Sakura-chan! – Pediu licença e se afastou das demais pessoas, era Tsunade. – Fala Chefa.

– Oi menina. – a loira riu.

– Tem trabalho hoje? – ela perguntou.

– Sim, no Naomi as 22h, não se atrase! – a loira desligou o telefone, as chamadas eram sempre assim, rápidas. Hinata voltara para a vila e elas entraram na sala.

O filme começara e enquanto Vivian mostrava para Edward Lewis o caminho para seu hotel, Hinata olhava desacreditada, nunca acreditara ser possível algo daquele filme. Nenhum homem que soubesse da profissão dela iria querer casar ou se apaixonaria por ela. A Hyuuga tinha certeza que ninguém iria querer algo a serio com ela que soubesse de sua profissão, bufava irritada enquanto via o filme.

– O que foi Hina? – perguntou Sakura, ela percebia que a amiga se remexia na cadeira, e parecia desconfortável.

– Acha mesmo que um homem que soubesse o que ela é iria querer ficar pra valer com ela? – perguntou um tanto irritada.

– Por que não amiga? – disse sonhadora, a rosada achava que amor não tinha limites e que podia superar tudo, então por que não poderia superar uma profissão, por mais comprometedora que ela fosse?

– Ela é uma prostituta, Sakura-chan! – a Hyuuga falava mais de si do que da personagem do filme. – Que homem que soubesse disso iria querê-la? A única chance dela seria se ninguém soubesse, mas ele conta praquele advogado e ele, certamente, contará para todo mundo.

– E o que tem? Se eles se amarem mesmo ela poderia ser a prostituta preferida do melhor amigo dele que não importaria, amor pode superar tudo Hina. – respondeu Sakura sorrindo. A Hyuuga bufou, ela não sabia do que falava. Duvidava que se soubesse a profissão da amiga continuaria com aquele pensamento.

...

Elas assistiram a dois filmes juntas e depois aproveitaram para jantar no Shopping, já que quando saíram de lá eram 20h00. Sakura a deixara em casa e esperava que o vestido já tivesse chegado, precisava pensar no penteado que faria e na maquiagem. Mandaria foto do vestido para seu cabeleireiro e maquiador, aquela era mesmo sua chance e sabia que depois de ter o seu Uchiha ao seu lado, não iria querer nunca mais deixá-lo sair de lá.

A Hyuuga entrou em casa e colocara ração e água para Akamaru, pegara o filhotinho no colo. Precisava passar mais tempo com ele, mas não poderia ser naquela hora, quando olhou no relógio já passavam das 20h40m e Tsunade pedira para ela não se atrasar. Correu para o banheiro e rapidamente se arrumou com um vestido lilás, lembrando-se de deixar o cabelo solto para disfarçar a marca que Naruto deixara em seu pescoço, e um pouco de maquiagem também, aquilo parecia que ia demorar um bucado de tempo para sair, conseguia sentir os contornos dos dentes do loiro ao passar a mão.

Se olhava no espelho e em seus pensamentos ela torcia para que Sakura tivesse razão, que alguém pudesse superar sua profissão se soubesse, não sonhava em casar, ter filhos, mas gostaria de que se um dia tivesse essa vontade pudesse ser real, mas sabia que se fosse começar uma vida com alguém não iria querer mentiras, e nem segredos, ainda mais um tão grande quanto o seu. Torcia secretamente para que sua amiga tivesse razão, e por um momento cogitava em contar sua verdadeira profissão, – claro manteria omitido o fato de Sasuke ser um cliente –mas tinha duvidas, então era melhor não arriscar. Saiu de seus pensamentos e quando olhou no relógio se surpreendeu, iria chegar atrasada se não corresse.

Entrou no carro e foi para o hotel já conhecido por si.

– Quarto 312, por favor. – disse na recepção e com um aceno de cabeça do recepcionista ela pegara o cartão do quarto e subiu para o terceiro andar. Em sua chave encontrava-se o número 2, o que significava que seu cliente já havia chegado. Torcia para que fosse conhecido assim Tsunade não ouviria reclamações sobre seu atraso. Abriu a porta e reconheceu os longos cabelos pretos, mesmo de costas. – Olá Itachi.

– Olá Lua! – ele virou-se para ela, sorrindo ternamente. Itachi era uma pessoa calma que, com certeza, ela teria prazer em ser amiga.

