Notas iniciais
DIAMONDS! OUÇAM A MÚSICA "HOJE" DA LUDMILLA!!!! AI QUE TUDO!!! É CANTADA, VOCÊ TÁ NO TUTS TUTS E CHEGA NO GATO E "HOJE" PRONTO, É TIRO E QUEDA! Terminei Sangue do Olimpo gente linda, amei muitas coisas, mas muitas coisas ficaram meio vagas ou foram um pouco mal colocadas, eu queria narração dos Sete e isso não teve, mas Solangelo é LIFE CARALHO! Boa leitura, Diamonds.

POV – Apolo

Eu não entendia o que estava fazendo direito. Fuder aquela gostosa da Afrodite era incrível, ela gostava de apertões, tapas, chupões e todas essas coisas deliciosas de se fazer em uma mulher com um corpo perfeito daqueles, porém não sentia que queria jogá-la na mesa, deixando-a inclinada, com sua bunda a minha mercê para encher de tapas e beliscar, queria suas pernas em volta da minha cintura, seus olhos nos meus e suas unhas me arranhando no ombro como estavam fazendo agora, estava ajoelhado com a buceta dela diante da minha boca, doce como sempre. Afrodite gemia e eu continuava a esfregar minha língua por toda aquela buceta rosa.

– Ahhh… Apolo… eu… ahh… – gemia ela além de dizer algumas palavras desconexas.

Sorri e chupei o clitóris dela com mais vontade. Afrodite apertou meus cabelos e esfregou-se em minha boca. Gemendo mais alto, ela gozou tremendo sobre a mesa e se contorcendo. Afrodite me afastou quando continuei a chupá-la. Eu sorri e me levantei, coloquei uma mão de cada lado do corpo dela e a beijei. Afrodite lambeu meus lábios aproveitando do seu próprio gosto.

– Eu melhorei? – perguntei.

Afrodite riu e acariciou meu cabelo.

– Você nunca foi ruim. – ela arfou e me beijou, nossas línguas se enroscavam tão eroticamente que era complicado não gemer nos lábios dela.

Abri meus jeans, peguei meu pau e esfreguei-o na buceta dela. Afrodite sorriu mordendo os lábios e rebolou. Acho que eu nunca vou me cansar dessa mulher, nem desse corpo perfeito.

POV – Percy

Mais tarde naquele dia fui nadar com Annabeth, e Annabeth não tinha me deixado ver seu biquíni antes porque ele não existia. Estava sentado na borda da piscina com os pés dentro da água e ela chegou, usando a minha blusa, como estava usando antes. Ela tirou e revelou seu lindo corpo nu, banhado pela luz do sol, tão lindo, seus seios empinados estavam tão branquinhos na luz forte do sol.

– O que achou do meu biquíni, senhor? – perguntou ela travessa.

– Porque eu estou surpreso? – perguntei rindo.

– Mas você gostou? – ela deu uma voltinha mostrando “seu biquíni”.

– É lindo, bebê.

– Obrigada.

– Você passou protetor, mocinha?

– Claro que sim. Mas obrigada por se preocupar, senhor.

– Eu sempre me preocupo com a minha bebê.

Ela deu um risinho e se aproximou das escadas da piscina e começou a descê-las. Fiquei observando sentado na borda da piscina. Annabeth mergulhou e nadou até mim, apoiando seus cotovelos na borda da piscina ao lado dos meus joelhos. Seus cílios estavam úmidos e brilhantes combinando com o brilho dos seus lindos olhos cinza. Ela sorriu travessa e tocou na minha bermuda, brincando com o elástico.

– Então, o que o senhor pretende fazer hoje? – perguntou ela acariciando meu peito agora.

– Eu queria nadar com você. Só nadar sabe?

Annabeth fez biquinho e tocou minha nuca puxando-me um pouco para baixo para que nossos lábios se alinhassem.

– Mas, senhor… o senhor nem quer brincar um pouquinho? – murmurou ela.

Sorri.

– Você sempre me faz querer “brincar”.

