Sereia do Pantano
1 Prólogo
Notas iniciais
Tudo começou quando eu abri a porta do meu carro, ele havia parado de funcionar, estava tudo nebuloso, não acredito que o carro resolveu pifar justo naquele lugar, andei um pouco para ver se tinha alguma maneira de conserta-lo. Um pouco adiante da neblina avistei um velho senhor vindo em minha direção, fui até ele em busca de ajuda.
-Ola jovem, o que faz por aqui? Este lugar é muito perigoso para se andar, principalmente com essa neblina- O velho disse.
-Oh Takamura, é melhor você se apressar por aí, estou ficando irritado -Seitaro berrou como se pudesse fazer melhor.
-Ah cala a boca Seitaro, estou tentando pedir ajuda diferente de você que esta dentro do carro sem fazer bosta nenhuma- Retruquei irritada.
O velho fez cara de confuso, provavelmente tentando entender a situação, mas logo depois de ver nosso carro praticamente explodir julgando a quantidade de fumaça que saiu dele e fez todos saírem apresados do carro.
-Se por acaso vocês estiverem em busca de abrigo, podem usar a minha casa como um lugar temporário para morar, fiquem a vontade para escolherem o que é melhor para vocês- O senhor disse esbanjando um pouco de felicidade ao dizer isso.
Fiquei refletindo por um momento o que era melhor para nós, se realmente deveríamos confiar no vovô que acabamos de conhecer, mas antes que eu pudesse pronunciar uma letra se quer Yuka, minha melhor amiga besta, pois o braço em volta do idoso o agradecendo por oferecer sua “mansão”, nem sabíamos se a casa era realmente grande para nos abrigar e ela já estava chamando de mansão.
Ninguém nem ao menos disse uma única palavra e seguiram e velho e obviamente eu também tive que fazer a mesma coisa.
Desde então comecei a minha vida nessa tal de “mansão”, só que me parecia que uma grande lenda prevalecia naquela pequena vila.
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