– Desculpe o atraso!

– Está tudo bem! – ele disse. — Eu vim para lhe fazer um convite, e pedi para que não se atrasasse, pois tenho uma reunião em uma hora. — Han? Como assim ele fora lhe fazer um convite?

– Que convite? – ela estranhou, seus clientes não a procuravam para conversar nem para fazer convites.

–Sente-se. – ele sentou-se na cama e a morena obedeceu sentando do lado dele. – Bem, acho que já deve ter visto nos jornais, minha empresa fará um jantar, aquelas coisas burocráticas chatas, e queria que você fosse minha acompanhante. – ela o olhava surpresa. – Conversei com Tsunade e ela disse que contanto que eu mantenha discrição e sigilo de tudo que descobrir sobre sua vida pessoal, é o mesmo procedimento de um programa. – sim, ela sabia que podia fazer isso, a única fez que se encontrara com Konan, em um dia que fora ver Tsunade, ela falara que a melhor parte da profissão era o convite para festas e jantares importantes. Mas ela nunca tinha feito aquilo, e teria conhecidos naquele lugar, não era uma boa idéia. – Então Lua, você vai?

– Itachi, você é rico e bonito, pode convidar alguém que não tenha que pagar para ir com você. – ela disse.

– Não gosto de relacionamentos, nem de dar falsas esperanças, e como não quero nem pretendo me relacionar com ninguém prefiro levar uma profissinal, claro, de minha confiança. – ele explicou. – E sou seu cliente a anos, sei que é confiável e que teremos assuntos para conversamos, caso fique chato, o que, certamente, ficará.

– Terá pessoas que eu conheço no jantar de sua empresa. – ela procurava uma desculpa para fugir do pedido.

– Sim, provavelmente. – ele concordou. – Outros clientes seus estarão lá, como meu irmão, por exemplo. – ela assentiu. – Mas acha que algum deles falará algo? Eles também estarão acompanhados Lua, todos que usam os serviços de vocês sabem que podem ver vocês na rua, saber o nome e tudo mais, mas nada mudará. Discrição total. Isso é melhor para nós, do que para vocês, ficaríamos muito expostos. – ela assentiu, novamente. Ele tinha razão.

– Tudo bem, Itachi, serei sua acompanhante. – ele sorriu. – Onde me buscará?

– Aqui. Dia 13. – ele disse, ainda estava um pouco longe, afinal, ainda era dia 3. – Na entrada, estarei te esperando as 19h00m no bar, esteja linda como você sempre está. – ele levantou, segurou-a pelo queixo e depositou um beijo nos lábios rosados e suculentos, ela retribuiu, as línguas moviam-se juntas, ela se acostumara com o beijo do moreno.

Ele separou os lábios dos dela quando o ar faltou e caminhou até a porta.

– Já vai? – ela estava surpresa, ele iria embora antes dela fazer o serviço pelo qual ele pagara.

– Minha reunião, lembra-se? – ele riu. – Hoje vim só para fazer o convite. Até Lua!

– Espere Itachi, já que vamos sair e terá pessoas de meu ciclo de amizade lá e você descobrirá mesmo, no dia 13 me chame de Hinata. – ele assentiu e sorriu antes de sair do quarto.

Ela respirou fundo deitando sobre a cama. Aquele jantar prometia, esperava que saísse tudo bem, mas tinha a leve impressão de que Naruto estaria lá, também. Aquela noite ela voltara para casa cedo e aproveitou o tempo com seu cãozinho e dormira com ele em seus braços. A companhia de Akamaru era ótima para Hinata.

...

Pulou da cama ao ouvir o celular chamar alto, bufou, esquecera de colocar no silencioso. Tinha quase certeza de que era Tsunade, mas quando arrastou-se até a cômoda onde ele estava, viu o nome de seu primo piscar na tela.

– Olá Neji-nissan. – ela disse, a voz estava sonolenta, mas alegre.

– Te acordei Hina? – ele perguntou, estava com saudades da prima,queria vê-la.

– Sim, mas não tem problema, vamos diga, por que ligou? – ela torcia para que o primo pudesse vê-la, já sentia saudades dele, e tinha que contar a verdade para Neji sobre sua profissão.

