Sentenced to love - A new begging
29 I'll never love again
Notas iniciais

Point Of View Ágatha
O enterro da mamãe foi repleto de lágrimas e de pessoas inconsoláveis. Era difícil aceitar a ideia de que não a veríamos nunca mais, assimilar que ontem, nesse mesmo horário, estávamos entrando em seu quarto e planejando amenizar seu estresse com muito amor e mimos. Em pensar que a mamãe Emma estava radiante com tudo que estava acontecendo em sua vida, em nossas vidas. Infelizmente não pudemos nos despedir como gostaríamos, seu caixão foi lacrado, pois seu corpo estava com queimaduras de 2º e 3º grau, tio Robert disse que, além disso, seu rosto estava desfigurado, não deveríamos ter essa imagem como a ultima imagem dela. Nós choramos muito ao longo de toda cerimônia, mas a mamãe era a mais inconformada, até com a vovó Cora ela brigou. Oli não falava nada, Henry, em um surto de dor, gritou para os quatro ventos a forma que o destino matava todos que ele amava, o que fez minha mãe o abraçar em meio a um choro incessante. Tia Mary continuava se culpando, meus avós sentiam aquela dor e ainda a dor da mamãe e eu... Bem, não tinha muito tempo para chorar ou sentir tudo que deveria! O que nos deixou mais abalados foi descobrir que foi incêndio criminoso e que a Remy, namorada da tia Lilly, havia ajudado o cara que sempre esteve atrás da mamãe. Nunca soube muito dessa historia, mas nas ultimas horas eu descobri mais do que em anos. Graham parece ter abordado a Remy e foi ela quem arrumou a mulher que ateou fogo na casa e matou a mamãe. Tia Lilly estava inconformada, pois na cabeça dela, a Remy entrou nas nossas vidas por causa do seu relacionamento. Sinto uma mão me abraçando e vejo que é o Fellipo, terminado o velório e tendo o corpo da minha mãe sepultado, penso que todos nós estaríamos juntos em casa, mas Oli se despede e fala que vai voltar para a faculdade, Henry diz que vai ficar com a vovó Miranda e tia Lilly. Para piorar, minha mãe pede para ficar sozinha.
— Você fica comigo? – pergunto a Fellipo
— Não dá, amor, falei pra meus pais que voltaria após o velório – meu namorado me diz e aquilo me destrói ainda mais por dentro
— Tudo bem – sorrio
— Tudo mesmo? – ele pergunta e apenas confirmo com a cabeça
Saio dali e vou para uma cafeteria próxima a minha casa, no caso de minha mãe precisar eu estaria perto. Novamente sinto uma mão, dessa vez no ombro, me viro na esperança de ser o Fellipo, mas é o Nathan.
— Eu estou aqui pra você – ele diz olhando em meus olhos e eu desmorono
Nathan me abraça e aperta meu corpo no seu, não parava de falar que tudo daria certo e que ele não sairia do meu lado. Passamos algumas horas ali e aqueles poucos momentos foram os únicos em que me foi possível sentir algo.
3 meses depois
Estou voltando para casa depois de sair da escola e encontro com o Nathan, após conversarmos, ele se oferece para me deixar em casa, afinal estava bem tarde. Volto para casa com o Nathan e vejo minha mãe no jardim, abraçada a uma garrafa vazia de whisky.
— Hei, que tal ir para cama, hein? – pergunto e minha apenas solta múrmuros – vem mãe, por favor – tiro a garrafa dela – por favor – choramingo
— Deixa comigo – Nathan toma a frente – tia Emma, que tal ir para o chuveiro e depois cama, hein?
— Não – ela bate nele
— Ok, só cama, mas vamos lá – ele a carrega
Trilha sonora: Not Today – Imagine Dragons
Oh I'm calling, I'm calling / Estou chamando, estou chamando
And it isn't over? / E isso não acabou?
