Sensei,Koishiteru!

4 Vou dizer “Eu te amo” pra quem eu amo.


Notas iniciais
YEY! Sim, eu voltei com a fic. Talvez tenha alguns que estavam esperando por isso ( ou talvez não D:), mas primeiramente eu queria pedir desculpas aos leitores por ter abandonado a fic por um tempo. Mas foi apenas por um tempo, pois pretendo continuar a escreve-la e depois finalizá-la ;3 Assim vcs vão poder continuar acompanhando as ''aventuras'' do Renji e do Byakuya xD Eu talvez estava com preguiça de escrever esse capítulo por isso demorei TANTO. E meu pc e o Nyah! também não ajudaram, o editor do Nyah! ficava comendo meus parágrafos, mesmo depois de eu editar tudo bonitinho no word. E depois meu pc, que o word parou de funcionar, se desinstalou ''sozinho'' aparentemente, e agora estou usando o Abiword. Não é ruim, mas é um pouquinho limitado e não tão eficiente como o Word. Mas enfim, eu espero que vocês deixem seus reviews/comentários cheirosos lá, mostrando que vcs apreciaram o capítulo. Boa Leitura!

Sensei,Koishiteru!

Capítulo 4: Vou dizer “Eu te amo” pra quem eu amo.


Logo, o carro do professor estacionava em frente à casa que Renji dizia ser de Orihime, a quem Byakuya costumava apelidar de “aquela ruivinha doida” em seu pensamento. Todo mundo sabe que ele não era de falar muito, mas pensava sim, muitas coisas inclusive.
Já estava anoitecendo, e logo depois de saírem da universidade, Byakuya e seu estimado aluno seguiram para a casa de uma das amigas de Rukia, e de Ichigo, Renji e a cambada toda.
Rukia tinha dito para o irmão que retornaria para casa antes mesmo que anoitecesse, porém parece que ela estava um pouquinho atrasada, e ah... Byakuya detestava atrasos. A garota bem que poderia colaborar para que ele não tivesse de ter dores de cabeça com assuntos que ele não gostava de lidar, qual é, sua vida já estava bem difícil, pelo menos ao seu ver.

Mas enfim, lidar com isso quieto era a melhor solução para não se estressar, resolver tudo rápido, assim não precisaria ficar tendo discussões ou brigas desnecessárias, era assim que ele fazia as coisas. Era alguém prepotente, orgulhoso, e não gostava de se envolver com coisas imbecis, por isso costumava muito ignorar as pessoas que as praticavam.
Ok, ok, se atrasar um pouco não era nada muito abusivo nem imperdoável, estamos apenas citando situações que Byakuya geralmente não gostava de lidar, e atrasos era uma delas, mas nada “tãoooooooooo” grave assim. Além disso Rukia era sua irmã, poderia revelar coisas assim, apesar de que relevar uma situação apenas por vínculos familiares era contra os princípios do Kuchiki.

Se bem que ele quase sempre relevava situações ou até mesmo deixava um pouco de seu orgulho de lado se fosse por causa de um ruivo tatuado que Byakuya achava particularmente sedutor, que não vamos citar o nome.

Mas...Ok.

Saindo de seus devaneios, Byakuya percebe o ruivo a falar com ele, indicando qual a casa pela qual estavam procurando, saindo os dois do automóvel logo em seguida.
Ouvia-se gritos eufóricos e risadas exageradas e histéricas, típicas algazarras de adolescentes. Podia-se identificar a voz de Rukia em meio aos gritos também. Byakuya deu batidas de leve na porta aguardando ser atendido.

Porém era em vão...

—Rukia! — Renji berrava em frente à porta, tentando chamar a atenção de alguém, ou simplesmente de Rukia.

De repente, toda aquela barulheira que vinha da casa foi diminuindo e agora ouvia-se vozes baixas sussurrando entre si. Não dava para ouvir direito o quê, mas dava pra perceber que estavam falando algo, pelo menos.
Renji colou seu ouvido na porta, na intenção de escutar os sussurros e descobrir o que, e do que estavam falando.

Eu ouvi alguém chamar o seu nome, Kuchiki-san”

“Alguém aqui pediu pizza? Pode ser o entregador de pizza!”

“...Entregador de pizza? Você come isso, Inoue?”

