Notas iniciais
Chegay! Leticia Pieloor obrigada pela recomendação sua linda, muito diva *-* Eu não sei o que falar aqui então, boa leitura Diamonds.

Voltei a beijar a minha bebê, sorrindo entre o beijo. Talvez as coisas entre nós pudesse dar certo, se mantivéssemos em segredo para a maior parte das pessoas sobre o nosso relacionamento, estaríamos bem. Finalmente, eu ia fazer amor com a minha Annabeth, nada de “senhor Jackson” só Annabeth e Percy.

Toquei o rosto dela com a mão e acariciei a sua bochecha encarando aqueles olhos lindos antes de voltar a beijá-la. Tirei a blusa dela e comecei a distribuir beijos pela minha bebê. Beijei as bochechas dela, o pescoço – queria que fosse romântico e calmo e essas coisas que parecem ser fáceis em filmes, mas eu acabei mordendo o pescoço dela e dando um chupão que muito provavelmente ia deixar uma marca –, os ombros, o colo do busto e os seios dela. Annabeth arfava levemente e soltou um gemidinho quando voltei a beijá-la apaixonadamente enquanto abria o sutiã dela.

Deslizei-o pelos braços de Annabeth e toquei nos seios dela com o máximo de delicadeza que consegui, eu queria apertá-los como normalmente faço, mas criar antecipação em Annabeth valia mais a pena. Ela ficava me olhando em expectativa, esperando que eu fosse o “senhor Jackson”, só que eu sei que aquela safada estava gostando porque quando eu dei a primeira chupadinha no bico do seio direito dela, ela sorriu, arfou e arqueou as costas, acariciando meus cabelos.

– Percy…

Como eu não resisti, acabei dando uma mordidinha no bico, Annabeth gemeu e apertou meus cabelos forçando meu rosto para os seios dela. Juntei os seios dela com meu rosto no meio, apertando os biquinhos levemente e acariciando enquanto beijava o vale entre os seios dela.

Voltei a beijar meu caminho até a buceta dela. Beijei seus seios, e fui descendo para a barriga e tirei a saia dela e a calcinha. Soprei a buceta de Annabeth a fazendo se contorcer e segurar meu cabelo me obrigando a descer meus lábios. Abri-os e chupei com força a buceta dela, sem resistir muito. Chupei e a lambi toda depois me concentrei no clitóris enquanto estocava meus dedos. Annabeth gemia e arqueava as costas sem tirar as mãos do cabelo, ela acariciava e forçava levemente minha boca de volta para a buceta dela toda vez que eu a afastava para respirar ou mudar o foco das minhas lambidas. Eu sorria, olhando sempre para ela, que retribuía o olhar e depois jogava a cabeça pra trás e gemia.

– Percy! – chamou ela.

Eu tive que sorrir chupando o clitóris dela com mais força. Annabeth tremeu e chamou por mim mais uma vez, só que desta vez o orgasmo tirou o ar dela no meio do meu nome do jeito que eu gosto. O gozo dela escorreu pela minha língua e meus dedos ficaram apertados pelo seu interior. Annabeth soltou a fronha da cama e o meu cabelo, para agarrar meus ombros e me puxar para cima, ela me beijou e lambeu meus lábios provando do próprio gosto.

Meu pau estava tão duro, quando Annabeth tocou-o fazendo aquela carinha de safada dela eu senti meu corpo todo estremecer em expectativa. A minha loira fez movimentos contínuos e fortes no meu pau, me punhetando maravilhosamente. Depois de alguns minutos fazendo esses movimentos ela me conduziu para dentro de si. Estoquei lentamente aproveitando o momento. Annabeth me abraçou com os braços e as pernas, unhando as unhas para arranhar as minhas costas e fazer meu corpo todo se arrepiar.

Eu jurava que queria ir mais devagar e com calma para apreciar aquele momento só nosso, porém pouco tempo depois o ritmo das minhas estocadas saiu de controle, mas a culpa não foi minha, a Annabeth ficava falando coisas impróprias no meu ouvido só para me tirar do controle.

Ao sentir que não aguentava mais e Annabeth já começava a me apertar, enfiei minha cabeça na curva do pescoço dela e dei uma mordida.

– Goza comigo, bebê. – murmurei lambendo a área mordida.

Annabeth segurou meu rosto e o puxou, travando seu olhar com o meu e gemeu mais alto sem desviar os olhos do meu. Annabeth me apertou com tanta força que eu acabei gozando segundos antes dela. Nós dois trememos e nos apertamos um contra o outro.

Deitei minha cabeça entre os seios dela e fiquei dando beijinhos ali ouvindo o coraçãozinho dela bater. Segurei o seio dela e dei uma leve apertada, acariciando-o. Annabeth soltou um gemidinho e suspirou beijei o seio dela e comecei tudo de novo. Eu não conseguia ficar muito tempo longe dela, beijei-a com vontade enquanto minha mão ainda apertava o seio dela.

