Sentenced to love - A new begging
20 Imagine
Notas iniciais

Point Of View Regina
Por mais que eu durma pouco, prefiro acordar um pouco mais cedo, olha que não sou matinal, mas dessa forma, consigo preparar o café da manhã da minha família calmamente, dá uma olhada nas redes sociais, lê o jornal, preparar lancheira... Acordar com as crianças é estresse na certa, já acordei faz um tempo e consegui fazer as lancheiras das crianças, faltava apenas adicionar alguma fruta, agora me preparava para fazer o café da manhã para acordá-los, começo a fazer um bolinho de cenoura, pois eles adoram. Nesse tempo, Emma acorda e aparece para me ajudar, fazendo um ovinho com espinafre enquanto frito algumas fatias de bacon.
— Não quero – Oliver resmunga assim que o acordo
— Como assim, não quer? – cutuco ele novamente – vem cá, o que diz na sua rotina, hein? – mostro o quadrinho com as figuras
— Fazer xixi – ele diz todo fofo e sonolento
— Isso... Vai fazer xixi na cama? – arqueio a sobrancelha e ele nega – já que precisa ir ao banheiro, vai precisar levantar da cama, certo?
— Entendi – ele tenta descer da cama e o ajudo – a Tata também
— Isso, levanta mocinha, você também tem uma rotina – tiro suas cobertas e a ajudo a sair da cama
Começamos a tomar café e em pouco tempo a Emma leva tudo para a pia e eu ajudo as crianças com os dentes e material da mochila. Corto uma laranja para completar a lancheira e agasalho as crianças.
— Todos prontos? – fiscalizo as crianças e faço o mesmo com a Emma, o que faz as crianças sorrirem — Pegou a lancheira das crianças? – pergunto
— Sim, lembra que hoje é a apresentação deles, ok? – ela me lembra
— Não vou esquecer – respondo
— Vou guardar um lugar para você – ela fala enquanto procuramos a chave do carro da Emma
— Eu sou filho de vocês? – Oli dispara e nos faz parar
— Como é? – pergunto para ele
— Eu não nasci de vocês... Dá pra ser filho sem nascer da barriga? – ele aponta para sua própria barriga
— Filho, senta aqui – sentamos com ele no sofá – a muito tempo a mamãe Emma estava gravida e perdeu o bebê, eu estava muito triste e fui andar no hospital e ai eu te vi, você chorava e seu chorinho me fez chorar, nós nos olhamos e nos acalmamos juntos e naquele momento eu vi que você nasceu para ser nosso filho – ele me olhava como quem já escutou essa historia varias vezes – eu nunca tive duvidas de que você é meu filho e de Emma, entendeu?
— Você não é o complemento das nossas vidas, você e sua irmã são a nossa vida – Emma completa e sorrio
— Se te perguntarem se uma de nós te colocamos no mundo você sabe o que responde?
— Que não? – ele parece em duvida
— Você diz que foi você que nos devolveu ao mundo, ok? – falo e engulo seco
— Te amo – ele me abraça e faz o mesmo com Emma, que acaba percebendo que a chave estava em sua jaqueta
Emma vai para o trabalho e eu levo as crianças para a escola. Teria um dia cheio hoje, mas a Swan também teria e a escola das crianças ficava a caminho do meu trabalho, então se tornava mais cômodo para mim.
