Notas iniciais
Notas da lisa: AI ESTA O CAPITULO COMO O PROMETIDO PARA VCS LINDAS QUE DEIXARAM TÃO LINDOS COMENTÁRIOS AMEI TODOS E TENHO CERTEZA QUE A RENATA TBM, BOM NÃO VOU FICAR AQUI FALANDO TENHO CERTEZA QUE VCS ESTÃO LOUCAS PARA LER ESPERO QUE VCS GOSTEM E COMENTEM MUITO BJKS

Notas da Rê: Bonitas? Olha só o que vcs conseguiram, pois é agraciaram a fic com 81 reviews neste capitulo e 122 no total...puxa fiquei tão orgulhosa do Cavaleiro e sua poderosa Dama...Sério meninas obrigada pelos reviews e esperamos que este nos rendam mais alguns...e claro algumas recomendações...ah e meninas perfeitas que comentaram em todos os capitulos, obrigada pela força viu...fiquei muito feliz...
Dedicando este a maravilhosa Denise pela linda recomendação... Obrigada flor por todas as palavras que usou para falar tão bem da fic...obrigada de coração...vcs são perfeitas!

Bella acordou totalmente relaxada e sem nenhuma dor, espreguiçou-se na grande cama e sorriu feliz, aquilo era mesmo uma boa novidade já que não esboçava um sorriso assim há muito tempo, para ser sincera desde que sua mãe se fora não havia mais se sentido feliz e relaxada como agora. Edward tinha o poder de deixá-la feliz mesmo que depois voltasse a ser o mesmo arrogante de sempre, ela tinha a certeza de que a personalidade ogro de Edward estaria sempre presente, porem haveria mais momentos como aquele que teve ao seu lado no parque, ele voltaria a ser só um garoto carente.

Vestida em seda negra ela segue para o banheiro e toma um relaxante banho, ainda era bem cedo talvez Edward nem tivesse acordado, não depois da noite de ontem em que ficaram pela madrugada naquele quarto de jogos onde ele a tomou por repetidas e deliciosas vezes, ou será que a máquina Edward Cullen já havia se levantado? Duvidava muito, ele parecia ter ficado cansado o suficiente para dormir por muitas horas. Isso lhe daria tempo para arrumar-se e perfumar-se para ele. Bella não vestiria roupas de seu guarda roupa sexy, usaria suas próprias roupas, jeans e suéteres, ela voltaria a ser a Isabella funcionaria da humilde livraria pertencente aos bairros pobres de Seattle.

Deixando de pensar sobre si ela sai do quarto e pondera sobre ir até o quarto de Edward, mas desistiu ao lembrar-se de que poderia aborrecê-lo ele poderia não querer companhia ou pior poderia estar dormindo, por isso seguiu o caminho até a cozinha encontrando Sue e uma mesa repleta de coisas gostosas.

– Bom dia Bella. Sue sorri a garota.

– Bom dia Sue, espero que tenha dormido bem. Bella dá um beijo carinhoso nela.

– Dormi muito bem, agora sente-se filha. Bella senta-se sendo servida por Sue.

– Eu deveria esperar o Sr. Cullen para tomarmos o café da manhã juntos. Bella não sabia exatamente como portar-se durante os dias normais, ele não havia dito nada sobre isso.

– Na verdade o Senhor Cullen já tomou o café e saiu. Sue diz e Bella a olha de forma interrogativa.

– Para onde ele foi? E porque não me acordou ou me avisou? Eu poderia tê-lo acompanhado, ele poderia ter me deixado em casa. Ela sente-se triste por não vê-lo agora pela manhã.

– Acho que teve uma urgência na empresa, Emmet ligou muito cedo hoje. Sue responde e Bella tem a vontade de perguntar sobre qual empresa ela falava, não sabia que Edward tinha uma empresa, muito menos que tipo de negócio teria, ela julgou que ele seria apenas um escritor. Bella não ousou perguntar à senhora e dar a certeza de que não havia nada mais do que sexo na relação dos dois, não sabia mesmo nada sobre ele. – E Peter está a sua disposição para quando desejar ir para sua casa. Sue continua e Bella fica quieta, queria ter ido com ele, não que Peter fosse de seu desagrado, mas queria pelo menos um beijo de despedida, não sabia por quanto tempo ficariam distantes.

– Não fique triste menina. Bella sorri à senhora. – Ele me passou tantas recomendações, e uma delas é para que eu a faça comer. Sue coloca uma fatia de bolo a frente da menina e a incentiva a comer. Não era feitio de seu patrão preocupar-se com alguém, mas com Bella tudo estava sendo diferente.

– Obrigada Sue, mas gostaria que sentasse comigo. Bella segura às mãos da bondosa mulher e a faz sentar-se à mesa. – Não gostaria de comer sozinha. Sue atende a menina mesmo sabendo que poderia irritar seu patrão.

As duas conversam sobre assuntos simples como o gosto dos alimentos até a preferência dos filhos de Sue pelos pratos que ela faz. Bella conta como é seu trabalho na livraria e de como adora livros, principalmente a obra de seu Mestre.

As duas sorriem e tratam-se como se já se conhecessem há anos, Bella estava sentindo-se cada vez mais confortável na casa e na vida de Edward.

Depois de muito conversarem Sue pede licença para verificar as roupas que estão sendo lavadas, mas Bella não quer ficar sozinha na mesa por isso vai atrás de Sue.

Ela percebe a quantidade de camisas escuras que estavam sendo colocadas na centrifuga e outras que ainda estão prestes a serem lavadas. A garota não resiste e pega uma das peças sentindo o cheiro excêntrico de Edward, ela fecha os olhos ao aproximar de seu nariz a peça negra e por Deus como já sentia a falta de Seu Mestre.

– Gosta mesmo dele não é? Sue pergunta sorrindo ao ver a cena de uma típica mulher apaixonada.

– Fico pensando em como me apeguei tão rápido a alguém. Bella agarra-se a camisa e Sue não se cabe em si de tão contente por ouvir aquelas palavras.

– Ele precisa disso Bella, ele precisa de você. Sue fala enquanto coloca mais roupas na máquina.

– Eu sei Sue e tentarei ser o que ele precisa. Ela diz convicta e continua. – Agora será que posso ficar com essa sem que ele saiba? Bella não queria devolver aquela camisa, gostaria de ficar com o cheiro dele impregnado em si só assim poderia passar um tempo longe dele.

– Tenho certeza de que o Sr. Cullen não conta às camisas que tem. Sue vira-se novamente e concentra-se em seus afazeres enquanto Bella continua deliciando-se com o cheiro de Edward.

E mesmo sobre protestos de Sue, Bella insiste em ajuda-la com as roupas só assim poderia sentir ainda mais forte o cheiro de Edward.

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Chegou a hora de voltar a ser a mesma gata borralheira de sempre, os seus momentos como Cinderela acabaram, apenas nos fins de semana poderia transformar-se em alguém mais bonita e sensual, uma Bella diferente daquela que estava ali agora. O seu príncipe encantado, ou melhor, seu Cavaleiro Negro estava distante agora, os dois tinham prazo para estarem juntos, por isso era melhor contentar-se e acostumar-se a ficar sozinha novamente.

Os bairros mais ricos de Seattle passavam por seu campo de visão enquanto estava a caminho de casa em um dos carros de Edward, Peter a levou até a livraria e lhe entregou um bilhete que fora mandando por seu Mestre, rapidamente a menina abriu-o e leu o conteúdo escrito.

“Comporte-se Isabella”

Apenas isto estava escrito no papel, isso era mesmo arrogante da parte dele, como poderia lhe mandar algo como aquilo? É claro que ela iria comportar-se, ela nunca fora má, na verdade só ele a chamava de menina má. Ao lembrar-se de como ele poderia ter lhe dito aquilo em alto e bom som seu corpo se convulsiona de excitação, no entanto sabia do que ele falava, tratava-se de outro homem é claro, mal sabia Edward que ela estava tão viciada nele que poderia até mesmo aparecer qualquer astro de Hollywood propondo-lhe casamento e ela não aceitaria, mal sabia seu Mestre que seu vício por ele era tanto que a fez roubar até uma peça de roupa apenas para aplacar a sua saudade.

Bella despede-se de Peter gentilmente e sobe para seu apartamento encontrando Spock em cima da mesa da cozinha.

