Notas iniciais
#VOLTAY! #RECOMENDARAMNEY! Obrigada Miranda Jackson sua diva, a sua recomendação estava fab Diamond, muito obrigada mesmo.
Boa leitura Diamonds.

Annabeth – POV

Ai socorro Deus. Eram três horas da manhã e eu ainda sentia as mãos do Sr. Jackson passeando pelo meu corpo, me apertando, me acariciando. Que merda! Era o dia de me encontrar com o Nico e eu estava ali fazendo o que costumava fazer antes de ter transado com o Percy, masturbando-me pensando nele. Mesmo depois de ter conseguido realizar meus, digamos, sonhos, eu ainda continuo nisso. O que eu posso fazer se aquele desgraçado gostoso tira meu sono e me deixa pegando fogo? E ainda fica brincando com meu coração.

Depois de termos transado novamente na quinta, eu fiquei sentada no colo dele abraçadinha a ele, que ficava fazendo carinho nas minhas costas. Eu quase dormi no colo dele. Só não dormi porque lembrei que estava nua e com quem eu estava.

Talvez ele estivesse dormindo com Rachel ao lado dele em um momento como esse, enquanto eu estava na minha cama, tentando aliviar um pouco o fogo com uma masturbaçãozinha ridícula que nem chega aos pés do que eu senti enquanto ele só estava “me ensinava a ser uma boa menina”.

E eu não consegui deixar de pensar naquele tesudo desgraçado até quando estava no carro com o Nico. O meu plano era sair com o Nico para esquecer o Percy, pelo menos um pouco. O Nico parecia um pouco nervoso, ele parecia um gatinho assustado, que coisa mais fofa. Acho que esse era o problema com o Nico, ele é um cara legal, é meu amigo a um bom tempo, ele gostava de mim, é muito bonito, mas ele é muito fofinho. Acho que não gosto dos fofinhos tanto assim, eu gosto dos imbecis que se aproveitam de mim e que fodem com força. Que inferno.

O Nico me levou em uma lanchonete, era bem calma e não tinha muita gente, então nós poderíamos conversar em paz. Nós dois pedimos só um café por enquanto, Nico ainda parecia um gatinho assustado, será que se eu pulasse por cima da mesa e apertasse as bochechas dele ia ser estranho.

- Olha, Annabeth – finalmente ele falou algo –, se você não quiser ficar não precisa. Eu só te chamei para o Leo e o Jason sossegarem, eles são muito chatos quanto a isso, eles não me deixam gostar de você na minha.

- Nem eles nem o Hermes. – disse rindo.

Ele sorriu.

- É nem ele.

- Nico, eu quero estar aqui com você. Você é um cara legal, não precisa ficar inseguro. – afirmei.

- É que é complicado.

- Não é nada. Sou só eu, a Annabeth.

Ele sorriu e assentiu. Nós ficamos mais de duas horas lá, conversando e rindo. Foi até que um encontro divertido, nunca tive a oportunidade de passar um tempo com o Nico sem que o Leo ou o Jason aparecessem e começassem a gritar e faziam o Nico ir embora. Mas esquecer do Percy que é bom, nada. Eu ainda lembrava que ele era lindo e maravilhoso. Estava tão distraída que só percebi que o carro tinha saído da lanchonete ao ver que estávamos na porta da casa do Nico. Eu não ia naquela casa há quanto tempo? Dois anos talvez? Era a mesma coisa. Eu sorri, isso me lembrou da época que eu nem conhecia o professor de matemática gostosão.

- Você quer entrar? – perguntou ele. Torci os lábios, será que eu devia? – Meus pais não estão em casa.

Porque será que eu não estou surpresa? Se o Percy podia sair por aí catando as alunas dele, porque eu não podia transar com o Nico? Assenti. Nico sorriu e me levou para dentro da casa dele. Era igualzinha por dentro também. Ele e eu ficamos juntos sentados no sofá de couro preto da sala. A coisa começou a desandar rapidinho. Eu fiquei pensando no Percy como uma imbecil e fiz uma idiotice. Eu beijei o Nico, ele tinha os lábios gostosos, nossos lábios se separaram e Nico retribuiu o beijo rapidamente. Meu Deus, ele beijava bem. Porém, ele não era melhor do que… ai merda… vocês sabem quem.

