Notas iniciais
Boa leitura, Diamonds.

Bem, Octavian foi preso. Ele disse que Annabeth quem devia estar no lugar dele, porque a culpa era dela, ainda bem que tinha policiais lá e eu não podia meter o soco nele se não ia para a cadeia também. É crianças, é contra a lei espancar alguém do nada os policiais fingiram que nem viram aqueles roxos no rosto de Octavian que o amigo de Apolo fez nele.

Eu tive uma briga com a Annabeth. Ela não acreditava em mim, um amigo de Octavian veio falar com ela, pedindo desculpas por ter aceitado participar daquela coisa toda, ele nunca achou que Octavian faria algo tão horrível. Só então a Annabeth veio pedir desculpas por não ter acreditado em mim. Eu simplesmente não podia ficar calado e aceitar tão fácil.

– Você não acredita em mim, Annabeth! – exclamei – Eu conversei com seu pai para te ter de volta aquela vez, ainda bem que ele ainda não está sabendo nada disso, porque se você contasse para ele que achou que eu estava te traindo ele teria me matado. Você acha que eu não gostasse de você e quisesse outra garota eu iria ficar implorando para seu pai não me odiar e me deixar ficar com você?

– Eu fui burra, eu sei, muito burra e idiota. – disse ela passando a mão pelos lindos cabelos loiros – É que você é um cara tão lindo, as garotas ficam olhando e eu tenho ciúme e sou tão insegura, eu sempre acho que você vai se cansar de mim e ficar com outra.

– E você acha que eu vou te trair caso isso aconteça? Você acha que eu sou filho da puta a esse ponto?

– Percy…

– Annabeth, chega. – pedi – Pense direito o que você acha de mim e aí nós conversamos. Tchau.

Virei as costas e entrei no meu carro saindo do estacionamento da escola de Annabeth. Fui para casa e segurei a vontade de chorar.

Eu fiquei um bom tempo continuando minha vida, uma boa semana ou até mais que só uma semana. Continuei minha vida esperando Annabeth, esperando para ver se nós um dia poderíamos continuar sem que ela fique com ciúmes de qualquer coisinha.

Eu tinha acabado de tomar um banho aquele dia, estava terminando de secar meu cabelo com a toalha quando a campainha tocou. Coloquei minha blusa, verifiquei se estava com calças e finalmente fui abrir a porta. Dei um pequeno pulinho por causa do susto de abrir a porta e ter um urso amarelo gigante olhando para mim, eu pensei que morreria até notar que ele estava segurando um coração e ursos não seguram corações de pelúcia. Era um urso fofo de pelúcia e no coração estava escrito “Eu te amo mais do que mel”.

A cabeça de Annabeth tombou para o lado e ela me olhou parecendo culpada, mas sorria. Olhei para ela e fiquei esperando ela dizer algo.

– Mais do que mel. – disse ela balançando o urso de um lado para o outro.

Eu tive que sorrir.

– Entra.

Annabeth entrou e colocou o urso no sofá junto com sua bolsa preta e me encarou. Ela estava com um sobretudo marrom e usava sapatinhos pretos com meias brancas que iam até um pouco abaixo do joelho. Isso não parecia só uma escolha de roupa, tinha algo ali embaixo.

– Então – disse tentando me desviar das varias fantasias que Annabeth poderia estar vestindo – você pensou no que eu disse?

– Sim e me desculpe, Percy. Eu fui tão idiota, até meu pai disse isso. “O moleque ia me deixar cortar as bolas dele fora se ele te magoasse, você acha que ele ia sair por aí te traindo? Você é burra?”. – eu ri e ela também – Papai estava certo. É que eu sou insegura, Percy, para mim, você vai se cansar e vai querer outra e nem vai se dar ao trabalho de conversar comigo. E por isso eu peço desculpas. Se você quiser só aceitar as desculpas e ser meu amigo ou talvez nem amigo eu não vou brigar nem nada porque eu fiz errado em te julgar tão fácil assim, você nunca deu indícios de ser um babaca e eu fiquei fabricando essa imagem na minha cabeça. Você me perdoa?