“Ah, na verdade eu como vários tipos de comida ocidental também! Alguém quer provar?”

“ É mesmo?”

“ Eu prefiro não, não quero aquelas fatias de pão enormes com pasta de feijão”

“ Hã? Mas pasta de feijão é normal!”

“Ei, ainda estão batendo na porta”

“ Espera um pouco... E se for um Stripper? Kyaah!”

“ O QUÊ? Quem chamou UM Stripper?”

“ Sinceramente, que falta de bom-senso, com a gente aqui...”

“ Q-que perversão!”

Não aguentando mais aquela discussão intelectual, Renji resolveu arrombar a porta, porém essa não estava trancada, fazendo o ruivo cair pra frente, num baque da porta se abrindo com violência.
Todos os olhares se voltaram imediatamente para o tatuado despido de camisa, todos surpresos, claro.
Estavam presentes Rukia, Inoue, Ichigo e até mesmo Ishida. Um silêncio se apoderou daquela sala, até o gritinho histérico de Orihime quebrá-lo:

—Kyaaah! Um Stripper! Viva! — Falava a jovem alegre, enquanto continuava a soltar gritinhos felizes, e ainda batia palmas. Só faltava pular.

—Tsc, não é nada; é só o Renji. — Afirmou Ichigo.

—O Renji sem camisa. — Completou Rukia.

—O que o Abarai-san está fazendo? — Ishida comentou. Mas na verdade ele pensou algo como:“ O que ele está fazendo caido no chão? Chegando assim de repente?”.

—Vai saber — Ichigo continuava com seu tom de deboche, junto com aquele ar de desinteressado, dando pouca importância para as bobagens de Renji.

Muito bem.

—Ah, então não era um Stripper afinal... — Reclamou Inoue desanimada.

—Mas é claro que não era! — Falava o Morango irritado.

—Chega! Eu vim aqui com o Kuchiki-Sensei para buscar a Rukia, mas como vocês ficavam tagarelando ao invés de atenderem a porta, então eu... — Iria dizer “Eu arrombei a porta” porém ele não tinha realmente feito isso. — ...hã, entrei. — Contava o Abarai, já irritado com toda aquela situação.

Logo, o irmão de Rukia deslocava-se e entrava na sala da casa, aparentemente calmo, mas ele também já estava irritado.

—Falando no Diab...— Rukia interrompeu a maldosa frase de Ichigo com um cascudo na cabeça, e este último esfregava o local com mãos expressando dor, mas aguentou em silêncio.

—Rukia, vamos para casa — Apressava-se o Kuchiki — Já está tarde.

—Nii-sama...-

—Aah! Então esse é o Stripper! Eu sabia que tinha um! — E de novo, a Inoue tornava a falar de Strippers.

—D-do quê está falando, Inoue!? Este é o meu Nii-sama!

—Byakuya, Stripper? — Ichigo continha seu riso com as duas mãos sobre a boca, porque senão iria gargalhar ali mesmo. Porém Rukia o deixou de mal-humor novamente recebendo-lhe com outro cascudo na cabeça.

—Sua...–

—Já basta, vamos voltar para casa, Rukia. — Byakuya os interrompia, com sua voz impassível.

—Sim senhor, Nii-sama.

—Ei, Byakuya você gosta mesmo de cortar o barato dos outr-

Desta vez, quem interrompeu o Kurosaki e suas baboseiras com um cascudo foi Renji, afinal ele também estava cansado daquilo tudo.
Byakuya agradeceu mentalmente.

—Ah, esperem um pouco por favor. Kuchiki-san, não querem provar um pouco de sorvete,você e seu irmão?—Orihime oferecia sorridente, era praticamente impossível de negar.

—Não, eu agradeço, porém nós precisamos voltar para casa, vamos Rukia. Despeça-se e vamos.

—Hai, Nii-sama.—Logo a pequena despediu-se de Inoue e dos demais e dirigiram-se ela, Renji e Byakuya para casa.

Já no carro a caminho de casa, Rukia iniciava uma conversa:

—Uma dúvida: Por quê o Renji está sem camisa? Sabe, agora que anoiteceu já está frio.

Byakuya apenas continuava dirigindo, sem responder nada, Rukia virou-se então para o ruivo, aguardando uma resposta.

—Isso é... Eu emprestei minha camisa para o Kuchiki-Sensei, a dele estava suja.