Quando dei por mim, estava inclinada no sofá quase deitada sobre o mesmo, com o Nico sobre mim sem descolar seus lábios dos meus. Suas mãos apertavam minha cintura com cuidado, como se eu fosse de porcelana.

- Annabeth, não precisa fazer nada que você não quer. – murmurou ele com os lábios próximos aos meus.

- Eu quero você, Nico.

É quero usar você para me esquecer do nosso professor de matemática.

Espera, eu não posso fazer isso, o Nico gosta de mim, ele gosta mesmo de mim e eu fico aqui querendo usá-lo para dar um troco no Percy, a coisa mais infantil que eu poderia fazer. Se o Percy estava brincando com os meus sentimentos e eu quisesse me vingar brincando com os sentimentos de Nico, isso só me fazia igual ao Percy. E eu não quero magoar o Nico, eu não posso magoar o Nico, eu gosto muito dele para isso, somos amigos desde quando? Desde da segunda série talvez? Talvez até antes.

Ele aproximou os lábios dos meus para me beijar novamente e sua mão já estava se enfiando pelas minhas roupas, tentando passear pela minha barriga. Eu o afastei. Nico pareceu confuso. Acredite, Nico, eu também estou.

- Desculpa, Nico, eu não posso fazer isso, não agora. – disse. Ele se afastou sentando-se novamente – Desculpa.

- Não precisa se desculpar, Annabeth. – disse ele sorrindo – Está tudo bem. – ele se levantou e estendeu a mão para mim – Vem, eu vou te levar pra casa.

Eu dei um sorrisinho e peguei na mão dele, indo com ele até o carro novamente. Nico me levou até a minha casa e ele não parecia bravo comigo. Beijei a bochecha dele assim que ele parou o carro na frente da minha casa.

- Obrigada por entender, Nico. – agradeci.

Ele me deu um sorrisinho e me deu um beijinho nos lábios.

- Boa noite, Annabeth.

- Boa noite, Nico.

Então, finalmente saí do carro e entrei em casa. Quase que eu fiz a maior idiotice da minha vida. Eu não queria ficar com o Nico para causar ciúmes no Percy, eu sabia que não iria funcionar.

Percy – POV

Não conseguia olhar para aquelas porcarias de provas porque eu não conseguia parar de pensar que Annabeth tinha saído com Nico no sábado, eu fiquei o final de semana inteiro remoendo isso imaginando o que eles poderiam ter feito. Estava pronto para ter um piti de mocinha quando Hermes entrou na sala dos professores, todo alegre e sorridente como sempre. Ele colocou a mala dele no chão e sentou-se na minha frente.

- Eu sou um gênio. – disse ele, animado.

- Bom dia, Hermes. Sim, eu tive um ótimo final de semana e você? – disse sendo irônico.

- Bom dia, Percy. – disse ele revirando os olhos.

- Porque você é um gênio? – perguntei o fazendo sorrir abertamente de novo.

- Porque eu fiz um casal! – comemorou ele.

- Um casal? – perguntei engolindo em seco.

- É. – ele sorriu orgulhoso dele mesmo – Sabia que esse sábado a Annabeth teve um encontro com o Nico?

Sabia mais do que ele pensava, mas fingi-me de surpreso e um pouco indiferente.

- Sério? – disse – Que bom.

- O Connor e o Travis me contaram, estou orgulhoso de tê-los feitos ficarem juntos.

- O que você fez além de humilhar o garoto? – perguntei.

Ele me olhou com falsa surpresa.

- Eu não o humilhei. – disse ele, ultrajado.

- Não só a ele como à Annabeth também. – comentei olhando para as provas.

- Olhe aqui, Percy, se você está com raiva porque não tem uma namorada não fique agourando o namoro dos outros.

- Eles não estão namorando, Hermes. – disse me contendo ao máximo para não fazer um escândalo.

- Vamos ver se não. Mas se eles estiverem você vai ter que admitir que eu sou um ótimo casamenteiro. – afirmou ele.

Dei de ombros.