– Queria vê-la. – ele disse. – Pode ir almoçar comigo?

– Por que não vem almoçar aqui em casa? – ela propôs, ali seria melhor para conversar, claro se tivesse coragem. – Peço para Kurenai-chan preparar algo bem gostoso.

– Ok, prima! – ele disse. – Bem, estarei no endereço que me deu na hora do almoço. – eles desligaram e ela olhou para o relógio e ainda era cedo, 8h00m, dava para pedir a Kurenai que preparasse algo, saiu do quarto e viu a mais velha, na cozinha, limpando o fogão.

– Kurenai-chan! – a Hyuuga pulou nas costas da mais velha, abrançando-a. – Pode preparar um almoço bem especial hoje?

– Claro Hinata-chan! – Kurenai sorriu. – Mas por que tanta felicidade? Algum namorado?

– Meu primo, Kurenai-chan. – a Hyuuga estava visivelmente feliz, e isso fazia a mais velha feliz também, tinha um carinho muito grande por aquela menina. – Capriche. – ela saiu da cozinha contente, esperaria o primo chegar almoçaria com ele e iria para o curso de fotografia, afinal era quinta.

...

A manhã passou rápido e Hinata ajudou Kurenai na cozinha enquanto o primo não chegara, mas na hora que ele chegou a mais velha já tinha ido embora, pedira para sair mais cedo aquele dia,precisava resolver algumas coisas em casa.

– Hina! – disse Neji quando ela abriu a porta e pulou nele para um abraço. – Como você está?

– Estou muito bem nii-san, entre! – eles entraram e Neji se sentou no sofá, observando todo o apartamento, ele estava curioso sobre o que a prima não lhe respondera naquele dia no restaurante, ele via agora que ela vivia muito bem, o que será que fazia para viver a vida? Sabia que ela não estava com Naruto – que fora o motivo para sair da casa de seu tio – pelo menos, não oficialmente, ele vira que Naruto era governador, e era solteiro, sempre fora. Hinata fora na cozinha buscar a comida que estava pronta, sentia o estomago roncar, estava esperando o primo para comer. Kurenai havia preparado Gyoza ( bolinhos com recheio de carne de porco), ela adorava e esperava que o primo gostasse também, trouxe o pirex para a mesa, onde os pratos e talheres já o esperavam. – Venha comer Nii-san. – Em silencio Neji levantou-se e sentou ao seu lado na mesa, mas sentiu algo lambendo seu pé e olhou assustado para a prima.

– Tem algo lambendo o meu pé. – o moreno, sentia os olhos arregalados, estava ficando louco? Como algo estaria lambendo o pé dele? A Hyuuga riu abertamente do rosto assustado do primo.

– Akamaru. – ela estalou os dedos chamando o nome do filhote e ele saiu de baixo da mesa – onde estava escondido – pulando tentando alcançar seu colo. – Esse é Akamaru, meu filhote. – o Hyuuga respirara fundo, se recuperando do susto.

– Não me falou que tinha um cachorrinho Hina. – ele fez carinho nas orelhas do bichinho que estava com a língua para fora e o rabo abanando.

– Tenho a pouco tempo, ele é um doce. – depois de alguns risos, voltaram a atenção para a refeição que cheirava e parecia deliciosa. Comeram em silencio, ambos queriam somente apreciar a presença um do outro.

...

Hinata e Neji estavam sentados no sofá, conversando. O moreno contara para prima que morava em Tókio alguns anos, assumira a filial das empresas Hyuuga dali e que a saúde de seu tio não estava muito boa. Hinata havia, realmente, ficado preocupada com o pai, mas não voltaria nunca aquela casa.

– Pelo que vi você tem vivido bem, Hina. – ele disse, queria perguntar aquilo novamente. – Do que vive Hina? – ele imaginara que ela era sustentada por algum homem rico, a prima era muito bonita.

Hinata respirou fundo, não queria que ele tocasse naquele assunto, não tinha coragem para contar, nem para mentir para Neji, respirou fundo mais uma vez.

– Eu sou acompanhante! – ela disse rápido, sem respirar para que não falhasse.

O moreno arregalou os olhos, só poderia ter entendido errado.

– Como?

– Eu sou acompanhante! – ela disse agora mais calma, olhava para o rosto do primo tentando acompanhar todas as suas reações.

