Notas iniciais
Oiiiii... capitulo fresquinho procês

Point Of View Emma

— Como pode você ter crescido tanto? – reclamo ao ver que um sapatinho não cabe mais – já escolheu sua fantasia de Halloween? – Oli parece pensar – é seu ultimo Halloween na creche, ano que vem já estará na escolinha, animado pra isso? – ele balança a cabeça em negativa – não, amor? – sorrio

— Oli, para de cair na conversa da sua mãe – Regina fala assim que entra na sala – vou leva-lo para consulta e depois para a creche, ok?

— Ok! Lembra de perguntar novamente qual a fantasia – falo e me despeço com um beijo

— Você, mocinho, precisa parar de nos enrolar – Regina o repreende em um tom brincalhão

— Enrolar não, mama? – diz todo fofo

— Enrolar não, amor! – eles saem conversando e me deixam babando na sala do apartamento

Sou obrigada a dizer que não pensei que o tempo passaria tão rápido, o nosso menino já tem quase 4 anos, evoluiu tanto, se tornou mais independente, tem conseguido se socializar melhor, mas ainda continua com a neuropsicológa, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional, todas adoram o Oli e seu jeito único de ver o mundo. Hoje a turminha dele sairá para pedir doces e eu estava esperando ele decidir a fantasia para alugar ou comprar algo. Começo a organizar algumas coisas, colocar papeladas em dia e me perco na hora, volto aos eixos ao receber uma sms da Regina, me fazendo sorrir.

“Nosso menino escolheu ser o Tarzan, isso te impressiona?”

“Não me surpreende nenhum pouco... Hahaha Vou agora mesmo a procura da fantasia”

“Tentei uma segunda opção, mas acho que ele é tão decido quanto a mãe”

“Qual delas? Hahaha”

“Deixo em aberto para interpretação hehehe vou entrar no fórum, te amo”

O Oliver era completamente viciado na história do Tarzan, essa foi a primeira historinha que contamos para ele e não paramos de repetir, pois ele sempre pedia. Vou até uma loja de fantasias e logo de cara eu não acho o que quero, confesso que depois do terceiro estabelecimento eu já estava louca, por sorte, consigo uma indicação de loja e ao chegar lá, encontro uma fantasia que deve caber direitinho no Oli. Chego em casa e começo a adiantar o jantar, pois não queria que Oliver saísse para buscar doces sem comer nada.

— Que cheirinho é esse Oli? – escuto minha esposa falar, entrando na sala

— Macaão do Oli – ele tenta responder e sorrimos

— Mas agora, macaquinho, você vai lá pra o banheiro, tomar banho – digo me aproximando para beijá-lo

— Fomos dispensados, hein? – Regina reclama e a beijo também – vamos tomar banho porque meu estômago acordou depois que sentiu esse cheiro do macarrão do Oli

Finalizo o jantar, fiz o macarrão com queijo e bacon que Oli adorava e ponho a mesa ao som de gritos do meu filho. Tento identificar os gritos, mas quando penso em ir até o quarto, vejo ele saindo, ainda gritando.

— Poi no meu colação, ocê vai semple está, o meu amor contigo vai seguir – ele grita tentando cantar a musica do Tarzan com a mamãe macaquinha – canta mama

— Ele só queria vestir a roupa – Regina dá de ombros

— Porque não podem ver o nosso amor? Porque o medo, porque a dor? Se as diferenças não nos separam, ninguém vai nos separar – canto e vou até ele, pegando-o no colo e colando os nossos narizes

— Quero isso aí também – Regina se aproxima sorrindo

— Canta mama – ele olho para Rê

— Não deixe ninguém tentar lhe mostrar que o nosso amor não vai durar, eles vão ver, eu sei! Pois quando o destino vem nos chamar, até separá-lo é preciso lutar – minha esposa canta como se dramatizasse algo, fazendo nosso filho cair em gargalhadas

— Eu sei, nós vamos provar que... – completo e aponto para o Oli continuar

— No meu cooooolação... – Oli gritava e balançava a cabeça como se tentasse espantar algo