—Suja de quê?

—Café.

—Chegamos. — Novamente o professor interrompia a conversa, informando que já tinham chegado ao condomínio, e sugerindo para que descessem ao invés de ficarem ali papeando.

—A propósito, Rukia, eu quem deveria estar fazendo perguntas aqui, não acha? —Logo depois que desceram, Renji tornou a falar. —Você disse que iria fazer um trabalho da faculdade na casa da Orihime não é? Mas para mim aquilo parecia mais uma reuniãozinha entre amigos.

—Bem lembrado, Renji.Também queria saber a respeito disso. —Comentava o Kuchiki, esperando pela resposta da menor.

—E-ei, esperem, isso tem uma explicação. O porquê disso é porque... — A garota deu uma pausa, pensando em como explicar — Logo que eu cheguei na casa da Inoue, nós fizemos o trabalho sim, mas acabamos terminando muito cedo, então decidimos ver um filme. No meio do filme chegaram o Ichigo e o Ishida; o Ichigo tinha vindo para devolver o caderno de anotações da Inoue que ele tinha pego emprestado, e o Ishida veio junto. Então convidamos eles para verem um filme com a gente e depois que terminou o filme nós quatro ficamos conversando.

—Nossa, parecem ter se divertido muito. —O ruivo dizia com sarcasmo, sentindo uma pitada de ciúmes interiormente, mas ninguém precisava ficar sabendo dessa parte,hehe.

—O que foi Renji? Ficou sentido porque não te convidaram? —A baxinha debochava.

O ruivo apenas resmungou diante desta pergunta.

Byakuya e Rukia despediam-se agora de Renji, que ia para sua própria casa.


*No dia seguinte*

Renji acabava de entrar na sala da universidade na qual teria aula, e já se deparava com uma quase multidão envolta da classe de algum aluno(a).
“ Que tumulto é esse à essa hora da manhã?” — Pensara ele.

Sentou-se em seu lugar quieto até que foi recebido por um cumprimento de Ichigo.

—E aí, Renji?

—Oi — Renji bocejava entediado e desanimado — Você sabe por que aquele tumulto logo alí? —questionava, apontando para a semi-multidão de alunos.

—Não tenho ideia, mas vou dar uma olhada. Espere aí — Ichigo se fastou, indo em direção a classe que era abordada por todos aqueles alunos. Se “infiltrou” lá e depois de poucos minutos voltou para encontro de Renji.

—O que foi? — O ruivo indagava curioso.

—Hã...Bem...

—O que? Fale de uma vez!

—Bem, pelo que parece, hoje apareceu um cara cantando a Rukia na entrada da universidade, e também tinha umas cartas que deixaram na classe dela pedindo ela em namoro ou algo, assim mas parece que era do mesmo cara, e agora veio um monte de gente perguntar a ela sobre isso. — Ichigo Concluiu. —Que bando de fofoqueiros.

—Hãã? Como assim, eu tenho que fazer algo a respeito, e... — O ruivo já ia em direção da classe de Rukia rodeada de pessoas, quando o Kurosaki o impediu, segurando um de seus braços.

—Espera aí, tem certeza que quer ir lá falar com ela agora? Não acha melhor você conversar com ela mais tarde? Assim você pode dar um jeito na situação da melhor forma! — O morango fez um sinal positivo com a mão proferindo a última frase.

—C-como assim? —Perguntara confuso. — Da melhor forma?

—Hai, tudo que você tem fazer, é pedir a Rukia em namoro também, como aquele, ou aqueles caras lá. Faça a mesma coisa que eles, simples.

—O que? Não fale como se fosse tão fácil assim. Além disso, não é muito repentino?

—Pare de inventar desculpas, ou você quer que o “Sr. Cantada” namore a Rukia ao invés de você? Não amarele.

—T-tem razão. Mas como eu vou fazer isso? —Renji questionava pensativo. Como poderia pedir Rukia em namoro assim tão repente?

—Vai saber — Depois de dar a ideia, Ichigo parecia meio despreocupado com o resto, tal como “como fazer tal coisa”. Apenas detalhes.

