Notas iniciais
Oi meninas lindas do meu coração, demoramos mas finalmente chegamos com o capitulo esperamos que todas gostem, quero esclarecer algumas coisas primeiro sobre o hospital que será citado no cap. existiu mesmo e é muito famoso at[e hj pelas atrocidades que eram cometidas nele se quiserem saber mais é só procurar na internet a outra coisa que quero lhes dizer é que estamos chegando no fim da fic então esperamos muitos comentários e quem sabe alguma recomendação Amamos vcs

Sozinha com aquela que era responsável por toda a dor de seu Mestre, Bella pega uma cadeira e senta-se de frente a cadela loira que tinha um sorriso irônico no rosto.

– O que pensa que vai fazer Isabella? Acha que alguém como eu sente algum tipo de dor? Que garota bobinha.

– Se acha que vou lhe chicotear como um de seus fantoches está enganada, não dou prazer a outra pessoa que não seja Edward. — Bella responde irônica com um sorriso diabólico nos lábios, mal sabia Lisbeth o que a esperava.

– Lhe arrancar os dentes, ou quem sabe lhe cortar a língua, isso é mais provável, mas somente depois que conseguir obter as respostas que quero. — diz fazendo o sangue de Lisbeth gelar, ela percebia que aquela garota não estava brincando.

– Está tentando me fazer implorar para que me liberte? – pergunta com um ar de deboche

– Acredite quando eu começar a fazer o que tenho em mente você vai implorar para que eu a mate, mas eu não estou disposta a atender seus pedidos de clemência.

Isabella a pegou pelo pescoço, sufocando-a, Lizbeth lutou contra o agarre dela mas parecia que ela estava tomada por uma força sobrenatural

—Me solte!

Isabella apertou mais o pescoço dela.

—Por todas as vezes que feriu Edward, tem sorte de que não te arranque o coração do peito agora mesmo. Como pôde?

Formaram-se lágrimas nos olhos verdes de Lizbeth enquanto lutava para libertar-se.

—Amo-o.

Bella sacudiu a cabeça.

—Como pode dizer isso? Nem sequer entende o que significa o amor. Amar não se trata de castigo ou de dano. O amor é o que te dá a força necessária para enfrentar qualquer coisa sem importar o quanto seja brutal ou aterradora. É o que fez com que Edward permitisse ser golpeado outra vez por você, e isso somente para me proteger. Se você realmente o amasse o teria protegido e não feito todas as atrocidades que fez com ele quando não passava de uma criança, para alguém que você diz amar o maltratou o suficiente. – Bella a soltou e lhe desferiu um tapa que fez o rosto de Lizbeth virar, porém aquela mulher parecia imune a dor e disse sarcastimente

– Tanto ódio apenas por causa daquele puto. — Lisbeth termina de dizer apenas para levar outro tapa, e desta vez Bella bateu tão forte que a faz sangrar, talvez tenha até quebrado o nariz.

Lizbeth gritou e tentou agarrá-la, mas Bella segurou seus pulsos em suas mãos e a olhou com um olhar assassino.

—Se alguma vez insultar Edward de novo, que Deus me perdoe, mas vou cortar a sua língua. Edward é o homem que amo e ninguém, nunca, tem problemas com ele sem ter problemas comigo.

Lizbeth libertou uma de suas mãos e tentou golpeá-la, mas Isabella capturou de novo seu pulso

– Nunca mais se dirija a Edward dessa maneira, nunca mais ouse sequer pensar nele ouviu bem?

– Você é tão imunda quanto ele, cadela desgraçada. – diz Lizbeth cuspindo no rosto de Bella que acerta outro golpe no seu rosto fazendo-a cuspir sangue.

– Responda apenas o que vou lhe perguntar, depois continuaremos com a diversão. Bella dá um sorriso maldoso e então começa seu interrogatório.

– Não vou perguntar o porquê de ter maltratado Edward quando ele era criança, pois sei o motivo, você foi rejeitada por Anthony Masen, ele não a quis e quando teve a oportunidade de vingar-se, você despejou suas frustrações em uma criança inocente. — diz friamente, Lisbeth ri alto, estava tentando provoca-la, fazer com que ela perdesse a paciência e a matasse logo, sabia que não sairia viva deste lugar, e na verdade preferia morrer logo e não presenciar a felicidade do único homem que amou, mesmo por Anthony não sentia esse amor desmedido, essa obsessão, com Edward no entanto, necessitava dele, e quando não foi correspondida, enlouqueceu, tudo o que fez foi por este motivo se Edward não conseguia amá-la, ela o obrigaria, sabia que o havia machucado muitas vezes, mas tudo o que fez foi por amor, se pelo menos ele a houvesse entendido eles poderiam ter sido tão felizes, como isso não ocorreu e pelo jeito que a pequena vadia estava, só lhe restava apressar sua execução, então continuou a provocar .

– Edward me pertence desde o momento em que descobri a gravidez da minha doce e inocente irmã, a minha paixão por aquele puto desgraçado é tudo o que eu tenho na vida, fui eu quem o iniciou nos prazeres do sexo, eu tenho direitos sobre ele, Edward é meu, ele me deixa tão excitada é o único homem que consegue isso, portanto não pense que com esse seu showzinho eu ficarei com medo, pelo meu querido sobrinho eu mato e morro.- terminou e cuspiu no rosto da sua carrasca, Isabella calmamente limpou o rosto com um lenço, se virou para a porta e chamou por Frank, o qual imediatamente apareceu ao seu lado

– Frank faça o favor de tirar toda a roupa desta criatura – pediu tranquilamente, como se estivesse pedindo um chá e não prestes a torturar uma pessoa, Lizbeth arregalou os olhos com medo, será que ela mandaria aquele capanga a estuprar? Sorrindo ela pensou que não seria de todo mal ele até que era apresentável, Bella viu o sorriso safado de Lizbeth e se aproximou dela novamente enquanto Frank cumpria suas ordens

