Notas iniciais
Notas da Lisa: Olá meninas lindas eu queria me desculpar pela demora mas aconteceram vários imprevistos e além de um pouco de falta de inspiração da parte desta humilde autora que vos fala kkkk mas já passou e modestia a parte Eu e a Renata arrasamos neste capitulo kkkkk espero que vcs se divirtam e queremos muitos comentários e quem sabe alguma recomendação heim? bjks

Notas da Rê: Oi pessoas primeiro peço desculpas pela demora do capitulo, mas em consequência de vários acontecimentos atrasou mesmo, porem prometo me redimir kkkkkkk e começo trazendo este capitulo que tá cheio de emoção, espero que gostem e não esqueçam de ler as notas finais tá?
Quero dedicar este capitulo a Uelda e a Juaassaid pelas recomendações perfeitas que fizeram do nosso perfeito Senhor do Prazer e dizer a vcs meninas que essa fic não existiria sem vocês, saber que vocês adoram a fic, saber que ela significa algo tão grande para todas me deixa extremamente feliz, então obrigada mesmo...adoro vcs!
Quero agradecer a todas que deixaram seus reviews lindos, respondi vários mas falta responder aos outros e prometo responder em breve, estou me atualizando depois de umas férias, mas meninas muito obrigada mesmo...adoro mesmo vcs

Edward estava desnorteado devido às lembranças que suscitaram em sua mente depois da conversa com Isabella, ele não podia agüentar então fez a única coisa possível nesta situação fugiu, pois não poderia perder o controle diante dela.
Chegou ao seu apartamento e estranhou as luzes estarem acesas, ele jamais as esquecia ligadas até porque o escuro para ele era mais reconfortante do que a luz.
Entrou em seu quarto e teve uma grande surpresa a ultima pessoa que esperava em sua casa estava ali, tão linda que por um momento pensou estar tendo uma visão, aquela que o salvou de um destino pior que a morte e que mesmo com sua mente doente era o mais perto do amor que ele conhecia. Esme a única pessoa que o ajudou e a quem ele devia muito mais do que sua vida, mas também a pessoa que ele mais decepcionou com seus desejos perversos.
– O que você está fazendo aqui Esme? Sabe que não quero que venha até minha casa. Falou Edward com o mesmo tom de voz que usava para falar com os seus subordinados, lhe quebrava por dentro ter que falar assim com Esme, mas era a única maneira de tentar a manter afastada de toda a podridão que era a sua vida
– Edward há quanto tempo eu não o vejo? Estava com saudades e você me obrigou a vir ate aqui quando não foi ao jantar que ofereci em minha casa. Respondeu ela não se deixando abater pelas palavras frias de Edward, pois ela mais do que qualquer pessoa entendia porque ele agia assim, Edward tinha medo, medo de ser traído novamente, de novamente ver seus sentimentos e sonhos serem espezinhados. Esme sabia disso e seu coração sangrava por ele, mas se dependesse dela não deixaria seu menino sofrer mais, ela realmente não sabia de todos os demônios com os quais Edward tinha que lutar, mas ele não lutaria sozinho, para todos os efeitos ele era seu filho era assim que se sentia em relação a Edward e apesar de no passado esse sentimento ter ficado confuso hoje ela sabia que faria qualquer coisa por seu menino.
– Quando você vai parar de fugir de mim Edward? O que aconteceu entre nós foi há muito tempo e eu não guardo mágoa alguma, mas se você continuar fugindo, pensarei que a culpa de tudo isso é minha e sinceramente meu filho eu não posso continuar vivendo com essa culpa. Ela falou já com algumas lágrimas nos olhos, Edward via que ela sofria por ele e essa dor que inconscientemente causava a Esme o matava.
– Como você pode pensar que a culpa seja sua Esme? Você foi uma das únicas coisas boas que aconteceram em minha vida desgraçada, se houver alguma culpa em toda essa situação ela é única e exclusivamente minha e a mente deturpada que possuo. Edward disse com o semblante carregado.
Esme se aproximou de Edward, tocando em seu ombro fazendo com que ele se virasse e a encarasse nos olhos, os anos poderiam passar, mas os olhos de seu menino sempre teriam a capacidade de fazê-la querer o abraçar e acalentá-lo em seus braços, era tanta dor que via em seus olhos que a cada vez que o encarava se sentia rasgar por dentro, pobre Edward teve tanto sofrimento em sua vida, quando será que lhe seria dada a oportunidade de ser feliz? Edward não era seu filho de sangue, mas era o filho de seu coração e ela se preocupava muito mais com ele do que com seu filho Emmet.
– Edward não existe culpa no que aconteceu você apenas confundiu os sentimentos. Disse Esme encarando Edward
–Como você pode dizer isso Esme logo você que sabe que os únicos sentimentos que sou capaz de sentir são aqueles despertados na cama durante uma relação sexual, eu não acredito em sentimentos e mesmo que você seja a pessoa mais importante da minha vida eu não acredito que o amor que sente por mim seja assim tão sem segundas intenções. Edward falou com a voz quebrada pela dor.
O amor não tem que ser sexual, Edward, em sua forma mais pura não tem nada a ver com um ato físico.
– Como você pode dizer algo assim para uma pessoa como eu, Esme? A única forma de amor que conheço é a sexual e você sabe disso melhor do que ninguém.
Porque é assim como me sinto, Edward, se alguma vez me necessitasses, não haveria poder no mundo que me impedisse de estar ao teu lado assim que pudesse.
– Porque você fala sobre essas coisas que eu não entendo, eu nunca tive amor ou senti dessa maneira que você falou e nunca sentirei porque esse sentimento que você diz ser o amor não é para pessoas como eu. Edward disse e em seus olhos notavam-se todos os longos anos de solidão e falta de amor que fizeram parte da sua vida por tanto tempo. Esme não sabia mais o que fazer para convencer Edward sobre a importância do amor, do verdadeiro amor, na vida de qualquer um, mas seu menino havia sido muito ferido ao longo de anos tanto física quanto mentalmente e mesmo tendo passado por tudo o que passou Esme sabia a capacidade que Edward tinha de amar, ele só precisava deixar que alguém entrasse na sua vida e então ela tinha certeza que sua alma estaria salva.
Esme nunca se esqueceu da primeira vez em que viu Edward aquele garoto, quase um homem, tão bonito que parecia um anjo, mas ao mesmo tempo tão triste que lhe cortou a alma e quando ele foi para sua casa e conheceu seu filho Emmet foi a primeira vez que Esme viu alguma emoção cruzar pelos olhos dele aquilo lhe mostrou que apesar de tudo o que tinha passado em sua vida Edward ainda tinha uma alma e a capacidade de amar.
Na semana em que Edward chegou a sua casa foi a mais tensa porque por mais que Esme e Carlisle tentassem se aproximar, ele sempre se esquivava o único a conseguir a se aproximar era Emmet, o único com quem ele conversava e foi o único naquela casa a alcançar o coração de Edward e isso se provou quando em uma manha de sol Emmet conseguiu burlar a vigilância da babá e pulou na piscina, Edward estava em seu quarto, mas viu o que aconteceu e com uma agilidade a qual Esme não imaginava que ele possuía pulou na piscina, mesmo com o braço quebrado e salvou seu filho.
E mesmo se ainda houvesse alguma duvida em sua mente sobre a linda alma que possuía seu menino naquele dia todas foram sanadas. Então ela não deixaria esse agora um homem se enterrar com seus fantasmas.