Antes que os dois ruivos pudessem continuar sua conversa, o professor de literatura adentrou a sala, pronto para começar a aula. Logo, os alunos alheios que antes estavam espalhados matando tempo ou batendo papo furado por ali sentaram-se em seus lugares, prontos para começarem também.
A aula de literatura com Kuchiki Byakuya estava passando rápido até. No final do período, o homem fez questão de entregar o resultado das provas de todo mundo, inclusive a de Renji, que tinha a feito ontem, sob a supervisão do professor.

—Parabéns, Abarai Renji. — Byakuya o elogiava por sua nota, porém com aquele tom frio e sério de sempre, não se parecia muito com um elogio aos olhos do ruivo.Porém, mesmo assim Renji agradeceu, e se sentiu orgulhoso pelo feito.

As aulas para Renji pareciam passar mais rápido do que o normal, com os pensamentos que invadiam sua cabeça. Realizava as tarefas normalmente, porém sua mente viajava para outro lugar.

Pensava em como confessaria-se para Rukia ou algo do tipo, podia ser meio brega. Mas como a pediria em namoro? Essa era sua principal aflição.
Com certeza, não queria perder Rukia, mas não tinha coragem o suficiente ainda para trazer à tona tudo que sentia pela pequena. Às vezes, sentia-se incerto quanto aos seus sentimentos, sentiria-se satisfeito sendo apenas um amigo?

Tinha de fazer algo a respeito disso, e também de sua própria vida amorosa. Aquilo não tinha a ver somente com Rukia, tinha a ver com si mesmo.

Logo, as aulas que passavam depressa para o ruivo, terminaram na mesma velocidade. Tudo estava passando em seu tempo normal, para todo mundo. Renji apenas ficou tão perdido em seus devaneios, pensamentos e aflições que acabou por não se dar conta do tempo passando.
Provavelmente para os demais alunos as aulas passavam devagar rumando ao tédio,a não ser para os realmente estudiosos e dedicados, mas mesmo assim,as horas não passavam tão rápido.

Agora que tinha uma chance, na saída tinha de falar com Rukia. O ruivo meio que a evitou durante as aulas todas, mesmo durante o intervalo, ele evitava aprofundar muito assunto com ela, ou qualquer coisa que envolvesse o tumulto daquela manhã.
Mas agora, tinha que criar coragem e falar com ela.
Tinha pensado demais, e encenado muito pouco o que iria falar, como iria abordar aquele assunto, etc.

Era difícil.

—O que está fazendo plantado aí no meio do corredor, Renji? — Finalmente apareceu Ichigo, quebrando os pensamentos de Renji.

—Eu não tenho coragem o suficiente para falar com Rukia agora. — O tatuado comentava cabisbaixo.

—Se não for agora, quando será? Se você não tem coragem para falar com ela pessoalmente, então tente fazer isso de outra forma. Sei lá, envia uma carta pra ela.

—É isso, vou enviar um sms pra ela. — Renji estava animado com a ideia, já tirava o celular do bolso.

—Ei, e a minha ideia da carta? Não é levada em conta?

—Eu apenas usei a sua ideia e a melhorei — Renji riu de leve por alguns instantes para depois expressar um rosto pensativo — Talvez seja melhor eu elaborar o texto que eu vou enviar pelo sms primeiro. — Concluiu, guardando o celular em seguida.

Renji e Ichigo, percebendo que provavelmente Rukia foi para casa com Byakuya e “esqueceu” os ruivos ali, seguiram os dois para suas casas, se separando na metade do caminho, visto que a casa de Ichigo ficava na direção contrária do condomínio onde morava.
Renji apenas passou em casa para se trocar e em seguida foi para seu trabalho de meio período no Café. Não havia muitos clientes e nem muito o que se fazer naquela tarde, logo que acabou seu turno, Renji foi dispensado e seguiu para fora do estabelecimento, que por conveniência, ficava perto da faculdade, e de sua moradia também.

Depois de chegar em casa, pegou algo para comer e trancou-se em seu quarto. O ruivo pegou papel, um lápis e uma borracha de sua mochila e começou a fazer rascunhos do sms que enviaria para Rukia. Seria uma espécie de “carta de amor” ou algo assim.
A medida que o tempo ia passando, Renji ia apagando e reescrevendo aquele rascunho, sempre tirando ou acrescentando algo, para que parecesse o mais natural e romântico possível.

