Senhores Do Universo, O Deus Desaparecido.
9 Eu desejo ser transformado em Névoa
Notas iniciais
Comentem o q estão achando dessa história completamente fútil e sem nexo que eu estou escrevendo...
Matt
–Eu não me importo se eu posso ser transformado em uma núvem de névoa verde.Eu quero entrar aí agora...
Eu estava em frente a uma gruta, em alguma das colinas que cercavam o acampamento. Aquele foi o segundo dia desde que Apolo me reclamara. Meu prestimoso irmão, Peter, que imediatamente se tornara um amigo, me obrigou a contar o que estava me afligindo, e eu lhe contara sobre minha mãe, e sobre o que Quíron tinha dito a respeito sobre a pessoa que poderia encontrá-la, então Peter me disse que sabia quem era essa pessoa, e me levou até essa gruta
Agora Peter tentava me impedir de entrar, eu tentava resistir, mas sabia que era inútil.
Eu também contara a Peter a reunião privada que tivemos com Quíron, ele achou estranho que Quíron tivesse dito que não partilharia o segredo do Olimpo, e depois tivesse o feito, mas depois decidiu que era para ocupar minha cabeça com coisas mais importantes.
– Chega! — Gritou Peter — BASTA! Você é meu irmão e meu amigo, e não vou deixar você cometer nenhuma besteira. Nosso Oráculo, Rachel, está ocupada e você não vai entrar aí.
– Okay. Você me venceu. Mas lembre-me: Por que eu me tornei seu amigo mesmo?
Peter me deu um soco no braço e me disse:
– Por que eu sou seu irmão. E quando você foi reclamado por papai, eu fui te buscar na fogueira do pavilhão, o levei para nossa mesa, você sentou-se do meu lado, e quando a vergonha passou, você conversou comigo...
Sim... fora isso. Depois de ser reclamado Peter se levantara de sua mesa, e depois de Annabeth me apresentar, ele me pegou pelo braço, e me arrastou para a mesa de Apolo. Eu lhe perguntara algumas coisas, como o nome daquele garoto que eu conversara na mesa de Hermes, que por falar nisso é Victor, mas por alguma razão todos o chamava de Kill.
Peter também me apresentara meus outros irmãos e me dera um beliche ao lado do seu, onde passamos as duas últimas noites conversando e rindo..
– O que temos agora? — Perguntei...
– História do Olimpo, ensinada pela diretora do chalé 6, Annabeth Chase.
Embora tenham se passado dois dias, eu não conseguira me acostumar ao Acampamento. Várias vezes, no caminho da gruta até a 'sala de aula', que na verdade era um dique flutuante no lago de canoagem, eu me surpreendi olhando para os pégaus, e admirando as ninfas, ou pensando em como seria desconfortável dormir na forma de centauro...
Eu não percebi, quando entramos no dique, e esbarrei em uma garota que estava sentada no chão (já que também não tínhamos carteiras, em nossa 'sala'), a garota me olhou com grandes olhos que eram da cor... Espera... isso é sério? os olhos daquela semideusa eram liláses (caso essa pelavra não exista, saibam que foi uma tentativa de dar um plural para a cor lilás).
Imediatamente aqueles olhos me prenderam, e eu sabia que nunca mais me esqueceria deles...
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