– Eu te amo, Annabeth. – murmurei contra os lábios dela.

– Eu sei. – respondeu ela me fazendo rir.

Acariciei o rosto dela e fiquei observando aquela coisa linda, aquele sorrisinho e aqueles olhinhos, e voltei a beijá-la. Era inacreditável a minha sorte.

POV – Annabeth

Eu fiquei alegre a semana toda, ele tinha dito que me amava e ficou me dando orgasmos pelo resto do dia, chegava a ser estranha a minha sorte, algo ia acabar dando errado do jeito maravilhoso que as coisas estavam indo. Eu não podia ficar pensando no lado negativo, as coisas já eram difíceis para nós dois, eu simplesmente não podia ficar pensando que alguém vai estragar tudo, estávamos agindo como se nada estivesse acontecendo até que bem. Ninguém pega a minha apostila com as coisas safadas que ele escreve nelas, sobre como e o que vai fazer comigo quando ficarmos sozinhos.

– Quando você vai me apresentar o seu amante? – perguntou Thalia tirando-me dos meus devaneios.

Ela estava dirigindo nos levando até uma boate ou sei lá, para quem sabe nos distrair, a Silena ia também só que ela pegou uma carona com um garoto que faz aula de ciências com ela, o Charlie, ele é um cara legal e eu tenho leves suspeitas de que aqueles dois vão acabar juntos.

– Não sei. – respondi – Eu tenho que ver com ele.

– Mas porque todo esse mistério? Porque vocês tem que esconder…? – a voz dela foi diminuindo e ela parecia estar pensando no assunto. Será que ela tem alguma ideia? Porque teria, não é algo tão obvio assim – Ele é casado?

Eu ri, aliviada.

– Não. – respondi.

– Então qual é o problema?!

– Nenhum, ele é tímido.

– E mais velho.

– Como você sabe se ele é mais velho ou não? – perguntei um pouco assustada.

– Pela voz dele. – ela sorriu e agarrou a minha bochecha e apertou – Ele te chama de “bebê” que coisa mais fofa.

Eu sorri.

– Eu sei.

Bem, nós chegamos na boate e encontramos Silena se agarrando com o Charlie e surpreendentemente Nico também estava lá. Thalia disse que tinha se esquecido de comentar que havia convidado ele também. Depois que Silena e Charlie pararam de se engolir nós começamos a conversar, estávamos rindo despreocupadamente e eu acabei sorrindo enquanto olhava para Nico e Thalia, eles conversavam de um jeito tão adorável, eles poderiam namorar, eles combinam bastante até, os dois gostam de bandas meio góticas e todas essas coisas, eles poderiam se dar muito bem.

De repente, todos pararam de conversar, eu uni as sobrancelhas. Eles todos estava olhando para o meu lado direito estavam um pouco atônitos, olhei para o lugar vazio ao meu lado que não estava exatamente vazio. Percy estava ali. Ele sorria casualmente parecendo confortável ao meu lado.

– Professor Jackson? – perguntou Silena.

– Silena, não precisa me chamar assim, não estamos na sala de aula. Pode só me chamar de Percy. – disse ele sorrindo, o safado colocou a mão sobre a minha coxa por debaixo da mesa e apertou, acariciando, eu me remexi sutilmente para tentar afastar aquela mão grande e forte.

– Ãh, o que você está fazendo aqui? – perguntou Thalia.

– Eu tenho uma vida fora da escola, eu tenho meus dias de diversão com meus amigos também. – ele apontou para o outro lado da boate para uma mesa com algumas pessoas mais ou menos da idade do Percy, e pelo o que ele havia dito, aquele cara de barbicha era o Grover.

– Isso é estranho. – murmurou Silena.

Ele riu e continuou a apertar a minha coxa, ele foi levando a mão em direção ao meu sexo, ele deu uma leve acariciada me fazendo dar um leve saltitar.

– Eu sei. – disse ele sorrindo. Percy era tão lindo, ele me olhou – Você quer ir dançar, Annabeth?

Olhei para Silena e ela sorriu me empurrando para o Percy.

– Lógico que ela quer. – disse Silena.

– Aproveita que o namorado dela não veio. – disse Thalia rindo.

Percy levantou a sobrancelha e me encarou dando um sorrisinho, minhas bochechas esquentaram.

– Você está namorando, Annabeth? – perguntou ele. Eu tentei tirar a mão dele da minha coxa para poder me concentrar, ele tirou a mão, mas agarrou a minha e entrelaçou nossos dedos.

– Bem… não exatamente. – disse ficando com as bochechas quentes.

– O idiota ainda não pediu. – disse Thalia revirando os olhos.

Eu queria chutá-la, mas ela estava muito longe.

– Deixa isso de lado. – disse Silena – Leva ela.

Silena piscou para mim quanto Percy se levantava e eu ia atrás. Nós dois fomos para o meio das pessoas que dançavam na pista de dança, escondendo nós dois. Ele pegou na minha cintura e me beijou rapidamente e começou a me guiar na dança.