Ela sorriu de volta e me beijou. Sua língua travessa puxava a minha com vontade. Segurei o rostinho dela e acariciei, aquela menina era insaciável, não que estivesse reclamando, eu também não conseguia manter minhas mãos muito tempo longe dela, mas gostava de dar um espaço a ela, aparentemente, a minha bebê não quer um espaço. Annabeth me deu um selinho e se afastou para voltar para dentro da piscina, Annabeth puxou a minha bermuda e deixou-a embolada ao lado do meu corpo. Meu pau apontou para ela, que sorriu tocando meu pau e apertou-o com delicadeza levando-o a sua boca.

– Você precisa ser menos safada, minha gostosa. – disse acariciando seu cabelo molhado.

Ela tirou meu pau da sua boca e me encarou, punhetando-me.

– Eu não consigo, senhor. – sorrindo, voltou a colocar sua boca no meu pau, lambendo a extensão.

Sorri e a afastei do meu membro.

– Eu sei. – disse entrando na piscina, segurei sua cintura e a puxei para mim capturando seus lábios, desci meus beijos pelo pescoço dela – Eu amei deixar essas marcas aqui. – murmurei contra a sua pele beijando a trilha de chupões que deixei no pescoço dela.

Ela deu uma risadinha adorável e acariciou meu cabelo. Apertei sua cintura mais e a empurrei contra a borda, agarrei seus seios e apertei meu peito contra suas costas. Mordi sua orelha e lambi o lóbulo depois chupei.

– A minha garotinha quer ser fodida na piscina é isso? – perguntei passando minhas mãos pelo corpo todo dela, esfregando seus seios e sua bundinha.

– Eu quero ser fodida pelo senhor em qualquer lugar. – respondeu ela sorrindo deitando sua cabeça no meu ombro quando passei a acariciar sua bucetinha.

– Ah, bom saber disso minha pequena, assim, sempre que eu estiver com vontade de chupar essa buceta rosa é só eu mandar?

– Isso, mas mande com jeitinho, sou difícil.

– Essa é a minha garota.

Ela sorriu empurrando sua bunda contra mim. Sorri de canto, beijei seu pescoço novamente e mordi levanto meu membro ao seu interior. Annabeth sorriu e segurou minhas mãos assim que pus as duas em sua cintura levando-as aos seus peitos lindos e me fez apertá-los. Logicamente eu queria apertá-los, contudo sempre amava quando ela levava-me a fazê-lo, direcionando minhas mãos ou pedindo. Tornava tudo mais excitante.

– Percy! – gemeu ela empurrando sua buceta contra meu pau enquanto eu estocava com força dentro dela.

As nossas peles quentes estavam se arrepiando por causa da água fria. Chupei a água que escorria do pescoço de Annabeth e continuei a estocar, a minha menina apertou a borda da piscina e gemeu mais alto.

– Isso, minha garotinha, goza no meu pau, me aperta. – sussurrei arfante no ouvido dela.

– Senhor… eu vou… eu vou…

– Eu também, minha gostosa.

Annabeth tremeu agarrada em minhas mãos que lhe abraçavam a cintura, logo eu também estava gozando sendo mais que deliciosamente apertado por ela. Ela deitou sua cabeça no meu ombro e me encarou sorrindo bobamente, tomei seus lábios, mordendo-os primeiro depois a beijei acabando com o fôlego da minha pequena. Ela não reclamou, nunca reclama, ela gosta que eu sei.

– A senhorita vai ficar jogada em mim? – perguntei.

Ela sorriu em seguida fez biquinho.

– Eu estou cansadinha, senhor. – disse ela manhosa – O senhor não pode me levar para a cama?

Eu ri.

– E o que o seu senhor ganha com isso? – perguntei malicioso.

Ela riu e mordeu o dedinho.

– O que o senhor acha de gozar na minha garganta?

Rosnei a pegando no colo.

– Eu te odeio por me controlar tão fácil assim.