Unless it is over / A menos que esteja acabado
I don't wanna wait for that / Não quero esperar por isso
It's gotta get easier and easier somehow / Vai ficar mais fácil, mais fácil de alguma forma
But not today / Mas não vai ser hoje
Not today / Não vai ser hoje
— Sabe, eu adorava o jeito que ela me olhava, seu sorriso preguiçoso de manhã, o jeito que ela cuidava da gente – minha mãe fala completamente bêbada e eu não controlo minhas lágrimas – eu só queria a Regina de volta e todos os momentos que eu e meu filho teríamos...
— Ok, tia, hora de deitar – Nathan coloca a mamãe na cama – vem cá... – ele me puxa para fora do quarto – você precisa descansar também
— Não vou conseguir – me sento no sofá
— Vai sim... Está exausta – senta ao meu lado – vamos ficar aqui sem falar nada até você dormir um pouco, ok?
— Ainda é cedo, Nathan – tento me conter
— Pela sua carinha você não tem dormido, nesse caso, pra você já é tarde – ele se acomoda no sofá – você ainda pode ser você quando estiver ao meu lado... Vem cá – ele me acalenta enquanto apenas choro
Acabamos dormindo juntos no sofá e acordamos com batidas da minha mãe pelos moveis da casa.
— Desculpa, não quis acordar vocês... – ela fala assim que nos vê despertar
— Tudo bem, mãe – me levanto rápido – como está?
— Com uma dor de cabeça horrível – ela responde e vai para cozinha
— que tal comermos algo, hein? – peço implicitamente – está tarde para jantar, mas posso fazer um lanche perfeito pra ressaca
— Não quero comer – ela parece procurar algo – cadê a aspirina
— Segunda gaveta, mãe – respondo seca
— E o whisky? – ela pergunta e me aborreço
— Já vai voltar a beber? – falo impaciente
— Não pedi sua opinião, pedi whisky – ela se vira brava
— Calma, tia – Nathan tenta intervir
— Porque você está aqui? – ela é rude
— Porque ele te colou na cama, depois de você ter tomado todas – grito – porque é só isso que você sabe fazer ultimamente... Beber e entrar no seu papel permanente de alcoólatra vitimizada
— Eu perdi minha esposa e meu filho – ela grita
— Já faz três meses, mãe – grito na mesma altura — você sofre porque perdeu a esposa e o filho, mas eu sofro porque perdi dois irmãos e duas mães – ela para e me olha – depois da morte da mamãe, você se foi com ela e o Oli também... Fora o bebê que ela carregava... Não percebeu que mal falamos com Oliver nesses últimos meses?
— Eu... – Ela parece perdida
— Você não percebeu, certo? Claro que não, sempre estava bêbada – grito sem parar – eu morro por dentro todos os dias desde que ela se foi, mas me machuca mais ainda saber que estou só a partir de agora... Parece que quem nos unia era a mamãe e não o amor que sentimos um pelo outro
— Me perdoa – minha mãe corre para me abraçar e vejo o Nathan sair de fininho – eu me deixei consumir e esqueci que devia a você ser forte
— Não deve a mim... Deve a si mesma e a ela, mãe – falo ainda abraçada a ela
Desde que minha mãe e meu irmão morreram a minha vida virou de cabeça para baixo, o Oli mal aparece, quem liga as vezes é a Gabi, para saber como está tudo aqui, mas ele não. Minha mãe parou de trabalhar, tio Killian tem trazido as coisas aqui para ela assinar, tia Zel é quem compra comida e paga as contas. Angel disse que tia Mary ainda chora em silêncio e acha que ninguém sabe. Henry me liga e me encontra fora de casa, mas se nega a vim aqui, meus avós se isolaram do mundo e meu avó passou por dias ruins no hospital. Tia Lilly não aguentava nem ouvir o nome Remy, vovó Miranda ligava a cada 3 segundos e tia Alex e tia Maggie evitavam olhar para minha mãe e para mim, acho que não aguentavam ver nosso estado. Enquanto eu pensava em tudo isso, me encontrava chorando nos braços da minha mãe, ali no chão da cozinha com minha mãe, me deixei desmanchar em lagrimas e me sentia segura depois de três meses. Não sei quanto tempo ficamos daquele jeito, mas quando chegou a hora de nos recompor, nós nos levantamos, preparamos algo para comer e ligamos para meus irmãos.