— Jaci? Quanto tempo – a abraço assim que entro na escola
— Aqueles dois não podem ser as suas crianças – ela parece surpresa
— São sim, Oliver está com 10 e a Ágatha com 6 aninhos – falo enquanto os vejo seguindo para a salinha
De longe vejo grupos de crianças conversando e Oli começa a estalar os dedos do nada, por esse motivo e porque as crianças não o conhecem, acabam achando estranho. Penso em intervir, mas a Tata se irrita e fala para todos que quando ele vê ou ouve algo que chama sua atenção ele fica com aquilo na cabeça e estalar os dedos foi a forma que encontrou para se acalmar, ela fala como mini adulta, as crianças começam a conversar com ele e tudo volta ao normal, ele se acalma. Não sei o que me orgulhou mais, a minha filha defendendo seu irmão ou o desenvolvimento do meu menino. Comecei meu dia indo até a firma e me lembrando que deveria está no fórum, demoro mais do que o esperado lá e acabo me atrasando para a apresentação das crianças. Assim que chego, vejo as meninas de longe e o Edward se apresentando, fazendo Zelena e Ruby babar. Ed cantava Bruno Mars — Locked Out Of Heaven com uma fofura inexplicável, apesar de está um pouco tímido e retraído no palco, sua voz ecoava na multidão de forma limpa e fofa. Algumas crianças se apresentam e logo é a Tata e Nate, eles resolveram fazer um numero musical de um filme que Maggie assistia muito, então dançaram a musica The time of my life do filme Dirty Dancing. Eles haviam decorado os passos e estavam bem sincronizados, Nate até se deixou levar e rebolou um pouco. Foi uma graça ver a apresentação deles e registramos tudo, como boas mães babonas que somos. Anunciam que o Oliver seria o próximo, confesso que fiquei nervosa com isso, ele não gostava de grandes multidões, ficava apavorado, mas eis que entra Oliver com sua irmã, Nate, Edward e Angel, ninguém entendia nada, mas eu e as meninas entendemos tudo, eles haviam subido ao palco para ajudar meu menino e apoiá-lo, aquilo me rouba lagrimas. Ele pega o microfone ainda sem jeito, as crianças se afastam um pouco e ele parece focar seu olhar em mim e Emma, para começar a cantar.
Trilha sonora: Imagine – John Lennon
Imagine all the people / Imagine todas as pessoas
Living life in Peace / Vivendo a vida em paz
You may say / Você pode dizer
I'm a dreamer / Que sou um sonhador
But I'm not the only one / Mas não sou o único
I hope some day / Tenho a esperança de que um dia
You'll join us / Você se juntará a nós
And the world will be as one / E o mundo será como um só
Oli começa a se soltar e arrisca até algumas firulas ao longo da musica, deixando todos boquiabertos com a voz linda que ninguém sabia que ele tinha, com exceção de mim e Emma. Logo que ele termina, Angel pega o microfone para também brilhar.
— Sou Angel Blanchard Nolan e vou ler um texto para vocês – ela começa ainda tímida – Como diz Karen Berg, a paz surge ao respeitarmos as diferenças uns dos outros e ao celebrarmos os talentos de cada um – Angel começa — O que é ser humano? Ser humano, é aceitar as diferenças dos outros, conhecendo-as e respeitando-as... Ser humano, é viver em harmonia, dando mais valor a vida, e as pessoas que os cercam... Ser humano, é estender a mão a alguém, quando a mesma, está se afundando em seus problemas... Ser humano, não é doar o que te sobras, e sim, dividir o que tu tens com os outros... Ser humano, é aconselhar àqueles que estão perdidos na vida, ao invés de criticar de forma irracional... Ser humano, é levar a paz e acalentar o seus semelhantes, mostrando-o que sempre há um caminho a ser trilhado... Washington Alllifer
Assim que ela termina todos a aplaudem de pé e duas professoras entram no palco, pedindo que as crianças permaneçam ali.