– Pode tirar esse sorrisinho safado da cara vagabunda, eu não deixaria que um homem como Frank se sujasse estuprando uma prostituta como você – Nesse meio tempo seu segurança já havia cumprido sua ordem e Lizbeth estava semi nua, somente de calcinha e sutiã, Isabella então acendeu um cigarro e tranquilamente deu uma tragada, virou-se e encarou a mulher que tanta dor trouxe ao seu Mestre

– Sabe Lizbeth eu sempre odiei qualquer tipo de vicio, mas há pouco tempo eu descobri que alguns vícios podem ter muita utilidade, por exemplo esse cigarro aqui na minha mão vai servir muito bem para o que eu tenho em mente – disse aproximando a ponta do cigarro aceso na barriga descoberta de Lizbeth, ela soltou um urro de dor, mas Isabella não parou com a ponta do cigarro foi queimando cada parte descoberta de pele, há essa altura Lizbeth já chorava e suas lágrimas eram mais um incentivo para Bella, cada vez que o cigarro se apagava ela o acendia de novo até que estivesse quase acabando, então deu um golpe de misericórdia e apagou o cigarro na bochecha dela que chorava descontroladamente.

Isabella a pegou pelos cabelos forçando-a a olha-la

– Ó coitadinha! Ela está com dor! Não se preocupe vadia eu vou lhe dar um remédio – disse pegando em seguida um caldeirão do que parecia ser de mel fervente, com uma espátula ela espalhou em cada ferida feita pelo cigarro fazendo com que Lizbeth desmaisse

Imediatamente Isabella pegou um balde de água que estava ao seu lado e jogou em cima da tia de Edward, ela acordou imediatamente, seus olhos refletiam pavor mas mesmo assim tinham ainda um pouco de arrogância como se a dor infligida lhe causasse prazer, e deveria mesmo afinal alguém que machucava como ela machucou um simples menino deveria ser uma sádica sem coração, por isso Isabella não sentiu pesar ao observar a pele que se desprendia em alguns locais onde a queimou, até o fim do que tinha preparado para Lizbeth ela não teria mais aquele ar de prazer em seu olhar disso tinha certeza

– Onde estávamos mesmo antes que você adormecesse? – perguntou tranquilamente – Lembrei-me – disse Isabella puxando os cabelos de Lizbeth fazendo com que ela a encarasse

– Desgraçada, porque não me mata de uma vez?!. Lisbeth grita.

– Até que não é má ideia, porém prefiro ver seu sofrimento enquanto jogamos seu jogo favorito, pelo que me consta você adora tortura, então pensei em lhe dar isso, vê como sou uma ótima sobrinha postiça, faço tudo pelo prazer da minha querida titia. – diz zombando, em seguida aproxima-se de Lisbeth segurando-a pelos cabelos para que pudesse encara-la. – Farei com você bem pior que fez com Ângela, só que ao contrário de você não usarei nenhum homem para estupra-la ou droga-la, porque sei que você adoraria ter vários te fodendo, e a questão aqui não é o seu prazer mas sim o meu, que é tortura-la lenta e dolorosamente. Bella aperta uma das queimaduras fazendo Lisbeth urrar de dor.

Em seguida solta os cabelos dela bruscamente e olha para suas mãos que estavam cobertas de fluídos, e deu graças aos céus por estar usando luvas já que não queria sujar-se com nada que viesse daquela criatura.

– Acho que podemos continuar agora. — diz retirando as luvas – Você matou os pais de Edward? — pergunta e espera saber logo a resposta, mesmo já imaginando qual seria, tinha quase certeza que Lizbeth estava por trás da morte dos pais de Edward. No entanto a loira nada respondia, o que a deixava impaciente.

– É melhor me responder de uma vez Lisbeth, não devia tornar as coisas mais difíceis.

– Apenas foda-se sua vadia. Ela responde num fio de voz. – Isabella encarou-a novamente e sem dizer nada foi até um canto do quarto, onde estava uma bolsa negra, abriu-a e retirou de lá um instrumento de ferro em formato de uma fruta, muito parecido com a pera, aquele instrumento foi utilizado pelos inquisidores para que os condenados confessassem seus crimes, então seria perfeito para o que tinha em mente, aproximou-se de Lizbeth, fazendo um sinal imperceptível para Jared que estava em outro canto do quarto somente observando e esperando por ordens, este se aproximou de Lizbeth e pegou em seu pescoço abrindo sua boca bruscamente, no processo ela deve ter mordido os lábios pois estes começaram a sangrar, Isabella colocou “a pera” entre os lábios dela e empurrou a alavanca, a boca de Lizbeth foi abrindo e no processo podia-se ouvir o som dos dentes se quebrando, ela urrava de dor a cada movimento que Isabella fazia com a alavanca, aquela dor deveria ser atroz, mas Bella não pensava em desistir, porém parou e retirou o instrumento da boca dela com brusquidão, precisava de respostas e as teria.

– Então Lizbeth já está pronta para me dar as respostas que quero? Ou será que você precisa de mais incentivo? — primeiramente ela não respondeu nada, depois começou a soluçar, e então olhou para Isabella e disse

– Por favor eu falo o que quiser mas pare com isso eu imploro – falou soluçando. Isabella a olhou e sorriu

– Quantas vezes Edward não implorou para que você parasse com a tortura? E quantas vezes você ouviu? Vamos me responda vadia? – falou sacudindo os ombros dela fazendo com que a dor aumentasse

