Sensei,Koishiteru!

1 Quero que me ame,mas não acho que vá fazer isso


Notas iniciais
Yo! Como vão? Etto...essa é a minha primeira Fanfic então >.< eu espero que não tenha ficado muito repetitivo,ou qualquer coisa assim(porquê eu sou campeã de fazer textos repetitivos).Eu leio as fics daqui já faz um tempinho mas fui criar essa conta para postar faz menos tempo ainda -.-' e criei ela excepcionalmente para postar essa fic e.e' e talvez comentar,mas eu sou mais uma leitora fantasma do que qualquer coisa(mas não façam isso,mandem reviews *¬*).Ainda não pensei se vou querer um beta ou não :v se meus textos ficarem ruins avisem ok?Cap dedicado a Fujoshi Yas,por quê ela superou toda a preguiça dela e criou uma conta aqui para postar reviews caso eu não receba nenhum(e aguarde yas-chan,o lemon virá em breve hehe)Enfim,é isso Boa Leitura! :3 GrimmChan

Sensei,Koishiteru!

Capítulo 1:

''Quero que me ame,mas não acho que vá fazer isso''


O dia estava claro, e naquela manhã a sala da faculdade era habitada por menos estudantes do que o normal. Mas isso era porque provavelmente a maioria estaria do lado de fora conversando, ou em algum lugar qualquer, já que o professor de literatura estava atrasado.

Sim, atrasado, o que era muito raro vindo daquele professor extremamente responsável, que seguia cada regra com rigidez, e que impecavelmente não faltava ou se atrasava — para a infelicidade dos alunos-. Um atraso, vindo daquele homem era realmente um tanto inesperado.

''Será que é por causa daquelas coisas estranhas e brancas que ele sempre coloca no cabelo?''- Pensou Renji, sobre o atraso do professor. Renji era mais um dos estudantes da faculdade, um rapaz simples, de 19 anos de idade. Era simples, apesar de sua aparência não ser já que tinha os cabelos vermelhos e longos, sem falar nas tatuagens tribais espalhadas por todo seu corpo. E tinha um porte físico bem definido, isso não podemos negar. Além disso, naquele dia ele usava uma camisa social branca, que ficava colada ao corpo, e com os 4 primeiros botões desfeitos, revelando ainda mais do seu torso moreno.

Renji estava realmente preocupado com pelo fato do homem ter se atrasado, já que ele não era dessas coisas. Ele tinha de admitir que aquele homem era estranho, realmente não conseguia entendê-lo, apesar de já ter tentado. Como uma de suas melhores amigas era Rukia — a irmã do professor — várias coincidências já o levaram a se encontrar com o homem mesmo fora da universidade, e ele notou que mesmo fora de lá, ele nunca mudava, continuava sério e frio, até mesmo com sua irmã, nunca perdia sua postura. Ás vezes ele também percebia que o irmão da amiga tentava puxar assunto com ele, mas como eles realmente não tinham nenhum gosto ou assunto em comum, sempre acabava na mesma: um '' é...pois é...'' ou qualquer coisa parecida, por isso mesmo Renji decidiu desistir de tentar se relacionar ele.

O ruivo estava entediado, rabiscando algumas coisas em seu caderno, e tendo todo o tipo de pensamentos aleatórios. Não conversava com ninguém, até porquê nenhum de seus amigos tinha chegado ainda ,e não estava muito afim de papo.

Isso até chegar Ichigo.

—Yo — acenou o Kurosaki.

—Yo Ichigo...- respondeu meio desatento.

—Nossa, que cara é essa?

—Nada demais...

—O que foi? Alguma coisa ver com a Rukia? — indagou o morango num tom malicioso e debochado.

—Quer parar? — Renji já estava cansado das brincadeiras idiotas de Ichigo, afinal o que ele sentia era algo sério — pelo menos para ele — sim, o tatuado era apaixonado por Rukia, até agora apenas um amor platônico. Não tinha pensado como iria se confessar ou algo assim, já que era provável que a morena o considera-se apenas um bom amigo, mesmo assim ele não ligava, estava disposto a tentar. Ichigo já sabia de toda essa história, aliás, o único que sabia, já que era um amigo de confiança do Abarai. E como todo bom amigo, claro que ele fazia questão de zoar com a cara de Renji, mas claro que se o tatuado precisasse mesmo, ele iria fazer o possível para ajudá-lo com sua paixão secreta ou o que quer que fosse.