– Edward a única coisa que realmente tenho certeza é que você não é esse ser humano desprezível que quer aparentar para o mundo, eu sei que você meu filho tem uma capacidade imensa de amar só tem muito medo de sofrer e eu sinceramente espero que você consiga acabar com isso em seu coração e que alguém faça o que eu não consegui. Esme falou com a voz embargada pela dor, ela sentia-se tão mal por não ter conseguido salvar seu menino de todos os demônios que o atormentavam, pegou sua bolsa e com um ultimo olhar em direção a ele e se foi.
Edward ficou ali parado encarando a porta por onde sua quase mãe havia passado, com as palavras dela ainda soando em sua cabeça, será que tudo o que Esme disse era verdade? Não ele sabia que não era possível! Ele era um ser sem alma seu espírito foi quebrado há muito tempo e os sentimentos já não faziam parte dele, o que Esme disse foi provocado pela culpa que ela sentia em relação a Edward e nada mais. Ele foi até o bar no canto da sala e serviu-se de um whisky, mas aquela visita tinha mexido muito com seus sentidos e não conseguia relaxar decidiu ouvir uma musica, hoje não tinha vontade de tocar piano, colocou o primeiro cd que viu e deixou tocar, no momento em que a musica começou ele parou e a letra daquela canção tocou fundo em seu coração destruído.

Fade To Black
Life, it seems, will fade away
Drifting further every day
Getting lost within myself
Nothing matters, no one else
I have lost the will to live
Simply nothing more to give
There is nothing more for me
I Need the end to set me free
Things not what they used to be
Missing one inside of me
Deathly lost, this can't be real
Cannot stand this hell I feel
Emptiness is filling me
To the point of agony
Growing darkness taking dawn
I was me, but now he's gone
No one but me can save myself, but it's too late
Now I can't think, think why I should even try
Yesterday seems as though it never existed
Death greets me warm, now I will just say goodbye
Escurecer
A vida parece desaparecer
Esvaindo-se todos os dias
Me perdendo dentro de mim mesmo
Nada importa, ninguém mais
Eu perdi a vontade de viver
Simplesmente nada mais a oferecer
Não há nada mais para mim
Preciso do fim para me libertar
As coisas não são mais como costumavam ser
Faltando alguém dentro de mim
Mortalmente perdido,isso não pode ser real
Não posso suportar esse inferno que sinto
O vazio está me preenchendo
Ao ponto da agonia
As trevas crescem tomando a aurora
Eu era eu mesmo, mas agora se foi
Ninguém além de mim pode me salvar, mas já é tarde demais
Agora eu não consigo pensar, pensar por que eu deveria tentar
O ontem parece nunca ter existido
A morte me recebe calorosamente, agora eu vou apenas dizer adeus.

A música estava trazendo sentimentos que Edward não queria e estes desencadearam memórias que passou a eternidade tentando esquecer. Mas, algumas feridas eram muito mais profundas algumas iam até a alma, e o espetavam mesmo depois que vendeu essa mesma alma em troca de paz, toda a solidão de sua vida e seus sonhos de infância destruídos, ele sentou-se na poltrona em frente à lareira e as lembranças começaram, lembranças de quando era ainda um garotinho e sentava-se no colo de seu pai e brincava que era um médico famoso, e seu pai ria com ele e falava que tudo o que ele quisesse fazer ele conseguiria, pois ele sempre estaria ao seu lado, aquela memória fez com que Edward jogasse seu copo longe, a dor queimava em suas entranhas, porque logo agora ele tinha que lembrar? Mas parecia que as comportas estavam abertas Edward não sabia se foi por causa da musica ou das palavras de Esme, mas todas as suas memórias estavam vindo à tona, lembrou-se de um dia em que já estava morando com sua tia e ela mais uma vez não havia lhe dado nada para comer, seu estomago doía, então ele resolveu ir até a cozinha e pegar alguma coisa para comer e com alguma sorte sua tia não estaria lá, mas ao chegar à sala ele viu algo que sua mente infantil não entendia, sua tia estava com um chicote na mão vestida com uma roupa de couro e ela batia em um homem com o chicote, Edward ficou estático com aquela cena que se desenrolava a sua frente ele deu um passo a frente para sair dali, mas tropeçou em uma sacola e sua tia o viu, ela parou de bater naquele homem e foi em direção ao menino, em seus olhos só havia ódio e maldade.
– Então o moleque gosta de espiar? Pois agora eu vou te ensinar o que acontece com pessoas curiosas. Ela falou e pegou Edward pelo braço mandou o homem que antes estava apanhando que o segurasse enquanto ela chicoteava ao menino sem piedade alguma, quando cansou de bater ela simplesmente pegou um copo de whisky e jogou todo o liquido nas costas de Edward e o deixou ali deitado chorando
Essa tinha sido uma das inúmeras surras que ele havia recebido de sua tia, e pelas lembranças de Edward esta não tinha sido uma das piores, seu corpo carregava marcas de outras bem mais cruéis. Depois daquela vez ele tentou ser invisível e por um tempo funcionou até o aparecimento de um homem que transformou o que tinha vivido até aquele momento em um sonho encantado, pois depois de sua chegada é que realmente Edward conheceu o inferno.
Edward voltou ao presente, essas lembranças não trariam nada além de mais tristeza e ele estava começando a ficar cansado disto, em todos esses anos desde que seus pais morreram ele podia contar nos dedos de uma mão às vezes em que se sentiu um pouco feliz, talvez Esme tivesse razão e ele realmente tivesse medo de sofrer e por isso afastava as pessoas, mas havia uma pessoa que apesar de mexer com o fundo do seu ser ele não queria afastar, sua Isabella, sim aquela menina-mulher tinha conseguido o que muitos tentaram sem conseguir e que ela com apenas um olhar tinha alcançado, ele precisava ver Isabella de novo, talvez começar a explicar o que ele esperava desta relação e convencê-la a aceitá-lo, era isso o que faria e começaria agora, enviando o convite para a sessão de autógrafos do seu livro que era o preferido dela, iria surpreender Isabella e só esperava que ela lhe perdoasse por ter omitido ser ele o escritor do Cavaleiro Negro.

Estava sendo um dia de ansiedade e de pensamentos conflitantes, novamente sonhara com seu cavaleiro que em seus sonhos aparecia com a face de Edward, aquele que não saia de sua cabeça, aquele que lhe despertava sentimentos inusitados, aquele que lhe deixava quente com apenas um toque, mas que ainda era um mistério, alguém que se sentara com ela por pouco tempo, mas que a olhava como se pudesse ver sua alma, ao mesmo tempo a olhava com desejo, mesmo sendo ingênua em certos assuntos a menina sabia que Edward a desejava e aquilo era estranho, Bella ficou por todo o dia na expectativa de ver o ruivo de olhos verdes faiscantes, tentou concentra-se no autor de seu livro, mas Edward não lhe saia mesmo do pensamento decidiu por fim fechar a livraria e procurar algo melhor para vestir naquela noite afinal de contas conhecera enfim seu ídolo e ainda poderia ver Edward, era isso ela queria vê-lo.
Procurou por seu armário uma roupa mais adequada, mas não encontrou nada alem do que suéteres velhos e jeans desgastados bufou raivosa e sentou-se a cama buscando por seu gato.
– E agora Sr. Spok o que irei vestir? Ela pergunta perdida e decepcionada com suas roupas, queria mesmo mostrar-se apresentável para ver Edward e para conhecer o autor de seu Cavaleiro, neste momento o telefone toca e a menina corre para atender, gostaria que fosse Edward provocando-a com suas incógnitas, mas sabia que não poderia ser.