– Odeia não. – ela aproximou o rosto do meu e beijou minha bochecha – Você gosta. Do mesmo jeito que eu gosto de apanhar.

– É. Você pode ter razão.

Acabamos rindo. Levei a minha bebezinha até o quarto e a coloquei na banheira para que o cloro saísse da sua pele linda. Annabeth me fez massagem e também me ajudou a ficar limpo, só depois fomos para a cama onde ela fez o que disse que faria. Eu queria fuder os peitos dela tanto que parecia que ela sentiu o meu desejo, pois se deitou na cama e apertou os próprios peitos e me chamou manhosa pedindo para fazer com ela o que eu quisesse, prontinha para receber meu pau no meio daqueles peitos deliciosos e branquinhos.

(...)

POV – Annabeth

Estava distraída na biblioteca procurando um livro de física, foi aí que me assustei com Octavian, virei-me para ir até uma mesinha poder estudar a matéria quando dei de cara com ele. Sorri e fingi que seu olhar de maluco não me assustava.

– Oi, Octavian. – cumprimentei sorrindo caminhando até a mesa.

Para minha infelicidade, ele me seguiu.

– Oi, Annabeth. – disse ele sentando-se a mesa na minha frente – Como vão as coisas? Não sabia que você viria para essa escola.

– Vão muito bem, obrigada, e com você? Então, nem eu sabia, meu pai quem quis me tirar da minha antiga escola.

– Vão bem, também. – ele deu um sorrisinho – Estou com saudades dos seus pais.

Deu o sorriso mais falso que consegui. O que aquele otário queria? Meus pais nunca mais falaram dele desde que eu disse que terminamos, a minha mãe só fala do Percy, parece mais apaixonada que eu. Pelo menos, ela me ajudou a esconder toda aquela trilha de roxos no meu pescoço, mas acho que estavam aparecendo um pouco, porque Octavian estava encarando a área.

– Eu gostaria de voltar a ser seu amigo, Annabeth.

Se eu dissesse que não queria o mesmo estaria sendo rude? Acho que sim. Ai desgraça, tantas escolas na cidade e eu vim parar aqui? Sorri amarelo.

– Eu também.

Ele sorriu, aquele moleque tem sorriso de psicopata.

– Então, você está namorando? Eu vi você saindo da escola com um cara no carro dele.

– É, eu to sim.

– Ele parece ser mais velho.

Será que eu posso meter o livro na cabeça dele?

– Ele é mais velho.

– Ahh, sim. – disse Octavian levantando-se – Bom, eu vou deixar você estudar, não quero atrapalhar. – já atrapalhou, otário – Tchau, Annabeth, foi bom te ver.

– Tchau, Octavian, digo o mesmo.

Finalmente aquele moleque foi embora. Tomara que ele esteja falando sério e não dê uma de Rachel e tente me separar de Percy. Eu mesma vou bater nele se ele tentar fazer isso. Do jeito que ele parece ser psicopata vai matar o Percy mesmo e mandar a cabeça dele numa caixa para mim. Talvez se eu for boazinha e conversar com ele quando vier conversar comigo e for gentil ele não se meta. Se não, meu papai vai ficar sabendo o quão mal ele foi pra mim, e eu ajudo a esconder o corpo depois.

Notas finais
Diamonds, sei que o cap foi pequeno, mas me deem um desconto, é pra dar mais suspense pro próximo cap. O que acharam? Gostaram? Comentem e me digam. Gente eu queria avisar que não respondo os comentários porque não tenho tempo é complicado, as vezes eu respondo alguns e tudo mais, só que não dá pra responder todos, eu sinto muito, por isso eu peço pra vocês me adicionarem nas redes sociais, aí vocês falam comigo por elas, assim eu posso dar atenção pra todo mundo, porque é mais fácil, eu posso falar pelo celular mesmo e tudo mais, mas responder comentário por celular não dá, quem comenta as vezes pelo celular sabe. Então é isso. Lembrem-se: Receber um lap dance é melhor que ter aula. Beijinhos Diamonds, até a proxima, amo vocês, tchau.