Dureza mesmo ia ser se o ruivo realmente se confessasse, teria que encarar o irmão de Rukia, seu professor, e professor dela também.

Aguente Renji!

Os dois amigos continuaram conversando mais um pouco, mesmo Renji estando um pouco distraído naquele dia.

—Nossa Renji, faz um mês que não nos vemos, desde as férias. E você nem olha na minha cara!? — gritou o morango indignado.

—Você está achando que por acaso é minha namorada ou o quê?—debochou.

De repente Ichigo ficou totalmente sério, sem dizer uma só palavra, e foi logo se ajeitando em sua classe e fazendo um sinal para o ruivo, mas parecia que este não entendia muito bem o que significava.

Renji continuava tentando decifrar que tipo de mensagem Ichigo estava tentando lhe passar, mas por mais que tentasse, não conseguia. Foi então que percebeu o total silêncio da sala toda. Olhou em volta, viu que todos os estudantes, inclusive outros amigos seus que não viu que tinham chegado, estavam devidamente sentados em seus lugares, e todos com seus olhares voltados para ele. Logo, levantou a cabeça, avistando um homem alto e magro de pele alva e cabelos negros, com uma expressão que daria calafrios em qualquer alma viva, olhando fixamente no fundo dos olhos de Renji com seu olhar frio e penetrante, como sempre.

Ah...era ele. O famoso professor responsável que nunca faltava ou se atrasava, mas hoje havia ''aberto uma exceção''. O irmão de Rukia, o professor que Renji achava estranho e não conseguia sequer conversar, aquele que nesse momento o fuzilava com um olhar ameaçador, o professor de literatura, Kuchiki Byakuya!

Antes do ruivo poder se justificar ou falar algo, Byakuya simplesmente parou de fuzila-lo — para a felicidade de Renji — e seguiu em direção à sua mesa, todos respiraram aliviados e focaram na aula que o homem adorou começar imediatamente.

E Renji, não fez questão de nem sequer abrir sua boca. Não entendeu o por quê daquilo, afinal, não era normal Byakuya o olhar daquele jeito, mas também não era incomum. Preferiu se concentrar na aula.

O ruivo gostava muito da matéria de literatura, e apesar de todos os defeitos daquele professor, ele ainda o achava um excelente educador, apreciava muito seu trabalho, e acreditava que as aulas de literatura eram impecáveis quando dadas por ele. Com certeza, uma das coisas que o incentivou a querer cursar literatura foi a dedicação do professor.

Mas de uns tempos pra cá, parecia que o homem andava o ignorando, ou talvez fosse só impressão sua. Ele também parecia ainda mais mal humorado e irritado do que de costume, talvez devesse conversar com ele mais tarde, depois das aulas?

Apesar de tudo, a aula de literatura seguiu normalmente como o esperado, logo chegou mais um professor, até todos os estudantes serem convidados a se retirar.

Renji já aprontava suas coisas para ir para casa quando ouviu alguém o chamar, virando repentinamente.

—Renji! — A baixinha de cabelos negros gritava enquanto corria e acenava para Renji e Ichigo, recebendo o morango seu costumeiro e carinhoso chute.

—Maldita! — gritou Kurosaki.

Abarai observou a cena entediado, como alguém que vê ela todo santo dia, apenas ignorando as caretas e chaves de pescoço que os dois trocavam. Bem pelo menos não eram abraços e beijos, assim Renji não ficava com ciúmes.

—Chega, vocês dois...— indagou com desânimo.

—Renji! você viu? Ele apertou minhas bochechas! — Queixou-se a morena enquanto passava uma das mãos no rosto.

—Ela mereceu!!! — Ichigo praticamente gritou, enquanto apontava emburrado e indignado para a garota.

—Tá, tá, chega. Vamos para casa? —Renji fez um sinal para que os amigos o seguissem.

—Ah, sim, espere só um momento que eu tenho que falar com o Nii-sama.

—Hai.

O ruivo então se lembrou de quê pretendia conversar com Byakuya, ou pelo menos tentar, mas revolveu deixar isso para outra hora, outro dia. Nossa, agora se deu conta de quê também era um preguiçoso covarde que ficava adiando as coisas.

Depois de alguns minutos, uns 3 ou 4 talvez, Rukia voltou correndo em direção a Renji, que já se aprontava para caminhar novamente.

—Então vamos?—questionou o Abarai.

—Renji, eu queria te pedir um favor.

—Sim, o que é?