— Filho, vamos ocupar a boquinha comendo? – Regina fala em meio a gargalhadas

— Amor, sabe dizer se Nathan vai pegar doces com a turma? – Pergunto

— Falei com Alex e ela me disse que elas jamais perderiam o primeiro Halloween do filho com elas – Regina sorrir

— Ótimo, então vamos todas nós – sorrio e sirvo o Oliver

— Nana, mama – Oli fala e enche a boca

— É amor, come e a gente vai ver o Nathan e Angel – Regina o incentiva a comer

Arrumamos tudo e colocamos um casaquinho no Oliver, pois apesar de não está congelando, estava frio e a fantasia não ajudava. Todos nós nos encontramos em frente a escola e saímos com as crianças, Nathan estava vestido de policial e suas mamães babavam nele, Angel estava de branca de neve e seus pais faziam questão de exibir a fofura que ela estava. Saímos por varias casas e em todas nós fomos bem recebidos, meu filho já estava com sua bolsinha quase cheia.

— Amor, estamos perto de casa, fica com Oli e vou indo – Regina sussurra

— Porque? – pergunto percebendo algo estranho

— Não me sinto muito bem – ela explica – termina a noite com ele, ok?

— Mas Regina, o que você... – tarde demais, só a vejo indo embora

— O que houve? – David me pergunta preocupado

— Ela não se sente bem, vou ver se adianto aqui as coisas e vou para casa – explico

Oli dormiria na casa de Mary, isso me deixava tranquila, pois ele e Angel se protegiam sempre e ele criou um laço fraternal com ela. Falo com a Blanchard e ela me libera, dou um beijo no Oli e digo que Regina estava com sono, por ser criança, essa desculpa é o suficiente para ele. Chego em casa e procuro Regina, já entro na sala gritando seu nome, mas ela não me responde, o que me angustia ainda mais. Entro no quarto e não a vejo lá, mas logo escuto um barulho no banheiro e ela sai vestida de enfermeira.

— Você... – tento falar, mas não sei se estou brava pela mentira ou pasma pela fantasia – achei que estava doente

— Doente? Acho que entendeu errado, quis dizer que vou cuidar de doentes – ela fala com voz sensual e engancha o estetoscópio no meu pescoço – está nas suas mãos... Doces ou travessuras, Swan?

Trilha sonora: Everytime We Touch

'Cause everytime we touch, I get this feeling / Porque toda vez que nos tocamos, eu sinto isso

And everytime we kiss, I swear I can fly / E toda vez que nos beijamos, eu juro que consigo voar

Can't you feel my heart beat fast, I want this to last / Você sente meu coração bater rápido? Quero que isso dure

Need you by my side / Preciso de você ao meu lado

'Cause everytime we touch, I feel the static / Porque toda vez que nos tocamos, eu sinto esse equilíbrio

And everytime we kiss, I reach for the sky / E toda vez que nos beijamos, eu alcanço o céu

Começo a beijá-la devagar, sem pressa alguma, suas mãos passeiam em meus cabelos, em meu rosto, agarram meu pescoço... Sentíamos sede uma da outra. A viro de costas para mim e começo a beijar seu pescoço a medida que minhas mãos passeiam seu corpo. Esse passeio é o suficiente para abrir sua fantasia e me dá a visão de uma bela lingerie, que desenhava ainda mais seu corpo. Ela começa a tirar minha jaqueta e minha blusa, abro o fecho da minha calça e ela morde seu lábio inferior, me enlouquecendo. Seguro sua mão e a puxo para cama, Regina apenas me segue sorrindo. Deito minha esposa e antes de fazer o mesmo, resolvo tirar minha calça, ficando apenas de lingerie, assim como ela. Voltamos a nos beijar e sinto Regina abrir o feche do meu sutiã, deixando meus seios descobertos. Afasto sua calcinha para o lado e a faço umedecer meus dedos antes de penetra-la. Não tínhamos pressa alguma, normalmente nossas noites ou momentos de amor como casal, eram feitos de forma rápida e com medo de Oli acordar, afinal ele tinha um sono bem leve, mas essa noite não, nós queríamos ser uma da outra e só isso. Estava tão excitada só em escutar os gemidos e êxtase da minha esposa que acredito que ela não precisaria de muito esforço para me fazer chegar ao clímax. Mas Regina sabia disso tanto quanto eu e resolveu que o melhor a se fazer era me torturar. Ela começa a beijar meu corpo devagar e me deixa completamente nua, quando tira a ultima peça de roupa que eu usava. Ela volta a beijar minha boca e desce novamente, dedicando atenção especial aos meus seios.