– Ei Sr. Spock o que faz ai? O gatinho mia e corre para suas pernas esfregando-se. – Está com fome meu fofinho? Bella pega o gato nos braços e o leva para a cozinha colocando leite para o bichano.

– Eu me diverti muito no fim de semana, não vou te contar detalhes, mas me sinto tão bem. Ela começa a conversar com seu gato, Spock era sua companhia e nesse momento desejava expor sua felicidade para alguém, pensou em ligar para Alice, mas sabia que nas segundas sua amiga ficava impossibilitada de falar, por isso continua a falar com o gato. – Ele é incrível Sr. Spock, eu me sinto feliz pela primeira vez em muito tempo, isso é bom não é? Ela continua seu monologo enquanto o gato apenas mia em resposta.

– Sei que me entende perfeitamente. Ela abaixa-se para beijar o gato.

– Que tal irmos à livraria juntos? Estou em dívida com você Sr. Spok. Bella prepara a cesta onde o gato dorme e desce para a livraria acompanhada de seu fiel amigo.

Ela sequer teve tempo de pensar sobre Edward, ela nem imaginou que a livraria pudesse lotar tanto numa segunda feira, os alunos praticamente invadiram o lugar e Bella mal teve tempo para almoçar, mas teria ficado feliz em pelo menos receber uma ligação de seu Mestre.

Para seu maior desconforto Mike retornou a livraria mesmo depois do incidente, o garoto ainda estava com marcas do soco que levou. Bella riu ao lembrar-se de como Edward o acertou, mas tentou portar-se como uma boa profissional diante dele mesmo com medo, mas graças a Deus o homem não havia tentando nada.

O tempo passou rapidamente até às dezesseis horas enquanto ainda havia alunos, mas depois que ela ficou sozinha abriu-se espaços para divagações. Começando com seu desgosto por Edward não ter ligado ou vindo à livraria por todo dia, estava sentindo tanta saudade que por diversas vezes pegou a camisa negra e a cheirou. Será que ele não sentia a mesma falta que ela sentia dele? Será que se lembrou pelo menos dos instantes cheios de prazer que passaram juntos? Ele devia estar ocupado ou não estava com saudades como ela estava?

Decidida a limpar prateleiras e conformar-se por ele não ter entrado contato Bella sobe as mesmas escadas que quase havia caído no primeiro dia em que seu Cavaleiro entrou na livraria, e se não fosse pelos seus braços fortes terem a segurado, talvez tivesse sofrido alguma fratura grave, era incrível como tudo levava seus pensamentos a ele.

Os sinos tocaram avisando que alguém estava entrando na livraria, fazendo seu coração saltar no peito sua esperança era que fosse Seu Mestre quem entrasse, porem para sua surpresa era Peter solicitando que ela o acompanhasse, ele lhe disse que era ordem de Edward e era para ser cumprida imediatamente. Peter disse que ele precisava dela em sua cobertura enquanto ela só faltou dar pulos de felicidade pelo pedido, levou Spok até seu apartamento e cuidou do lugar e da comida do bichano rapidamente.

Trocou de roupa rapidamente, vestindo um de seus poucos vestidos checou sua aparência e notou que não estava nada mal, estava até bonita em suas roupas cotidianas. Bella deu um beijo em Spok e quase saltitante entrou no carro e seguiu para a cobertura de seu Mestre.

O percurso até a cobertura parecia uma grande viagem até o outro lado do mundo, tal era sua ansiedade, estava inquieta e quicava no banco de couro do carro. Estava tão feliz que não conseguia parar de sorrir, ele havia sentido falta dela então, isso era perfeito.

Entrando no elevador privativo ela sorri a Peter, estava mesmo nervosa, suas mãos suavam de ansiedade.

– Você tem família Peter? Digo esposa e filhos? Ela pergunta tentando acalmar-se e ao mesmo tempo estava curiosa sobre o homem que passava muito tempo a disposição de Seu Mestre.

– Sim senhorita. Ele responde educadamente, mas parecia não querer ter um diálogo com ela, talvez fosse uma das exigências de Edward, mas ela estava prestes a mudar isso, assim como fez com Sue.

Peter saiu do elevador e pediu para que ela o acompanhasse, eram ordens para que ela fosse levada o mais rápido possível então não poderia desagradar seu patrão e conversar com a moça que agora era mais uma das aquisições dele.

– Ele a espera nesta sala Senhorita Swan. Peter aponta para uma das salas que ela não conhece.

– Obrigada Peter. Ela sorri ao homem. – E, por favor, me chame de Bella. A menina entra na sala não contendo-se de expectativa.

E lá estava ele sentado numa cadeira de couro escrevendo algo e com um copo de whisky do lado, Bella sequer notava que estava numa biblioteca, tudo o que via era o lindo homem que lhe fez tanta falta.

– Oi. Ela diz a primeira coisa que vem à mente, jamais se acostumaria com aquelas pedras preciosas que lhe fitavam.

– Isabella. Ele a chama daquela forma que a enlouquece. – Venha até aqui minha doce Isabella. Bella segue em direção a ele que se levanta da cadeira para recebê-la adequadamente.

– Fez o que ordenei? Ele a pega pela cintura colando os corpos.

– Eu sempre me comporto Sr. Cullen, eu não sou uma garota má. Ela o olha inocente fazendo os olhos dele escurecerem de desejo.

– Você é perigosa doce Isabella, mas tenha certeza de que sou bem mais. Ele a coloca em cima da mesa fazendo-a arfar pela surpresa. – Agora me diga estava trabalhando com este vestido? Ele sobe as mãos por baixo do tecido acariciando as pernas da garota.

– E se eu estivesse? Ela pergunta e olha para o rosto perverso dele.

– Eu serei obrigado a castiga-la. Ele cheira a pele sedosa de sua submissa.

– Eu vesti este vestido para vir até o Senhor, eu só desejo agrada-lo como uma boa garota. Ela declara rapidamente na ânsia de que ele a tivesse logo e não começasse com mais uma de suas torturas.

– Uma boa garota. Ele começa a beija-la no pescoço e sobe as mãos até seus seios apertando-os fazendo-a delirar.

Bella sente as mãos dele entrarem pelo seu vestido e depois rasgar o tecido deixando-a apenas de calcinha.

– Não gostei deste vestido, ele é curto demais. Ele sorri torto e a beija tocando-lhe todo o corpo.

Bella solta grunhidos baixos pelo grande desejo que cresce cada vez mais com as mãos grandes lhe acariciando o corpo sem nenhum pudor. Não estava nem ai pelo fato dele lhe ter rasgado a roupa, tudo o que queria era ter aquele homem agora por isso agarrou os cabelos bronze e aprofundou ainda mais o beijo o fazendo querer ainda mais a aproximação dos corpos.

– Tenho algo para que você experimente. Ele para o beijo e retira dois objetos que se parecem com presilhas. – São para esses lindos seios. Ele os chupa lascivamente antes de colocar as presilhas em seus mamilos intumescidos fazendo a menina empurrar o corpo de encontro a ele.

– Você gostou não é Isabella? Ele aperta as presilhas e a menina geme de prazer.

– Oh sim Mestre, é delicioso. Realmente os instrumentos lhe davam a sensação de estar sendo acariciada nos seios, de estar com os bicos presos nos dentes de seu Mestre.

– Eles se parecem com a minha boca chupando seus seios? Ele morde os lábios dela, enquanto ela tenta a todo custo esfregar-se nele.

– Nada se compara a sua boca Mestre. Ela fala a verdade e o faz atacar-lhe a boca com um beijo feroz e cheio de desejo.

Nada poderia comparar-se com a boca e as mãos de Edward em seu corpo, mas aquelas presilhas estavam fazendo seu centro pulsar ainda mais.

– O que você tem que me faz deseja-la tanto? A todo minuto deste maldito dia eu quis fodê-la por diversas vezes. Ele fala enquanto lhe arranca a calcinha.

– Eu não sei Mestre, mas, por favor, foda-me. Ela suplica enquanto ele retira algo na gaveta que ela notou ser um preservativo. Ela o viu abrir a calça e vestir seu grande membro com o látex.

Ele sobe uma das pernas de Bella colocando-a em seu ombro e assim penetrando-a e dando aos dois o que estavam desejando desde o início da manhã.