—Bem é que o Nii-sama ficou com trabalho acumulado, ele tem um monte de papéis e provas para ver e corrigir até tarde, e mais algumas caixas e ele precisava de ajuda para carregar tudo até o carro dele no estacionamento. Então eu não pensei em ninguém melhor do que você!

O tatuado ficou um pouco confuso pela quantidade de informações, mas logo organizou as coisas em seu cérebro e se manifestou:

—Ele pediu a minha ajuda?

—Não exatamente, mas eu tenho certeza que ele precisa!—falava a garota confiantemente.

—Rukia, mas...

—Vamos, Renji! eu tenho certeza que você será útil para o Nii-sama! O Nii-sama pode ser daquele jeito, mas mesmo que seja do seu próprio modo, ele vai demonstrar gratidão. Mesmo que ele não tenha dito eu tenho certeza de que ele precisa de ajuda! Ainda mais você com esses braços fortes e músculos, vai poder carregar um monte de caixas!—confirmou a morena apalpando um dos braços de Renji, tal atitude que fez o ruivo corar, mas ela não percebeu.

Renji viu que atrás deles Ichigo se continha para não ter um ataque de riso ali mesmo, então resolveu aceitar antes que Rukia falasse algo mais constrangedor ainda.

E ele tinha resolvido conversar com Byakuya não? Essa era uma boa oportunidade.

—O-Ok, certo, eu ajudo...— falou o tatuado meio sem graça, coçando a nuca e bagunçando os cabelos, como sempre fazia quando estava nervoso.

—Isso ai! confio em você Renji!—respondeu sorridente — Vamos, Ichigo!

—Vamos — confirmou o morango, sendo arrastado por Rukia.

—O Ichigo me acompanha até em casa, não se preocupe, Renji! — gritou, já longe, acenando para o amigo sorridente.

—Hai — acenou de volta.

''Em que diabos eu me meti?''— pensou o tatuado consigo mesmo.

Quando se deu conta, percebeu que tinha esquecido de perguntar a Rukia onde Byakuya estava, afinal aquela universidade era enorme.

Todos aparentemente já tinham saído de lá, inclusive a maioria dos professores. Seria fácil encontrar alguém ali — ou não-. Continuou a andar e olhar pelas janelas das salas até que ouviu um barulho vindo do final do corredor, foi em direção ao som, encontrando uma sala com a porta entreaberta e com a luz acesa, indo em direção ela. Provavelmente Byakuya estaria lá- imaginou.

Abriu a porta lentamente colocando metade de seu corpo para dentro da sala.

—Hã... Kuchiki-Sensei? — depois de perguntar e não obter resposta, o ruivo abriu mais a porta e observou todo o cômodo. Tinha vários papéis espalhados pela mesa e alguns até no chão, aquela sala estava uma bagunça. Olhou em volta de novo, porém não avistou nenhum Byakuya.

Resolveu arrumar aquela bagunça e esperar por Byakuya, talvez tivesse saído para buscar algo. Juntou os papéis que estavam caídos no chão e os enfileirou junto aos que estavam espalhados na mesa ,juntando esses também. Depois que terminou de juntar tudo, resolveu esperar o professor por ali mesmo. Puxou uma cadeira e aconchegou-se, pronto para tirar um ronco. É, ele estava com falta de sono ultimamente, então nada melhor do que tirar uma soneca!

Em poucos minutos o ruivo pegou no sono, a ponto de até roncar.

Byakuya tinha ido buscar algumas provas que faltavam corrigir em outra sala, porém quando voltou se deparou com aquela cena, do ruivo dormindo em sua mesa. Mas também percebeu que o rapaz havia catado todos os papéis que estavam espalhados. Bom, pelo menos isso.

Juntou os que ele havia separado aos que estavam sobre a mesa e colocou dentro de sua pasta. Levaria esses para casa e corrigiria depois, estava muito cansado no momento, queria ir direto para casa, tomar um banho relaxante e dormir. No entanto, ainda tinha de obrigatoriamente levar aquelas dezenas de caixas cheias com papeladas e mais papeladas para casa.

Mas ainda tinha aquele aluno ruivo folgado roncando e babando com a cabeça sobre sua mesa, deitado dormindo em sua cadeira e balbuciando alguma bobagem típica de sonhos, mas Byakuya não entendeu nada do que ele falou. Enfim, aquele ruivo chato estava o impedindo de realizar seu simples plano: Ir para a casa e descansar de um longo dia de serviço. Teria de acordá-lo, fazer o quê...