— Regina, sem mais torturas – sussurro

— Estão me diz o que quer – ela pergunta me encarando

— Você – respondo

— E o que quer que eu faça? – ela provoca

— Regina... Por favor – suplico

Minha esposa parece ganhar o que desejava, pois logo após minha suplica, sou surpreendida com belas investidas e um movimento intenso e constante que rapidamente me leva a loucura. Aquele foi o primeiro, mas não o ultimo orgasmo da noite. Nossos corpos pareciam insaciáveis e não queríamos parar até sentir tamanha saciedade.

— Você realmente conseguiu me cansar, sra Mills – falo ainda em êxtase

— Mil perdoes, nunca foi minha intenção – ela fala ironicamente e sorrio ao observa-la

— Tão sínica – sorrio e fecho os olhos por um momento, mas parece que foi tempo demais, já abro o olho com a Regina se deitando novamente – onde foi? – falo sonolenta

— Banheiro... Você cochilou – ela sorrir – dorme... Boa noite, amor – ela me beija

— Você quer ter mais um filho comigo? – falo após receber seu beijo

— Como é? Repete o que disse? – ela parece nervosa

— Vamos dormir – decido finalizar o assunto

— Emma... Hei, dorme não — minha esposa fala, mas apenas viro e durmo

Apesar de ter trabalhado em casa, o dia hoje me proporcionou um grande esgotamento mental. Li vários papéis e contratos, corri muito a procura da fantasia do Oli, organizei tudo dentro de casa e sem contar do cansaço maravilhoso que minha esposa me deu. De manhã, me levanto antes da Regina, vou ao banheiro para minha higiene matinal e, bem devagar, vou para cozinha. Depois da noite de ontem acho que minha esposa merece um café da manhã do jeito que gosta, ovos, bacon, torradas e um bom café forte e preto. Não demora muito pra que o cheiro do bacon a desperte.

— Você deveria está na cama e esperar o café da manhã — desligo o fogo e vou até ela para beijá-la

— Meu despertador tocou — ela fala e aponta pra o bacon

— Dormiu bem? — pergunto

— Sim e você? — ela retribui com um olhar desconfiado

— Tem como dormir mal estando ao seu lado — falo e ela logo me bate de leve

— Sem sonhos ou perguntas? — ela parece desconfiada

— Não, dormi feito pedra — respondo e ela parece frustrada — ah, teve aquilo de querer ter mais um filho com você, mas fora isso...

— Não brinca assim — ela me bate

— E como posso brincar? — agarro sua cintura

— Você não quer ter mais um filho, certo? — ela arqueia a sobrancelha e me põe em dúvida

— Eu quero, você não? — pergunto

— É sério, Emma? Você não está brincando comigo? — ela ainda parece desconfiada

— Oli já tem quase quatro anos, acho que seria bom um bebê na casa — dou de ombros

— Emma Swan, acho que é melhor você não está cansada de ontem — ela se afasta e tira seu hobby, deixando seu corpo nu — te espero no banheiro, Swan — ela vira devagar e sai rebolando aquela bela bunda, simplesmente me provocando

De certa forma eu não acreditava no quão minha esposa estava saliente, achei que ela retardaria suas provocações por causa da noite que tivemos ontem, mas longe de mim reclamar e negar fogo. Vou atrás dela e já a encontro dentro do box, com o chuveiro ligado.