– Bells desembucha porque está tão cedo em casa. Alice não brecha nem para que ela fale
– Oi pra você também Alice. Bella bufa e revira os olhos enquanto Alice ri alto. Esta bem elétrica hoje, como tem passado querida? A morena fala carinhosa com a grande amiga.
– Estou bem Bells, estudando pra caramba, mas está tudo bem, o curso é esplendido e estou tão animada com os desenhos maravilhosos que fiz, quando eu voltar para Seattle levarei vários vestidos para você. Alice diz animada e Bella sorri lembrando-se de que precisaria de um vestido agora.
– Estou tão feliz por você Alice. Bella fala orgulhosa.
– Obrigada Bells, mas eu não teria chegado ate aqui sem a sua ajuda. Alice é carinhosa com a amiga. Agora voltemos a você, sei que está tentando me enrolar, então desembucha. Bella percebe que não tem como esconder-se de tudo o que esta acontecendo em sua vida nos últimos dias, por isso contou tudo sobre seus sonhos com seu cavaleiro que agora tinha o rosto de Edward.
– Por Deus porque não me contou isso antes Bella?
– Eu pensei que pudesse achar que sou uma maníaca de pensamentos sujos, e, além disso, tudo aconteceu tão rápido Alice e ele me deixa tão confusa com aquela conversa de que pertenço a ele. Bella enfim sente-se melhor para contar a sua amiga. Ele parece um maníaco controlador falando assim, mas ele é lindo, charmoso, sexy e bem quente, mais ainda sim irritante, arrogante e misterioso. Ela morde os lábios
– Pelo que me descreveu ele deve ser mesmo, e Bells o cara deve estar afim de você, ele pode ser o tipo de homem possessivo, isso é mesmo quente Bella e puxa to morrendo de inveja. Alice diz animada e continua. Bells sério você tem que confronta-lo, tem que exigir dele uma posição em relação a vocês, e se ele estiver mesmo tão interessado vai fundo amiga, sabe que esta louca para provar um homem de verdade, do contrario não teria esses tipos de sonho, você o deseja Bella e isso é natural, pelo que disse ele deve desestabilizar qualquer mulher com toda essa dominação. Alice tenta aconselhar sua amiga a seguir os instintos ou mesmo seu coração.
– Não consigo Alice, há algo nele que não sei explicar talvez seja o mistério que me deixa maluca, ele faz perguntas e eu as respondo automaticamente, não consigo mentir ou fingir entende, sou compelida a ele como uma submissa e isso me assusta, e você sabe que não quero ser um passatempo, mas quando estou perto dele tudo muda, ele me faz querer estar perto e me deixa quente Alice. Bella enrubesce com a declaração.
– Hum dominador então? Alice pergunta e Bella reflete sobre aquilo e tira a conclusão de que Edward era como seu cavaleiro, mas será mesmo? Ele deixou claro que não apreciava o livro.
– O que quer dizer com isso Alice? Como assim dominador? Bella indaga curiosa sobre o que a amiga diria.
– Dominador tipo aquele que lidera na relação, isso é mesmo sexy Bells e não negue que gostaria de ter esse homem para você, é disso que precisa minha amiga, só assim você pode ter a realidade em vez de sonhos. Alice tagarela por mais algum tempo e tentando mudar de assunto Bella comenta sobre a sessão de autógrafos e que não tinha uma roupa descente para vestir, Alice logo diz à amiga que tem alguns vestidos em seu armário e ordena que ela use-os, Isabella relutante escolhe um vestido azul simples, ajustava muito bem seu busto e era solto nas pernas, penteou-se e maquiou-se com acessórios de Alice, até que estava bonita. Porém o que marcava seu semblante era a expressão de felicidade por talvez ter a oportunidade de ver Edward e tirar de vez suas duvidas sobre o que ele desejava com ela, pelo menos tentaria, e ainda poder enfim conhecer seu ídolo.
Isabella pegou um taxi ainda sorridente e seguiu a direção ao endereço descrito no convite quando lá chegou viu muitos carros parados em frente do iluminado lugar, o frio em sua barriga era seu companheiro desde que desceu do carro ela respirou fundo e por fim caminhou em passos largos e notou os repórteres entrando, viu belas mulheres trajadas com vestidos de grifes famosas e mais uma vez agradeceu a Alice por tê-la salvado mais uma vez, não estava tão elegante como aquelas mulheres, mas não faria feio, olhou para as portas e viu um homem vestido num terno grafite, penteado impecavelmente, usava comunicadores de ouvido e tinha alguns papeis nas mãos, aproximou-se da entrada e o mesmo homem lhe olhou feio.
– Senhorita poderia sair do tapete, esta é uma sessão particular de autógrafos e não posso deixar que fique ai, estamos esperando convidados e você esta congestionando a entrada, sei que esta curiosa para entrar mas tenho a certeza de que este não é um ambiente que possa participar, então peço por gentileza que saia antes que aconteça algum transtorno. O homem fala com desdém, antes mesmo que ela possa dizer que era uma das convidadas, ele não tinha o direito de trata-la daquela forma, ele a estava julgando talvez por sua roupa nada glamourosa.
– Em primeiro lugar boa noite senhor. Bella arma-se para botar este homem em seu devido lugar, quem ele pensava que era para tratar uma pessoa dessa forma, enquanto isso o homem arqueia sua grossa sobrancelha. Eu sei muito bem que esta é uma sessão de autógrafos, sei onde estou senhor e para que entenda melhor sou uma das convidadas, então peço gentilmente que confira meu nome nesta lista que está em suas mãos, mas aconselho ao senhor a não julgar mais as pessoas não as julguem por seu vestuário ou pelo o que possuem, para o seu próprio bem aprenda a ser humano, agora olhe de uma vez se meu nome está nesta lista. Bella dá uma boa lição ao homem que apenas a olha de olhos arregalados pela audácia dela em lhe dizer tais coisas, para ele Bella não passava de uma suburbana.
– Nome, por favor. Diz a contragosto olhando Bella da cabeça aos pés.
– Isabella Swan. Bella faz questão de mostrar seu convite, o homem arregala os olhos e Isabella acha tudo estranho demais, num momento ele a trata como um nada e agora parece que estava vendo um alienígena. Por favor, Srta. Swan aguarde um instante. O homem agora sorri gentilmente, e ela fica ainda mais intrigada com essa atitude do segurança.
– Srta. Swan seja bem vinda, a concierge vai leva-la até seu lugar e desculpe-me pelo equivoco. O homem beija cordialmente sua mão, levando-a em seguida ate uma moça loira de olhos verdes que a guia para seu destino, Isabella nunca esteve tão confusa.
– Srta Swan a pedido do Sr. Cullen a senhorita terá um lugar para poder sentar-se e apreciar a entrevista, está noite ele dará algumas respostas sobre a obra e depois dará alguns autógrafos, porem à senhorita ocupará uma sala particular onde será servido o que desejar e em seguida o Sr. Cullen virá falar com a senhorita. Bella não podia estar mais feliz por poder conversar com o seu ídolo por isso seguiu Andie em corredores revestidos de tecido negro, tinha muitas pessoas tirando fotos e apreciando o ambiente, o livro que amava estava espalhado por estantes iluminadas que destacavam a bela capa negra, Bella seguiu Andie ate que viu seu ídolo sentado em uma mesa acompanhado por dois homens, ela julgou ser o autor e o outro talvez seja seu agente, havia varias pessoas que ela deduziu serem repórteres, todos estavam fazendo perguntas e à medida que se aproximava pôde perceber que conhecia aqueles cabelos e aquela voz que agora respondia as perguntas de forma seca.