Pôs a mão sobre o ombro do tatuado e começou a sacudi-lo devagar

—Ei, Renji...

—Huuum?

Era estranho, era como se o ruivo ainda estivesse meio acordado, Byakuya se sentiu um inconveniente... Mas, espere! Seu escritório não era lugar para sonecas, era?

—Ei, Renji, acorde! — Falou mais alto agora, e balançando o ombro do ruivo com mais força.

—...

—RENJI! — reprendeu gritando.

O ruivo continuava imóvel, e Byakuya sinceramente não estava com paciência para isso. Estava realmente quase perdendo suas inabaláveis postura e paciência e dando um tapa em Renji ,hesitando apenas ao vê-lo se mover.

—Hum? Kuchii-sensei? O senhor apareceu? — o ruivo falou enquanto esfregava os olhos e se espreguiçava, se sentindo completamente em casa.

O moreno imediatamente encolheu sua mão. É, Renji havia se livrado de um belo tapa. Byakuya ficou ainda ''admirando'' Renji enquanto o mesmo se espreguiçava. Com aqueles cabelos ruivos e longos, soltos, cobrindo suas costas e...

—Kuchiki-sensei?

—Hã? — finalmente Byakuya se deu conta de que havia ficado ali parado babando no seu aluno. Ficou imaginando a cara idiota que não fez... Meu deus, que humilhação!

—Sensei? — repetiu

—Ah, sim, Renji, por que está aqui? — perguntou — Eu vou fechar aqui e vou para a casa.

—Ah, é que a Rukia me disse que o senhor precisava de ajuda com umas caixas ou alguma coisa assim.

—Não se preocupe com isso, vá para a casa — confirmou o moreno cerrando os olhos.

—Certo...- o ruivo se levantou ,pegou sua bolsa e foi indo em direção a porta — Até amanhã.

Quando finalmente viu o ruivo ir embora, Byakuya sentiu-se aliviado. Aliviado da presença do ruivo. Não que ele não gostasse do aluno, mas é que às vezes...ele perdia o controle, então era melhor ter cuidado e se manter afastado dele. Tinha certeza de que se Renji ficasse mais um segundo alii, acabaria por fazer alguma ''bobagem''.

O moreno não conseguia explicar direito, desde tempos que conhecera o amigo de infância e colega de classe de sua irmã, depois que eles se reencontraram. Desde o momento em que colocou seus olhos naquele ruivo, realmente não tinha resposta, era como se quisesse tê-lo, como uma criança mimada que vê um brinquedo em uma loja...mas...já tinha passado dessa fase, não? Byakuya queria vê-lo todo dia, admira-lo, queria poder toca-lo e...

Definitivamente não sabia de onde vinha esse desejo. Por isso, ás vezes preferia evitar o ruivo, para não ''perder o controle''.

Bagunçou os cabelos rapidamente com as mãos e os colocou para trás, notando o suor da sua testa.

Ás vezes pensava estar apaixonado, mas não...não deveria ser isso. Só podia estar ficando louco.

Sentindo-se um idiota por estar pensando nisso novamente, resolveu que era hora de ir mesmo para a casa e tomar um banho. Já estava tarde, provavelmente, era umas 6:30 ou 7 horas da noite. Mas ainda teria de levar aquelas caixas para casa, ou ainda atrasaria mais um dia a correção das provas.

Levaria uma caixa por uma, não tinha outro jeito mesmo. Pegou uma delas e saiu da sala caminhando lentamente -afinal era pesada- , indo até seu carro no estacionamento. Só então quando colocou a primeira caixa no porta-malas do carro e já estava ofegante, percebeu como estava fora de forma, apesar de ser magro.

Mas isso não tem nada a ver, não é?

Antes de entrar no prédio novamente para pegar a próxima caixa, percebeu que tinha alguém ali no estacionamento. Será que deveria conferir?

Andou lentamente até onde tinha ouvido o barulho, com cuidado para não ser ouvido também. Percebeu que o sujeito estava logo atrás de um carro prata, abaixado até então, Byakuya se levantou rapidamente para tentar surpreender quem quer que estivesse ali, mas acabou por ser surpreendido.

—Renji!? —indagou surpreso, mas se acalmando logo depois.

–—Kuchiki-sensei, está precisando de ajuda com as caixas?

–Renji, Por que ainda não foi para casa? está tarde.—repreendeu.