– Você está me dizendo que é uma prostituta Hinata? – a voz dele saira um tanto alterada, ela se encolhera, não esperava uma boa reação dele, mas tinha esperanças. Ele percebera a reação da prima e controlou a voz quando voltou a falar. – É isso?

– H-H-hai. – ela gaguejou. Neji sentia raiva, como sua priminha podia ser uma prostituta, respirou fundo e fez um gesto com a mão para que ela prosseguisse e o explicasse aquilo. – Eu faço parte das conhecidas ‘Meninas da Tsunade’... – ela parou, viu o primo arregalar os olhos.

– São aquelas meninas que servem aos ricos, não é? – ele perguntara chocado, e ela assentiu. – Já ouvi falar, já me aconselharam o trabalho delas, mas nunca me interessei. – ela engoliu a seco, dando graças Kami-sama, pelo primo não ser assim, imaginava como seria horrível o reencontrar quando fosse se encontrar com um cliente.

– Sim Nii-san, eu sou uma delas. – ela voltou a falar. – Tsunade nos liga para passar os serviços e o hotel, em todos os hotéis famosos da cidade o quarto 312 é reservado para nossos ‘atendimentos’, temos uma vida normal, usamos codinome e mesmo que o cliente saiba algo sobre a gente e nós dele, discrição é fundamental, então fora do quarto nada é falado. Tem muitas meninas como eu, mas a vi poucas vezes quando, raramente, Tsunade faz com que nos reunirmos, elas tem uma vida assim como eu. Tenho amigas, uma casa, um cachorro, sou a mesma Hinata de sempre, mas sim a noite eu trabalho como prostituta. – ela sentia os olhos arder com vontade de chorar, não se lembrava quando dera tantos detalhes de seu trabalho a alguém, olhava para o primo esperando uma reação.

– Por que Hinata? – sua voz era baixa e seria.

– Eu não tive escolha Nii-san... – ela disse. – Era isso ou morrer de fome, e isso não pareceu tão ruim, eu continuei na escola, ganhei uma casa, tinha dinheiro e, principalmente, comida. — ela falava serio, não iria chorar. -Quando otou-san me expulsou eu fui até a casa do Naruto e ele não tava lá, tinha saído da cidade e não voltaria, de acordo com seu funcionário. Eu fiquei na rua, e não ia voltar, e foi essa opção que me restou, então por favor, não me julgue.

– Mas Hinata, você sabe que por mais que o tio Hiashi tenha te expulsado, você tem direito as empresas e ao dinheiro, não precisa trabalhar assim.

– Eu tenho dinheiro nii-san, hoje em dia. – ela disse. – E essa é minha profissão, é meu trabalho há 10 anos. – ele engolira a seco. – Eu não me arrependo de ter entrado nessa vida, foi ela que me manteve viva.

– Mas agora não precisa mais. – ele entendia a prima, a vida fora dura com ela. – Prometa-me que saíra dessa profissão? – Hinata respirou fundo, já havia mesmo pensando na possibilidade de abandonar a profissão, por isso fazia curso de fotografia algo para fazer depois que saísse das meninas de Tsunade.

– Não agora! Mas prometo que largarei. – ela disse. Neji assentiu e abraçou a prima, ele a entendia, e agradecia por ela ter sido sincera com ele, mas agora só ficaria contente quando a prima deixasse isso para trás. Se o problema fosse ficar sem dinheiro, ele nunca a deixaria faltar nada, nunca mais. A convenceria largar aquela vida. Ela respirou fundo e apertou-se no abraço do primo, agora ele sabia tudo. Quando abriu os olhos viu o relógio na parede e iria se atrasar para o curso. – Nii-san, eu vou me atrasar para o curso.

– Curso? – ele perguntou.

– Sim, eu faço curso de fotografia as terças e quintas, e irei me atrasar. – ela se levantou correndo no quarto para pegar a câmera e a bolsa com um pequeno caderno para anotações. – Me leva no curso? – ela perguntou quando voltou para a sala com a bolsa passada pelo corpo. Neji assentiu e eles saíram.

– Por que curso de fotografia? – Neji perguntava enquanto dirigia, ela já havia o indicado o caminho.

