Sete Vidas
4 Capitulo 4
Felipe
Cheguei no apartamento de Julia e Laila, Laila tinha ficado na casa de Miguel, então Julia estava sozinha, isso se ela tivesse vindo para cá.
— Rúlia, está aqui? — Perguntei para o porteiro.
— Ela acabou de chegar, quer que eu avise que você está aqui?
— Não, já liguei pra ela, posso subir? — Menti, ela não sabia que eu tinha vindo até aqui atras dela.
— Claro, pode ir.
— Obrigado. — Segui até o elevador.
Meu coração estava quase saindo pela boca, Júlia realmente mexia comigo, não conseguia evitar, respirei fundo e bati na porta.
— Laila, esqueceu a chave de novo! — Disse abrindo a porta sorrindo.
— Não sou a Laila. — Disse, vi seu sorrindo indo embora.
Eu não sabia o que fazer ou o que falar, ela tentou fechar a porta, mas impedi.
— Calma. — Minha respiração estava ofegante, meu coração batia rápido.
Sem saber o que fazer ou falar, eu a abracei e a beijei, ela retribuiu, meu Deus, como eu queria isso! E ela também.
Fechei a porta com os pés, enquanto nos beijamos. Senti as pequenas mãos dela desabotoando minha camisa, enquanto iamos em direção ao quarto de Júlia, a peguei no colo e sentei na cama, subi seu vestido e o joguei para longe, deixando ela apenas de lingerie, depois de muito lutar contra o fecho do sutiã dela consegui tira-lo.
Virei-a jogando contra a cama, descendo os beijos até seu pescoço, tirei minha camisa e continuei descendo os beijos, até chegar nos seus pequenos seios, Júlia entrelaçava os dedos em meus cabelos, tirei minha bermuda e cueca, enfiei minha mão em sua calcinha, ela gemia baixo, não conseguia mais me controlar , puxei a calcinha dela e a penetrei devagar.
Comecei a me mexer devagar dentro dela, voltei os beijos até o pescoço, abafei um gemido em seu pescoço. Girei ela a fazendo sentar em meu colo.
— Rúlia, te amo. — Abafei contra seu queixo.
Ela se mexia devagar em meu colo, eu a segurava forte contra meu corpo, não queria deixa-la ir, nunca mais sair do meu abraço.
...
Acordei, a luz do sol batia em meu rosto, senti Júlia se remexer em meu peito ajentando a cabeça, a encarei um pouco, estava tão linda dormindo em meus braços, respirei fundo, fiquei encarando até ela acordar.
— Bom dia! — Ela disse se apoiando em meu peito.
— Dormiu bem? — Disse acariciando seus cabelos.
— Dormi, e você?
— Não, fiquei acordando toda hora para ver se você realmente estava aqui e não tinha fugido. — Ela riu
— Estou na minha casa, eu ia fugir para onde?
— Não sei.
Ela me beijou e deitou ao meu lado se apoiando em meu ombro.
— Quero ficar aqui o dia todo aqui, deitado sem fazer nada. — Eu abracei forte.
— Eu também. — Disse enquanto brincava com meus dedos.
— Rúlia, eu sinto muito por ontem, Pedro passou dos limites.
— Tem razão, Pedro passou dos limites e ele que tem que se desculpar, não você.
— Penso que fiz alguo errado também, então quero pedir desculpas de qualquer forma.
— Está bem, estou com fome e você?
— Morrendo de fome, preciso de uma café.
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