– Você não entende, desde que Elizabeth nasceu tudo sempre foi para ela, antes eu tinha o carinho dos meu pais só para mim mas então eles tiveram outra filha, eu não entendi o porquê já que pensava ser uma boa menina e uma boa filha, eu a odiei desde o início, — soluçou e lágrimas caiam por seu rosto — sempre que possível eu me vingava por ela ter nascido, mas então eu conheci Anthony na faculdade e esqueci de tudo em relação a minha irmã, — seus olhos agora tinham uma expressão quase terna, isso foi um susto para Isabella, aquele monstro parecia ter sentimentos, mas nada do que ela falasse justificaria o mal que ela fez com Edward — finalmente eu tinha alguém que amava somente a mim e a mais ninguém, nós ficamos noivos e no dia da festa Anthony conheceu Elizabeth, então todos os meus sonhos de ter alguém para me amar acabaram e novamente por causa da minha querida irmã eu tentei seguir em frente mas quando soube da gravidez de Elizabeth enlouqueci e planejei o melhor momento para me vingar, não queria que Anthony fosse ferido, não era para ele estar no carro com ela aquele dia, o plano que eu havia pensado era de matar Elizabeth sem deixar qualquer vestígio de que havia sido eu, tinha até mesmo um álibi, porem ele se foi também, quando soube da morte do meu Anthony quis morrer, mas então me falaram do pequeno Edward e que eu era sua única parente viva, vi ali a chance de ter um pedaço que fosse do meu grande amor, quando vi a criança não consegui ver nada de Anthony nele, só via minha irmã Elizabeth e todo o ódio que sempre senti por ela veio à tona, com o passar do tempo Edward foi se transformando e ficando tão parecido com seu pai que acabei me apaixonando, — suspirou – tentei lutar contra isso mas a cada vez que batia nele ou o torturava de alguma forma sentia-me tão excitada, com tanto tesão que um dia não resisti e o forcei, depois dessa vez não houve mais volta, nunca deixaria Edward, ninguém o tiraria de mim – terminou e encarou Isabella – Teve as respostas que queria vadia? Agora me mate logo, pois prefiro morrer a ver o meu Edward viver feliz com outra pessoa – quando Bella ia responder ouviram um suspiro vindo da porta, ambas se viraram e encararam o homem que estava as observando, Edward amparado por Jasper estava ali e parecia ter escutado tudo o que Lizbeth falou, podia-se ver em seu semblante toda a dor que estava sentindo, mas rapidamente colocou sua máscara de cavaleiro negro e se aproximou de Lizbeth, por um momento Isabella pensou que ele fosse continuar a tortura mas Edward simplesmente a olhou e disse

– Por muito tempo acreditei que era um lixo, alguém por quem ninguém se importava, mas descobri que muitas pessoas se preocupavam comigo e me amavam, tentei me afastar de todos por pensar que não era digno desses sentimentos, até que conheci Isabella e descobri o que significava o verdadeiro amor, você por muitos anos comandou a minha vida Lizbeth, mesmo quando não estava por perto seu fantasma dirigia minha vida, mas isso acaba hoje nunca mais vou deixar que uma pessoa como você me comande

– O que vai fazer Edward? Me matar? Pois pode fazê-lo não me importa – disse Lizbeth

Edward sorriu e levantou seu queixo fazendo com que ela o encarasse

– Não Lizbeth a morte seria muito piedosa para você, eu quero que viva para ver que apesar de todo o veneno que incutiu em mim não conseguiu me derrubar eu fui mais forte – dizendo isso Edward fez um sinal para alguns homens vestidos como enfermeiros que se encontravam na porta entrassem eles sem demora entraram, desamarraram Lizbeth e a colocaram em uma camisa de força, antes deles saírem Jasper disse

– Leve-a para instituto prisional Pennhust, lá ela terá o que merece – nesse momento Lizbeth começou a gritar, Isabella imaginava porque, todos conheciam a fama daquele lugar, Bella estava quase com pena de Lizbeth, mas logo aquele sentimento desapareceu com a onda de náusea que a acometeu juntamente com a tontura, teria caído se Edward não a segurasse

– Vamos para casa meu cisne, finalmente o pesadelo acabou – disse lhe dando um beijo suave em seus lábios, ela sabia que teria muitas explicações a dar para o seu mestre, mas no momento só queria aproveitar o aconchego dos seus braços

Fazia uma semana que o pesadelo com Lizbeth havia terminado Edward se recuperou muito bem dos ferimentos externos, era com sua alma que Isabella se preocupava, desde aquele dia em que enfrentou Lizbeth pesadelos o atormentavam, Edward também não se aproximava mais dela, continuava carinhoso e se preocupava com a gravidez, mas além disso era como se ele não estivesse ali. Dormiam abraçados durante a noite, pelo menos Bella dormia já que Edward era atormentado pelos pesadelos de seu passado. Durante todas as noites Bella acordava com os rugidos muitas vezes de dor de seu amado, ele acordava atormentado e saia do quarto querendo ficar sozinho, todas as vezes que Bella tentava conforta-lo ele a repelia e ela por sua vez ficava no quarto esperando que ele voltasse para abraça-la. Bella sentia-se impotente diante da situação, tinha medo de forçar a barra e acabar perdendo-o para sempre. Pensou que com o ponto final que próprio Edward havia posto no seu passado as coisas ficassem mais fáceis, porém não foi assim

Durante o dia se concentrava no quarto e no enxoval de seus bebes mesmo ainda não sabendo o sexo Sue lhe ensinou a bordar. Ela e Edward já haviam escolhido o quarto dos bebes. Edward passava o dia inteiro na empresa afundando-se no trabalho, ligava para Bella uma centena de vezes para saber de sua alimentação, e para dizer que a amava, mas muitas das noites ela comia e dormia sozinha, pois seu mestre não chegava a tempo de ficar com ela, por noites Bella chorou pela desgraça que Lisbeth fizera em suas vidas.