– Você não parece satisfeita por ser a única sem roupa aqui não é minha Isabella apertada? Ele investe ainda mais forte nela.

– Confesso que sim Mestre. Ela consegue proferir enquanto ele ri diabolicamente puxando-a ainda mais de encontro a seu corpo.

Bella se segura na mesa com as duas mãos e geme a cada estocada forte de seu Mestre, por diversas vezes tentou concentrar-se no rosto contorcido de prazer de Edward, mas não conseguia controlar seu próprio prazer que a fazia inclinar a cabeça para trás e soltar um grande gemido, era bom demais senti-lo assim, seu membro parecia cada vez maior dentro de si. A caricia que as presilhas lhe proporcionavam junto com as mexidas que seu corpo dava, e ainda o membro de Seu Mestre a invadindo tão rápido não havia como concentrar-se em outra coisa que não fosse soltar lamurias e pedir por mais, por isso não demorou muitos para os dois chegarem a seu ápice.

Enquanto ainda estão ligados Bella olha o rosto suado de seu Mestre e decide subir uma de suas mãos para acaricia-lo, mas antes que concretize seu ato o celular de Edward toca alto e ele sai de dentro do corpo dela retirando a camisinha e fechando a calça.

– Não saia daí Isabella, eu volto em alguns instantes. Edward afastou-se. – Espero que tenha um bom motivo para estar ligando-me novamente Emmet. Ele atende ao telefone de forma irritada pela interrupção.

Bella sabe que o irmão de Seu Mestre está em apuros, ele parecia mesmo irritado com a ligação e ela fica curiosa para saber como é a relação entre os dois, será que Edward era assim tão frio com toda a família?

Balançando a cabeça negativamente ela retirou as presilhas e olhou para seu vestido rasgado, não tinha como vestir-se, a não ser que vestisse a camisa negra que ainda estava em sua bolsa, mas será que ela poderia arriscar tanto assim? A ideia a divertia, ela queria ver qual a reação dele ao vê-la vestida na camisa dele, mas tinha medo que ele rasgasse também ou pior culpasse Sue por algo, mas e se dissesse que ela mesma pegou sem que ninguém visse poderia livrar a amiga e ser castigada como uma garota má.

Decidida e rindo matreira Bella procura por sua bolsa, que sequer tinha percebido que havia jogado no tapete. Retirando a camisa da bolsa ela veste-se e anda pelo cômodo percebendo agora que estava numa biblioteca, mas não fora isso que chamou sua atenção.

Rabiscos estavam espalhados pela mesa, folhas contendo a letra de seu Mestre foi o que lhe prendeu a atenção, seria aquilo a continuação de seu livro favorito? Não estava acreditando em sua sorte, pegou todas as folhas e leu, mas para sua tristeza eram apenas citações sobre uma luz de esperança, ela julgou ser algo importante por isso deixou lá e procurou outros livros encontrando um manuscrito do Cavaleiro Negro, não pensou duas vezes e começou a ler o livro que sabia de cor e salteado.

FLASH BACK ON

A dor de cabeça estava quase insuportável, Edward não se lembrava de quando havia sido a última vez que bebera tanto, ele gostava de uma dose de whisky mas nunca exagerava porque ter total controle de seus atos era muito importante para alguém como ele, mas até isso estava mudando com a chegada de Isabella em sua vida.

Aquela mulher conseguiu roubar sua sanidade, ele sentia coisas que jamais sentira nem mesmo com Ângela, a única mulher com quem havia mantido relações sexuais e por quem ele tinha conseguido sentir um verdadeiro carinho, Ângela havia sido importante em sua vida em uma época em que ele estava muito perdido, mas nem mesmo ela o fez sentir o que Isabella com um simples olhar conseguia.

Estava perdido em pensamentos quando o seu tormento particular chegou com uma bandeja com café, Edward não estava acostumado com pessoas preocupando-se com ele, mas sua submissa nunca agia conforme o esperado, talvez tenha sido por isso que ele tenha aceitado ir aquele parque, onde lembranças há muito enterradas vieram à tona, lembranças de dias em que ele era apenas uma criança feliz. Foi uma experiência diferente, há anos não se sentia tão bem, mas apesar disto não conseguiu transparecer esta alegria e mais uma vez magoou sua Isabella.

E Edward em uma tentativa mesmo que inconsciente levou sua submissa para conhecer a boate de Aro, o que Edward queria era que Isabella conhecesse tudo sobre ele, cada mínimo detalhe, até mesmo esta parte obscura de sua natureza, mas o medo estava presente também, medo de que ela não suportasse o seu estilo de vida e por isso o abandonasse, mas Isabella nunca agia como ele esperava e ela o surpreendeu parecia que todo aquele ambiente a fascinava, esta reação o tranquilizou, mas Isabella ainda o surpreenderia mais naquela noite quando foi para cima de Samantha, ele tinha que admitir que gostou do modo como Isabella defendeu a relação dos dois, mas é claro que esta atitude merecia uma outra punição e eles tiveram uma das melhores noites até agora, infelizmente houve um problema em uma de suas empresas, um desvio de verbas feito pelo seu contador mais confiável James, mas uma vez Edward confirmava sua crença que não devia confiar em ninguém, ele resolveu o problema e avisou Emmet que iria para casa e que não queria ser incomodado tinha planos para esta noite com sua submissa e não queria ser atrapalhado, mas Emmet sendo quem era, totalmente sem noção do perigo, atreveu-se a ligar para ele novamente para insistir em um jantar de família pois Esme estava com saudades, Edward mandou seu irmão para o inferno e desligou o telefone ás vezes ele era muito inconveniente. Agora só o que ele poderia pensar era nas formas de punir sua doce submissa, e por isso a levaria para assistir o balé o Lago dos Cisnes, sim aquilo era apropriado ele levaria sua submissa para este espetáculo e lá começaria a puni-la

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Flash Back off

Voltando a seus planos iniciais ele segue rumo à biblioteca onde deixou sua gatinha totalmente nua. Eles sairiam em algumas horas, sendo assim daria tempo para que Isabella se aprontasse adequadamente. Ele já sabia qual vestido ela deveria usar e fazia questão de ele mesmo vesti-la, desde a sua lingerie até o vestido que tinha em mente, sim ele iria se divertir muito esta noite.

Quando chegou ao seu destino procurou por Isabella e viu-a sentada em sua cadeira, estava com as pernas descobertas e vestia simplesmente uma camisa sua, parecia concentrada em um livro e nunca esteve mais tentadora, sua libido se manifestou, mas precisava concentrar-se ainda não era o momento, primeiro ele iria tortura-la e depois sim a tomaria, mas a pergunta era onde ela arrumou aquela camisa? Ela teria entrado em seu quarto? Com certeza não, já que o mesmo ficava trancado, então como conseguiu? Isabella era mesmo uma caixa de surpresas.

– Olá Isabella vejo que encontrou algo para se distrair – Isabella se sobressaltou e levantou-se quase caindo da cadeira onde estava sentada, as mãos de Edward conseguiram segurá-la a trazê-la para junto de si.

– Senhor Cullen me desculpe estava distraída sei que não pedi sua permissão para ler, mas eu não resisti e o senhor tem tantos livros eu não resisti e... – Isabella não terminou de falar quando Edward a puxou para si e calou suas palavras com um beijo sôfrego.

No momento em que o ar se fez escasso ele se separou de Isabella dizendo

– Você fica linda quando está nervosa, além de ficar muito tagarela. Ele disse dando um pequeno sorriso torto, mas em seguida ele se afastou e falou. – Agora quero que me diga onde arrumou esta camisa? Sei que não foi em meu quarto minha corajosa Isabella. Bella engole a seco pelo nervosismo.

– Eu vi algumas roupas para serem lavadas e não resisti em pegar esta camisa. Ela conta a verdade, mas não envolveria Sue nisso. – Ela tem o seu cheiro e eu me sinto tão perto de você, eu me sinto protegida Sr. Cullen por isso roubei a camisa, sei que mereço ser castigada por isso. Ela enrubesce e o homem a beija profundamente pela declaração era assim que deveria ser ela deve confiar nele e sentir-se protegida pelo seu Mestre.

– Eu quero que você se prepare nós iremos jantar fora e depois ao balé. Ele disse já recomposto do beijo avassalador que havia dado em Isabella.