- Tudo bem. A minha primeira aula é com a Annabeth se você quiser tirar a prova de que eles não estão namorando, fique a vontade.

O sinal para a aula bateu, Hermes se dirigiu comigo para a minha sala. Todos os meus vinte e três alunos estavam dentro da sala, e Annabeth estava lá no lugar dela, sorrindo enquanto conversava com a Thalia. Eu entrei na sala e todos foram para seus lugares corretos. Annabeth não me olhava na cara, ela parecia um pouco envergonhada. Hermes se aproximou dela, fazendo os outros alunos observarem em expectativa. Annabeth o olhou e deu um sorrisinho.

- Srta. Chase. – cumprimentou ele.

- Professor Stoll. – cumprimentou ela.

Será que eu era o único que ela chamava de “senhor”? Eu quase rosnei aprovando, essa safada ficava me provocando de propósito.

- Eu soube que a senhorita saiu com o senhor Di Angelo. – disse Hermes sorrindo.

Annabeth inclinou-se um pouco para a esquerda e olhou para Connor e Travis que sorriam divertidos para ela, ela fez cara feia e eles acenaram.

- É, eu saí. – afirmou ela.

- Vocês estão namorando agora? – perguntou ele.

- Oi? Não. – ela riu.

Eu suspirei baixinho aliviado.

- Não?! – Hermes parecia tão espantado.

- É só sexo por enquanto, pai. – disse Connor.

- Senhor Stoll, por favor. – reprovei-o, fazendo Travis rir do irmão.

Hermes se desculpou com Annabeth pela pergunta e se retirou, ele estava levemente cor-de-rosa de vergonha. Eu ri dele e finalmente comecei a minha aula.

Estava passando um exercício na lousa quando pensei um pouco sobre Annabeth e Nico. Talvez eles não estejam namorando, mas eles são jovens, talvez Connor estivesse certo, talvez os dois tivessem transado. Isso me deixou tão nervoso, que por um segundo eu tive que mentalizar Annabeth sorrindo para mim daquele jeito inocente para me acalmar. Estranho, não acha? Eu estou ficando nervoso por causa dela e me acalmo pensando nela.

- Srta. Chase – disse calmamente enquanto escrevia – quando o sinal do final da aula soar, você pode permanecer aqui? Preciso conversar com a senhorita.

Eu pude sentir os olhos dela sobre mim, confusos.

- Annabeth! – disse Travis, eu tinha certeza que era ele, ele estava reprovando-a – Eu disse para você não ficar fazendo sexo na mesa da sala dos professores, agora você vai ser expulsa!

- Sr. Stoll, acho que detenção depois da aula seria uma boa coisa para você. – comentei ainda sem me virar.

- Professor, foi só brincadeira. – disse ele tentando se defender.

- Eu sei, você pode fazer as suas brincadeiras com a Srta. Chase, mas fora da minha sala. Entendido? – perguntei olhando-o. Ele assentiu, acho que o meu nervosismo estava me deixando idiota. Eu nunca liguei para as brincadeiras do Connor e do Travis, mas eles estavam falando da minha bebê com outro garoto, e não era para ficar cutucando a minha ferida.

...

O sinal do final da aula soou e todos começaram a sair, só Annabeth ficou sentadinha na sua carteira com os seus dois cadernos um sobre o outro e o estojo por cima. Ela não me olhava, ficava brincando com a barra da saia. Fechei a porta, cheguei mais perto e puxei uma cadeira para sentar-me diante dela.

- O que houve entre você e o Nico, Annabeth? – perguntei.

Ela ainda não me olhava.

- Nada. – murmurou ela.

Toquei o queixo dela a fazendo olhar para mim.

- O que houve entre vocês dois? – perguntei novamente.

- Você se importa se tivéssemos feito algo? – perguntou ela, a frase parecia ser feita para ser falada com raiva, mas ela mais parecia triste.

- Não, a vida é sua, só queria saber… saber se vocês dois… esquece… – porque eu sinto que eles fizeram algo por isso ela estava com aquela cara de culpada. Só para sofrer mais ainda, beijei-a rapidamente para não ter problemas com ninguém aparecendo. Será que o Nico beijou esses lábios que não eram meus? O importante era que eles tinham tocado nos meus novamente. Suspirei exausto, não queria dividi-la com um outro cara – Você vai poder ir passar aquela noite comigo no chalé que eu te falei quinta passada?

