Será Que É Amor?
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Acontece q eu fui pra JMJ, la no Rio. Não, eu n sou cristã, quem dirá católica, como vcs podem ver no meu perfil, mas é uma longa historia...
E nao me arrependo de ter ido com o meu grupo de bandeirantes pq conheci muita gente nova, de dentro e fora do país.
Então... pra quem ficou muuito curioso com a merda q a Lucy fez kk descubra agora!!
Burrice era pouco para o que eu tinha feito. Eu fiz uma grande merda, que talvez não pudesse ser concertada.
Vi um ser de cabelo azulado e uma sicatriz abaixo do olho, Jellal. Eu havia beijado o Jellal. Olhei na direção do som e avistei Erza chorando, com um copo quebrado do lado.
O meu mundo tinha acabado. Magoei uma das minhas melhores amigas, beijando o guri de quem ela gostava e deixei o meu namorado muito abalado.
Gray me olhava confuso. Não sabia onde enfiar a cara. Saí correndo pra for a do clube até chegar em casa. Me enfiei de baixo das cobertas e chorei, chorei tanto até adormecer.
De manhã acordei com nenhuma vontade de sair da cama. Continuei chorando até criar vontade de levantar e fui tomar um banho. As lágrimas nào paravam de escorrer. Mas eu tinha que criar coragem pra consertar o que eu tinha feito, ou pelo menos tentar.
Me arrumei e saí de casa. Em direção a casa da Erza. Sabia que ela não estaria na guilda depois do que aconteceu ontem. Precisava falar com ela primeiro. Ela é uma das minhas melhores amigas. Ou melhor, era. Juntei toda a minha coragem e bati na porta.
Lucy: Erza!
~silêncio~
Lucy: Erza! Eu sei que você não quer falar comigo, mas me deixa explicar!
A porta abriu e eu vi Erza. Ela estava muito deprimida. E foi horrível ver ela assim. Prefiria que ela estivesse com raiva. Me ofendesse, me atacasse. Mas não. Era muito pior ver ela assim. Ela fez sinal para que eu entrasse e nos sentamos no sofá.
Ela ainda não tinha dito nada. Sabia que estava esperando eu começar.
Lucy: Erza... eu... agi por impulso... – comecei a engasgar, as lágrimas já estavam vindo.
Erza: Por que, Lucy? – ela finalmente disse.
Lucy: — sabia que teria de contar pra ela, uma hora ou outra. Então respirei fundo e falei. – Eu estava com ciúmes... do Gray.
Erza: Você gosta do Gray?
Lucy: Sim! Na verdade, estamos namorando. – era como se tivesse tirado um peso enorme das minhas costas.
Erza: Uau! Bem que eu percebi que vocês estvam diferentes depois daquela missão.
Lucy: É, eu acho. Mas ninguém pode descobrir. Só você e a Levy sabem até agora.
Erza: Isso é ótimo!
Lucy: Você não tá mais com raiva?
Erza: Não! Na verdade eu tenho uma surpresa também.
Lucy: Sério? Qual?
Erza: Eu e o Jellal estamos namorando!
Lucy: Nossa! Isso é demais! Mas como?
Erza: Bom, ele veio aqui um pouco antes de você e aconteceu mais ou menos isso...
Erza’s flashback ON:
Ding – dong
Erza: Já vai! – eu tava com os olhos tudo inchados de tanto chorar. — Jellal?
Jellal: Erza... eu tenho que te pergnutar uma coisa.
Erza: A-ah, c-claro. E-entra! – nos sentamos no sofá.
Jellal: Ontem, na festa, eu... fiquei confuso porque você...
Erza: Não... eu... tudo bem... olha...
Jellal: Não, não tá tudo bem! Olha, ontem, eu percebi o que eu realmente sinto por você – ele chegou bem próximo do meu rosto. Nossos lábios estavam a centímentros de distância. – Eu te amo, Erza Scarlet. – e me beijou.
Quando já estavámos quase sem fôlego, respiramos um pouco e eu disse.
Erza: Eu também te amo, Jellal.
Erza’s flashback OFF
Erza: E foi por sua causa. Nós acabamos nos declarando.
Lucy: Sugoi! Que lindo!
Erza: Eu sei, mas... e você e o Gray?
Lucy: Eu ainda não fui falar com ele. – falei de cabeça baixa.
Erza: Então vai! Ele também merece explicações. Ainda dá tempo.
Lucy: Arigatou, Erza-chan!