– Senhor Cullen, eu não sei o que devo vestir, eu...- Ela não terminou de falar pois Edward já a puxava pelos braços até o quarto dela, lá chegando ele simplesmente mandou que Isabella sentasse na cama e esperasse, Edward foi até ao closet e de lá retirou um vestido vermelho de seda com um grande decote nas costas em seguida foi até uma das gavetas onde estavam as lingeries e de lá retirou uma calcinha de seda e um sutiã do mesmo material ambos vermelhos, Edward parou em frente a Isabella com as roupas em seus braços

– Levante-se Isabella, eu irei vesti-la. Disse com um olhar devorador.

Isabella que até aquele momento não entendia nada, mas fez o que seu mestre estava mandando, aquela atitude dele estava deixando-a muito excitada e ela faria qualquer coisa para sentir em seu corpo novamente todas as sensações que somente seu Mestre a fazia sentir. Ela levantou-se e ficou de frente a Edward, ele olhou-a de cima a baixo, parecia acaricia-la com aqueles lindos olhos verdes.

Edward olhava Isabella e pensava por onde começar a vesti-la o melhor de vestir Isabella seria que primeiro teria que despi-la e poderia se banquetear com a visão do lindo corpo de sua submissa, ele a torturaria pouco a pouco.

– Eu vou despi-la e você está proibida de falar qualquer coisa entendeu Isabella?

– Sim Senhor – disse, ela já estava tremula só de imaginar aonde isto ia parar.

– Ótimo, eu quero tirar essa camisa bem devagar e apreciar cada pedaço de sua pele, mas como eu disse antes Isabella você está proibida de se mexer ou de emitir qualquer som.

Edward então começou a desabotoar a camisa que Bella vestia, botão a botão e em cada um ele depositava um beijo na pele que estava ficando exposta, Isabella não sabia se resistiria por muito mais tempo, mas seu Mestre havia pedido que ela não se movesse e nem falasse nada então tentaria com todas as suas forças obedecer apesar de achar que isso era uma tortura muito pior que qualquer uma feita no quarto de jogos. Enfim ele tinha a livrado da camisa que vestia deixando-a apenas de calcinha, Isabella já se sentia completamente excitada, mas a tortura continuava, ele levantou seus cabelos que estavam soltos caindo através de suas costas, e os enrolou no seu pulso fazendo a cabeça dela pender para trás.

Edward largou os cabelos dela e se abaixou a sua frente ficando de joelhos, Isabella não entendia ao que ele ia fazer ali, quando sentiu sua língua em seu quadril de repente escutou o barulho de tecido rasgando, ele havia rasgando sua calcinha com os dentes, aquela atitude a deixou completamente molhada, será que seu mestre a torturaria mais? Isabella sabia que seu mestre a estava castigando por sua atitude na boate de Aro, mas sinceramente se todos os castigos que o seu mestre e senhor lhe desse fosse como este, ela o faria castiga-la mais vezes pensou.

– Você é uma boa menina Isabella e por isso eu vou recompensá-la. -Ele disse, colocando sua cabeça entre as pernas nuas dela, Isabella sentiu quando a língua de Edward entrou em contato com seu centro de prazer, choques elétricos passaram através do seu corpo e quase soltou um gemido, mas sabia que se caso deixasse escapar qualquer som, seu senhor pararia e não podia deixar que isso acontecesse.

Edward passava a língua desde a sua virilha até seu clitóris onde parou e começou a chupar como se chupa uma fruta doce, Isabella não sabia por quanto tempo ainda aguentaria estava prestes a gozar, quando ele parou.

Edward levantou-se como se nada houvesse acontecido, passando aquela língua que a havia enlouquecido há poucos segundos atrás pelos lábios como se não quisesse perder nenhuma parte do seu sabor, ele olhou-a e viu que Isabella estava corada e ofegante e mesmo assim não tinha dito uma palavra ou soltado qualquer gemido, sua submissa realmente valia a pena.

– Agora como foi uma menina muito educada vou lhe dar permissão para falar Isabella. Disse ele com um sorriso cínico no rosto

– Senhor Cullen, eu queria fazer uma pergunta – Isabella falou olhando em seus olhos.

– Pode perguntar apesar de que eu acho que já sei qual a pergunta, e a resposta é sim, eu a estou castigando pelo seu comportamento no clube de Aro, e pela audácia de pegar uma de minhas camisas, mas isso é apenas o começo esta noite Isabella você está proibida de gozar. Ele falou aquilo e foi pegar o vestido e a lingerie que havia separado, Bella queria discutir aquele castigo, como assim ela não poderia gozar? Isso era simplesmente impossível, ela não conseguiria, não se ele continuasse a tortura-la desta maneira. Bella estava perdida em seus pensamentos que não notou Edward a sua frente segurando o vestido.

– Acho que estas peças serão desnecessárias esta noite Isabella. Ele falou segurando a calcinha e o sutiã, Bella arregalou os olhos, como assim ele queria que ela saísse nua? Não isso ela não poderia fazer e ia dizer isso a ele

– Desculpe senhor, mas eu não posso ficar nua. Ela disse já estava ficando furiosa com tudo isso e além de estar muito frustrada com toda aquela tensão sexual não satisfeita.

Edward soltou uma gargalhada aquilo pegou Isabella totalmente de surpresa, ela nunca o havia visto rir daquela forma, se ele já era lindo no modo Senhor Todo Poderoso, rindo ele simplesmente era a encarnação do Deus Apolo, todo luz e sol, Bella estava completamente fascinada com o sorriso de Edward, ela concordaria com qualquer coisa se fosse para vê-lo sorrir desta maneira novamente.

– Só você Isabella para me fazer rir desta maneira, mas esta sua carinha de gata brava é hilária, parece um gatinho querendo lutar com um leão. Ele parou de sorrir e se aproximou dela a pegando pelos ombros e a colando ao seu corpo – Mas não se esqueça nunca minha gata brava que eu sou o leão e posso devorá-la a qualquer momento.

– Agora tome um banho rápido, coloque o vestido eu quero ver como fica em você e não ouse discutir comigo Isabella, faça o que estou mandando e quem sabe no fim desta noite eu não a recompense. Ele falou já no modo senhor todo poderoso.

Isabella não teve outro jeito se não obedecer, tomou um banho rápido, maquiou-se e quando retornou ele já estava arrumado. Ela então colocou o vestido percebendo que realmente não poderia usar lingerie com este vestido ele aderia a pele e a calcinha e o sutiã marcariam o tecido, a seda era suave em contato com seu corpo parecia a caricia de uma amante.

– Vejo que você aprovou a minha escolha não é Isabella? Ele perguntou, mas ela ficou calada não sabia se tinha permissão para responder – Você pode falar eu lhe permito. – Edward disse, ele parecia realmente querer saber o que ela pensava então resolveu ser sincera.

– Sim senhor eu gostei muito do vestido. Ela respondeu enquanto Edward começou a passar as mãos por todo seu corpo e Isabella pode sentir o calor de suas mãos. Ela já estava se derretendo novamente era sempre assim bastava Edward colocar as mãos, a boca ou qualquer parte do seu corpo perto e ela se derretia como gelo ao sol, mas da mesma maneira que começou ele parou, e aquele maldito sorriso sínico estava em seus lábios novamente Edward estava divertindo-se com a frustração de Isabella.

– Nós não temos que ir senhor? Então é melhor irmos logo. Ela disse, pois já não aguentava mais aquele joguinho daqui a pouco começaria a gritar como uma criança mimada e Bella tinha certeza que seu mestre não gostaria disso.

– Sim vamos Isabella. Disse colocando a mão em sua cintura e a guiando até a porta, Isabella arriscou olhar para Edward e ele permanecia com aquele maldito sorriso sínico em seu rosto, esta noite prometia, pois Isabella tinha certeza que ele estava planejando muito mais tortura para hoje, Bella abafou um gemido, não se arriscaria a deixar seu mestre mais furioso do que e já estava ou ela não aguentaria.

E como se nada tivesse acontecido os dois entram no restaurante do mesmo modo que entraram no clube com Edward lhe enlaçando pela cintura. Bella observou todo o ambiente percebendo que o lugar estava repleto de pessoas finas, logo a menina pergunta-se sobre aquelas pessoas também serem praticantes do BDSM? Será que elas sabiam que no andar debaixo era repleto de perversões? Acreditava que não, havia senhoras de meia idade usando joias assim como homens vestidos elegantemente. Estavam novamente no prédio que pertencia a Edward, o mesmo lugar onde havia o clube de BDSM.