Ela estaria pronta para conhecer qualquer pessoa que se denominasse autor de seu livro favorito, mas não esperava encontrar aquele homem que falava sem demonstrar interesse, estava pronta para qualquer coisa naquela noite, mas não contava com aquilo, não contava com aqueles olhos que agora a encaravam, aqueles olhos que conhecia, e que atormentavam seus sonhos.
Não poderia ser ou poderia? Bella paralisou e procurou entender que espécie de brincadeira era aquela, o que estava acontecendo ali? Ele era o seu ídolo? Mas como? Olhou então o anuncio com o nome Edward Cullen e suas pernas amoleceram, ele a olhava e ao mesmo tempo respondia as perguntas, mas Bella logo sentiu alguém tocar-lhe quebrando assim o contato visual que tinha.
– Srta Swan está tudo bem? Andie pergunta preocupada.
– Eu sinto muito Andie, eu só fiquei surpresa com algumas coisas, mas podemos ir agora. Ela tenta sorrir, mas estava irritada e decepcionada. Então ele havia brincado com ela esse tempo todo? Então era isso? ele resolveu brincar com ela por considera-la ingênua como ele havia dito a duas noites, era um jogo, mas então que tipo de jogo?Como ela podia ter sido tão burra ao achar que teria algo com um homem como ele? Como podia ter sido tão idiota a ponto de achar que seu ídolo seria alguém agradável, só não havia saído daquele lugar porque antes queria confronta-lo, na iria deixar que isso passasse, ele teria que dar uma explicação sobre tudo isso.
Bella foi colocada em uma sala com vista direta para o palco onde Edward estava sendo entrevistado, havia um vidro escuro envolvendo a sala em que estava, havia estantes e um sofá de couro, era um lugar de requinte, havia flores que ela julgou ser frésias, e varias bebidas inclusive um garçom para servi-la, porém a garota não quis nada, não sentia fome ou sede, não conseguia concentrar-se na entrevista, por diversas vezes viu Edward olhar na direção da sala de vidros escuros. Bella pensou em tudo inclusive como sua vida havia mudado tão rápido, como tudo estava confuso depois de Edward Cullen ter entrado em sua vida.
Não sabia por quanto tempo estava ali naquela sala, tudo o que passava em sua cabeça era como ela sentia-se usada e enganada por ele, não conseguia perdoar-se por ter sido tão idiota, a entrevista terminou e ela viu quando ele saiu da mesa e olhou em sua direção, Isabella sabia que chegara a hora do confronto, por isso levantou-se e começou a andar pela sala vazia.
– Espero que eu tenha tirado suas duvidas Srta Swan. Bella arrepia-se com aquela voz e vira-se para enfim olha-lo, e ela não pôde conter as batidas aceleradas de seu coração ao ver aquele homem magnífico vestido num terno negro que só o deixava mais misterioso, ela jamais se acostumaria com tamanha beleza, mas essa não era a hora de agir como uma garotinha deslumbrada.
– Que espécie de brincadeira é essa Sr. Cullen? Bella pergunta raivosa com a face vermelha.
– Não estou vendo nenhum tipo de brincadeira Isabella. Ele responde arrogantemente não esperava vê-la com menos raiva do que demonstrava.
– Como não Sr. Cullen, mentiu para mim o tempo inteiro sobre quem realmente era e me fez de idiota por dias, porque fez isso Sr. Edward? Eu confiei em você, te levei a minha casa e o que fez? Mentiu para mim, me fez de idiota, humilhou-me, sinceramente o que acha que sou? Alguém para que possa brincar nas horas em que estiver entediado? Ela toma um pouco de ar e continua. — Eu não o entendo, uma hora está exigindo coisas sem nenhum sentido para mim, está dizendo que pertenço a você, outra hora está saindo abruptamente da minha casa indignado com algo que desconheço e no outro dia me manda um convite para que eu possa conhecer alguém que admiro, e agora descubro que esse alguém é o homem que está me enlouquecendo com sentimentos desconhecidos, eu não sei o que deseja com tudo isso. Ela solta e ele sorri torto com a irritação dela e também com a declaração de que ele a deixava louca, então ele estava enlouquecendo-a? Isso era mesmo o que queria. Deus isso é demais pra mim, eu agradeço pela noite maluca, mas eu tenho que ir. Bella tenta sair, mas ele a segura fortemente.
– Então estou mesmo enlouquecendo-a? Novamente ela é parada pela força que emana dele, respondendo o que ele queria saber, ela queria estapea-lo, exigir que ele dissesse o que tudo aquilo significava, queria mais explicações, e ao mesmo tempo queria estar com ele, queria que ele a tocasse, por isso preferia ir embora para não fazer algo que se arrependeria depois.
– Sim Sr. Cullen. É tudo o que ela consegue fazer, perto de Edward Cullen ela não parece ter vontade própria, seu corpo só obedece a ele e mesmo que esteja com tanta raiva daquele homem e das humilhações sofridas nesta noite seu corpo só pedia por ele.
– Venha jantar comigo Isabella e direi a você do que se trata tudo isso, e te darei o que realmente quer e necessita. Ele propõe e ela morde os lábios ponderando o pedido dele, ela sabia que ele não a deixaria sair e tão pouco seu corpo queria sair, mas tentaria para o bem de sua sanidade.
– Pretende mentir para mim novamente Sr. Cullen? Pretende me chamar de ingênua ou talvez queira afirmar que não passo de uma pobre garota que vive naquele pequeno lugar e que trabalha numa livraria que não faz parte de sua vida social, a garota que sonha coisas inalcançáveis, o senhor e eu somos diferentes Sr. Cullen, olhe ao redor só existe glamour e riquezas das quais não posso partilhar. Ela faz gestos com as mãos e continua com sua fala.
– Agora olhe para mim não sou fina ou requintada quase fui escorraçada na porta deste evento por não estar vestida como uma dessas mulheres que estavam aqui esta noite, o homem que estava na portaria deste evento sequer fez questão de saber se eu era uma convidada antes de humilhar-me, optou por julgar-me como alguém sem importância, ele me achou miserável o bastante para que eu não tivesse o direito de entrar, não tenho dinheiro para estar aqui, já o Senhor deve ser solicitado para muitos eventos sociais, o senhor tem muitas posses, tem muito dinheiro Sr. Cullen, somos de mundos diferentes Sr. Edward e não pretendo julga-lo mal, e tenho certeza de que o senhor é capaz de ter a mulher que quiser para brincar, então deixemos tudo isso de lado. Ela enfim consegue falar tudo o que sentia, não suportava mais aquele jogo, não podia deixar que seu corpo idiota a dominasse, mas ela sente Edward lhe apertar os braços e fazê-la aproximar-se mais dele, Bella arriscou olha-lo e o viu ficar com a expressão fria e sombria.