– Ah, bem, eu amo tirar fotos. – ela disse. – e a primeira aula fora bem divertida, é um curso de seis meses. – ele assentiu e ela continuou falando sobre o curso até que chegaram. Ele gostava de ouvir a prima falar, se despediram. – Boa tarde, Shino. – disse ao rapaz que conhecera aula passada.

– Boa tarde. — ele respondeu ajeitando os óculos escuros arredondados no rosto.

Hinata olhou em volta e viu que tinha uma nova aula,ela estava em seu outro lado, então automaticamente, estendeu a mão para a loira.

– Boa tarde! – a loira sorriu abertamente e estendeu a mão para a dela.

– Oi, sou Temari! – a loira gostava da atitude simpática da azulada sentada ao seu lado. – Qual seu nome?

– Sou Hinata! – respondera sorrindo. – Você é nova, não é?

– Sim, não pude vir na terça. – a loira disse. – Trabalho como detetive particular com meu namorado Shikamaru, ai quando tem algum cliente, não dá pra vir.

– Você é detetive particular? – a morena parecia empolgada. – Deve ser uma profissão e tanto! Caramba, deve ser muito legal.

– É sim. – Temari riu, a morena era bem agradável. – Mas depende do caso, tem alguns que são bem chatos, ai deixo com Shikamaru, agora sabe aqueles casais que um desconfia que a mulher esteja o traindo ou vice-versa? – A Hyuuga assentiu. – Aí sim! Eu amo ver as brigas quando o cara tem razão. – ela riu e a morena a acompanhou. Temari parecia ser meio louca, mas também extremamente divertida.

Quando a aula chegou ao fim, Temari arrastara Hinata para tomar um café com ela, a loira estava arrancando boas risadas da Hyuuga, e no fim descobrira que ambas estariam no mesmo jantar dos Uchihas, pelo que Hinata entendera Temari era da família Sabaku, grande aliada das empresas Uchiha e patrocinadora da campanha de Uzumaki Naruto, o governador.

...

Dez dias depois...

Hinata saira de um taxi em frente ao hotel Naomi, sentiu os olhares em si, mas apenas ignorou caminhando até o bar onde Itachi estaria a esperando. Olhou os homens de costas no bar, todos eles bem arrumados, com termos chiques e tecido fino, mas o cabelo cumprido denunciava seu acompanhante.

– Olá. – disse com a boca próxima ao seu ouvido quando se aproximou.

Itachi sentira o corpo arrepiar, a voz sexy em seu ouvido era uma tentação.

– Olá Hinata! – ele disse sorrindo sacana, pela primeira vez a chamava pelo nome real. Virou-se na cadeira e se surpreendeu com a beleza da Hyuuga. – Você está linda! – disse olhando todo seu vestido. O brilho e a transparência na parte de cima, chamando atenção para os grandes e belos seios da morena, o tecido preto contracenando perfeitamente com a pele extremamente clara.

– Obrigada! – ela respondeu educadamente sorrindo. – Você também. – passou lentamente a mão sobre a gravata preta de Itachi que estava perfeito com um termo com a camisa branca por dentro.

Ele passou o braço pelo da morena conduzindo-a até o carro, era um perfeito cavalheiro.

– Empolgada? – ele perguntou quando abriu a porta para ela, ela sentou-se.

– Até que sim, sei que terá boas amigas minhas lá. – ela esperou ele dar a voltar no carro e entrar para responder, Sakura, Ino e Temari estariam lá. Sim, Ino, ela voltara antes do previsto de viagem e fora convidada por Sabaku no Gaara para o jantar, Hinata descobrira que sua amiga conhecia Temari e sua família. Ele sorriu gentilmente, e foram em silencio, até ele entrar com o carro num portão extremamente alto. – Onde estamos?

Ele parou o carro desceu, e fora abrir a porta para ela.

– Bem vinda à mansão Uchiha! – ele disse e abriu a porta para ela, e ela sentiu os lábios abrirem levemente, o salão era enorme e estava lindo com a decoração para receber o convidado, mas riu ao ver como escultura de gelo o rosto de Itachi e Sasuke. Ele notou. – A organizadora pensou que seria uma boa. – riu também. Ela estava espantada olhava para o teto, as cores escuros o leve brilho prata e dourado da decoração que se espalhava sutilmente dava um brilho único ao local, fazendo a noite parecer dia ali dentro. Hinata olhou para os convidados e suas acompanhantes, ela riu ao reconhecer algumas colegas de profissão, Karin, Konan, Samui e Rin estavam ali, perfeitamente, lindas. – Por que está rindo? Achou muitos clientes? – ela assentiu, afinal, ali também estavam muitos clientes seus. Vira Nagato, Kakashi, Jiraya e Sasuke.