Edward é recebido cordialmente pela concierge que os leva até o andar de cima, onde havia uma sala privativa. Toda a Seattle poderia ser vista dali, Edward Cullen parecia mesmo apreciar paisagens como esta.

– Sempre frequenta lugares tão cheios de luxo? Bella pergunta depois de sentar-se à mesa, era complicado para ela acostumar-se a tantos talheres diferentes, a tantas taças, e coisas que até semana passada não pertenciam a seu mundo.

– Venho aqui apenas quando tenho uma companhia interessante. Ele responde enquanto o garçom os servem de bebida que ela identifica como sendo vinho.

– Um Chateau Haut Brion, devo me considerar interessante o bastante para beber do melhor vinho francês? Ela enfim retruca algo, já havia se calado o bastante.

– Sempre o melhor para a mais bonita e provocadora mulher. Ele levanta sua taça para ela e Bella lhe dá seu melhor sorriso.

– Obrigada. Ela agradece gentilmente ao garçom e Edward nota que o homem olha descaradamente a abertura do vestido de sua submissa.

– É um subordinado muito corajoso. Edward diz rudemente. – Olhando para o decote de minha acompanhante, está mesmo cobiçando a mulher do homem que paga o seu salário? Não deve querer continuar neste emprego não é rapaz? A voz dele é sombria e raivosa.

– Desculpe-me Senhor Cullen. O jovem rapaz retira-se rapidamente já temendo por seu emprego, porém não tinha segurado a vontade de olhar a garota ao lado do poderoso Edward Cullen, a morena era mesmo lindíssima ainda mais bonita que as loiras que ela trazia até aqui.

– Fico impressionada em como todos o temem, uma só palavra e o pobre rapaz saiu como um cachorrinho com o rabo entre as pernas. Bella toma um gole do vinho.

– Todos sabem que o que me pertence é território proibido. Ele serve-se de vinho, mas continua com raiva pela audácia do garoto, porem sabia que Isabella estava mesmo magnífica naquele vestido, não podia culpa-lo, sua submissa era realmente de deixar qualquer homem maluco, mas ela lhe pertencia e era somente ele que poderia enlouquecer com ela. – Você também deveria temer Isabella, não sabe do que sou capaz de fazer para que as pessoas me obedeçam. Bella fica curiosa, mas nenhum pouco temerosa com o que ele fala.

– É estranho dizer isso, mas eu não o temo Sr. Cullen, na verdade tudo isso me atrai. Ela dá mais um gole em seu vinho e o encara esperando a próxima rebatida.

– É mesmo a submissa perfeita. Ele lhe dá um sorriso torto. – Bom não posso culpar o garçom corajoso por olhar este decote delicioso, você está ainda mais bonita vestindo a cor do pecado, sua pele combina perfeitamente com o vermelho e outras cores escuras. Bella enrubesce com a declaração, na verdade não queria outro homem cobiçando-a, muito menos quando estava sem nenhuma peça por baixo daquele vestido.

– Está dizendo que devo vestir-me mais vezes de vermelho? Ela pergunta querendo mesmo saber se ele deseja que ela sempre se vista daquela forma, ontem esteve de vermelho e hoje estava novamente, mas dessa vez por escolha dele.

– Sempre que quiser deixar qualquer homem maluco para tê-la. Ele responde e fecha o semblante.

– Mas sei que não é necessário lembra-la de que é a mim que você pertence. Ele continua com a voz sombria. – Somente eu posso beija-la e comê-la de todas as formas que eu desejar. Bella enrubesce e fica sem uma resposta, na verdade não havia uma, existia apenas a constatação do obvio, ela o pertencia inteiramente.

– Vou vestir-me assim sempre que desejar Senhor Cullen ou então não vestirei nada, tudo dependerá do Senhor. Ela corajosamente pisca para ele aproveitando a chegada dos garçons com o jantar dos dois, ela sabia que ele não comentaria nada obsceno na frente deles.

– Eu pensei que o castigo aplicado agora a pouco iria realmente parar esta língua afiada, mas como posso ver foi um ledo engano minha Isabella, devo relembra-la então. Ele comenta, mas não aprofunda o assunto por causa dos homens que se aproximam, não queria realmente expor sua submissa atrevida e muito menos deixar que aqueles marmanjos fantasiem com a sua Isabella.

Logo os dois estão sendo servidos dos melhores pratos da culinária francesa, o Blanquette de veau estava delicioso, Isabella se delicia com a majestosa comida assim como com a companhia do homem que agora se diz seu dono.

– Então você e o Senhor Aro são sócios? Ela pergunta curiosamente enquanto degusta de seu jantar.

– Sim. É somente o que ele responde, estava curioso em saber onde aquela conversa daria.

– Há quanto tempo? Ela só estava protelando para chegar ao seu objetivo.

– Por que não pergunta de uma vez o que deseja saber Isabella. Ele diz enquanto degusta de seu jantar.

– O que aconteceu entre você e Samantha? Ela era sua submissa? Bella espera que ele a responda.

– Não desejo falar de meu sócio, muito menos daquela cadela estúpida. Ele a corta como em todas às vezes.

– Sabe o que é inaceitável nisso tudo Sr. Cullen? Ele arqueia uma sobrancelha esperando pela conclusão dos argumentos de sua submissa.

– O Senhor não me deixa entrar, me mantém no escuro quando pergunto algo relacionado à sua vida. Ela solta os talheres e mantém o olhar somente naquele homem. — O Senhor me deseja como submissa, me deseja como eu o desejo, mas não me permite saber nada, isso é frustrante, eu gostaria de saber seus gostos e não só os sexuais, nós dois vamos passar muito tempo juntos e é normal eu querer agrada-lo, eu não sei fazer isso, definitivamente eu não sei. Bella não gostaria de ser apenas uma bonequinha de luxo, adorava o fato de ser submissa sexual afinal esse era o seu desejo, mas não suportava tanto mistério.

– Isabella você já me agrada, não há motivos para inseguranças, sabe que não lhe ofereci uma relação normal, eu ofereço a minha dominação e em troca você me deu a sua submissão, trata-se apenas de desejo e prazer, nós dois nos saciaremos um no outro, não precisamos trocar confidencias. Ele não pode deixar que ela se apegasse, não podia deixar que ela entrasse ainda mais, por isso é melhor corta-la antes que fosse muito tarde.

– Apenas não me deixe totalmente no escuro, fale-me alguma outra coisa sobre você que não sejam suas preferências sexuais. Ela tenta esperando que ele possa dizer algo.

– Gosto de comida francesa por isso a trouxe aqui. Ele prova mais um pouco de seu Blanquette de veau e Bella sente-se feliz por ele ter aberto esta brecha, pode ter sido pequeno para ele, mas para ela fora uma grande revelação, fazer com que ele fale algo que não seja relacionado a sexo.

– É realmente muito boa, na verdade deliciosa. Ela sorri a ele, estava mesmo contente. – Obrigada. Ela o agradece deixando-o sem fala.

Os dois continuam a comer em silencio, cada um com seus pensamentos, Edward não deseja que sua Isabella saiba nada sobre seu passado sujo, não suportaria se ela o deixasse por nojo das coisas sujas que era obrigado a fazer.

– Vai responder-me se for algo relacionado à dominação e submissão? Bella pergunta quebrando o silêncio.

– O que deseja saber? Ele preocupa-se com o rumo da conversa.

– O Senhor já teve muitas submissas? Ela na verdade estava com ciúmes, não gostava de pensar nele com outra mulher.

– Algumas. Edward tenta desvendar sobre o que ela tanto pensa.

– O Senhor terminou a relação com todas ou elas disseram a palavra de segurança? Ela pergunta na ânsia de saber o que fazer diante da relação deles.

– Elas não eram boas submissas. Ele responde e ela não precisa de uma confirmação para saber que foi ele a terminar as relações.

– O que elas fizeram de errado? Por favor, Senhor Cullen me responda, pois não quero cometer o mesmo erro. Ele sente algo dentro dele iluminar-se diante ao pedido, talvez assim Isabella ficasse por mais tempo em sua vida.