Point Of View Oliver
Tenho investigado por conta própria a morte da mamãe, a policia parece não se importar, minha mãe Emma se deixou levar pela dor e a Tata... Ela é nova demais para ajudar. Tenho focado todas as minhas energias em encontrar quem fez isso à mamãe, infelizmente, por causa disso, acabei deixando de lado o meu ultimo ano na faculdade e meu noivado, o que deixou a Gabi bem raivosa. Não temos nos visto muito, mal tenho ido para a faculdade e a maioria das minhas brigas com minha noiva vem da ideia de que esqueci de mim para viver em função de um crime, pelo menos é o que ela fala. Nas diversas vezes que discutimos a Gabi fala sobre continuar a viver, não deixar a mamãe triste com essa obsessão, onde ela estiver vai me proteger... Mas para ser sincero, nada disso me importava. Estou olhando para meu quadro de pistas quando recebo uma ligação da minha mãe que, surpreendentemente, não estava bêbada. Ela me pediu para voltar e conversar com ela e Tata, confesso que disse não por varias vezes seguidas, mas ela quebrou meu coração quando começou a chorar e pediu que eu fosse, acabei fazendo a única coisa que seria possível, confirmei minha ida. Não sei se por coincidência, mas assim que desligo o telefone recebo uma ligação da Gabi, ela me diz que iria a Seattle amanhã e me perguntou se eu iria, coisa que ela fazia sempre que viajava. Acabo confirmando com minha noiva e ela me diz, perplexa, que irá comprar nossas passagens. No dia seguinte, já em Seattle, fui para casa da minha mãe e meus irmãos já estavam lá me esperando.
— Oi – falo sem muito jeito
— Oi – minha mãe me abraça e logo depois a Tata e Henry – fez boa viagem? – sentamos
— Foi normal – dou de ombros
— A Tata me falou algo e gostaria que vocês ouvissem – minha mãe olha para minha irmã
— Desde que a mamãe se foi eu me sinto só... – Tata parece se controlar – parece que eu não perdi uma mãe e um irmão, mas minha família inteira... Ontem disse a mamãe que eu sinto como se quem nos unia fosse a mamãe e não o amor que sentimos um pelo outro – a minha irmã não consegue se conter
— Tata... – tento falar
— Cala a boca, Oli... Você teve três meses pra falar e não quis, agora é minha vez – ela respira fundo – somos uma família e da mesma forma que vocês sofrem eu também sofro, mas cadê aquela historia de juntos somos mais fortes? Aquilo era tudo mentira? Henry, entendo que você não queira aparecer aqui e que lembre da mamãe, mas já parou pra pensar que eu durmo e acordo com todas as nossas lembranças dentro dessa casa... Isso tudo sozinha? – meu irmão apenas baixa sua cabeça – Oli, você está de luto e quer seu espaço e viver isso sozinho, eu entendo, mas custava ligar para saber se estávamos bem? Era difícil vim aqui ao menos uma vez e me oferecer seu abraço? E mãe... A mamãe morreu e eu sofro muito com isso, parecer forte não é o mesmo de está... E eu estou destruída... – a Tata não se controla e minha mãe vai abraça-la
— Hei – Henry levanta o rosto da Tata – você está certa, juntos somos mais fortes...
— Eu me escondi no Oregon porque estava com vergonha... – tento mais uma vez
— Vergonha de que? – Tata me encara
— Logo depois da morte da mamãe e do nosso irmão eu tive uma crise forte de ansiedade e a Gabi me socorreu – começo a chorar – eu tentava reagir, mas não conseguia... A mamãe olhou pra mim lááá no inicio justamente quando todos me abandonaram, entende? E foi esse amor que me deu nossa família... Tive vergonha por não ser pra vocês o que ela foi pra mim... E que ao invés de ajudar eu daria mais trabalho e preocupação
— Filho, você deveria ter nos dito... Eu passei por caminhos tortuosos e tomei decisões erradas nos últimos meses, mas eu sou a mãe de vocês e vou voltar a assumir essa posição – minha mãe segura minha mão – por vocês, por ela e por mim... Nós vamos continuar isso juntos, ok? Sem mais segredos, certo Oli?