– Não sabia que você sabia dançar. – comentei falando no ouvido dele.

– Por favor, Annabeth, você devia ter notado, você já viu os meus músculos tantas vezes que você já me viu nu e nem notou? – perguntou ele no meu ouvido – Eu decorei cada pedaço desse seu corpinho de boneca.

Minhas pernas tremeram, a voz dele é tão sensual que chega a parecer mentira. Ele beijou o lóbulo da minha orelha e deu uma mordidinha.

– Como você sabia que eu viria aqui? – perguntei.

– Não sabia, o Grover quem me convidou para vir aqui, eu só aceitei.

Dei um tapa no ombro dele.

– E você nem ia me contar? – perguntei.

Ele sorriu.

– Lógico que ia, minha ciumenta.

Eu fiz biquinho.

– Não é ciúme.

– Então o que é?

– Eu só to cuidando do que é meu. – aproximei meus lábios mais ainda do ouvido dele e beijei o lóbulo dele e sussurrei – Cuidando do meu homem.

Percy rosnou e me roubou um beijo. Nós ficamos dançando e conversando mais um pouco e nós acabamos voltando para os nossos lugares com nossos próprios amigos, mas às vezes eu pegava ele me olhando e acabava sorrindo.

Thalia me levou para casa, ela estava sorrindo o caminho todo, mas nada dizia. Talvez ela estivesse feliz porque ela e o Nico estavam tendo certa ligação que era adorável. Quando ela parou o carro na frente da minha casa, não deixou eu sair do mesmo, ela agarrou meu pulso e me fez voltar a sentar. Ela ainda sorria como uma maluca.

– O professor Jackson é o seu amante! – comemorou ela.

Merda, não era uma pergunta, ela descobriu.

– O que? – fingi que não estava entendendo.

– Não se faça de idiota, Annabeth. Meu Deus, vocês estavam tão fofos naquela pista de dança. Eu já tinha achado estranho o jeito que ele olhava para você aí vocês foram dançar e ele te beijou! Ai que fofo! – eu nunca vi a Thalia tendo um ataque de fangirl, mas ela parecia gostar do que viu, mas eu estava apavorada.

– Thalia, você não pode contar para ninguém! Ninguém mesmo! – avisei.

– Então você admite que vocês estão namorando! Ele te chama de “bebê”, que fofo!

– Não estamos namorando, Thalia.

– É verdade, vocês só fazem sexo o tempo todo. – de repente, algo estalou na cabeça de Thalia – Você usou as algemas no professor… – primeiro ela falou para si mesma – Você usou as algemas no professor Jackson! – gritou ela, ainda bem que estávamos dentro de um carro para ninguém ouvir – Eu te amo tanto! – ela me abraçou – Minha heroína.

Afastei-me dela.

– Thalia, por favor, você não pode contar para ninguém. O Percy pode perder o emprego dele e toda essas coisas, então isso tem que ficar entre nós.

Ela me olhou com malicia.

– Você deve gemer “Percy” muito, né, sua safada? – de repente ela começou a gemer – “Ai Percy… é tão grande… vai me partir ao meio…”. – acho que o meu silêncio sobre as coisas que ela falou tentando supostamente me imitar em um momento intimo com o Percy me entregou – Ai meu Deus! Então é grande mesmo! – ela começou a mexer na própria bolsa parecendo uma maluca – Pra mim chega.

O que ela ia fazer? Ela começou a digitar alucinadamente, me assustou até, para quem ela estava enviando a mensagem?

– O que você está fazendo? – perguntei.

– Avisando para a minha mãe que eu vou dormir aqui. Você tem muita coisa para me contar. – ela estava muito serelepe, não devia tê-la deixado beber, ela tá muito doidona.

Quando ela terminou de digitar, saiu do carro, agarrou a minha mão, me tirou do carro, trancou o mesmo e me fez entrar em casa, ela me empurrou para meu quarto e quando a gente chegou lá, ela me sentou na cadeira da minha escrivaninha e pegou um travesseiro e o abraçou sentando-se no chão.

– Vamos, eu quero os detalhes, sórdidos de preferência. – ela sorriu abertamente – Sua safada.

Eu sentei e comecei a contar, Thalia me ouvia desde atentamente. Contei desde a primeira vez que eu e o Percy fizemos sexo até o dia de hoje. Ela vibrou quando eu falei que ele tinha falado que me amava e ela falou que sabia que a gente ia acabar juntos, porque a gente combina e porque a gente sempre se olhou de um jeito diferente. Pelo menos eu tenho um suporte comigo, agora eu só preciso contar para a Silena, ainda bem que a Silena não é fofoqueira, não quando o assunto é segredos meus e da Thalia, porque das meninas líderes de torcida eu sei todos os segredos possíveis.

Notas finais
EBBAAA! A Thalia sabe! Gostaram do capitulo Diamonds? Comentem e me digam. Beijinhos, amo vocês, até a proxima.