– Perdoo – Annabeth sorriu, ela tinha o sorrisinho mais fofo –, mas essa será a última vez, Annabeth, se você vier desconfiada de mim novamente acabou tudo entre nós. – me aproximei – Eu nem vou me preocupar em te ensinar a confiar em mim, não vou nem olhar para sua cara mais.

– Você vai me ensinar agora, senhor? – perguntou ela tocando no laço que fechava seu sobretudo na frente.

– Vou sim, você foi uma garotinha tão má, Annabeth, você não confia no seu senhor. – estalei a língua.

Ela tirou o sobretudo revelando sua roupinha de colegial, aquela que ela usava quando estudava na escola de Afrodite. Mordi os lábios e aprovei.

– Eu sei que eu fui uma garotinha má, senhor Jackson, então aproveitei para poder me redimir, comprei algumas coisas que ajudariam você a me castigar. – Annabeth abriu sua bolsa e tirou um chicote com um coração de couro na ponta e algemas prateadas e ofereceu-os para mim, quando os peguei ela se ajoelhou e me olhou com carinha de coitada – Devo ir para seu quarto, senhor?

Mordi os lábios novamente, segurei seus cabelos e ergui seu rosto beijando-a. Estava morrendo de saudades desses lábios deliciosos. Beijei-a até Annabeth ficar muito animada com aquilo, querendo mais, estava quase se levantando para me beijar. Terminei com um selinho e mandei que ela fosse na frente. Ela sorriu e foi para o quarto engatinhando deixando-me observar aquela calcinha rosinha cheia de coraçõesinhos vermelhos.

Annabeth ficou ao pé da cama, sentada nas próprias pernas me esperando. Entrei e coloquei a algema e o chicote na cama. Peguei a mão dela e a ajudei levantar. Apertei sua cintura e fiquei observando um pouco seu corpo. Estava com tanta saudade dela. Beijei-a novamente, suas mãozinhas foram para minha blusa acariciando meu peito enquanto as minhas mãos se ocupavam em abrir os botões da blusa dela. Beijei o pescoço dela e dei uma mordidinha e tirei sua blusa a jogando no chão. Olhei para seu sutiã que combinava com a calcinha e sorri apertando seus peitos beijando a pele exposta. Annabeth arfava e acariciava meus cabelos.

Tirei seu sutiã e olhei seus peitos lindos. Suspirei. Desci meu rosto e coloquei seu seio na minha boca, o máximo que conseguia e fiquei mamando e lambendo e mordendo até me dar por satisfeito e ir para o outro peito, fiz a mesma coisa. Depois colocar meu rosto entre os seios dela e apertá-los contra minha bochecha aproveitando a sensação de ter aquela pele quentinha contra meu rosto e aquele cheirinho delicioso da Annabeth.

– Gostosa. – murmurei e desci o zíper da sua saia e a tirei deixando-a só de calcinha. Peguei a algema e sorri e Annabeth mordeu os lábios – Vem cá, bebê.

Ela foi e ficou de costas para mim. Prendi seus pulsos e coloquei seu cabelo para o lado e beijei seu pescoço.

– Você é tão gostosa , bebê. – murmurei contra sua pele e mordi – Você quer que eu use esse chicote fofo na sua bundinha fofa?

– Quero, senhor Jackson. – respondeu ela manhosa.

Sorri e mordi o lóbulo da sua orelha. Inclinei Annabeth sobre a cama, deixando seu tronco caído sobre a mesma. A bundinha de Annabeth ficou empinadinha para mim, peguei aquele chicote adorável e acariciei a pele da bunda dela com o couro em forma de coração Annabeth suspirou e dei a primeira chicotada. Annabeth nem se moveu ou fez algum barulho, ela me olhou sobre o ombro.

– Isso não faz nada. – disse.

– Merda, achei que seria legal. – resmungou ela.

Dei de ombros jogando o chicote no chão.

– Eu ia acabar voltando a usar minhas mãos mesmo. – confessei desferindo o primeiro tapa. Annabeth gemeu e arrebitou mais sua bunda para mim – Agora sim. – dei outro tapa – Você tem que aprender a confiar no seu senhor, putinha gostosa. – dei outro tapa e apertei a carne da sua bunda – Você vai passar a ser mais obediente, hein, Annabeth? Vai passar a ouvir seu senhor e parará de ser insegura? – dei outro tapa.

