Senhor Jackson
17 Capítulo 17
Notas iniciais
POV – Percy
Eu estava me divertindo tanto com essa coisa de fotos. Rachel podia ter até uma foto comprometedora minha com a Annabeth, mas nenhuma delas se comparava as que eu tinha em minha posse agora.
Estávamos na minha casa, eu levei Annabeth comigo só que ao invés dela entrar no meu carro no estacionamento, ela andou dois quarteirões e entrou no meu carro. Ela estava um pouco apreensiva, mas assim que chegou na minha casa ela ficou calminha. Nós ficamos um bom tempo apenas abraçados na cama, conversando sobre banalidades e trocando beijinhos. Mas aí ela começou a me provocar, ela jogou uma perna sobre as minhas, apertou-me mais forte em seus braçinhos e passou a acariciar meu cabelo e seu beijo ficou cada vez mais depravado.
– Eu quero mais fotos. – murmurei contra os lábios dela.
Ela deu um sorrisinho e se levantou da cama.
– Mas o que eu ganho em troca? – perguntou ela cruzando os braços.
– Você pode ganhar uma filmagem muito linda de nós dois transando. – respondi dando um sorrisinho malicioso – Você vai poder ter o prazer de ver esse seu rostinho lindo se contorcendo de prazer enquanto meu pau esfola você.
Ela corou e mordeu os lábios sorrindo.
– Eu gosto da ideia.
Sorri e me ajoelhei na cama agarrando a cintura dela e a puxei para mim.
– Então vá arrumar a sua roupa que eu vou pegar a câmera.
Em pouquíssimo tempo estava pronto já. Tinha pegado a minha câmera e estava todo alegrinho para poder começar essa sessão de fotos. Quando aquela safada saiu do banheiro meu coração falhou de novo na batida, não importa que eu já tenha visto Annabeth nua em vários lugares diferentes e várias vezes, eu nunca me cansava de ficar admirado com a beleza dela. Ela estava novamente no estilo colegial safada que ela tinha me mostrado no dia anterior na sala de reforço. E desta vez ela estava de gravata e eu sorri feito uma idiota e ela deu um sorrisinho safado chupando o pirulito.
– Você está pronta, bebê? – perguntei.
Ela assentiu enrolando o cabelo no dedo empinando levemente a bunda. Suspirei para me controlar fazendo Annabeth rir. Indiquei a cama com a cabeça, Annabeth assentiu e foi rebolando até a cama fazendo a saia balançar para lá e para cá mostrando para mim a calcinha rosa dela que estava enfiada na bunda, e se inclinou sobre a cama, apoiando as duas mãos no colchão, empinando a bundinha ainda mais. Rosnei e já bati uma foto quando ela me encarou daquela maneira tão sexy enquanto mordia os lábios. Meu pau já tava ficando duro e nem tínhamos começado aquilo.
Fui para trás dela e ela me encarou sobre o ombro dando um sorrisinho safado, tirei outra foto agora pegando a calcinha dela. Rosnei e me aproximei dela, espalmei a mão na bunda dela e apertei depois dei um tapa. Annabeth deu um gemidinho e um pulinho, então ronronou pedindo mais, jogando sua bunda contra minha mão. Dei um tapa na outra nádega e continuei alternando até a bundinha dela ter atingido um tom adorável de vermelho.
Ela mordeu os lábios e continuou a me olhar sobre o ombro enquanto eu tirava outra foto e apertava meu pau para me controlar. Annabeth roubou a câmera de mim e me beijou, eu vi o flash de luz pelas minhas pálpebras e eu posso ter certeza que a foto que Rachel tem de mim e da Annabeth não deve ser tão perfeita quanto essa que a Annabeth acabara de tirar.
– Você é tão linda. – murmurei acariciando o rosto dela – Agora vamos continuar.