—É que...bem, eu praticamente fiz uma promessa para Rukia te ajudar então, como eu já estava por aqui mesmo...—respondeu nervoso — Eu não podia ir embora e te deixar aqui sozinho carregando essas caixas.

—A Rukia?

—É...

—Bem, já que está aqui mesmo você pode ser útil...

—Sério? Bem então eu vou pegar mais caixas. —indagou o ruivo sorridente.

Byakuya ficou um pouco surpreso por aquela atitude, mas resolveu aceitar a ajuda do aluno no final das contas. Afinal estava precisando mesmo.

Foi em direção às salas para ajudar Renji , se não se sentiria um inútil ou um aproveitador.

O ruivo andava rapidamente com as caixas sobre os ombros, enquanto Byakuya praticamente se arrastava. Agora percebeu a eficiência dele.

Após muito vai e vêm os dois já carregavam para o carro as últimas duas caixas de papelão. Renji foi rápido, mas Byakuya continuava com dificuldade.

—Kuchiki-sensei, deixa que eu te ajudo —falou o tatuado colocando as mãos na caixa que Byakuya carregava.

—N-não precisa, está tudo bem...

—O senhor vai acabar derrubando, deixe eu te ajudar. —Em uma tentativa de tirar a caixa de Byakuya, colocou suas mãos sobre as do professor e puxou a caixa.

Apesar de ser algo totalmente bobo, ao sentir as mãos do ruivo sobre as suas, Byakuya simplesmente largou a caixa sem pensar duas vezes, num misto de surpresa e nervosismo ao mesmo tempo. A caixa caiu de cabeça para baixo, espalhando todos os papéis que estavam organizados dentro dela. E o pior de tudo é que aquela era a maior entre todas elas! Por que Byakuya resolveu escolher aquela também?

—Kuchiki-sensei, o senhor está bem? — o ruivo perguntou preocupado, estendendo a mão para que o professor se levantasse. Este, vendo os resultados que aquilo tinha dado resolveu recusar a gentileza do aluno e se levantar sozinho.

—S-sim, obrigado — se abaixou um pouco e começou a juntar os papéis e coloca-los de volta na caixa, sendo auxiliado por Renji novamente.

Logo juntaram tudo e terminaram de colocar a última caixa no porta-malas, fechando-o em seguida.

Aquilo realmente tinha cansado Byakuya, não estava acostumado com isso. E pelo visto também havia cansado Renji, que descansava recostado no carro, colocando os cabelos antes soltos para trás e os prendendo com um elástico que tinha no bolso.

E ,sem nem perceber, o professor novamente contemplava aquela cena do ruivo com cara de bobo. Só quando Renji finalmente o encarou que ele percebeu e desviou o olhar rapidamente, bagunçando os cabelos de leve discretamente como sempre fazia, para tirar aqueles pensamentos da sua cabeça.

Renji percebeu, e achou meio estranho mas resolveu ignorar isso.

—O senhor está bem, Sensei?

—Sim.

—...

—Vamos tomar um café?

Notas finais
Obg quem leu tudo,do primeiro capítulo ^^ pois é,deu quase 3 mil palavras,eu planejava que fosse umas 1.500,mas acabou nisso e.e'(Mesmo eu tendo resumido um pouco)Bem o próximo cap eu vou postar assim que der tempo,pq eu já tenho metade da história nas notas do celular.Ah,e quem disse ''Vamos tomar um café'' foi o Byakuya,espero que tenha ficado claro >.Eu estou fazendo os títulos dos capítulos a partir da tradução de uma música em que os dubladores(seiyuus) do Renji e do Byakuya cantam juntos, e que é do Aqua Timez *--*A tradução é tão linda,e como eles cantam juntos e a letra combina com a fic,resolvi que essa vai ser a trilha sonora dela e no que eu vou me basear para dar nomes aos caps(porque eu não sou muito boa nisso)A música está aqui :>>>>>>>http://www.youtube.com/watch?v=ed_foVaealEe a tradução aqui :>>>>>> http://letras.mus.br/aqua-timez/886573/traducao.htmlPor favor ouçam a musica enquanto leem a tradução *-* é mágico(mas ouçam a versão do Renji e do Byakuya e.e' fica mais mágico ainda)Cuidado..tem insinuações de Yaoi hehehe :3 prestem atenção)Onegaiiii >.< Reviews??? comentem! Sayo! até o próximo capítulo :333 GrimmChan