– Apaixonaram-se. Ele a olha profundamente na ânsia de fazê-la entender que aquele seria um erro fatal trazendo a pior consequência que poderia imaginar seria o fim dos dois. – Prometa para mim Isabella que não vai cometer o mesmo erro. Bella percebe que o garotinho assustado estava ali nos olhos do perdido homem a sua frente, por isso pondera sua resposta.

– Eu prometo. Ela mente por essa ser a única opção, não poderia dizer a ele a verdade, não poderia confirmar a ele que gostaria de chegar ao seu coração, ele a deixaria ali e ela não teria a mínima chance de lutar.

– Ótimo. Ele volta sua atenção à sobremesa. – Agora seja uma boa garota e coma. Bella volta a saborear o seu Blanquette de veau perdida em pensamentos sobre a paixão já nutriria por ele, ela sabia que era inevitável, era só uma questão de tempo até o sentimento sair, mas esperaria que até lá Edward estivesse pronto para sentir o mesmo por ela.

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Chegando ao teatro, Edward percebeu como tudo aquilo era novo para Isabella, ela olhava para todos os lados e em seus olhos era possível notar a fascinação que estava sentido por estar ali naquele lugar, e isso o fazia se sentir muito bem por ser ele que estava proporcionando isso a esta peculiar garota.

– Qual é mesmo o nome do balé que iremos assistir senhor Cullen? Pergunta Isabella – Sabe eu nunca havia visto um lugar mais lindo que este, e também nunca fui a um balé, é tudo tão lindo, olhe só as mulheres são tão elegantes, o senhor já tinha vindo aqui? Eu realmente estou amando tudo é... Ela foi interrompida, quando Edward colocou dois dedos em seus lábios, ele estava com um sorriso torto e olhava para ela como quem observa uma criança travessa.

– Minha linda Isabella você está tagarelando, porque todo este nervosismo? Perguntou olhando diretamente em seus olhos, havia um brilho em seu olhar ao qual Isabella nunca tinha visto antes, um brilho que era ao mesmo tempo feliz e sombrio, como se naquele momento Edward estivesse mostrando uma ínfima parte de sua alma.

– Desculpe senhor Cullen é que eu nunca imaginei um dia estar em um lugar como este e acompanhando um homem como o senhor, todos estão olhando e eu fiquei envergonhada por saber que não estou à sua altura. Falou em um fôlego só, estava nervosa, mas seu Mestre tinha perguntado do porque ela estar estranha e Bella achou melhor lhe dizer a verdade sobre como se sentia, porque apesar de estar vestida com um vestido elegante ainda se sentia apenas como a garota da livraria que vestia jeans e tênis desgastados pelo uso, e de forma alguma queria envergonhar o seu senhor.

Edward percebeu que sua linda gatinha brava estava insegura desde o restaurante, resolveu que por enquanto deixaria este assunto de lado, mas voltaria a falar com Isabella sobre isso como aquela linda e meiga mulher poderia achar que não era digna dele? Será que ela não percebia que apesar das roupas elegantes que as outras usavam não havia beleza maior que a dela a seus olhos? Sua Isabella tinha um charme natural, era graciosa como um cisne, este pensamento fez Edward lembrar-se do porque a tinha convidado para assistir este espetáculo, Isabella Swan, como seu nome mesmo queria dizer era o seu cisne lindo e gracioso. Sua submissa continuava a olha-lo e Edward resolveu contar a ela do porquê vieram assistir este balé especificamente.

– Isabella, vou lhe contar uma história. Ele começou e ao mesmo tempo ia conduzindo Isabella para o seu camarote na parte alta do teatro, onde teriam uma visão privilegiada de todos, mas que não permitiria que alguém os visse e aquilo servia a seus propósitos ali ele daria prosseguimento ao castigo de sua submissa. Ele ajudou Isabella a sentar e sentou-se ao seu lado, puxou o rosto de Isabella até encontrar seu olhar e continuou a contar a história. – Como eu estava contando era uma vez um castelo onde realiza-se com toda a pompa o aniversário do príncipe Siegfried. A rainha oferece ao filho como presente um Baile e pede-lhe que, no dia seguinte, escolha uma esposa entre as convidadas da festa. Quando os convidados saem do castelo, um grupo de cisnes brancos passa perto do local. Enfeitiçado pela beleza das aves, o príncipe decide caçá-las.

O lago do bosque e as suas margens pertencem ao reino do mago Rothbart, que domina a princesa Odette e todo o seu séquito sob a forma de uma ave de rapina. Rothbart transformou Odette e as suas donzelas em cisnes, e só à noite lhes permite recuperarem a aparência humana. A princesa só poderá ser liberta por um homem que a ame. Siegfried, louco de paixão pela princesa das cisnes, jura que será ele a quebrar o feitiço do mago

Na corte da Rainha aparece um nobre cavalheiro e sua filha. O príncipe julga reconhecer na filha do cavalheiro a sua amada Odette, mas, na realidade, os dois personagens são o mago Rothbart e sua filha, Odile. A dança com o cisne negro decide a sorte do príncipe e da sua amada Odette: enfeitiçado por Odile, Siegfried proclama que escolheu Odile como sua bela futura esposa, quebrando assim o juramento feito a Odette.

À noite na beira do lago, todos os cisnes estão ansiosos pelo desaparecimento de Odete. Ela aparece e conta o plano de Rothbart dizendo que antes do amanhecer ela deve morrer. Houve-se o barulho de um trovão. Siegfried a acha e implora seu perdão. Enquanto o amanhecer se aproxima, Rothbart aparece mais uma vez disfarçado de feiticeiro. Odette conta a Siegfried que ela deve se matar, ou então será eternamente um cisne. Siegfried, sabendo que seu destino está mudado para sempre, declara que ele irá morrer com ela, assim quebrando o poder de Rothbart. Os apaixonados se jogam no lago. Rothbart recebe um choque mortal e todo o seu poder está acabado. Enfim, o casal estará unido para sempre na vida após morte

– Porque me contou esta história Senhor Cullen? Perguntou Isabella, ela não estava entendendo nada, afinal seu Mestre não era afeito de conversas desnecessárias por isso toda esta história não fazia sentido para ela.

– Eu contei esta história para que você entender o balé é sobre esta história que acabei de lhe contar que o espetáculo irá retratar. Disse Edward passando seu dedo lentamente através da pele exposta do colo de Isabella, seus dedos estavam causando pequenos arrepios através de todo o corpo dela.

– Mas Senhor Cullen é uma história muito triste não sei se vou gostar dela. Disse Isabella

– Por isso mesmo eu fiz questão que você assistisse esta história eu quero que você preste atenção meu cisne. Bella não entendeu porque ele a estava chamando de meu cisne. – Você deve não saber, mas o seu nome Swan significa cisne e é assim que eu a vejo minha Isabella meu cisne, meu doce cisne branco. Bella não sabia o que dizer, seu mestre estava sendo tão diferente e ela aproveitaria este momento – Isabella o que eu quero dizer é que depois que você entrou em minha vida eu tive alguma paz, mas isto minha querida não irá eximi-la do seu castigo, pois apesar de você ser o meu cisne branco eu serei sempre o cisne negro.

– Não senhor, desculpe discordar, mas o Senhor jamais seria alguém com tão obscura personalidade. Isabella falou, ela queria defender seu Mestre porque apesar de ele ser indecifrável às vezes, sabia que ele não era uma pessoa má.

– Infelizmente você está enganada minha doce Isabella, mas vamos deixar esta conversa por agora o espetáculo vai começar. Disse ele sentando em seu lugar e fazendo com que Isabella sentasse também, as luzes se apagaram e uma música suave começou, Isabella se forçou prestar atenção o que realmente era difícil com este homem ao seu lado, quando percebeu que Edward levantava-se ficando atrás da sua cadeira, quando Isabella virou-se para saber o que seu Mestre estava fazendo ela sente a respiração de Edward em sua nuca, ela ia levantar-se mas foi impedida pelas mão fortes que a seguraram contra a cadeira e ouviu a voz rouca de Edward sussurrar em seu ouvido

– Fique onde está Isabella não se mexa, eu vou castiga-la agora e não esqueça que está proibida de gozar. Disse Edward com aquela voz que a fez excitar-se imediatamente – Eu quero que você levante e se apoie na balaustrada.