— Hoje estamos fazendo esse evento, não só para dizer que devemos respeitar as diferenças, mas para mostrar que devemos aceita-las e vê-las com bons olhos, afinal, normal é ser diferente – a primeira professora fala e passa o microfone
— O Oliver é um dos alunos autista que nós temos, mas foi o único que evoluiu ao ponto de se desafiar a subir em um palco – a professora do Oli começa – logo de cara, nós vemos um ato de respeito e amizade, quando os seus amigos viram que ele estava nervoso e resolveram entrar para apoiá-lo, o que nos mostra o poder da amizade
— Falando em poder da amizade – a outra professora volta a pegar o microfone – hoje de manhã nós tivemos mais um momento de superação, quando nosso anjo azul ficou agitado e sua irmã partiu em defesa dele, ao ver alguns alunos mais velhos olhando de forma diferente – ela continua e meus olhos começam a lagrimejar ao ver a Tata abraçando seu irmão – não devemos tolerar a diferença de alguém, não devemos suportar por que a sociedade nos pede, devemos respeitar, considerar que o outro tem sentimentos e que a possível limitação que possua não diminui quem a pessoa é e sua essência. Lembramos aos pais que o respeito começa em casa e parabenizamos aos pais que já pregam isso, em especial as mamães do Oli e da Tata... A Emma e a Regina
Nós chorávamos ao escutar tudo aquilo, depois das apresentações, das palavras sinceras e homenagem a nosso anjo azul... Foi tudo perfeito! Tentamos adiantar tudo na empresa e na firma para que ao terminar as apresentações pudéssemos ir para casa com as crianças. Assim que chegamos, eu e Emma tiramos par ou impar ainda na sala do apartamento, o que faz as crianças gargalharem, o combinado é que quem perdesse faria o jantar e lavaria a louça, quem ganhasse iria supervisionar o banho das crianças e ajudar na lição de casa. Por sorte, ganho e Emma fica apenas com um beijo meu como premio de consolação. Quando voltamos para o jantar, vejo que hoje teremos macarrão com alho e azeite, brócolis refolgado com óleo e frango grelhado, esse jantar com certeza era uma vingança por ter perdido três vezes consecutivas e ficado com a louça. Parece que eu era a única a fazer careta para o brócolis, pois as crianças estavam devorando tudo. De repente a campainha toca, assim que Emma abre vê o Killian que a abraça forte, não entendemos muito se algo bom ou ruim havia acontecido, até que ele nos explica que inscreveu o app para autista em um prêmio e Emma havia sido indicada, mas a pouco tempo chegou um fax na empresa falando sobre a premiação e que ela havia ganho o prêmio. Minha esposa parecia em choque, ela pergunta quando Killian inscreveu e ele diz que quando viu que o programa estava ganhando fama, mas sabia que talvez ela não teria a coragem de fazer isso. Começamos a comemorar porque os dois conseguiram o premio e Killian acaba nos falando que seria injusto ele entrar como criador, pois já estava tudo pronto, então ele se inscreveu como colaborador.
— Porque fez isso? Não teria conseguido sem você – Emma bate no ombro do Killian
— Só dei uma dica e escutei as suas ideias e aplicações de códigos – ele nos fala animado – o trabalho foi todo seu e como o programa está patenteado com o nome da empresa, a nossa empresa ganhou um premio e você outro, por ser a desenvolvedora
Eles comemoram até que Killian se dá conta de que nem avisou a Milah ainda e vai para casa falar com sua parceira. Enquanto isso, nós ficamos em casa, preparamos os lanches das crianças e fomos para a cama namorar um pouco e dormir. Os dias foram passando, nos encontramos para comemorar com as garotas, brincamos bastante com as crianças, combinamos de ler um livrinho toda noite com eles e cada dia seria um integrante diferente da nossa família. Fui obrigada a melhorar nossa alimentação, pois eu e as crianças estávamos ganhando peso e eles passaram a recusar comidas mais saudáveis. Por exemplo, hoje no jantar nós combinamos de fazer uma sopa de legumes. Gostei? Não, mas era necessário!