Não queria apenas pedir Rukia em namoro levando em conta seu próprio desespero ao saber da história que o Kurosaki lhe contara naquela manhã, sobre os “pretendentes” da baixinha. Ele aproveitaria para fazer toda uma declaração de amor à ela e assim deixar os “concorrentes” comendo poeira. Riu com seu próprio pensamento.

—Terminei. —Falava consigo mesmo, enquanto corrigia alguns mínimos e pequenos erros naquele texto cuidadosamente e relia inúmeras vezes para ter a certeza de sua perfeição.

Calculismo e perfeccionismo não eram “qualidades” de Renji, porém estava agora acrescentando esses dois adjetivos a si mesmo, os usando para que pudesse descrever à Rukia seu amor da forma mais verdadeira e perfeita possível.
Agora lembrava-se de que essas “qualidades” eram muito presentes em Byakuya, que parecia agir assim o tempo todo pra falar a verdade. Até mesmo para as coisas mais simples.

Depois de terminar de revisar a sua carta, se deu ao trabalho de passar tudo para a caixa de texto de sms do seu telefone. Realmente, era um texto um tanto comprido por isso demorou algum tempinho. Provavelmente ficou teclando naquele celular por uns 20 minutos.

E claro, após terminar seu árduo trabalho, teria de enviar sua confissão para a garota de olhos violeta. Rapidamente abriu sua lista de contatos no celular e buscou pelo nome “Kuchiki”. O selecionou sem pensar duas vezes e agora hesitava para simplesmente apertar o botão “Enviar mensagem”. Coragem Renji! Você chegou até aqui e gastou sua noite toda para escrever isso. Poderia estar tirando uma soneca, mas estava escrevendo essa declaração, porque analizou, e acreditou que era mais importante.

Ok, agora não amarele e envie a mensagem!

Pensou bem. Pensou em como Rukia reagiria ao ler, pensou também em como aquilo era bem romântico e meloso, porém transmitia bem os seus sentimentos.
Também tinha o “depois”. O “depois” que Rukia lesse aquilo. Como ele poderia conversar normalmente com ela amanhã depois de enviar aquele sms? Será que ela pensaria que era um tipo de piada de mal gosto? E, depois que enviasse a mensagem, ainda teria de “confirmar” a sua declaração feita por sms de alguma forma e pedir Rukia em namoro.

Tantas perguntas e poucas respostas. Simplesmente não conseguia pensar no que aconteceria, sabia apenas que se não enviasse aquela mensagem, poderia acabar perdendo Rukia para os “Srs. Cantada”, como dizia Ichigo.

Chega! Cansou de ficar hesitando, relutando, e apertou o botão “Enviar” finalmente.Viu aparecer a mensagem na tela de seu celular :

“Mensagem enviada para ‘Kuchiki’ com sucesso!”

Pronto, tinha enviado aquele bendito sms! Um peso enorme parecia ter saído de suas costas tatuadas. Agora era só aguardar. Enquanto isso, iria dormir um pouco, estava cansado de tanto pensar e escrever .

*

Estava concentrado em seu livro, acompanhado de um café, que tomava sempre para aliviar seus estresses e dores de cabeça, depois de um longo dia dando aula. Era com toda certeza muito estressante e cansativo.
A obra literária estava um tanto interessante, porém logo que terminasse aquele capítulo iria tomar um banho e depois comer alguma coisa talvez. Guardou o livro na estante da sala de estar, e foi em direção aos seus aposentos.

Ouviu um barulho que ficava se repetindo de segundos em segundos assim que adentrou seu o quarto. Vinha de seu celular aparentemente. Não costumava usá-lo muito, comprou só para manter contatos importantes ou algo assim, imprevistos, e etcetara.

Apanhou o aparelho rapidamente e checou o porquê ele tocava. Na tela de seu celular, podia-se ler um aviso:

“Você recebeu uma nova mensagem!”.

Notas finais
HEUEH, só no próximo capítulo agora. Particularmente eu achei esse cap meio comédia, mas ele foi muito importante para o desenrolar da fic. Eu peço que se vocês puderem deixar um review/ comentário dizendo o que acharam desse capítulo ou o que acham da Fanfic em geral, podem dar uma ideia, uma opinião, críticas, não importam se vocês nunca comentaram. Não se acanhem, pois eu vou apreciar muito qualquer comentário e responder todos com muito carinho ;3 É isso. Até o próximo capítulo, que já vou estar providenciando ♥