Saí da casa dela em direção à guilda. Mas ele não estava lá, e parecia que só a Erza, o Jellal, o Gray e a Juvia sabiam do corrido. Fui ver se ele tava em casa. Também não. Pensei que ele já havia desistido de mim até que cheguei em casa.
Lucy: Gray? – ele levantou do meu sofá, onde estava sentado, mas continuou em silêncio. Sabia que ele esperava eu começar. – Eu sei que te devo explicações. A verdade é que eu agi por impulso. – fiz uma pausa, ele chegou mais perto – Eu tava com ciúmes, ok? Eu... – comecei a chorar. Então ele chegou mais perto e me colocou contra a parede.
Gray: Você fica tão fofa quando sente ciúmes – ele sorriu. Não estava com raiva. Eu também sorri e nos demos um beijo.
Gray: Você fica tão fofa quando sente ciúmes – ele sorriu. Não estava com raiva. Eu também sorri e nos beijamos.
O nosso beijo foi se tornando mais quente e mais feroz. Ele estava me pressionando contra a parede, até que me pegou no colo me levou pra cama. Me deitou e ficou por cima de mim, sem parar o beijo. Foi desabotoando minha blusa e tirando. Enquanto eu fazia o mesmo com sua camisa. Depois, foi a vez do meu sutiã. Ele beijava meu seio esquerdo enquanto massageava o outro, depois trocou e foi descendo a mão até chegar na minha saia.
Tirando ela, começou a massagear a minha intimidade por cima da calcinha me fazendo soltar gemidos abafados. Comecei a tirar a calça dele. Já conseguia sentir o volume por dentro da cueca e a abaixei. Ele tirou minha calcinha e inverti as posições e fui até o membro dele fazendo pequenos movimentos de vai-e-vem com a boca, enquanto ele gemia de prazer.
Me sentei no colo dele e e fiz com que o seu membro penetrasse em mim, dando pequenas reboladinhas. Ele me virou ficando por cima de mim e penetrando cada vez mais, mas bem devagar pra eu me acostumar. Não estava mais sentindo dor e ele começou com movimentos de vai-e-vem mais rápidos, enquanto eu arranhava as costas deles e gemia. Chegamos no ápice já sem fôlego e nos deitamos a cama.
Coloquei minha cabeça no seu peito. Ele começou a mecher nas mechas do meu cabelo. Quando a nossa respiração já estava um pouco mais calma, ele perguntou.
Gray: Se lembra daquele dia, na casa do cara do anel, quando eu disse que te estava apaixonado por você?
Lucy: Sim. – o que ele queria perguntando isso?
Gray: Você ainda não disse se também tá apaixonada por mim.
Lucy: — subi em cima dele, ficando cara a cara. – É claro que eu tô apaixonada por você, seu bobo. – e dei um beijo nele.
Dormimos o resto do dia. Abri os olhos, já era de manhã. O sol que atravessava a janela fazia o quarto ficar com uma iluminação laranja. Levantei sem fazer com que o Gray acordasse. Ele ficava tão fofo dormindo. Fui tomar banho. Voltei pro quarto de toalha pra pegar uma roupa e vi que ele não estava mais na cama. Me vesti e desci pra cozinha.
Lucy: Hmm... que cheiro bom.
Gray: Ohayo, eu tô fazendo café!
Lucy: Mas por que ta só de cueca?
Gray: Que foi? Não vai me dizer que tem vergonha de me ver assim. Além do mais, eu preciso de um banho.
Lucy: Ok — ele me deu um selinho e foi subindo.
Esperei ele pra tomar café. Ficamos um pouco comendo, um pouco rindo. Então, ele teve que sair pra casa dele. Precisava trocar de roupa. Arrumei a cozinha e também saí em direção a guilda. Sorrindo. Estava feliz porque eu consegui concertar o que eu tinha feito.
Erza: Lucy, você tá sorrindo. Vejo que deu tudo certo com o Gray, ne?!
Lucy: Ai, Erza, sim. Acabamos... – a última parte eu falei cochichando no ouvido dela.
Erza: VOCÊS FIZERAM S... – Tapei a boca dela antes que conseguisse dizer a última palavra. Erza, sua baka.
Notas finais
Ah, e mais uma coisa:
Luxemburgueses são muuuuuuuuuuuuito lindos hahah. Se duvidam vejam as fotos q eu vo postar no face u.u!!
Amo, vcs, minna :3
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