– Hinata! – Sakura disse se aproximando dela, que caminhava lentamente com Itachi. – O que faz aqui? Por que não me contou que viria?

– Foi uma coisa em cima da hora. – ela disse envergonhada. Itachi olhava a morena falar com Sakura que era amiga de seu irmão caçula a muitos anos, a rosada estava linda. – Ficou mesmo lindo o vestido.

– Sim e o seu também mocinha. – ela disse. – Onde comprou? Ahh, deixe-me apresentar, Sasuke essa é Hinata, uma grande amiga! – ela apontara levemente para a morena. Hinata vira o Uchiha engolir a seco, sabia que o irmão a traria, ele falara com ele, mas não imaginava que ela era amiga de Sakura.

– Olá! É um prazer conhecê-la. – disse o Uchiha serio como sempre.

– O prazer é todo meu Sr. Uchiha. – Hinata era bem discreta, então ele respirou aliviado, não seria um problema para ele a amizade das duas.

– Venho com quem Hina? – Antes que Hinata respondesse Itachi pigarreou para que a rosada notasse sua presença ao lado dela. – Itachi? Vocês dois? Jura? – os olhos da rosada brilhavam. – Que incrível. – Itachi assentiu e a Hyuuga sorriu.

Os olhos da Hyuuga se perderam atrás da rosada, onde viu Ino, estupidamente, linda com um vestido branco e detalhes pretos, ao lado de um homem alto e ruivo que formava com ela um belo par, apesar de Ino dizer o odiar e que eles não passavam de velhos conhecidos, e Temari com um vestido de um tom roxo, lindo também – apesar de perder para o de Ino – acompanhada de um homem elegante com os cabelos compridos.

– Olha! – ela disse para a Haruno que olhou.

– Caramba, a porca está mesmo linda! – Hinata somente assentiu e quando as amigas chegaram até onde as duas estavam com os Uchiha. Elas papeavam entre si e os homens já tinham ido para o bar juntos, o jantar pelo jeito não seria tão ruim assim. Era o que a Hyuuga pensava, até ver entrar um loiro bronzeado, com um terno perfeito de corte reto que o deixava ainda mais lindo, acompanhado de uma loira aguada, de vermelho.

Naruto circulava com os braços a cintura de Shion quando entrou pela festa, e ao passar viu cabelos azulados a frente, seus olhos focavam na Hyuuga, o que ela estava fazendo ali? E que olhar era aquele?

Hinata olhava os dois com raiva, por que ele estava tão próximo daquela mulher? Sentia raiva, ou melhor, ciúmes.

Continua...

Notas finais
Bem, como detalhei igual a minha cara os vestidos - desculpem-me - os links deles e os penteados também >< Hina: http://www.gatamoderna.com/img/fotos/vestidos%20de%20festa%20pretos%203.jpg (O terceiro vestido com o penteado do primeiro) Sakura: http://2.bp.blogspot.com/-NZjfJy5wo48/Ul3nF5QsdYI/AAAAAAAAAGk/nLQdLPUBQxI/s1600/vestido+de+festa+comprido+azul+claro+corpete+em+renda+trabalhado+sem+costas_httpdicasfemininas-su.blogspot.pt.jpg Ino: http://www.dstoreusa.com.br/images/large/TF13-GL2312_LRG.jpg Temari: http://www.dicamodafeminina.com/img/fotos/vestido%20de%20festa%20longo%203.jpg Shion: http://mlb-s1-p.mlstatic.com/vestido-longo-festa-madrinha-formatura-costas-cruzado-5756-MLB4987218416_092013-F.jpg Bem, pra mim o mais divo foi o da Ino *-* Eu A-M-E-I esse vestido! Mas e então? Oq acharam? Gostaram? Espero comentários com as opinioes >< Por enquanto é isso, logo volto com mais! >< Proximo capitulo hentai NaruHina meu povo o/ Bem, é isso! Até o proximo! Kissus :3