— Na verdade ainda tem um... – pigarreio e Tata enxuga as lagrimas – depois que os remédios começaram a fazer efeito e as crises de ansiedade diminuíram... Eu comecei a investigar a morte da mamãe e a tentar arrumar uma explicação, já que a policia não nos diz nada
— E você achou algo? – a mamãe parece se interessar
— Não muito... – dou de ombros – o nome da mulher que chamou a mamãe é Ana e ela foi ameaçada pela Remy... Essa mulher me disse que se não fizesse isso alguém mataria sua mãe que está em um asilo... Mandaram até fotos da mãe dela dormindo... O que deixou a entender que sua mãe estava vulnerável
— Quando penso que confiamos na Remy... – minha mãe se levanta zangada
— Mas fiquei pensando, mãe – volto a me sentar na poltrona – a Ana disse que a moça que a abordou pareceu assustada pra caramba, será que a Remy também não foi ameaçada?
— E porque não falou pra policia? – Henry parece zangado
— Porque quando mexem com nossa família nós nos tornamos irracionais – minha irmã parece tentar entende-la
Tivemos um dia bem agradável juntos, como se nós quatro tivéssemos entendido que uma dor compartilhada é uma dor diminuída e a partir disso nos unimos para tentar curar nossas feridas.
Point Of View Emma
Quinze dias se passaram depois da visita dos meninos e resolvi que seria bom voltar a trabalhar e voltei com força total. Nesses últimos dias em casa eu acabei iniciando a criação de um aplicativo que seria uma rede social escolar, onde alunos e professores poderiam trocar informações, realizar aulas a distancia... Tudo isso de forma intuitiva e gratuita. O aplicativo seria inicialmente para criar grupos de amigos e facilitar a troca de ideias e materiais de apoio, mas aí eu conversei com a Tata e ela me deu a ideia de ser uma rede social livre, onde o aluno criaria seu perfil e poderia ver o perfil de qualquer outro usuário e os materiais de apoio que aquele usuário fez upload. Uma rede de informações e uma forma de se conhecer pessoas com o mesmo ideal que você tem. Voltando para a empresa, soube que Killian deveria fazer uma viagem para Vancouver e Baltimore na intenção de visitar clientes, fornecedores e a filial, mas precisava me ocupar e sabia que se ficasse na empresa eu seria obrigada a lidar com os olhares de pena e julgamento, por isso, resolvo pedir a meu sócio a oportunidade de viajar no lugar dele e ele me concede. Passei o dia entre aeroportos e uber, saí de casa as sete da manhã e não parei até as nove da noite, hora que acabei de chegar em casa. Enquanto estava voltando para casa eu recebi uma ligação do Oliver avisando que estava bem e da Ágatha pedindo permissão para dormir na casa de uma amiga, então seriamos só eu e minha solidão.
— Oi, chegou? – Zelena fala assim que atendo o telefone que tocava
— Sim, acabei de entrar em casa... Que voz de choro é essa? – pergunto
— Nada não... – ela tenta
— Zelena – repreendo
— Ruby teve uma crise de choro tardia pela morte de Regina e desmaiou, Alex e Maggie a acharam – Zelena parece meio desesperada – vou ficar aqui no hospital com ela
— Quer que eu vá até aí? Podemos ficar juntas – me disponho
— Não, Emma, amanhã você tem uma reunião importante e hoje teve um dia exaustivo, ela está bem, vai ficar apenas em observação – ela parece mais calma
— Tem certeza? – tento novamente
— Tenho sim, só liguei para saber se havia chegado bem... Te amo, tá? – ela se despede
— Também te amo, fica bem e dá um beijo na Ruby – finalizo
Depois do banho e de comer uma besteira qualquer, decido que já era a hora e começo a colocar as roupas de Regina na cama e organizá-las para guarda-las em uma mala. Um passo por vez, já havia guardado os sapatos e acessórios em uma mala e colocado no sótão, agora as roupas e aos poucos eu seguiria em frente. Vejo sua blusa favorita e não consigo guarda-la, fecho a mala do jeito que estava e coloco-a no chão, fecho a porta do guarda roupa, pego o travesseiro que Regina amava dormir abraçada e coloco sua blusa nela, borrifando também um pouco do seu perfume.