Ela sorriu e assentiu me entregando a câmera. A minha loira engatinhou sobre a cama, ficou no centro dela e se deitou apoiando-se nos cotovelos para me olhar. Ela colocou o pirulito na boca. Era gostosa mesmo. Tirei outra foto.
Tirei outras fotos e o melhor foi que conforme as fotos eram tiradas e os minutos torturantes iam passando ela ia perdendo uma peça de roupa. A primeira peça que sumiu foi a blusa dela. O sutiã dela era simplesmente lindo, rosa com um laçinho branco no centro. Deixei a câmera de lado por um segundo e apertei os seios dela. Ela se afastou e negou com o dedinho.
– Não, não, não, senhor Jackson, só quando estivermos filmando. – ela disse.
– Certo. – resmunguei nervoso.
Foi então que ela tirou a saia. Aquela calcinha rosa ficou completamente amostra para mim, eu não resisti. Coloquei a câmera no tripé que estava próximo a cama e comecei a filmar. Fui em direção a ela, Annabeth sorria. Abracei a cintura dela e a beijei e minhas mãos agarraram a bunda dela. Annabeth agarrou a minha nuca e esfregou-se em mim. A boca dela tinha gosto de pirulito de morango. Nossas línguas brigaram deliciosamente.
Joguei-a na cama e fiquei sobre ela, que puxou a minha blusa e a jogou no chão. Senti as unhas dela arranharem minhas costas e meu abdômen. Vergonhosamente eu gemi e Annabeth sorriu nos girando na cama ficando sentada sobre meu quadril. Ela se inclinou sobre mim e me beijou e depois beijou meu pescoço e for descendo, seguindo o rastro vermelho que ela tinha feito com as próprias unhas, beijando-o até chegar na minha calça. Ela desafivelou meu cinto e a abriu tirando-a de mim.
Ela sorriu e beijou meu pau sobre a cueca e o apertou. Aquela antecipação era horrível, eu respirava ruidosamente e já estava suando e meu coração batia com muita força. Ela sorriu do meu gemido sôfrego e tirou a minha cueca. Meu pau saltou para fora e ela mordeu os lábios encarando e o segurou fazendo-me gemer.
A minha bebê lambeu a extensão do meu pau e depois de dar um beijinho na cabeçinha o engoliu inteiro indo o mais fundo que conseguia. Gemi jogando a cabeça para trás, peguei os cabelos dela e segurei em um rabo de cavalo ditando os movimentos do modo que desejava. Annabeth gemia enquanto engolia meu pau todo, o deixando completamente babado. Se possível eu fiquei mais duro.
– Annabeth…
Eu gemia e Annabeth me encarava sorrindo enquanto sua mãozinha acariciava meus testículos. Parei de ditar os movimentos e deixei Annabeth fazer o que bem entendia. Ela chupou meus testículos e depois lambeu toda a extensão do meu membro e se focou na cabeçinha chupando-a e lambendo. Eu gemia e suspirava.
– Annabeth… para… eu vou…
Não adiantou avisar, nunca adiantava, ela engoliu meu membro e o chupou com força e logo eu estava gemendo alto gozando na boca dela. Annabeth engoliu tudo e depois lambeu meu membro todo, limpando-o. Eu respirava com força.
– Ficou cansado, senhor Jackson? – perguntou ela subindo pelo meu corpo, sentando-se novamente sobre meu quadril.
Neguei com a cabeça e a joguei na cama. Annabeth sorriu e abraçou meu pescoço enquanto eu a beijava. Levantei-a um pouco para poder abrir seu sutiã e o joguei pelo quarto. Beijei mais uma vez a boca dela e fui descendo meus beijos pelo pescoço dela e então finalmente cheguei aos seus seios. Beijei o vale entre ele e deslizei minha língua para o direito e mordi o biquinho antes de chupá-lo e colocar o seio dela todo dentro da boca.