Ela assentiu.

- Seria bom.

- Você não me parece tão satisfeita.

- Eu estou, eu quero ir, só estou um pouca cansada.

Ela segurou meu rosto antes que eu falasse algo e me beijou. Parecia um beijo de despedida, era tão triste. Porque a minha bebê estava triste? Acho que perguntar não é uma coisa boa talvez seja algo pessoal. Tomara que não tenha nada a ver com ela não querer ir no chalé comigo. Eu queria tanto poder ficar com ela por uma noite e poder acordar e olhá-la dormir ao meu lado. Que merda! O que eu estou pensando? Eu me casei agora? Annabeth estava se divertindo com outro já e eu ficava aqui pensando essas idiotices. Se ela soubesse a falta que eu senti dela no sábado, eu fiquei batendo uma me lembrando dos beijos que ela me deu e dos gemidinhos que ela dava a cada tapinha que eu dava nela.

- Você resolve a parte com seus pais? – perguntei.

Ela assentiu.

- Pode deixar, eu resolvo sim.

Sorri e dei mais um beijo nela, só que dessa vez eu aprofundei o beijo, percebi que estava indo longe demais quando apertei a coxa dela e ela gemeu nos meus lábios.

- Desculpa. – pedi – Eu me excedi um pouco.

Ela deu um risinho, sua boquinha estava vermelha e finalmente ela parecia bem.

- Tudo bem. Agora eu vou ir para a próxima aula, tudo bem?

Sorri maliciosamente e apertei a coxa dela.

- Ou eu posso deixar a porta trancada e a gente pode começar a praticar aquilo que iremos fazer no chalé. – murmurei.

Ela riu.

- Não, eu vou para a aula. Vão achar estranho se eu sair daqui suada.

- E com as bochechinhas rosadas por causa do calor. – ela sorriu e colocou o cabelo atrás da orelha – Você fica tão adorável quando fica com as bochechas vermelhas quando está envergonhada, mas fica mais adorável ainda quando suas bochechas estão vermelhas por causa do calor, que eu provoquei em você.

- Senhor Jackson… – murmurou ela.

- Você está tentando me provocar, não está, bebê? – perguntei.

Ela mordeu os lábios e negou se fazendo de inocente.

- Não, senhor Jackson, eu não estou tentando te provar. – ela se levantou apertou meu membro sobre a minha calça e lambeu minha mandíbula fazendo-me vergonhosamente soltar um gemido – Eu estou conseguindo. – ela sussurrou no meu ouvido, deu uma mordidinha no lóbulo da minha orelha me deixando arrepiado. Pegou os seus cadernos, deu um último selinho nos meus lábios e saiu dando uma piscadinha para mim.

Ah, minha bebê, eu queria tanto poder entender o que te aflige. Eu queria poder entender o que me aflige, e o que está acontecendo comigo. Se eu mal consigo me entender, vou conseguir entende-la? Ela não quer falar comigo sobre isso. Talvez no chalé, só nós dois, no meio de uma floresta, com nenhum risco de nos pegarem, talvez ela converse comigo. Ela talvez não saiba o qual importe para mim é vê-la feliz. Será que eu devia dizer algo a ela? Acho que eu sou muito medroso para entender que eu estou ficando apaixonado pela Annabeth, ou talvez eu seja burro mesmo.

Notas finais
A esse chalé promete, vai acontecer tantas coisinhas entre esses safadinhos fofos.
Então Diamonds, vocês acham que o Percy devia dizer para a Annie que ama ela no proximo capitulo? Eu acho que não, tem que ser mais para a frente.
Comentem, digam o que vocês acham, CONTEM-ME OS SEGREDOS DE VOCÊS! muahahahahahaha.
Diamonds, se vocês quiserem dar ideias de cenas que vocês gostaria que tivesse, posições sexuais até (#coray), fiquem a vontade, mandem-me uma mensagem e eu vejo se encaixa na historinha.
Beijinhos Diamonds, até mais, amo vocês.