Wish I could / Gostaria de ter conseguido
I could have said goodbye/ Conseguido dizer adeus
I would have said what I wanted to / Eu teria dito o que queria dizer
Maybe even cried for you / Talvez, até chorado por você
If I knew it would be the last time / Se eu soubesse que seria a última vez
I would have broke my heart in two / Eu teria partido meu coração em dois
Tryin' to save a part of you / Tentando salvar uma parte de você
Me deito na cama e simplesmente não penso em nada. Abraço aquele travesseiro e sinto seu cheiro, fechando os olhos eu posso sentir sua presença perfeitamente, como se nunca tivesse ido embora. Sou obrigada a abrir os olhos quando me dou conta que alguém me liga, noite agitada a de hoje.
— Oi garoto – falo assim que atendo
— Oi, madrinha, tudo bem? – ele me pergunta com um tom apreensivo
— Tudo bem com você? – pergunto de volta
— Aham – ele fala e respiro fundo esperando a confissão – ok, Tata me falou que você estaria sozinha
— Certo, estou bem, viva, não fiz nada estupido e estou sóbria – falo de uma vez – só estou cansada
— Comeu? – ele volta a se preocupar
— Comi, tomei banho, escovei os dentes, coloquei pijaminha e fiz o dever de casa, papai – caçoo
— Ok, entendi o recado – ele sorrir – dorme bem, tá?
— Você também, tá? – o imito e desligamos
When we first met / Quando nos conhecemos
I never thought that I would fall / Nunca achei que iria me apaixonar
I never thought that I'd find myself lyin' in your arms / Não pensei que me encontraria deitada em seus braços
And I wanna pretend that it's not true / E eu quero fingir que isso não é verdade
Oh, baby that you're gone / Oh, amor, por que você foi embora
Cause my world keeps turnin' and turnin' and turnin' / Porque meu mundo continua girando sem parar
and I'm not movin' on / E eu não estou seguindo em frente
— Oi, Rê – falo em voz alta e me abraço ao travesseiro novamente – queria te contar uma coisa... Nossos filhos estão bem, acho que a Tata não está muito bem com o Fellipo, mas a gente nunca gostou dele mesmo – dou de ombros – só não quero que ele a faça sofrer... O Oli vai acabar a faculdade, Tata o colégio e lembra daquele livro que o Henry escreveu? Uma editora entrou em contato, parece que um professor antigo dele o indicou e esse pessoal se interessou... Estamos muito orgulhosas deles, né? – me aconchego ao travesseiro – Ah, lembra do aplicativo que comecei naquele dia? Hoje passei muito tempo em aviões e consegui finalizar ele, mas pra torna-lo uma rede social eu ainda preciso fazer ajustes... E ainda tenho que pensar em nomes, era você que me ajudava nisso... Mas vamos vê – penso – Que tal... Educação interativa? Rede social Compatível... Tudo que você precisava para encontrar o que é proporcional ao que deseja – falo como se anunciasse um anuncio – nossa! Horrível – sorrio e faço com o travesseiro uma perfeita conchinha – te amo, amor, agora vamos dormir
Don't want to feel another touch / Não quero sentir outro toque
Don't want to start another fire / Não quero começar outro fogo
Don't want to know another kiss / Não quero conhecer outro beijo
No other name falling off my lips / Nenhum outro nome saindo dos meus lábios
Don't want to give my heart away / Não quero entregar meu coração
To another stranger / Para um outro desconhecido
Or let another day begin / Ou deixar um outro dia começar
Won't even let the sunlight in / Não deixarei nem mesmo a luz do sol entrar
No I'll never love again / Não, eu nunca irei amar novamente
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