Crianças nascem, crianças brincam, crianças querem crescer, crianças crescem, todos os dias.

Como é bom ser criança. E nem percebemos isso. Uma hora, só queremos alguns minutinhos a mais do dia, para poder brincar. Em outra, só queremos crescer logo e ter aquela tão sonhada “vida adulta”. Vida adúltera? Trai nossos sonhos e sentimentos? Corrompe-nos?

Não havia preocupação nenhuma, além de esconder as notas baixas e algumas outras coisas. Então você cresce. Você quer crescer...

Um desgaste? Não sei. Mas parece que o brilho vai diminuindo... As pequenas coisas simples da vida passam despercebidas. As mesmas coisas que possuem beleza e te trazem paz. As lágrimas visitam-nos mais vezes que os sorrisos. Enxergar beleza na simplicidade torna-se raro, já que o mundo te induz a acreditar que o melhor é sempre aquilo que você não precisa.

E o que é que você precisa? E o que é que nós precisamos? Quais eram nossos sonhos, quando éramos crianças? Será que até isso fizeram conosco? Mudaram nossos sonhos? Fizeram-nos acreditar que eles são impossíveis?

É a vida que faz o papel de adúltera? Ou serão os outros que estão nela?

Ou será você mesmo?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.