– Isabella você não sabe como é estar em completa e absoluta miséria, e olhar ao redor, para um mundo que na verdade não dá a mínima para você e lhe acerta num nível que sou grato por você não poder entender ou imaginar, porque ninguém deveria conhecer esse pedaço de inferno, você fica preso à dor, e por dentro, está gritando com todo seu fôlego e ninguém te escuta, ninguém se importa, eles continuam com suas vidas podres, alheios a sua agonia. E quando esse momento chega é que você percebe o quão só você realmente está... o quão pouco você é importante para alguém, e então perde toda sua alta capacidade de processar pensamentos racionais, você se transforma num animal raivoso, e tudo o que importa então, é que os faça entender sua dor, livrá-los de sua complacente cegueira para que possam compartilhar de seu inferno particular. Então Isabella siga este conselho não se importe tanto com o que os outros pensam sobre você o que realmente importa é o que você sente e sabe, pois ninguém merece que você se sinta humilhada por ser diferente dessas pessoas vazias. Ele termina assustando a menina com a intensidade de amargura que usou na voz, ela teve a certeza de que ele era alguém que passou por algo muito ruim.
– Você fala como se tivesse passado por algo parecido, eu gostaria de entendê-lo Sr. Cullen. Ela diz e o vê suavizar a expressão, mas ainda sim continua distante e parece machucado, isso a entristece.
– Apenas venha comigo Isabella, poderemos conversar durante o jantar. Ele toca o queixo dela para que pudesse lhe olhar, enquanto Bella assente vencida pelo poder de persuasão que ele tinha sobre seu corpo traidor.
Bella achou por bem segui-lo ate a limusine negra que o esperava, um bonito homem de meia idade aproximou-se e abriu a porta para que ela entrasse.
– Seja bem vindo Sr. Cullen e bem vinda Srta Swan. Peter cumprimenta gentilmente o patrão e sua acompanhante.
– Obrigada. A menina agradece e entra no carro olhando para tudo, Edward realmente gostava de coisas escuras.
– Sabe para onde seguir Peter. Edward continua sendo o mesmo homem frio e insensível.
– Sim Senhor. Peter responde ao patrão, o motorista gostava de Edward, sabia que ele era solitário, ranzinza, mas no fundo tratava-se de um garoto de bom coração.
– Deseja beber algo Isabella? Edward pergunta servindo-se de uma bebida.
– Não obrigada, estou confortável. Bella olha pela janela e vê as ruas iluminadas de Seattle.
– Está com seu livro? Ele pergunta tomando um gole de sua bebida.
– Sim. Ela responde olhando o quão sensual e misterioso ele é.
– Me entregue. Bella logo obedece entregando seu livro a Edward que logo começa a escrever algo deixando-a curiosa.
– O que está fazendo? Ela pergunta sem se conter.
– Autografando e deixando o livro como garantia de que não vai correr a qualquer momento. Ele sorri torto e o coração dela acelera-se.
– Eu não vou correr Sr. Cullen. Ela responde com uma pitada de diversão.
– Eu não tive tempo de dizer Srta. Swan mas está deliciosa neste vestido. Ele comenta olhando-a daquela forma desejosa, Bella abre a boca para dizer algo, mas Peter logo abre a porta da limusine para que os dois saiam rezou para que o homem não notasse o quanto estava vermelha depois da declaração de Edward.
– Pensei que fossemos a um lugar publico Sr. Cullen, não que ia fechar um restaurante para que pudéssemos conversar. Bella olha a sua volta, este era um dos mais caros restaurantes de Seattle, tudo exalava luxo e sofisticação, ela jamais havia comido em semelhante lugar.
– Gosto de privacidade Isabella. Ele fala tão perto deixando a menina arrepiada, ela ainda não havia se recuperado do comentário feito na limusine Espero que não esteja com medo. Continua ele.
– Já disse que não o temo. Ela fala nervosamente sem olha-lo.
– Este não é mesmo o meu propósito Srta. Swan. Edward aponta para a mesa reservada para eles, Bella logo segue na direção ordenada, o garçom a acomoda devidamente fazendo-a ficar frente ao homem que tanto lhe perturbava.
– Obrigada. A menina gentilmente agradece ao homem com um sorriso e vê Edward ficar carrancudo e olhar para pobre garçom que parece encolher-se com a força daqueles olhos e retirar-se rapidamente
– Espero que aprecie frutos do mar Isabella. Ele usa o tom de arrogância. Este restaurante tem uma especialidade em pratos desse tipo, mas poderá pedir o que desejar. Ele sabia que ela adorava frutos do mar por isso escolheu aquele restaurante.
– É algo que gosto Sr. Cullen. Ela responde simplesmente.
– Ótimo. Ele leva a mão aos lábios e começa a estudar as expressões de sua aquisição, ela tinha mesmo ficado irritada no evento podia ver sua gata brava empenhada a não se curvar diante a ele, mas percebeu que o corpo dela correspondia de forma submissa a ele e isso era o que lhe deixava tão disposto a tê-la de qualquer forma.
– Então Sr. Cullen acho que devemos começar nossa conversa. Ela corajosamente fala.
– O que deseja saber Isabella? Ele continua a analisa-la e aquilo estava deixando-a quente, e sabia que muito vermelha.
– Acho que deve parar de me olhar dessa forma. Ela fala de cabeça baixa tentando controlar sua respiração.
– De que forma? Como se sente quando a olho assim Isabella? Olhe para mim e responda-me. Ele ordena logo sendo atendido por ela, agora olhos chocolates o fitam e Edward vê a linda face corada da morena, era mesmo magnífica. Sente-se quente quando a olho assim Isabella? Algo queima não é? Ele pergunta a olhando mais intensamente, enquanto ela sente-se totalmente perdida em sensações, estava queimando como brasa, mas não entendia muito o que aquilo podia significar o que aquele homem tinha que a deixava perdida.
Isabella não teve como responder aquela pergunta, pois naquele momento foi servido o jantar, os dois se desconectaram e voltam sua atenção aos garçons que servem a comida sem olhar para Bella, ela sentia-se cada vez mais confusa, não entendia o que aquele homem queria com ela, deu graças a Deus que não pudera responder aquela pergunta.
– Bom apetite Sr. Cullen e Senhorita. Um dos garçons fala sem nem ao menos olhar diretamente para Bella e ela vê Edward acenar sem nenhuma emoção.
– Está me devendo uma resposta Isabella, mas no momento desejo que aprecie o jantar. Novamente o arrogante retornou e Bella começa a servir-se mesmo com o estomago revirando.
– Então porque mentiu para mim sobre quem era? Ela pergunta ainda degustando da boa comida.
– Eu nunca menti sobre quem eu era, eu lhe disse meu nome. Ele responde sem nenhuma emoção
– Sim o Senhor me disse, mas escondeu que era o autor do meu livro favorito e ainda falou mal de si mesmo, entende como isso é confuso, o senhor é brilhante e sua obra algo incrível. Edward vê os olhos chocolates dela brilharem e isso lhe dá uma grande satisfação.
– Eu apenas expus minha opinião Isabella, e não vi necessidade de falar sobre meu vamos dizer hobbie para você naquele momento.
– Então é essa mesmo a opinião que tem de si mesmo? Ela pergunta tentando realmente entender o enigma que era Edward Cullen.
– Qual a opinião que tem de si mesma Isabella? Ele responde com outra pergunta e isso a deixa nervosa.
– Não entendo o porquê sempre se esquiva de perguntas sobre você. Bella solta os talheres.
– Nada sobre mim é importante para ser citado, apenas você importa Isabella. Ela sente algo subir por seu corpo, algo extremamente prazeroso.