— Achei que havia acabado com as energias da sra Mills, mas pelo jeito ela possui bateria extra – sorrio e tiro minha roupa a medida que falo

— Está reclamando, Swan? – ela abre a porta do box e me dá livre visão do seu corpo nu e molhado

— Longe de mim – agarro minha esposa e ela sorrir – te amo

Regina morde o lábio inferior, mas dessa vez eu não via malícia, mas uma fofura sem fim. Apoio as mãos em seu rosto e passo a beijar seus lábios, inicialmente um beijo leve, mas com o tempo começamos a ganhar ritmo e intensidade. Envolvo seu corpo e a trago cada vez para mais perto de mim, minhas mãos passeavam por seu corpo e as suas arranhavam minhas costas, em um desejo sem fim. Ela vira de costas para mim e me puxa, colando meu corpo ao seu, parecia que estava me pedindo algo quando começava a esfregar sua bunda em minha intimidade, eu simplesmente entendo o recado e começo a estimular minha esposa. De vez em quando ela virava só o seu rosto para conseguir beijar minha boca e, quando não fazia isso, eu simplesmente mordiscava e beijava seu pescoço e orelha. Regina começa a gemer mais alto e decido provoca-la um pouco, paro bruscamente minha mão.

— Emma, o que você fez? – ela me pergunta frustrada

— Apenas me segue – a olho fixamente e saiu do banheiro

Fico esperando Regina atrás da porta e, assim que ela passa, agarro sua cintura, fazendo minha esposa soltar um gritinho de susto. Não espero muito tempo para voltar a beijá-la e apertar sua bunda. A coloco na cama e distribuo beijos e mordidas em seu pescoço. A ouço gemer coisas sem sentido e soltar o ar com força em determinados momentos, a penetro com força e Regina geme, cada vez mais. A medida que intensificava minhas investidas, minha esposa intensificava seus arranhões em minhas costas, seus puxões em meu cabelo e seus apelos por mais. Não paro de beijá-la, dizer que a amo e olhar em seus olhos, queria está olhando para ela assim que minha mulher atingisse o êxtase e isso se realiza. A observo, ainda ofegante e ela apenas sorrir.

— Droga – ela fala e sorrimos, assim que ouvimos a porta

— Deixa que eu vejo quem é – me levanto e coloco um hobby

— Mamaaaa – Oli grita assim que me ver

— Amor... Coisa linda – o abraço e vejo Regina apontando na sala

— Escutei meu amorzinho? – Regina se aproxima e ele logo se afaga nos braços dela

— Mary ficou responsável por Nathan e parece que David também preparou noite de travessuras – Zelena reclama

— E sobrou pra gente sermos as babas dos três – Ruby completa usando o mesmo tom

— O que mais me deixa frustrada é que elas estão com cara de quem fez travessuras a noite toda – Zelena parece chateada

— Plefilo doce, titia – Oli diz todo fofo e sorrimos

— Vai ter um tempo que você vai esquecer os doces – Ruby solta e nós a repreendemos com o olhar

— Num entendi – ele nos olha como se pedisse resposta

— Deixa assim mesmo, ok amor? – Regina fala para ele

Nós nos arrumamos e tomamos café todos juntos. No final, Zelena e Ruby foram para casa e nós ajudamos o Oli a se trocar para ir à casa dos avós maternos. O Henry sempre era um amor com o neto e Cora, apesar de ser mais dura, babava bastante. Claro que o Oliver adorava toda essa atenção e dengo, mas esse sentimento não parava aí. Passamos a manhã lá e após o almoço nós fomos para a casa da minha mãe com Lily, assim que entro, percebo um clima meio estranho e minha irmã me chama a parte para conversar.

— O que houve? Que climão é esse? – pergunto enquanto observo Oli brincando com minha mãe e Regina

— Fala com Henry quando puder, porque ele anda triste e esquivo, acha que é ciúme – ela explica

— Ciúme? Sempre estou falando com ele e tento me manter próxima, ele que sempre coloca um empecilho – respondo

Vou ate o quarto dele e começo a conversar com Henry, mas ele não quer muito papo comigo. Insisto, mas perece que é pior, meu afilhado fica mais esquivo ainda e começa a gritar.