Muitas vezes Bella o surpreendia perdido em pensamentos, e por mais que tentasse fazer com que conversasse com ela, não conseguia com que ele falasse sobre o que o angustiava, Isabella não sabia mais o que fazer, ela estava perdendo o seu Mestre, o seu cavaleiro negro já não era o mesmo. Estava distraída com suas reflexões, quando o telefone tocou, era Alice, fazia um tempo que não falava com sua amiga e nesse momento precisava dela, portanto marcou um encontro, chegou ao apartamento e as lembranças das horas felizes que teve ali lhe passaram pela mente, Alice a abraçou e Isabella finalmente deixou as lágrimas correrem por seu rosto, quando se acalmou contou tudo para sua amiga, Alice apenas a escutava, no fim do desabafo de Isabella, Alice falou

– Amiga, sei que não deve estar sendo fácil para você, mas tente se colocar no lugar dele, eu não conheço toda a história só sei o que Jasper me contou e o que você está contando, mas pelo que pude perceber Edward se sente sujo, ele deve pensar que por Lisbeth ter feito o que fez, e você ter visto a humilhação pela qual passou, ele não é mais merecedor do seu amor e apesar dele ter enfrentado Lizbeth e dito que ela não o controlaria mais, isso é uma coisa difícil de fazer, é como tentar livrar-se de um vício, e por mais forte que Edward seja algumas coisas são simplesmente complicadas demais para esquecer.

– Sim eu entendo isso Alice, mas eu só quero ajuda-lo, eu o amo tanto, já o amava mas depois de tudo meu amor por ele duplicou – Isabella chorou.

– Então mostre a ele, mostre que ainda o quer que nada do que aquela louca fez diminuiu seu amor por ele – disse Alice pegando as mãos de Bella e as apertando levemente, como se quisesse com esse gesto transferir a força necessária para a sua amiga

Isabella levantou-se de um salto, indo diretamente para a porta

– Obrigada Alice, é isso mesmo o que vou fazer – deu um beijo em sua amiga e saiu.

Chegou ao apartamento procurando por Edward, mas ele não estava, havia um recado a avisando que ele tinha ido se encontrar com Carlisle, para um almoço, isso era ótimo teria tempo para se preparar apesar de ele ter prometido recompensa-la de sua ausência durante dias, ele havia prometido chegar mais cedo em casa e assim passar um tempo com ela.

Foi até o banheiro, acendeu várias velas perfumadas em torno da banheira, deixou o ambiente iluminado por uma luz difusa, estava muito agradável, tirou a roupa e colocou um roupão de seda curto, preparava o banho com essências perfumadas quando ouviu a porta se abrir e Edward entrou no banheiro, ele estacou quando viu como Isabella estava linda, Bella aproveitando-se de que ele parecia surpreso puxou-o para dentro.

Ele se deixou levar, tirou suas roupas e entrou na banheira, seguindo suas ordens. A sensação da água quente deslizando-se sobre sua pele, enquanto ela o ensaboava, era maravilhosa. Não pôde evitar acariciar o contorno do queixo de Bella com um dedo.

Ela tirou o roupão e entrou com ele na banheira. Rodeou-a com os braços, mas assim que Isabella começou a mover-se sobre seu corpo, as lembranças se apoderaram dele. Imediatamente, voltou a estar preso com Lisbeth e era ela que o banhava; era seu olhar distante o que via.

Isabella notou que ficava rígido.

— Te fiz mal?

— Afaste-se, me deixe sair —lhe disse, colocando-a de lado e tentando sair da banheira.

Algo ia mal. Algo mal estava acontecendo.

—Edward?

Estava evitando olhá-la e, subitamente, recordou o que Alice lhe disse. Decidida a liberar seu Mestre de todos os demônios que o atormentavam, agarrou-o firmemente pelo rosto e o obrigou a olhá-la.

—Edward não sou Lisbeth e jamais te machucarei.

—Me deixe…

—Olhe-me! —insistiu— me olhe nos olhos.

E ele o fez.

— Jamais te faria mal. Jamais.

Edward franziu o cenho.

Ela deslizou sobre ele, inclinando-se ainda mais sobre seu corpo.

—Me ame, Edward — insistiu, agarrando suas mãos e as colocando sobre seus seios— Deixe-me apagar essas lembranças.

Edward não sabia se isso era possível, mas ao senti-la ali nua, com sua pele úmida e seu fôlego quente, compreendeu que não queria afastar-se dela. Tinha ficado muito tempo privado do corpo do seu cisne, da ternura de suas carícias. Isabella voltou a mover-se sobre ele, aproximando-se de seu rosto e isso lhe fez perder o controle, mas imagens do passado e das coisas que sofrera no cativeiro, o fizeram retesar o corpo, ela sentiu que seu Mestre voltava a reviver tudo o que passara e decidiu que precisava fazer mais ou nunca libertaria seu cavaleiro negro.

– Venha comigo.

Saiu da banheira levando-o consigo, deitou-o na cama e pegou algumas coisas que tinha preparado com antecedência e voltou para junto de Edward que a olhava confuso, pegou da caixinha que segurava um longo cachecol de seda e sorriu para o seu amor.

Edward a olhou com o cenho franzido enquanto observava como ela enrolava o cachecol em um dos pulsos.

—O que está fazendo?

—Vou fazer com que melhore.

—O que?

—O passado.

—Isabella —resmungou, enquanto ela lhe agarrava o braço e o prendia em um dos marcos da cama. Assim que se deu conta de suas intenções se separou dela de um salto—. Não!

Ela voltou a agarrá-lo pelo braço e o aproximou do peito.

—Sim.

Isabella observou como o pânico invadia seu olhar.

—Não —repetiu Edward com firmeza.

Umedecendo os lábios, aproximou um dos dedos de Edward da sua boca. Separou os lábios e começou a lhe chupar brandamente o dedo.

—Por favor, Edward. Prometo-te que não te arrependerá.

Ao contemplá-la, o desejo começou a tomar conta do seu corpo. Viu como a língua de Isabella lhe lambia a pele, lhe percorrendo os dedos.

—Por favor, sim?

Com a respiração entrecortada, Edward fechou a mão sobre o peito. Seu cisne pedia algo muito importante a ele. Sua confiança. Algo que não tinha entregue a ninguém desde que era uma criança.

Aterrorizado pelo que tinha acontecido na última vez que cometeu o engano de confiar em alguém, olhou-a aos olhos e, ao fazê-lo, sua resistência começou a rachar. Seria Isabella capaz de machuca-lo ou traí-lo algum dia? Teria suficiente coragem para arriscar-se?