Annabeth gemeu e acariciou meus cabelos enquanto eu deixava seu seio vermelho e ia para outro, arrastando minha língua até ele enquanto meus dedos se ocupavam em acariciar a buceta melada dela. Annabeth gemia e rebolava nos meus dedos, quando os enfiei dentro da calcinha dela eu tive que gemer junto. O clitóris dela estava durinho e melado.
– Senhor… – suspirou ela quando passei a beijar a barriga dela descendo meus beijos até a calcinha dela.
Fiquei diante da calcinha dela e suspirei ao ver o pano fino todo molhado. Olhei para ela, que já estava com as bochechinhas vermelhas.
– Você gosta dessa calcinha, bebê? – perguntei. Ela assentiu – Que pena.
Puxei o pano fino e o rasquei completamente. Annabeth deu um gritinho assustado e depois ficou me olhando com os olhos escurecidos e agarrou meus cabelos empurrando-me na direção da buceta dela. Sorri e cobri a buceta dela com a minha boca. Lambi-a completamente fazendo Annabeth gemer rebolando os quadris, jogando-os contra minha boca. Eu já estava ficando duro.
Continuei a chupar me deliciando com aquele gosto doce dela. Lambi, chupei e eventualmente mordi. Ora me concentrando no clitóris dela, ora na entrada, alternando entre meus dedos e minha língua. Quando senti que ela estava no seu ápice, afastei meus lábios e os meus dedos dela. E antes que ela pudesse reclamar, meu pau já estava afundando nela lentamente e o resmungo dela se tornou um gemido longo e preguiçoso. Saí lentamente e estoquei com força, Annabeth tremeu, agarrou meus ombros e gemeu perdendo o ar, meu pau ficou todo melado e sendo apertado deliciosamente por ela.
Estoquei e estoquei, Annabeth gemia, arranhava meus ombros e rebolava. Quando estava me aproximando do orgasmo desci meus lábios aos dela e a beijei tirando o resto do fôlego dela. Gemi na boca dela e gozei temendo todo. Estoquei mais algumas vezes até que Annabeth tremeu também e gemeu abraçando meu pescoço gozando também.
Ficamos deitadinhos por um tempo trocando beijinhos e caricias. Depois me levantei e peguei a câmera. Deitei-me ao lado de Annabeth com a câmera em mãos. Ela sorriu de canto e aproximou de mim e me beijou.
– Será que ficou bom, senhor Jackson? – perguntou ela passando a língua pelo contorno da minha orelha – Será que eu vou poder usar isso como uma fonte de inspiração para quando eu estiver sozinha e com saudades de você?
Eu sou muito lerdo.
– O que você quer dizer com isso? – perguntei sem entender.
– Você é tão lerdinho, Percy. – disse ela sorrindo – Quero dizer que ao invés de usar a minha imaginação quando sentir sua falta eu posso assistir a esse vídeo e… – ela aproximou os lábios do meu ouvido sussurrando – me tocar ouvindo seus gemidos.
Mordi os lábios.
– Isso me lembra de que eu ainda quero te ver se tocando para mim. – disse.
Ela sorriu maliciosa.
– O senhor deseja ver agora? – perguntou ela.
– Sim, bebê.
– Deseja filmar também, senhor? – ela fez biquinho.
Mordi os lábios com força, assentindo freneticamente. Ela riu e se ajeitou ao meu lado ficando confortável nos travesseiros. Sentei-me na poltrona onde eu teria a melhor visão possível dela e levei o tripé, o deixando ao meu lado, captando Annabeth por completo. Comecei a filmar e já me senti arrepiado. Ela lambeu dois dedos e os desceu em direção a própria buceta. Eu não sei quem gemeu mais se fui eu ou ela, aquilo era simplesmente demais para mim.
…
POV – Thalia
Eu chamei Nico para a sala de Afrodite e ele foi um pouco assustado com o que poderia acontecer. Ele sentou-se diante de Afrodite e olhou para ela que tinha o celular de Rachel na mão.