Flashback on
— Porque você tá com essa cara Oli? – a Ágatha questiona, mas o irmão não da bola – você quer outra sopa? – ele nega – você quer pizza? – ele confirma e faz cara de mal, olhando para a sopa
— Todos queríamos pizza, mas vamos comer sopa e sem cara feia, Oli – falo logo e ele me olha feio – come sua sopa Oliver
— Eu quero pizza – Oliver esperneia na mesa
— Que pena, nem sempre temos o que queremos... – tomo a frente novamente
— Eu mesmo queria não ter que fazer um discurso para amanhã, mas... – Emma completa e da de ombros
— E chorar não vai adiantar né mamãe? – Tata fala e confirmo – amanhã é pizza
— Epa, moça, não promete isso não – sorrio – hei, você ainda não fez nada? – bato na Emma que sorrir porque só agora me dei conta
Flashback off
Chega o dia da premiação e Emma está uma pilha de nervos. Vou até o banheiro do hotel que estávamos e dou de cara com a Emma passando batom e tendo outro ataque de ansiedade.
— Já estou quase pronta – ela fala meio em pânico – e as crianças? Minha mãe deu noticias? – ela olha para mim – porque não fala nada?
Decido que ela precisava se acalmar, então ando em direção a ela e a imprenso na parede, Emma me olhava sem entender, mas também não me afastou. Puxo seu corpo e a sento na pia do banheiro, sob olhares ainda nada decisivos. Começo a subir seu vestido longo, roçar meu nariz em sua bochecha, beijar seu pescoço... Mas acabei percebendo que essa posição não seria bacana para o vestido que ela usava, a ajudo a descer e a coloco de pé de costas para mim e ainda encostada na pia. Eu queria transar, mas minha cabeça pensava que se eu sujasse ou amasse demais o vestido da premiação a Emma me mataria. Retiro seu vestido e penduro no gancho do banheiro, a sento novamente na pia, beijo o vão entre seus seios.
— Vamos nos atrasar – ela sussurra, mas não me impede
— Não vamos, vai ser rapidinho – sussurro de volta
Começo a descer meus beijos por seu corpo, até parar em sua virilha e achar o caminho para sua intimidade. Pude ouvir suspiros fortes e pesados e alguns gritos que Emma preferia abafar. Mantenho o ritmo entre a minha língua e meus dedos, enquanto Emma só pedia mais. Ficamos assim até que ela me mostra que já chegou ao seu clímax. Ajudei minha esposa a se vestir e saímos em direção ao local da premiação, que ficava próximo a nosso hotel.
— Para de ler essas fichinhas – sussurro no taxi
— Mas, eu preciso – ela responde
— Você precisa curtir o seu momento – vejo que o carro chega e ela se apavora
— E eu vou, mas só depois do meu discurso – ela responde já descendo do carro
— Espera, para um pouco – pago o taxista e vou atrás dela
— A gente vai se atrasar – ela faz bico por está sendo contrariada
— Você não se importou com isso quando estava sem roupa... – solto um sorriso, mas não é reciproco — Me deixa dizer uma coisa
— Que não tenho porque ter medo de da errado porque já ganhei o premio? – fala impaciente
— Também – respondo
— Que você me ama? – volta a andar e a paro
— Sim, amo... E não precisa ter medo porque quem está lá só quer te prestigiar então qualquer coisa que você falar vai ser lindo, porque são palavras ditas pelo coração, ok? – a puxo para um selinho
— Ok! – ela responde e coloca as fichas no bolso do meu sobretudo
Assim que chegamos, Emma começa a ser parabenizada por todos, uma babá estava com as crianças, que foram levadas para um local a parte e voltariam na hora do discurso. Enquanto os dois assistem desenho, nós bebemos.