Enquanto ele ponderava, Isabella guiou seu outro braço até o outro cano o prendendo, Edward apertou os dentes, mas não se moveu e permitiu que o atasse. Não obstante, seu coração começou a pulsar mais depressa.

Isabella sabia que acabava de obter uma pequena vitória. Sem deixar de sorrir, atou o cachecol com um nó muito frouxo.

—Pode se soltar em qualquer momento —lhe disse—. Só tem que me dizer isso e desfarei o nó. Mas, se o fizer, me deterei imediatamente.

— Parará?

—Já verá a que me refiro…

Edward puxou os lenços e o movimento fez com que os músculos de seus braços se contraíssem.

—Eu não gosto disto —lhe confessou, tentando libertar-se.

Sentando sobre seu corpo, Isabella lhe agarrou os pulsos com as mãos e os manteve no lugar. Baixou a cabeça e o beijou com suavidade nos lábios.

Edward se esticou ao sentir a língua de Isabella no canto dos seus lábios, procurando a entrada da sua boca. Ele permitiu de boa vontade, separando os lábios e gemendo assim que suas línguas se roçaram e provou seu sabor.

Seus beijos eram o mais próximo do paraíso que um homem como ele podia encontrar. O aroma de morangos invadia os seus sentidos, lhe fazendo perder a cabeça. Deixando-o sem fôlego. O tempo se deteve quando suas mãos lhe acariciaram o torso sentiu o roçar de seus mamilos sob seu peito.

Quando tentou abraçá-la, recordou que estava preso. Com um grunhido de frustração, puxou os lenços.

Ao escutar como a seda se rasgava, Isabella interrompeu o beijo e se afastou um pouco.

—Lembre-se —lhe disse com voz rouca—, se você soltar-se, a única coisa que conseguirá será uma ducha fria.

Edward deteve-se imediatamente.

Muito devagar e de forma sedutora, esfregou seu corpo no dele, com os sensuais movimentos de uma gata, deixando que os mamilos lhe roçassem conforme subia da cintura até o peito. Edward gemeu ao sentir como ela se estirava sobre seu corpo.

—Como vamos, Mestre?

Ele tragou saliva antes de responder.

—Muito bem.

Sorrindo, Isabella lhe acariciou o queixo com os lábios e a língua.

— Muito melhor quando faz isso —sussurrou ele com o corpo enfebrecido por suas carícias.

Ela se retirou com uma gargalhada.

—O que parece então se te deixar cego de prazer?

—Dá-me a sensação de que sou todo teu, anjo.

– Faltou dizer que sou sua Mestre, e que mesmo estando assim é você que me domina.

Isabella desejava com todas suas forças que isso fosse certo. Mais uma vez saiu da cama e foi até uma bandeja que havia preparado e que se encontrava em um canto em cima de uma mesinha. Agarrou a jarra de mel temperado, e recordou quando Edward lhe disse que uma vez Lisbeth havia o prendido e jogado um pouco de azeite fervendo em sua pele essa era uma das muitas cicatrizes que seu Mestre levava em seu corpo. Recordou a expressão de dor de seu rosto quando lhe contou. Com o coração em um punho, retornou à cama, onde Edward estava a sua mercê. Aproximou-lhe a jarra do seu peito e observou como a lembrança dessa tortura lhe escurecia o olhar.

Instintivamente, Edward se encolheu assim que o mel o roçou. Mas ali não havia dor. Não se formavam bolhas nem lhe queimava a pele. Em realidade, era bastante agradável relaxou e observou como Isabella derramava o espesso líquido dourado, riscando pequenos círculos ao redor de seus mamilos para depois estendê-los com as unhas e descer até o estômago, lhe provocando contínuos calafrios.

Isabella deixou a jarra de lado, e começou a lamber cada gota de mel que tinha derramado sobre seu corpo. Cada gemido de Edward lhe provocava um estremecimento de prazer. Quando a língua de Isabella foi para o umbigo dele seu membro se endureceu ainda mais.

Isabella soltou uma risada e o olhou, reclinada sobre seu umbigo. Nesse momento, moveu-se para cima, deslizando a língua do ventre até o queixo dele. Gemendo de prazer, Edward jogou a cabeça para trás, lhe facilitando o acesso a seu pescoço e, quando sentiu como seus dentes o arranhavam, estremeceu da cabeça aos pés.

—Isabella —ofegou.

Sem deixar de lhe sorrir, Isabella voltou a descer da cama e agarrou uma vasilha pequena. Não sabia de onde tinha saído essa sua faceta atrevida, nunca tinha se comportado desse modo, mas queria salvar Edward de seus demônios a qualquer preço. Além disso, algo estranho estava acontecendo enquanto fazia tudo isso por ele, era como se uma parte de si mesma estivesse se liberando.

Chegou perto de Edward e afundou os dedos na vasilha que continha creme de leite e os aproximou dos lábios de Edward, com o polegar, riscou o contorno daquela boca perfeita.

Edward lambeu o creme enquanto ela se sentava sobre sua cintura. Que maravilha sentir a umidade do corpo do seu doce cisne sobre ele. Estava o deixando louco. E quando ela se moveu para baixo e roçou em sua excitação ele pensou que iria morrer de prazer.

—Me deixe alimenta-lo meu Mestre —lhe sussurrou antes de lhe aproximar o dedo da boca, muito devagar, para que ele saboreasse o creme.

Edward engoliu em seco, agora estava entendendo plenamente o que seu cisne estava fazendo, ela estava recriando todas as torturas a que foi submetido por Lisbeth, tudo o que ela fazia o relembrava a crueldade a que foi submetido, mas o que Isabella estava fazendo não lhe trazia dor, ao contrário fazia com que as sombras do seu passado finalmente se dissolvessem.

Bella buscou pelos morangos e molhando-o no creme ofereceu a Edward que saboreou a fruta doce.