— Henry, calma, você não é assim – tento me aproximar

— Você não entende – ele diz mais calmo

— É ciúmes do Oli? – falo em tom brincalhão

— O mundo não gira ao seu redor, nem daquele muleque – ele volta a se armar

— Henry – altero minha voz

— Eu me lembrei da morte da minha mãe, não tem nada com vocês – ela grita e logo se acalma

— Você era muito pequeno – tento explicar

— Venho lembrando de coisas – Henry senta na cama e faço o mesmo

— Que coisas? – pergunto

— Não lembro muito das imagens, mas lembro dos cheiros, dos sentimentos, do pânico e do rosto da mamãe antes do ladrão a encontrar – ele fala tudo enquanto olha para suas mãos — quando fomos assaltados e você perdeu o bebê, comecei a lembrar de algumas coisas

— Desde aquele tempo? – me preocupo

— Sim, mas eram lembranças bobas, não sei se é o fato de ter passado o aniversario de morte da mamãe ou está me sentindo só... Mas, algo desencandeou mais lembranças e não tenho dormido bem, tenho tido sonhos fortes daquele dia, da minha mãe, do sangue... – ele parece agitado – como se todo o depoimento daquele cara se passasse na minha cabeça, mas com imagens

— Porque você não falou? – pergunto novamente

— Não teve como... Vocês perderam o filho e depois veio o Oli e os cuidados com ele... Vocês vivem em função disso agora – ele da de ombros

— Hei, independente da Regina e do Oli, eu tenho você e você tem a mim – o forço a me olhar – me perdoa se te fiz esquecer disso, mas quero que saiba que eu nunca vou embora, Henry

— Desculpa – ele me abraça forte e se põe a chorar

— Eu nunca vou embora, garoto – se torna impossível não me entregar a emoção – hei, se sentiria bem em ver um psicólogo? De repente você poderia voltar com a terapia, posso até ir em sessões com você, o que acha?

— Acho uma boa – ele força um sorriso

— Você não está só, ok? Sabe disso, né? – falo e ele confirma com a cabeça, antes de me abraçar forte – não me esconde nada, tenho o Oli, mas você continua sendo o nosso primogênito – ele sorrir

— Obrigada, madrinha... Desculpa pela forma que falei dele, gosto do moleque – ele dá de ombros e o puxo para irmos para a sala

Passamos mais um tempo com eles, mas logo após o jantar nós voltamos. Regina parecia curiosa com relação a minha conversa com Henry, mas Oli não colaborava para que conversássemos.

— Bem, aquele filme da conversa no quarto... É bom? – Regina tenta falar em códigos

— Sim, o garoto lembrou da morte da mãe por causa de um assalto na loja de bebês e começa a ter pesadelos, mas a madrinha dele vai leva-lo para o psicólogo e tudo acaba se resolvendo – tento

— Filme não... Tarzan – Oli nos interrompe mais uma vez

— Você passou o dia brincando, deveria está exausto – repreendo

— Aquele spoiler que Lily deu, sobre mais um bebê, era verdade? Tem isso no filme? – ela pergunta novamente e sorrio

— Sim, algo me diz que é uma cena linda de se ver – continuo sorrindo

— Oli, você gostaria de ter um irmão ou irmã – Regina pergunta e me olha

— Pra que sevle? – ele para de brincar e nos observa

— Serve para cuidar, amar, proteger... Mas também para cuidar da gente, nos amar e proteger... É um amor que a gente não consegue medir e um companheirismo lindo – falo lembrando da minha irmã

— Igual a mamãe e tia Lily – Regina completa

— Quero um, mama... Como consegue? – ele nos pergunta

— Como assim? – Regina parece assustada

— É pra complar? – ele tenta de novo

— Não amor, a gente não compra – Regina explica sorrindo e ele dá de ombros, esperando uma resposta – a mamãe Emma vai explicar

— Vou? – me assusto sem saber o que falar