Boa leitura!

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Ali, lá e aqui;

Nada em que o nada prospere;

Eternidade passageira e circulada

Por androides enxutos:

Só poeira, hipnose

E ferrugem.

Lado, cima, baixo;

Quem os ensinou a voar?

Nada! — Nada vivamente natural;

Tem sempre ali, alguém a traspassar,

E sujar, as cuidadosas pinceladas

Do Artista.

Suma! Suma daqui!

A mãe quer se ver, só a si;

Sem ele, ela, você...

E eu, sem ter para onde

Sumir...

E assim, servem os seres humanos:

Básica e involutivamente, para preencherem

Espaços vazios.

Notas finais
Obrigado pela leitura! (comentários?)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!