– Alimenta-lo assim é tão excitante meu mestre. — Bella lambe os lábios sujos de Edward fazendo-o grunhir.

– E você não tem ideia do prazer que está me dando com isso minha doce Isabella. — Ele ainda consegue dizer como se sente, mesmo com a toda a excitação de seu corpo Edward sabia que devia dizer a ela que enfim estava esquecendo-se de seu passado.

– Acho que preciso me alimentar de você agora meu mestre. Ela então suja o membro de Edward de creme e começa a chupa-lo com vigor.

Bella empenha-se totalmente em sua tarefa de fazê-lo esquecer de até mesmo seu próprio nome, e fica contente com os gemidos altos e palavrões que ele solta enquanto ela o acaricia a base e chupa seu cumprimento duro como rocha. Bella sente o descontrole de Edward ao senti-lo arquear os quadris estocando cada vez mais forte dentro de sua boca, aquilo a fez tão excitada que acabou chegando ao seu próprio clímax enquanto dava prazer ao seu dono.

– Merda Isabella, não sei se suportarei por muito tempo. — Ele solta mais uma dúzia de palavrões e Bella sabe que ela estava quase chegando a seu ápice, por isso para e pergunta:

– Na minha boca ou dentro de mim mestre?

– Dentro de você Isabella. — Completamente cega por seu recente orgasmo Bella sobe em cima de Edward e conecta de uma vez os corpos, ela grita tão alto que sequer percebe quando ele se solta e a segura pelos quadris ditando os movimentos que ficam cada vez mais rápidos.

– Oh Deus Edward, eu estou por um fio. — Bella levanta a cabeça e solta mais gemidos altos de prazer chegando ao seu clímax seguida imediatamente por Edward.

Os dois continuam respirando rapidamente, ainda acometidos pela força do clímax, no entanto Edward é o primeiro a tomar a iniciativa de desconectar os corpos e trazê-la para seus braços beijando-a por todo o rosto num ato de amor.

– É assim que tem que ser sempre você entende querido? Nós dois não estamos apenas nos usando para o prazer, nós estamos nos amando, então nunca mais tenha medo. — Ela diz tocando o rosto suado dela. — Enterrar o seu passado não vai ser fácil, mas eu estarei aqui para ajuda-lo sempre, porque eu amo você e faço qualquer coisa para vê-lo feliz.

– Eu te amo Isabella, e tentarei ser o melhor para você e nossos filhos, nós vamos esquecer o passado e viver o nosso futuro juntos. — Bella sorri e o beija, todo o cansaço de fazer amor agora estava passando dando lugar a excitação que sempre sentia quando Edward estava por perto.

– Não está cansada está? — Ele pergunta enquanto ela morde o seu pescoço.

– Para você nunca estarei. – responde piscando um olho

– Ótima resposta, porque agora não estou amarrado, farei o que quiser com você agora. — Ele a retira de seu colo e vai até o armário de roupas retirando uma mala pequena de lá.

– Você jogou sujo e soltou-se sem a minha permissão. — Bella brinca e Edward ri deixando-a contente com isso, fazia tempo que não via um sorriso sincero no rosto de seu Mestre no entanto está curiosa com o que ele pretendia. Ela o vê retirar um objeto que logo identifica como um plug, o que a deixa ainda mais quente. – O que vai fazer? — pergunta

– Eu quero esquecer de vez o meu passado Isabella e preciso saber se está realmente pronta para isso. — Edward pergunta com o plug anal na mão, seu doce cisne havia dito sim para experimentar, mas ele temia pela sua segurança.

– Como eu havia dito eu não farei sexo anal com você, mas quero mostrar a mim mesmo que posso lhe dar prazer assim e que não irei machuca-la, quero esquecer de vez o meu passado e fazer apenas o meu futuro com você e os nossos filhos.

– Mesmo que quisesse você nunca me machucaria meu amor. — Bella o puxa para um beijo e sente sua intimidade arder de desejo, Edward havia lhe levado ao ápice uma vez, no entanto ela queria mais, muito mais dele. – Eu estou pronta, estou tão excitada com ideia de usar esse plug mestre, me lembra do dia em que me levou ao clube de Aro, como aquela loira se contorcia de prazer, e eu quero aquilo.

– Ótimo meu doce cisne. Ele dá um sorriso sedutor fazendo Bella aumentar ainda mais a sua excitação. – Então voltamos a ser dominador e submissa, consequentemente você é quem deve obedecer-me agora.

Edward sai da cama buscando por seus brinquedos de dominação, ele havia achado por bem ter alguns destes brinquedos em seu quarto já que sua Bella estava tão insaciável desde o começo da gravidez.

– Lembra-se como é prazeroso ser vendada minha doce submissa? Vamos começar deixando-a falar livremente. — Edward coloca a venda negra em Bella que sorri extasiada, ele realmente havia voltado, o seu dominador.

– Sim meu mestre, a venda é algo que me agrada.

– Lembra-se de suas palavras de segurança?

– Sim mestre. — Bella responde aguardando pelo que virá, porem sabia que seria extremamente prazeroso assim como todas às vezes me que ele a possuiu.

– Ótima garota. — Ele acaricia o rosto de Bella que como uma gata manhosa esfrega-se na mão de seu mestre.

Edward por sua vez toma os lábios dela com um beijo feroz, e continua com mordidas pelo queixo e pelo pescoço até chegar ao seu ouvido para que pudesse sussurrar de maneira quente.

– Você é tão gostosa minha doce submissa. Edward pega uma das mãos de Bella e coloca em seu membro já ereto. – Está sentindo querida? Isso é o que faz comigo todas as vezes que me toca, eu fico completamente duro por você.

– Oh sim mestre eu posso sentir. — Bella responde num fio de voz ainda acariciando o membro de seu mestre.

– E agora mesmo depois de ter me colocado em sua boca há poucos instantes, você o quer novamente não é? Está prestes a me implorar por isso não está Isabella? — Ele dá um gemido excitado enquanto ainda fala ao ouvido de Isabella, aquilo quase a fez chegar a um orgasmo.