– Sim, senhor. – murmurou ela gemendo manhosa.

– Essa é a minha garota. – dei outro tapa. Annabeth gemia e arfava com força e sua bundinha estava ficando vermelhinha do jeito que eu gostava, fui para trás dela e puxei sua calcinha para baixo. Sua buceta rosinha brilhava convidativa, me chamando para chupar. Abri a boca e engoli aquelas dobras docinhas.

Annabeth gemeu. Segurei sua cintura com uma mão e a outra fiquei apertando sua bunda enquanto minha língua brincava com o clitóris durinho dela.

– Ahhh… senhor…

Dei um tapa nela.

– Quieta, porra.

Sorri e deslizei minha mão para a bunda dela indo até sua bucetinha. Afundei meu dedo nela com vontade, estocando com rapidez chupando seu clitóris. Annabeth gemia e rebolava na minha língua. Aquele gosto docinho escorria pela minha língua e meus dedos deslizavam por suas dobras facilmente. Meu pau estava reclamando por atenção, pulsando apertado pela cueca. Annabeth estava próxima, conseguia sentir meus dedos serem apertados. Sorri afastei-me da sua buceta. Annabeth gemeu desgostosa e levou um tapa.

– Isso é por fazer manha. – dei outro tapa – Isso é por comprar essa porcaria de chicote.

Annabeth riu e eu sorri erguendo-a e sentei-a na cama. Olhei Annabeth nos olhos e fui tirando minha roupa lentamente enquanto Annabeth esfregada as coxas. Assim que fiquei nu, peguei meu pau e acariciei-o olhando-a. Annabeth mordeu os lábios e me olhou pedindo para me chupar.

– Você quer, Annabeth? – perguntei esfregando lentamente meu pau.

– Muito, senhor. – respondeu ela.

Sorri e puxei Annabeth pelos braços e coloquei-a ajoelhada no chão. Annabeth sorriu e abriu a boca me olhando esperando pelo meu pau. Esfreguei meu pau no rosto dela e contorcei seus lábios enfiando-o dentro da boca dela bem devagar. Annabeth revirou os olhos em puro deleite abrindo bem a boca deixando que eu ditasse os movimentos. Segurei o cabelo de Annabeth e tirei meu pau da sua boca e Annabeth colocou a língua para fora e esfreguei-o na boca dela. Annabeth beijou a cabecinha e brincou com a língua enquanto eu ajudava-a com os movimentos.

Afastei meu pau da boca dela e rosnei com o filete de baba que ligava o meu pau à boca dela.

– Gostosa do caralho. – rosnei.

Ela sorriu e lambeu a boca. Peguei a cintura dela e a joguei na cama. Annabeth sorriu e abriu as pernas. Passei minhas mãos pelas suas coxas encaixando entre elas, meu pau ficou sobre sua buceta e de propósito fui mexendo lentamente meu quadril para esfregá-lo nela.

– Tão putinha. – ela sorriu remexendo os quadris.

Afundei meu pau dentro dela lentamente, eu e Annabeth gememos juntos. Ela era tão apertada e quente, eu nunca ia me cansar disso. Passei a estocar trocando meu olhar do rosto de Annabeth contorcido de prazer para seus seios que balançavam conforme as estocadas. Apertei-os e chupei um biquinho depois o outro, se as mãozinhas de Annabeth não estivessem presas ela com certeza estaria agarrando meu cabelo. Annabeth se remexia sem parar e chamava por mim.

Annabeth começou a apertar-me deliciosamente. Sorri e aumentei as estocadas.

– Senhor… senhor… – gemeu ela – Percy…

Como eu amo quando ela usa meu nome quando geme. Seus gemidos e sua buceta me apertando me deixaram enlouquecido e não consegui me segurar acabei gozando, depois de tremer um pouco voltei a estocar usando meu polegar para estimulá-la. Annabeth rebolou e gemeu jogando a cabeça para trás enfiando-a entre os travesseiros. Finalmente ela gozou chamando por mim. Tirei-me de dentro dela e puxei os travesseiros para o lado.