– Já sei que tipo de pessoa é Sr. Cullen. Bella empina o nariz e continua. Alguém rico que acha poder conseguir tudo com apenas um piscar de olhos, alguém que se acha superior, alguém arrogante, pretensioso, presunçoso, controlador e além de tudo dominador. Edward espanta-se com a atitude dela, mas deixa que continue com seu desabafo.
– Mas apesar de tudo isso existe uma certa áurea de mistério ao seu redor, o Senhor às vezes parece frágil e machucado, há algo em você Sr. Cullen, algo muito bom. Ele a fita com intensidade e a menina perde-se nele ate que vergonhosamente baixa sua cabeça, ela escuta a cadeira ser afastada e logo olha para o homem que agora se senta ainda mais perto dela.
– Acha que sou tudo isso Isabella? Ela apenas assente positivamente. Falta acrescentar que tenho um gosto peculiar para algumas coisas. Edward continua.
– Que tipo de coisas? Ela pergunta realmente curiosa.
– Algo que lhe apresentarei em breve. Bella sente uma verdadeira promessa na voz dele e sente-se ansiosa por isso.
– E isso é uma coisa boa? Os garçons aproximam-se retirando os pratos, e trazendo uma sobremesa que ela julgou ser de chocolate.
– Você nem faz ideia Isabella. Ele diz e continua. Porém não existe nenhuma parte boa em mim como pensa.
– Eu discordo Sr. Cullen, todos temos coisas boas cabe somente escolhe-las e usa-las. Isabella começa a comer sua sobremesa percebendo que ele não faz a mesma coisa.
– Há exceções Senhorita, Swan.
– Talvez o Senhor queira que existam exceções porém continuo com meu pensamento de que todos temos coisas boas dentro de nós, talvez o senhor não queira enxergar, talvez só esteja magoado demais para tal coisa. Ela explica e ele fica possesso com a audácia dela de sempre enfrentá-lo.
– Fico impressionado com a coragem que tem de enfrentar-me.
– Não estou enfrentando-o, estou apenas expondo o que penso a respeito. Ela defende-se e Edward sorri daquele jeito sensual fazendo o coração dela disparar.
– Esta gostando da sobremesa Isabella? Ele pergunta mudando drasticamente de assunto deixando-a ainda mais confusa.
– Está deliciosa. É a única coisa que conseguira dizer mesmo querendo confronta-lo sobre muitas coisas.
Neste instante Bella vê as mãos dele aproximarem-se de seu rosto e um dedo tocar o canto da boca, enfim pôde sentir um pouco de como é ser tocada por ele, a menina acompanhou com os olhos o trajeto do dedo sujo de chocolate e soube que nunca viu algo tão sensual na vida, Edward Cullen estava agora com o dedo na boca degustando o chocolate que antes estava em seus lábios, ela fica fascinada e excitada com aquilo.
– Está realmente delicioso. Ele sorri de maneira provocativa enquanto ela continua hipnotizada ate que o celular de Edward toca fazendo-a despertar. Eu tenho que atender essa. Edward franze o cenho e se afasta de Bella, mas a menina ainda escuta ele referir-se a Sra. Cullen, e não deixa de pensar se ele seria casado, mesmo não tendo aliança ele poderia ser comprometido e Deus ele estava tentando seduzi-la o tempo todo, a menina resolveu ir à varanda do restaurante precisava de ar, precisava mesmo urgentemente de ar.
– É uma vista impressionante. Bella comenta ao sentir a marcante presença dele em suas costas.
– Sem duvida é algo extremamente prazeroso de se ver. Ele se aproxima e Bella sente tudo ficar diferente, tudo mudava quando ele chegava com esse jeito predador.
– Sr. Cullen quero agradecê-lo pelo jantar estava mesmo maravilhoso. Bella percebe que é chegada a hora de enfrenta-lo e sair dali antes que algo acontecesse. — Agradeço pelos esclarecimentos, mas terei que me retirar, está realmente tarde e terei que estar na livraria bem cedo, então mais uma vez obrigada. Bella o vê aproximar-se enquanto ela recua até sentir em suas costas uma das mesas que ali estavam.
– Não tão rápido linda Isabella. Edward dá um sorriso vencedor ao vê-la daquela forma, totalmente perdida e entregue a ele. Me deve uma resposta e uma verdadeira. Ele continua e Bella começa a respirar mais rápido, como podia esconder algo daquele homem quando ele era tão persuasivo.
– Não sei do que fala Sr. Cullen, tão pouco o que deseja de mim. Bella fala rapidamente, ela queria livrar-se do assunto não podia dizer a ele que queimava quando ficava tão perto assim, quando ele a olhava.
– Quero que me responda Isabella, o que sente quando a olho? Quando estou perto demais? Pode sentir o desejo que compartilhamos Isabella? Mais uma vez ela sente-se compelida a responder.
– Sim Sr. Cullen eu sinto. Ela responde olhando-o, mas baixa o olhar envergonhada por ter dito isso. Mas acredito que muitas mulheres sentem-se da mesma forma, afinal o senhor é um homem muito bonito, tem o poder de deslumbrar pessoas então acho normal sentir-me assim. Ela tenta justificar-se.
– Está nervosa Isabella? Ele sorri torto e aproxima-se tocando o rosto de Bella que suspira alto pelo toque, algo era mandado para sua corrente sanguínea algo forte capaz de mandar choques por seu corpo. Não era de Seattle que eu falava agora a pouco, já vi lugares com vistas inacreditáveis, mas jamais vi algo tão bonito como você Isabella, você exala sensualidade mesmo com esse seu jeito puro e ingênuo, mas ao mesmo tempo cheira a encrenca, a mais perfeita perdição. Ele segura o queixo dela fazendo-a olhar para ele.
– É claro que o Senhor deve conhecer lugares lindos, não duvido, já que tem muito dinheiro deve viajar muito e não se impressiona com algo assim. Bella não sabia o que fazer, ela estava perdida nas palavras daquele homem que a seduzia.
– Shi não tagarele agora, tenho uma ideia melhor para manter sua linda boca ocupada. O homem passa os dedos nos lábios vermelhos de Bella ela se prepara para o que virá agora. Vou beija-la Isabella e quero que me corresponda dessa vez. Ele não dá tempo para que ela fale mais nada, junta as bocas começando com um beijo lento onde Bella corresponde, não era um beijo como o da livraria, era verdadeiramente um beijo que ela não via o porquê de não corresponder.
O beijo é lento, porém sensual, Bella não estava arrependida de provar aquela boca que tem atormentado seus sonhos por dois dias, aqueles lábios exigentes assim como a língua dele que se enroscava com a sua era o seu frenesi enquanto para Edward era a libertação de seus fantasmas, era incrível como ela tinha o poder de espantar seus demônios com apenas um beijo, por isso ele não se controlou aprofundando ainda mais o beijo e apertando-a em seus braços, pegou-a pela cintura colocando-a sobre a mesa ficando no meio das pernas de sua Isabella, ela até então estava com os braços ao lado de seu corpo por não saber como agir, mas logo deixou seus instintos agirem por ela sentindo assim, um pouco da textura do homem que a beijava tão lascivamente.
Bella buscou pelos braços que agora estavam descobertos, sentiu os pelos macios sob a pele igualmente macia dele, mas notou que mãos fortes e grandes subiam por suas pernas apertando-as causando nela um descontrole, ela queria mais daquilo, queria mais daquelas sensações, sentiu seu vestido ser afastado para então sentir a excitação dele junto a sua intimidade, aquilo foi incrível e apenas a vontade primitiva comandava sua cabeça agora, só a vontade de aproximar-se ainda mais, tudo estava mesmo queimando ou seria seu juízo acabando, ela não soltou a boca dele, e movimentou-se contra a sua grande excitação causando nela um prazer imensurável, algo novo e maravilhosamente bom por isso continuou com movimentos para tentar aplacar aquela sensação de querer mais.