– Sim mestre, eu quero chupa-lo tão desesperadamente.

– Ótima resposta Isabella. — Ele tira a mão de Bella de seu membro e ela pensa que Edward iria atendê-la, no entanto não sente mais presença de seu mestre perto de si, apurando sua audição ela consegue identificar que ainda estava no quarto e sua vontade é erguer a venda para poder ver o que estava fazendo, mas sabia que se fizesse isso seria castigada e talvez não o tivesse mais aquela noite, por isso conteve sua curiosidade e apenas esperou.

Logo ela o sente novamente, ele começa a acaricia-la e desta vez lhe puxa os bicos dos seios fazendo-a dar gritos de prazer.

– Diga-me minha doce submissa alguma vez teve vontade de estar com dois homens ao mesmo tempo? — Aquela pergunta fez Bella arquear uma sobrancelha, não sabia o porquê daquilo, que tipo de jogo seria? Ele não a compartilharia certo?

– Não desejo outro homem que não seja você Edward. — Bella responde nervosamente o que faz Edward rir.

– Calma querida, acho que fiz a pergunta errada já que eu nunca a compartilharia se é o que pensa, deixe-me reformular a pergunta. — a tranquiliza. – Você gostaria de me ter lhe dando prazer em mais de um lugar do seu corpo?

Bella sente a excitação tomar conta do seu corpo novamente a simples ideia de ter Edward lhe dando prazer sem ser lhe tomando pela vagina a deixa sem folego, mas ainda não sabia o que ele planejava.

– Sim mestre. — É a única coisa que ela consegue responder já que ela mal termina de falar e ele lhe ajuda a sair da cama.

– Ajoelhe-se Isabella e chupe-me. — Bella faz o que seu mestre ordena e deleita-se com o membro grosso de seu mestre.

– Tem ideia do quanto me dá prazer assim Isabella? — Ele diz segurando os cabelos de Bella enquanto ela o suga forte. – Mas agora deve parar. — ela faz o que é ordenado mas com relutância, amava dar-lhe prazer.

– Eu vou colocar um tipo de mordaça e você vai chupa-la como estava fazendo com meu pau. Ele a ajuda a voltar para a cama e coloca um tipo de mordaça quase num formato de pênis, porem menor.

– Chupe-o Isabella. — Bella acha estranho no começo, mas faz o que ele manda. – Imagine que não é a mordaça que está em sua boca e sim eu, vamos doce cisne você é ótima no que faz. Bella então se deixa levar pelo gosto de Edward em sua boca e assim chupa vigorosamente o objeto.

– Isso mesmo Isabella. — Edward diz entre gemidos deixando Bella totalmente extasiada.

– Agora se curve e apoie a barriga no travesseiro para que não se machuque. — Ela faz o que ele manda ainda chupando o objeto. – Eu vou passar um lubrificante em você e colocarei o plug, você também pensará que sou eu fodeno-a aqui.

Bella arrepia-se inteira com a sensação de ser tocada num lugar tão proibido e ao mesmo tempo tão excitante, ela sabia que ele não iria toma-la ali, não naquela noite, mas ao somente imaginar sentia-se na borda, estava praticamente chegando ao seu ápice por estar chupando aquela mordaça pensando que era o delicioso membro de seu mestre. Sentiu a entrada do plug e contorceu-se na cama, e se tivesse sem aquela mordaça com certeza teria gritado, era exatamente como ela imaginou, era prazeroso com Edward, seu corpo inteiro estava extasiado com a sensação.

– Está sentindo prazer cisne? — Edward sussurra em seu ouvido enquanto ela sente o membro dele lhe tocar a intimidade, ela jamais sentira prazer igual.

– Continue me chupando querida, enquanto estou de fodendo aqui. — Edward toca o plug lhe dando mais pressão ela geme mais alto enquanto ainda chupa a mordaça, Bella tinha certeza que todo esse prazer a mataria.

– Você está se saindo muito bem Isabella. Ele a elogia daquela forma sedutora e em seguida continua falando ao pé do ouvido. – Mas ainda temos um lugar sobrando não acha? Aposto que está molhada bem aqui. Ele então a toca em seu ponto mais quente.

Um calafrio a percorreu quando Edward começou a pressionar um dedo espesso em sua vagina. Seu corpo floresceu.

– Oh Deus. É demais. — Ele a tocava em todos os lugares; e ela se sentia fora de controle. Seu corpo nunca tinha assumido o comando assim. Ela se sentia impotente para fazer qualquer outra coisa além de responder. A sensação de seu traseiro sendo invadido a deixava cambaleando. Sentia-se primitiva e carnal, tornando-se nada além de uma criatura da luxúria, sem se preocupar com nada além do prazer que ele continuava a forçá-la a aceitar.

– Não, bebê. Não é demais. Você pode levá-lo. Deixe ir. — Edward disse enquanto movia o dedo grosso dentro dela.

Quando ele retirou o plug do seu traseiro, ela choramingou com a perda. Nunca quis nada com o sexo anal antes, nunca tinha permitido, mas Edward a fez ansiar por isso agora. Ela se empurrou para trás, tentando incentivá-lo a tocá-la lá de novo.

Quando dois dedos tomaram o lugar do plug e pressionaram para dentro, ela arqueou e clamou.

– Oh sim, — Edward disse firmemente. — Preciso esticar esse rabo apertado, bebê. — Ele alcançou abaixo e beliscou um mamilo enquanto empurrava os dedos profundamente.

Ele a deixava selvagem, tornando-a uma libertina que não reconhecia.

– Dói — Bella choramingou, mesmo enquanto se empurrava de volta nos dedos de Edward.

– É bom e dói ao mesmo tempo. Mais, mais rápido.