— Bem, boa noite a todos – o anfitrião recepciona – é com um prazer enorme que chamo ao palco a senhora Regina Mills
— Boa noite – cumprimento e Emma parece está em choque por me ver ali – quando recebi o convite para falar sobre minha esposa eu fiquei um pouco nervosa – sorriu – mas logo esse sentimento deu lugar a outro, nostalgia... Comecei a lembrar de tudo que já passamos e como enfrentamos cada um desses percalços, como evoluímos como mulher, parceira, pessoa e agora como mães – me emociono ao ver que a babá acaba de entrar com as crianças – é um presente viver a experiência de está casada e ser mãe, mas quando você é abençoada com filhos como os meus e tem a honra de ter uma mulher inteligente, bondosa e sexy ao seu lado, esse presente se torna o teu maior tesouro – falo e todos sorriem com meu tom de voz ao chamar Emma de sexy – fiquei tentando planejar um bom discurso para falar de Emma Swan, mas percebi que nada que eu venha a falar vai chegar a altura dela, pois minha esposa é guerreira, é forte, consegue passar com maestria por uma tempestade, mas em contra partida é uma mulher doce, meiga, gentil, bondosa, sexy – novamente as pessoas sorriem – Emma é uma das poucas pessoas que eu conheço que consegue equilibrar perfeitamente a força de um tanque de guerra com a inocência e fofura de uma criança, isso é uma das coisas que mais amo na minha esposa, então, por favor recebam o meu amor, minha parceira e a ganhadora do prêmio Orgulho autista, Emma Swan – ela é aplaudida de pé e entrego o prêmio em suas mãos, dando-lhe um selinho
— Uau, como superar isso? – ela enxuga as lagrimas – eu fiz fichinhas com meu discurso e as deixei no bolso do sobretudo da minha esposa, mas como sei que ela as odeia, tenho certeza que não me entregaria se eu pedisse, certo? – ela me olha e nego sorrindo, o que faz os outros sorrirem – bem, minha esposa passou o dia falando que eu deveria seguir meu coração, então isso que farei, a alguns anos atrás eu sofri um acidente e perdi uma perna, mas foi a partir disso que meu relacionamento com Regina ficou mais forte, diante das provações nós crescemos, depois disso eu perdi meu pai, amigos, revivi momentos de perda constantemente, pedi um filho, estava gravida e sofri um aborto por causa de um assalto, achei que depois de experimentar essa dor eu jamais passaria pela maternidade novamente, mas aí a Regina encontrou o Oli e me fez conhece-lo, naquele momento eu sabia que havíamos nascido para sermos as mães dele – ela se emociona e começo a chorar – depois veio nossa menina Ágatha e nossa alegria cresceu ainda mais. O que quero dizer com tudo isso é que coisas ruins acontecem sempre, mas que devemos tirar o melhor de cada uma dessas situações, no entanto, se de alguma forma eu puder ajudar os que amo e evitar que eles passem por esses percalços, vou fazer o que for necessário. Esse aplicativo foi criado para que crianças autistas não precisem sofrer mais do que o necessário na hora de aprender a ler, esse processo de alfabetização já é complicado para uma criança e vi que algo poderia ser feito para facilitar o avanço cognitivo do meu menino, sem imaginar que no futuro esse aplicativo ganharia tamanha proporção e ajudaria tantas outras crianças, mas essa conquista não é só minha, recebo este premio em nome do meu sócio Killian, da nossa secretaria e amiga, Zelena, da minha mãe, irmãos e cunhadas, esse premio é dos meus amigos que me apoiaram mesmo quando eu desisti de lutar – ela começa a chorar e tenta respirar fundo, enquanto isso, eu e as crianças choramos na lateral do palco – por fim, esse premio é da minha esposa que nunca duvidou da minha capacidade e dos meus filhos que são a maior fonte de inspiração que tenho, por isso, obrigada a todos vocês que fazem parte dessa produção e que fazem parte da minha vida – ela levanta o premio – esse premio é nosso! – Oli e Agatha nem esperam a mãe sair do palco e correm para abraça-la
Emma logo vem para me abraçar, assim que a solenidade acaba, todos os nossos amigos se unem em um espaço do salão, mais reservado, aproveitamos esse momento para parabenizar Emma e sorrirmos um pouco. Mas toda essa boa energia acaba quando a babá nos chama avisando que a Angel desmaiou.
Fale com o autor