Aquelas mãos, aquele beijo, aquele homem, aquele fogo que a queimava, tudo estava deixando-a maluca, tonta, mas extremamente desejosa por mais, todos aqueles sonhos com ele seu cavaleiro não faziam jus ao que era sentir na carne tudo aquilo, sentir a real sensação do corpo do homem com quem sonhara com quem desejara aquelas cenas tratava-se de um sentimento que ela não conseguia explicar, apenas sentir.
Edward soltou sua boca apenas para beijar seu pescoço e ajuda-la em seus movimentos, agora as mãos dele foram aos seus seios apalpando-os enquanto ela gemia baixo, tudo em sua mente girava.
– Entende como é minha Isabella. Ele diz com um sorriso de satisfação ao ver o rosto dela em êxtase. Entende agora do que falo, é disso que se trata Isabella. Ele continua enquanto Bella estava totalmente a sua mercê e agora Edward pretendia transar com ela naquela mesa, ele estava tão louco pelas sensações sentidas que não se importava em tê-la naquela mesa, viraria o corpo dela a qualquer momento e faria uma cena improvisada, ele daria umas boas palmadas com suas mãos em forma de castigo pela demora dela em ceder, ele a dominaria em qualquer lugar desde que ela aplacasse seus fantasmas como estava fazendo agora.
Mas no instante em que ele iria baixar as alças do vestido, ela se deu conta do que estava fazendo, ele iria fazer sexo com ela naquela mesa, Isabella então se deu conta do que estava fazendo, estava agindo como algo que repudiava, estava agindo como uma prostituta que faz sexo com alguém que não conhece, por isso segurou as mãos dele, ela não queria daquela forma, não queria que sua primeira vez fosse em cima de uma mesa com um homem que nem ao menos sabia se era comprometido, não era isso que queria, ela o desejava mas queria saber de tudo antes de entregar-se a ele.
– Por favor, pare. Ela pede em suplica. Não posso fazer isso, não assim. Ela vê o homem adquirir aquela postura fria e sombria que a assustava, mas não deu chance para mais, assim que ele afastou-se ela correu para fora daquele restaurante.
Ao sair à Rua Isabella fez sinal para um taxi e seguiu para o conforto de seu pequeno apartamento, mas não conseguiu segurar as lágrimas de decepção consigo mesma, prometeu que seria mais que sua mãe, mas veja no que se tornou esta noite e tudo por conta da atração que sentia por um homem que se tornara o seu maior sonho e seu pior pesadelo.
– Está tudo bem moça? O velho taxista pergunta preocupado por ver a linda menina chorar.
– Sim está tudo bem, mas será que o senhor poderia ir um pouco mais rápido. Bella ainda estava com medo dele segui-la ate seu apartamento e ela acabar cedendo aos seus encantos.
Isabella pagou rapidamente o taxista e subiu as escadas correndo abrindo a porta e trancando-a em seguida, limpou as lágrimas teimosas de suas lembranças há muito tempo adormecidas, estava confusa, irritada consigo mesma.
– Sr Spok preciso mesmo de carinho. Bella sentou-se no sofá levando o gatinho consigo. Ele é tão confuso, tão arrogante, controlador um perfeito idiota e nos beijamos hoje Sr. Spok. O gato apenas esfrega-se na moça, enquanto ela toca os lábios que a pouco foram beijados daquela forma com que sempre sonhou.
– Acho que nunca senti algo parecido, tudo nele é tão sensual, tão quente, ele esta me enlouquecendo Sr. Spok, mas eu não estou disposta a ceder, eu não sou uma prostituta. Ela recomeça a chorar e nem percebe quando dorme.
Mamãe. Bella acordou depois de ouvir o barulho da porta, era assim todas as noites, sua mãe saia para trabalhar e a deixava sozinha, a pequena menina era advertida sobre movimentos estranhos dentro de casa, Bella teria que esconder-se no armário se visse alguém estranho entrando no apartamento. Mamãe. Ela chama novamente vendo sua mãe agora sentada no chão perto da porta, ela não parecia bem.
– Bella vá para a cama, não quero que me veja assim. Renne adverte a menina não queria ter que beijar a filha fedendo a cigarro bebidas e perfume de homens, os mesmos com quem transou a noite inteira por dinheiro.
– O que você tem mamãe? A menina preocupada com a mãe segura mais forte sua boneca.
– A mamãe só esta tonta querida, então porque não vai ate a cozinha e pega um copo de água para a mamãe. Renne vê a filha lhe atender e segue para o banheiro cambaleando, tranca-se lá e chora por sua vida, pela vida de sua filha e amaldiçoa Charlie por tê-la abandonado.
Enquanto Bella volta com o copo de água e não vê mais sua mãe, não há sinal dela, não existe nada de sua casa ali, ela estava no escuro e sozinha estava faminta, gritou, mas ninguém a ouvia não havia nada e nem ninguém.
Bella acordou assustada com lagrimas banhando seu rosto, aqueles velhos pesadelos haviam retornado, aquele medo que um dia sentiu, Bella se deixou chorar por minutos e enfim levantou-se dolorida por ter dormido no sofá pequeno e buscou pela única coisa que ela sabia que a acalmaria, buscou por ele, o seu cavaleiro negro, olhou por toda a bolsa e lembrou-se que não havia pegado o livro depois que Edward o autografou.
– Droga. Ela exclama revoltada, — Como vou recupera-lo agora? Ela pergunta-se, mas o gatinho vem miando para perto da moça, em meio a afagos em Spok e a muito custo à menina dorme novamente, mas desta vez sem sonhos.
Acordou com uma terrível dor de cabeça, mas ainda tinha a esperança de que todo o ocorrido na noite passada não tenha passado de um sonho, porém a realidade veio como uma bomba, ela tinha mesmo quase feito sexo em cima de uma mesa de restaurante e o pior seu corpo queria mais daquelas sensações, sentia-se suja e ao mesmo tempo desejosa por ele, ela o queria, mas antes desejava saber algo mais sobre ele, e acima de tudo se ele era realmente comprometido, cuidou de seu gatinho após tomar um remédio para a dor e desceu para a livraria o seu corpo traidor tinha a esperança de que Edward aparecesse naquele dia.
Tocou seus lábios enquanto olhava-se no espelho, lembrou-se então da maciez dos lábios dele, do gosto que ele tinha, do modo como ele a beijava, como ele a enlouquecia fazendo-a querer ainda mais, balançou a cabeça na busca de se esquecer disso pelo menos no momento.
Bella escuta a sineta tocar avisando que alguém estava entrando na livraria e ela não pôde conter o frio na barriga por causa da expectativa de ser Edward, mas não era ele quem passava pela porta, era um homem de feições conhecidas e Bella mal acreditava no que via.
– Adam Sanders? Ela pergunta ainda desacreditada.
– Bella Swan? O homem fica tão surpreso quanto ela.
– Sim sou eu Bella. Ela responde com um grande sorriso e logo esta sendo abraçada fortemente pelo homem com quem passou anos no orfanato.
– Deus ate parece que estou sonhando, como você esta linda Bella e faz tanto tempo. Adam toca o rosto dela com carinho.