Quando Isabella pensou que não poderia mais aguentar Edward com uma estocada só entrou nela mas continuou com os dedos em seu traseiro

Os empurrões em ambas as aberturas aumentaram para um ritmo furioso. Isabella não conseguia acreditar em como seu corpo se abria para ele tão completamente. A sensação de estar tão cheia, era também tão proibida, de tê-lo invadindo ambas as aberturas a tinha empinando de modo selvagem, seu corpo sacudindo incontrolavelmente. Quando Edward estocou mais uma vez com força e comprimiu seu clitóris, ela gemeu novamente, contraindo-se e chegando ao orgasmo mais poderoso de sua vida.

Edward rugiu e mergulhou seu pau profundamente dentro dela, segurando-o lá, e ela soube que ele a seguira. Seus braços fraquejaram. Afundando sobre a cama, Isabella lutou para recuperar o fôlego, gemendo quando ele se retirou de ambos os lugares e desmoronou na cama ao seu lado.

Após recuperar o folego Edward retirou a venda e a deitou corretamente na cama, deitou-se a seu lado vendo que seu cisne continuava a respirar rápido com certeza ainda sobre o efeito dos orgasmos, não ousou perguntar se ela estava bem porque ela estava com um grande sorriso nos lábios vermelhos, o que fez Edward beija-la levemente.

– Abra os olhos devagar anjo. — Edward acaricia a mulher que ama enquanto ela abre os olhos devagar e sorri ainda mais ao vê-lo com os olhos verdes mais quentes e cheios de amor, mas quando a olhou e viu que seus olhos estavam cobertos de lágrimas não derramadas seu sorriso apagou e em seu rosto apareceu uma expressão preocupada. – Porque chorou querida?

– Porque foi maravilhoso, eu senti tanto prazer e você estava em todos os lados, de todas as formas, foi tão intenso, você é maravilhoso Edward e eu te amo. — Bella o puxa para um beijo doce.

– Foi assim para mim também anjo.

– Então podemos repetir mais vezes. — ela morde a orelha de Edward em um convite.

– Não agora amor, nesse momento eu só quero tomar um banho relaxante com você e depois jantarmos juntos. — Ele não deixa que ela o atice, afinal não conseguia resistir a sua Isabella.

– Aceito se pedir comida italiana, e se jantarmos na sala onde possamos ver um programa qualquer na TV.

– Oferta aceita. — Ele a ajuda sair da cama, lhe leva ao banho lhe lavando os cabelos e cuidando dela como uma joia preciosa, agora Bella podia sentir a força do sentimento de Edward por ela.

Depois do banho Bella veste-se em uma das camisas de Edward e o leva para a sala colocando um filme qualquer enquanto ele a massageia os pés.

– Já pensou nos nomes que vamos dar aos nossos bebes? — Ele pergunta fazendo Bella dar um grande sorriso, nunca havia imaginado que o homem arrogante que lhe segurou na livraria fosse tornar-se este homem a sua frente.

– Tenho algumas sugestões, mas quero ouvir você.

– Podemos discutir sobre isso durante o jantar. — Ele sorri e Bella aproveita para lhe dar um rápido beijo.

– É uma ótima ideia. — Edward não imaginava a surpresa que Isabella tinha em relação aos nomes para os bebes.

– Quando acha que aparecerá a barriga? — Edward pergunta e Bella abre os olhos o encarando.

– Eu já me sinto tão gorda imagina quando minha barriga começar aparecer, estou me sentindo uma orca com toda essa comida, Sue parece estar recebendo ordens de certo alguém para me entupir de comida, é claro que ela também é culpada por fazê-las tão deliciosas.

– Só desejo o seu bem estar, assim como os dos nossos filhos. — Edward explica.

– Eu não quero de enjoe de mim quando eu ficar gorda, não quero que olhe para outra mulher, tem tantas vadias querendo você. – diz fazendo um bico como uma criança birrenta.

– Bella para meus olhos você será sempre a mulher mais linda, e ainda mais por estar carregando meus filhos no ventre, eu não consigo enxergar mais nada a minha volta querida, apenas você. — Ele acaricia a barriga de Bella fazendo-a derramar lagrimas de alegria, nunca fora tão feliz em toda sua vida.

– Você tem sido tão maravilhoso, comigo e com os nossos bebês. — diz subindo no colo de Edward beijando-lhe os lábios de maneira apaixonada, o que torna-se logo lascivo e cheio de luxúria. – Acha que ainda temos algum tempo antes do entregador chegar com a comida? — pergunta já se esfregando na excitação em formação de Edward.

– Acho que temos tempo suficiente. — Ele a coloca sobre o tapete da sala tira a camisa e a calcinha que ela vestia despe-se rápido com a ajuda de Bella e ali faz amor com ela, dessa vez de forma lenta e profunda.

Quando o entregador chegou os dois estavam exaustos deitados no tapete, Edward foi o primeiro a se recuperar, vestiu a calça e abriu uma pequena brecha da porta para que o entregador não visse Isabella nua espalhada no chão da sala, sua submissa não havia nem se mexido parecia tão cansada, pagou o entregador, levou a comida até a cozinha e preparou um pequeno prato, aproximou-se dela que continuava dormindo e a sacudiu suavemente, Isabella abriu os olhos sonolentos e sorriu quando o viu.

– Vamos comer, meu amor

Ela levantou-se e vestiu a camisa que estava antes e começou a comer, eles comeram em silencio logo depois Isabella sentou-se no sofá e cochilou, Edward a pegou em seu colo a colocando na cama, deitou-se em seguida a abraçando, ficou alguns instantes olhando para ela, como a amava, ela era tudo em sua vida, Isabella conseguiu acabar com todos os demônios de seu passado, agora podia finalmente ser feliz, estava quase dormindo quando uma ideia atravessou a sua mente, Isabella esperava os filhos dele, e eles não eram casados, teria que mudar essa situação, um sorriso feliz despontou dos seus lábios, logo Isabella seria totalmente sua, tanto aos olhos dos homens como de Deus com esses pensamentos felizes adormeceu.

Notas finais
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