– Oi. – disse sorrindo.

Ela riu sem ar.

– Olá. – murmurou ela – Estava com saudade de sentir minha bunda quente.

Eu ri puxando-a para se sentar para tirar as algemas. Annabeth deitou a cabeça no meu peito enquanto eu jogava as algemas no chão. Peguei as mãos dela e beijei seus pulsos. Deitei-me e puxei-a para mim, deixando-a deitadinha no meu peito.

– Você não ia sentir sua bunda quente com aquele chicote. – comentei.

– Ele era tão fofo e eu pensei que seria legar usá-lo. – explicou.

– Seria fofo se ele fizesse algo e deixasse um coraçãozinho vermelho na sua bundinha. – rosnei imaginando – Seria tão fofo. – puxei-a para ficar sobre mim, sentada nas minhas pernas, agarrei sua bunda apertando a carne – Essa bundinha linda com um coraçãozinho vermelho. Que pena aquela merda não dar certo.

– Talvez você que não é forte o suficiente. – provocou ela, quando eu a encarei bravo ela riu e mordeu o dedo indicador se fazendo de inocente.

Dei um tapa na bunda dela.

– Não chame seu senhor de fraco, mocinha, você vai ser castigada de novo. – ameacei apertando sua bunda.

– Castigo é tão gostoso, senhor, só me dá mais vontade de ser má, sabia?

– Eu vou ter que mudar minha tática. Eu vou te prender na cama, te masturbar e quando você for gozar eu te deixo sozinha.

– Não! Isso é muita maldade, senhor Jackson. Meu senhor é tão gentil comigo, não faça isso.

– Você vai ter que me convencer.

– Eu vou te deixar descansar um pouco e vou convencer.

Sorri.

– Já gostei disso.

– Então, Percy, estamos bem agora?

– Espero que sim, porque eu não quero ficar sem a minha bebê. – disse sorrindo acariciando o rostinho macio de Annabeth, ela sorriu e deitou a cabeça na minha mão e deu um beijinho – Vamos fazer assim, Annabeth, você será minha noiva por toda sua faculdade e depois que você acabar nós iremos nos casar, o que você acha?

– Depois da faculdade?

– É, não quero atrapalhar seus estudos com um casamento. A não ser que muitos garotos estejam te querendo aí eu aparecerei de surpresa no meio da sua aula com um juiz de paz e casarei com você com o professor de testemunha. – disse.

Ela gargalhou.

– Porque eu não duvido?

Acariciei o rostinho dela novamente.

– Senti falta dessa risadinha linda.

– Eu senti falta do seu pau gostoso. – ela riu.

– Nossa que gracinha! – fui irônico – Eu aqui sendo todo fofo. Sua tarada.

– Ahh, desculpa. – ela fez biquinho – Eu senti falta da sua chupada maravilhosa também.

Ela mordeu o meu lábio quando eu fiz biquinho.

– Não finja que você não sentiu falta do meu boquete.

– Tudo bem, talvez sim.

Ela riu.

– Seu gostoso. – ela agarrou meu rosto e me deu um beijo nada puritano.

Ela soltou meus lábios e encostou a tenta na minha com suas mãos no meu cabelo.

– Eu te amo, senhor Jackson. – murmurou ela.

– Eu te amo, bebê. – murmurei voltando a beijá-la enquanto ela me alisava me deixando duro.

Acho que agora está tudo bem. Ela vai confiar em mim, eu nunca mais vou usar aquele chicote então vai ficar tudo bem. Eu ainda vou chegar numa aula na surpresa e casar com ela lá. Bom, agora ela vai me bater uma punheta deliciosa, vamos assistir a um filme e vamos dormir. Acho que agora é isso, nós finalmente poderíamos ser felizes com toda a putaria que tínhamos direito.

Notas finais
ACABOU GENTE! Calma, vou fazer one shots para esses dois, mas chega de fanfic, ela era para terminar há muito tempo, mas alonguei ela por vocês, então não reclamem que acabou. Comentem, me digam o que acharam. Beijinhos, amo vocês, tchau.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!