– Nico, precisamos da sua ajuda, querido. – disse Afrodite.
– Para que? – perguntou ele.
– A senhorita Dare tem fotos no seu celular – ela chacoalhou o celular – que precisam ser apagadas e o senhor precisa nos ajudar com isso.
– Posso saber porque as fotos precisam ser apagadas? – perguntou ele parecendo extremamente confuso.
– Podemos contar, Thalia? – perguntou Afrodite.
– Ele é confiável. – sentei-me ao lado dele – Olha, Nico, a Annabeth está namorando um cara que não pode exatamente confessar que é namorado dela agora por motivos legais. E a Rachel tirou fotos dela com esse cara e está chantageando a Annabeth. E ela gosta muito desse cara. Então precisamos fazer algo para ajudar.
– Quem é esse cara? – perguntou ele.
– É o Percy. Não é obvio? – perguntou Afrodite.
Nico arregalou os olhos.
– Agora que você falou na verdade é bem obvio. – disse ele. Nico rosnou – Então a Rachel quer brincar com a Annabeth? – perguntou ele.
Eu sabia que se mexessem com Annabeth, o Nico ficaria muito nervoso.
– É. – disse.
– Me dá esse celular. – Afrodite sorriu e entregou o celular para ele, em cinco segundos ele já tinha desbloqueado o negocio – Pronto.
– Como você sabia a senha? – perguntei.
– Não sabia, só segui as marcas de dedo do celular. – ele deu de ombros. Porque não tínhamos pensado nisso antes?
– Isso é tão inteligente. – murmurei.
Ele ficou rosado.
– Não é pra tanto.
Ele é tão fofinho. Agarrei o rosto dele e o puxei para mim, beijando-o. Nico retribuiu o beijo até que lembrou que Afrodite estava assistindo, ele se afastou de mim ficando cada vez mais vermelho. Afrodite sorriu abertamente.
– Eu sempre shippei vocês dois. – disse ela – Vocês sempre fofinhos conversando sobre bandas e gente que arranca cabeça de morcegos. Adorável. – ela bateu palmas.
Eu comecei a corar também. Nico riu e me deu um beijinho na bochecha.
– Você é muito bonitinha. – disse ele.
– Parem de ser fofos vocês dois. – ordenou Afrodite.
Nico começou a mexer no celular de Rachel e foi até a galeria procurando as fotos para apagar, até que outra foto chamou a atenção dele.
– Peitos. – disse ele meio bobo.
Arranquei o celular da mão dele e dei um pescotapa nele. Olhei a foto e era a foto dos peitos da Rachel que mais da metade da escola tinha, até eu já tinha visto, o Connor tinha me mostrado. Procurei as fotos certas e apaguei-as. Suspirei aliviada.
– Acho que agora está tudo certo. – disse.
– Ainda não. Temos que esfregar na cara da Rachel que ela perdeu esse joguinho imbecil dela. – disse Afrodite – E eu até sei como fazer isso.
Ela sorriu maldosamente e eu acabei sorrindo também mesmo sem saber o que ela tinha em mente. Ao sair da sala da Afrodite dei outro tapa no Nico.
– Você não presta. Fica todo bobo quando vê um par de peitos. – disse – Eles nem eram tão grandes assim.
– Olha, foram os primeiros que eu vi… pelo menos os primeiros que eu vi de uma garota que eu realmente conheça.
Ele começou a corar.
– Você é virgem, Nico? – perguntei.
– Grita mais alto porque o pessoal do outro lado da cidade não te ouviu. – ele ficou completamente vermelho.
Eu ri e parei o segurando pelo pulso.
– Você é muito bonitinho. – disse dando um beijinho na boca dela – Desculpa.
– Tudo bem. – disse ele suspirando.
Ele era tão fofinho e tinha ajudado a mim e a Afrodite a não deixar que nosso shipp afundasse, ele merece um premio, não acham?
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