– Eu nunca fui feia Adam e estou tão feliz por vê-lo. Bella abraça seu grande amigo, os dois viveram juntos no orfanato por anos.
– Eu também estou minha garota, mas me diga o que faz aqui? Era notável a felicidade de Adam ao ver sua amiga.
– Ah eu trabalho aqui, a livraria pertence a uma amiga. Bella explica e vê como seu amigo tornou-se um lindo homem de porte elegante, com seus olhos azuis e cabelos castanhos bem penteados dando ar de um empresário, logo Adam conta que é contador de uma grande empresa, Bella fala um pouco de Alice e os dois combinam de saírem esta noite para conversar sobre tudo passado no decorrer dos anos.
– Então podemos ir a um lugar perto daqui, eles tem maravilhosos tacos e uma sinuca, você ainda gosta de dançar e jogar? Adam pergunta fazendo um carinho no rosto dela só assim ela pode se desviar das inquietações com Edward, mas ela não consegue esquecê-lo em nenhum minuto.
– Sim ainda gosto disso. Bella responde e sorri a ele, mas neste instante a sineta toca novamente e pela porta passa o homem que estava enlouquecendo-a e ao ver a mão de Adam em seu rosto ela percebe aquele olhar frio que ele deu a Mike Newton, Bella assusta-se e tenta desviar-se de Adam, o moço percebe a atitude estranha dela, mas julga ser pela presença de um cliente, o homem olha o relógio de pulso e vê que também é chegada sua hora de voltar para a empresa que trabalha.
– Então te pego as sete minha garota, ate mais tarde Bella. Adam beija a testa de Bella e olha ao redor vendo o homem olhar os livros, ele deixa a livraria enquanto ela olha para Edward que continua a olha-la daquela forma, Isabella tenta passar por ele e ir ate o balcão, não queria enfrenta-lo, não agora, não quando ele estava assim tão taciturno, mas ela logo sentiu um aperto de ferro em seu braço e sentiu-se ser puxada e prensada contra as estantes.
– Mas que porra é essa Isabella? Ele grita e ela da graças a Deus por a livraria estar vazia
– Senhor Cullen?! Por favor, não grite, eu não estou entendendo porque o senhor está aqui e muito menos quem lhe deu o direito de chegar gritando no meu local de trabalho. Isabella fala com raiva, pois quem ele pensava que era para gritar, ela é que deveria estar furiosa com tantos mistérios que o envolviam, ele era quem devia explicações a ela e muitas.
Edward pareceu acalmar-se, mas não soltou os braços de Isabella, ele simplesmente apertou com mais força, parecia estar se controlando para não bater na garota.
– Isabella quantas vezes eu vou ter que repetir que eu não divido o que é meu, você ainda não se convenceu que é minha e somente eu posso te tocar, e agora me responda quem é aquele rapaz? Edward fala tranquilamente como se apenas estivesse conversando sobre o tempo e não quase quebrando os braços de Bella.
– Edward, por favor, me solte você está me machucando. Isabella pede chamando-o pela primeira vez pelo nome, mas mesmo ele a machucando ela não conseguia controlar a vontade de ficar cada vez mais perto daquele corpo que a estava enlouquecendo. Edward a largou e começou a andar pela livraria ele parecia nervoso, pois passava as mãos pelos cabelos a toda hora, de repente ele parou na sua frente e olhou nos olhos dela.
– Quem é aquele homem? Responda-me agora Isabella e não tente me enganar eu saberei se você estiver mentindo. Diz Edward, e mesmo que ela quisesse não conseguiria ir contra a vontade deste homem então respondeu sem hesitar afinal sua amizade com Adam não tinha nada de mais.
– Adam é meu amigo de infância nós nos conhecemos no orfanato onde fiquei depois que minha mãe morreu e há muito tempo não nos víamos hoje por acaso ele entrou na livraria e combinamos de sair mais tarde, o que você viu foi o encontro entre dois amigos somente isso. Falou Isabella com total convicção de que não tinha necessidade de Edward agir deste modo, quem ele pensava que ela era? Uma prostituta que mal saia dos braços de um homem e logo ia para outro? Ela não era assim e ele teria que entender isso.
– Sinceramente Isabella não me interessa se você e aquele frangote nasceram no mesmo hospital o que eu não quero é que ele toque em você como eu vi há poucos instantes, e sobre esse encontro você está proibida de ir. Falou Edward com toda a sua pode de dominador. Isabella não estava acreditando que ele a estava proibindo de sair com um amigo, ele não era o seu dono e Bella o faria entender isso de uma vez por todas.
– Pois eu vou sair sim com Adam e não é o senhor ou qualquer outra pessoa que vai me dizer o que fazer. Disse Isabella já furiosa com a atitude de Edward.
– Então Isabella seja lá o que tivemos, acabou. Ele falou olhando no fundo dos olhos de Bella, e lá ela pode ver toda a solidão que ele escondia tão bem, mas que agora estava lá e aquela tristeza e solidão que via no fundo dos olhos de seu cavaleiro negro a estava matando, ela não podia deixar que isso acabasse assim, ela não queria que acabasse ela não queria que ele fosse embora da sua vida, não entendia nada daquilo que os dois estavam vivendo, mas ela queria mais, ela necessitava.
– Edward não faça isso, por favor, você precisa entender que o Adam é meu amigo que eu não vejo há muito tempo e vamos sair apenas na condição de amigos, não há nada mais que isso. Diz Bella desesperada, esperando que Edward entendesse seu ponto de vista e parasse de dizer que tudo estava acabado, não poderia estar.
– Não Isabella você é quem não entende, em minha vida pessoal eu preciso de uma pessoa que confie em mim e que não questione minhas decisões é assim que eu sou, só desta maneira consigo me relacionar com uma mulher e se você não consegue entender isso o melhor a fazer é acabarmos agora quando nem começamos. Falou Edward com firmeza, ele foi em direção à porta, e perto de sair ele retirou algo do seu casaco era o livro de Isabella que ele tinha sequestrado no dia do jantar.
– Se você decidir que vale a pena ser só minha estarei esperando no mesmo restaurante da noite passada às sete horas nenhum minuto a mais, pense bem porque se escolher ficar comigo esteja preparada pois eu a levarei para um mundo totalmente novo e ai nós começaremos verdadeiramente Isabella. Dito isso Edward se retirou da livraria deixando para trás uma Isabella totalmente confusa e infeliz.

Notas finais
Meninas temos uma proposta para vcs, em consequência dos 222 leitores que a fic já tem gostaríamos de aumentar os reviews e também as recomendações, nós estamos mesmo nos empenhando para escrever essa fic, por isso queremos a ajuda de vcs para o reconhecimento de Senhor do Prazer a fic tem poucos reviews para a quantidade de leitores, então a proposta é o seguinte as meninas que deixarem reviews receberão um trecho do próximo capitulo, e as que fizerem recomendações receberam um bem maior alem de noticias sobre capítulos posteriores, então como vai ser? E lembrando que os trechos recebidos serão diferentes dos postados no grupo...Ah e tem outra proposta, queremos que advinhem o que houve entre Edward e Esme, quem acertar ganhará um bônus bem legal...então meninas comentem e recomendem muitoooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

E para quem ainda não faz parte do nosso grupo no face onde estamos postando spoilers semanais do nosso senhor do prazer...add tá...aqui está o link:
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ps: e o blogger tbm esta esperando a visita de vcs lá tem fics que não estao aqui no nyah queremos que vcs leiam e deixem suas opiniões
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