– Mas Mestre irão nos ver. Falou em um fôlego só, estava excitada, mas também tinha medo de que alguém os visse.

– Não se preocupe com isso ninguém poderá nos ver aqui eu já lhe disse que não sou voyeur e que não gosto de compartilhar da minha intimidade então não se preocupe e faça o que eu mandei agora. Ele falou com a voz ríspida, Isabella sabia que seu mestre não gostava de ser contrariado então achou melhor obedecer, levantou-se e se inclinou um pouco sobre a balaustrada, quem olhasse para ela se a enxergasse naquela escuridão, não conseguiria ver o que estava acontecendo, depois de constatar isso Isabella ficou mais tranquila e relaxou, sentiu as mãos de seu mestre levantar seu vestido e começar a acariciar suas coxas.

– Afaste as pernas. Ele ordenou, fazendo Isabella esquecer que estava cercada de pessoas só podia pensar nele, em seu mestre.

Ela afastou rapidamente, suas mãos passaram pela sua bunda descendo para o interior das suas coxas, ele seguiu com sua caricia pelas pernas fazendo Isabella ofegar.

Suas coxas estavam molhadas de tão excitada que estava. Sentia ele passando as mãos por sua bunda novamente, indo até sua entrada, mas a mão dele só passava perto, parava antes de realmente tocar, Bella sentia seu clitóris pulsar loucamente.

Isabella esperava que ele estocasse profundamente dentro dela, mas em vez disso, suas mãos agarraram as pernas dela as afastando mais, e em seguida sua boca estava no seu centro de prazer.

Ela gemeu baixinho ao sentir a língua de Edward lambendo seu clitóris, descendo para sua entrada onde ele lambeu como um louco. Sua entrada pulsava loucamente a cada investida da língua quente e molhada.

Quando ela estava a ponto de gozar ele afastou sua boca, e Bella não pode evitar um choramingo de frustração.

– Eu disse que você não gozaria hoje Isabella, mas quem sabe se me agradar bastante eu possa pensar em retirar este castigo. Edward disse com um sorriso cínico nos lábios perfeitos, ele queria se enfiar em Isabella e fode-la com força e não se importava nem um pouco com o lugar onde estavam.

Bella então o surpreendeu novamente quando se ajoelhou a sua frente e simplesmente abriu suas calças e o pegou em suas mãos, ele não havia ordenado que ela fizesse isso, mas estava tão prazeroso que não pensava em manda-la parar, ao contrário.

– Faça Isabella me tome em sua boca, eu quero encher sua linda boquinha e quero que você engula tudo não deixe nenhuma gota escapar. E assim ela fez chupou-o e o lambeu com gosto e quando Edward gozou, Isabella engoliu tudo não sentiu nojo afinal aquilo era uma parte de seu mestre e ela queria todas as partes dele.

Depois desta loucura que ambos cometeram, ajeitaram suas roupas e sentaram-se para assistir ao resto do espetáculo como se nada houvesse acontecido, Bella estava começando a gostar destas pequenas loucuras que eles faziam.

Edward ficou ali sentado observando sua submissa se emocionar com o balé, ela realmente era o seu cisne branco, tão pura e inocente, aquela menina-mulher tão corajosa e talvez sua salvação.

Bella mesmo estando totalmente descomposta assiste ao espetáculo, e não ousa olhar para seu Mestre. Retorce as mãos nervosamente ao imaginar como seguiria pelo resto da noite, sobre o que falaria como agiria diante dele, deveria voltar com sua postura de submissa como quando no quarto de jogos? Submeter-se-ia a ele apenas no quarto de jogos, mas agora ficaria apenas calada esperando por alguma ação dele.

Procuraria esquecer os impasses desta noite, toda a semana tinha sido tão intensa para Bella, era como estar numa montanha russa de emoções, Edward parecia ainda mais complicado do que imaginava. Resolveu então concentrar-se no desempenho dos bailarinos, todo o espetáculo era magnífico por isso não evitou emocionar-se diante de tudo que assistia.

– Isabella está sentindo algo? Ei porque estar chorando? Eu a machuquei? Ele procura algum machucado na pele de sua submissa.

– Não é isso, eu estou bem Edward. Ela segura as mãos dele entre as suas e nem ele ou ela percebem que pela primeira vez Isabella o chama pelo nome.

– Então porque chora? Ele pergunta realmente preocupado.

– É só idiotice de minha parte. Ela continua a chorar. – É tudo tão bonito, eu fiquei tão emocionada com a profundidade do amor dos dois, obrigada por ter me proporcionado isso. Ela continua a explicar-se e percebe que ele se tranquiliza.

Edward vê as lagrimas descendo pelo rosto de porcelana e não consegue segurar a vontade de prova-las, era estranho este fato para outras pessoas, mas para ele as lagrimas tinham gosto, e as dela deveriam ter um gosto bom, deveriam ter um gosto da felicidade por isso as seca com sua boca.

– Suas lagrimas tem um gosto bom, mas eu prefiro quando sorri, o seu sorriso tem um gosto bem melhor. Ele a beija rapidamente arrancando dela um sorriso, e lá estava novamente o seu bipolar Mestre, que por diversas vezes a tratava como algo a mais.

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Quando estavam no hall de entrada do teatro no meio de muitas pessoas, uma voz se sobressaiu, uma voz que Edward não ouvia há muitos anos, uma voz que só lhe trazia lembranças de medo e nojo, ele queria sair dali imediatamente, mas não foi rápido o suficiente e quando estava próximo a saída quase arrastando Isabella, Lysander Kolastis estava a sua frente, o homem olhava espantado para Edward, e ele não sabia com agir, ali estava o seu passado, um de seus demônios ali a sua frente lhe encarando, Edward só queria sair dali e fugir mas foi para do por uma mão em seu ombro, ele virou-se e Lysander o olhava com um sorriso de escárnio na face, aquele homem foi o responsável pela perda de todas as suas esperanças, ele foi o primeiro que apunhalou a criança que ainda vivia nele, ele com seus desejos nojentos conseguiu o que sua tia por muitos anos tentou, matar sua alma.

– Ora, ora se não é o meu menino lindo, Edward! Como você cresceu e ficou ainda mais bonito se me permite dizer. Ele falou com os olhos brilhando de luxuria, aquele olhar lhe causou tamanho nojo que teve que controlar-se para não vomitar.

– Lysander como você pode ver de menino eu já não tenho nada, sou um homem e um homem perigoso, afinal aprendi com os melhores. Edward disse em seu modo cavaleiro negro, ele tinha tanto ódio deste homem que se pudesse o mataria ali mesmo e se banharia em seu sangue, mas aquele não era o lugar e ainda tinha Isabella a considerar seu doce cisne não merecia saber desta parte negra de sua vida.

– Se você nos der licença nós já estávamos de saída. Edward falou puxando Isabella para a saída, mas antes que pudessem alcançar a porta ouviu Lysander falando.

– Ó sim não quero atrapalha-los, mas não se esqueça de seus amigos, adoraria relembrar os velhos tempos. Disse Lysander com a voz que era veneno puro ele queria atingir Edward e sabia que relembrar o passado traria dor a ele e isso lhe dava muito prazer causar dor naquele menino que ousou lhe enfrentar, em uma época distante, Lysander tentou quebrar o orgulho de Edward, mas não conseguiu então agora se pudesse lhe causar alguma dor se sentiria satisfeito, viu como ele empalidecia e puxava sua bela acompanhante pelo braço como se fugisse de mil demônios e com essa cena Lysander se deu por satisfeito e gargalhou.

Edward e Isabella já estavam no carro e mesmo assim ele ainda ouvia aquela risada odiosa em seus ouvidos, estava prestes a ter uma crise de fúria, mas não faria isso na frente de sua linda submissa ela não merecia isso, tudo estava tão perfeito porque tinha que esta noite que começou tão maravilhosa terminar desta maneira? Edward estava perdido em pensamentos e Isabella não estava entendendo nada, quem era aquele homem? Porque seu mestre ficou tão perturbado por encontra-lo? Uma coisa Isabella tinha certeza aquela homem fazia parte do passado de seu mestre um passado que deveria ser muito ruim.

Bella preferiu continuar calada durante o retorno para a cobertura, mas sua vontade era de perguntar a seu Mestre pelo homem com quem haviam se encontrado na saída do balé. Se pudesse apagaria da mente de Edward todas as coisas ruins pelas quais passou, ela se sacrificaria em seu lugar apenas para não vê-lo daquela forma.

Durante todo o percurso no elevador Edward se manteve distante e com punhos cerrados deixando-a triste, Bella não pensou que a noite perfeita terminaria assim com ele sofrendo em silencio. Da mesma forma aconteceu quando entraram na cobertura, o seu Mestre estava a quilômetros de distância, ela podia sentir a frieza e solidão emanar do corpo que se mostrou tão quente a poucos instantes.

– Isabella vá para seu quarto, a noite acaba aqui. Ele fala sem sequer olha-la.

– Senhor Cullen não existe nada que eu possa fazer? Ela tenta aproximar-se percebendo que ele estava servindo-se de uma bebida.

– Faça o que ordenei Isabella, deixe-me sozinho agora. Ele aumenta o tom de voz assustando-a pela voz sombria.

Depois de beber quase uma garrafa de whisky, Edward finalmente foi para o seu quarto, pensava que agora talvez pudesse dormir, deitou-se e dormiu.

As imagens confundiam-se em sua mente ele sabia que estava tendo mais um de seus pesadelos, era naquilo que tentava acreditar, pois o destino não seria tão cruel que o fizesse viver aquilo tudo novamente.

Outra vez estava no quarto escuro onde sua tia o deixava pela maioria do tempo, por incrível que pareça ele estava feliz porque na idade de 9 anos finalmente iria para escola, Edward não via a hora de ir, e começar a tentar levar uma vida normal pelo menos no horário da escola e quem sabe lá encontraria alguém que o ajudasse, pensava nisso quando a porta de seu pequeno quarto abriu-se bruscamente e por ela entrou sua tia acompanhada de um homem que Edward nunca tinha visto, ele estava bem vestido e exalava riqueza, onde sua tia teria conhecido um homem tão distinto? Se perguntava, quando Lizbeth falou

– Você ainda não está pronto moleque? – Ela perguntou sua voz estava diferente, mais grossa e seus olhos pareciam maiores, apesar de ser apenas uma criança Edward sabia que quando sua tia estava assim era porque ela havia usado uma daquelas porcarias que o namorado dela trazia, houve uma vez em que eles o obrigaram a usar, mas ele havia passado tão mal que não voltaram a insistir nisso.

– Eu não tenho um casaco tia e nenhuma sapato está frio lá fora, como eu poderei ir assim? – ele respondeu e em seguida sentiu o tapa no seu rosto deixando a marca dos dedos de sua tia

– Mas é um moleque muito insolente mesmo, você não queria tanto ir à escola? Então agora você vai nem que seja a força – falou já pegando seu braço e quase o quebrando com a força que imprimia nele, quando o homem que até aquele momento estava calado se manifestou

– Lizbeth, por favor não é necessário usar de violência tenho certeza que seu sobrinho não quis desrespeita-la não é mesmo minha criança? — Edward não gostou da maneira como ele o estava olhando mas este homem foi o primeiro a defende-lo então confiaria, mal sabia ele que este seria seu pior erro.

– Tem razão Lyzander, ás vezes este menino me tira a paciência- ela disse e em seguida olhou para Edward – Este senhor é um amigo e ele o levará para a escola obedeça e faça tudo o que ele mandar ou vai se ver comigo entendeu moleque?

– S..Sim tia – disse Edward já temendo o castigo de sua tia, ele não queria ser castigado novamente, ele obedeceria ao homem amigo de sua tia, ele parecia ser um homem bom quem sabe se este homem não seria sua salvação?

– Então vá com ele e não se esqueça obedeça-o em tudo ouviu bem? — Lizbeth falou com olhar cheio de ódio.

Edward seguiu o homem até o carro que estava estacionado em frente ao casebre que ele dividia com sua tia, o frio era intenso e ele sentia como se mil facas atravessassem sua pele, o homem notando seu desconforto tirou o casaco que vestia e entregou a ele, pela primeira vez em muito tempo Edward se sentiu aquecido e pensou que sua primeira impressão daquele senhor tinha sido equivocada ele era bom e o ajudaria.

Edward se acomodou no banco do carro e este se pôs em movimento, com o movimento do carro e o corpo aquecido acabou adormecendo e se foi acordar quando sentiu alguém levantá-lo, ele abriu os olhos e olhou ao redor percebeu que não estava na escola mas em frente a uma casa muito bonita, se remexeu no colo que o estava segurando pedindo que o descesse então o homem que estava o carregando disse

– Fique quieto garoto agora você me pertence, e eu farei de você meu mais novo brinquedinho tenho certeza que você vai adorar cada minuto – disse dando uma risada diabólica que ecoou nos ouvidos de Edward o fazendo estremecer de medo.

Mais uma vez Edward acordou suando e com a garganta seca, há muito tempo tinha reprimido esta lembrança horrorosa de sua vida, foi a partir daquele dia que ele deixou a infância para trás juntamente com todos os seus sonhos e esperanças.

Ele precisava de Isabella, iria até o quarto dela e pediria que viesse dormir com ele, era mais um exceção que abriria a sua submissa, mas esta noite ele precisava muito dela.

Edward foi até o quarto de Isabella e a encontrou dormindo parecia tão serena, gostaria de poder ser assim, ele se aproximou e tocou no ombro dela, Isabella abriu os olhos imediatamente. Bastava apenas um toque de Edward para colocá-la em alerta.

– Mestre o que o senhor está fazendo aqui? O senhor deseja alguma coisa? perguntou Isabella preocupada.

– Sim minha linda Isabella eu quero, quero que você se levante e vá dormir na minha cama comigo. Edward falou em seu modo Senhor Todo Poderoso, Bella não resistindo ou pensando levantou-se de um salto.

– Como desejar Mestre. Ela não faria perguntas se o Senhor Cullen a queria em sua cama não seria ela que negaria, o seguiu até o quarto que ela pensara que nunca entraria, quando estava na porta seu cavaleiro a pegou pelos ombros e cheirou seu pescoço e cabelos.

– Por favor, doce Isabella só fique perto de mim e me abrace esta noite, não faça perguntas, apenas fique do meu lado. Ele disse acomodando-se com ela em sua cama, Isabella sentiu-se no céu estava dormindo com seu cavaleiro, sentindo o cheiro dele e ouvindo sua doce respiração, e se ele a necessitava ela ficaria e não faria perguntas apesar de ter muitas, e a principal delas era o que o levou a ter este tipo de vontade.

Finalmente Edward conseguiu relaxar o cheiro de sua submissa o acalmava melhor do que qualquer remédio, ele dormiria esta noite e amanhã se preocuparia em quais explicações daria a Isabella por esta sua atitude, mas hoje não, hoje ele só queria paz.


Esposas ajudem-nos a completar 90 reviews e postamos capitulo para todas...olha só o que a esperam:


"Mas já havia amanhecido, e com certeza Isabella iria querer saber o porquê disso tudo, já que em outra ocasião ele havia dito que nunca dormira com ninguém, como explicaria a ela? A verdade estava fora de cogitação, ele nunca contaria o que causou sua dependência dela nesta noite, não queria ver o nojo em seus olhos, pois ele sabia que era isso que ela sentiria, ou então o olhar de pena que era até pior do que nojo, Edward havia convivido muito tempo com esses olhares e não poderia suportar que sua doce Isabella o olhasse assim, então a única maneira seria mentir e vestir sua máscara de cavaleiro das trevas, não entendia porque isso lhe causava dor, mas era necessário não poderia suportar que Isabella o olhasse como Ângela uma vez o olhou.
Ele se importava com aquela mulher. Ele não queria feri-la. Seu sorriso aquecia-o até a parte mais fria de sua alma. Em seus braços ele tinha a capacidade de sonhar de novo de acreditar que talvez, apenas talvez, ele não fosse um pedaço inútil de merda para ser usado e descartado"



Notas finais
Bom o que acharam ninas? Será que ele está finalmente baixando a guarda e deixando um pouco de ser grosso? Quem quer mais? Então reviews e recomendações para que possamos escrever ainda mais rápido ta...
Previsão do próximo: Dia 09/08/2013 ou quem sabe antes...quem sabe não somos agraciadas assim novamente com tantos reviews!! Bjs bonitas esposas!