Notas iniciais
Notas da Lisa: Meninas queridas estamos de volta com a segunda parte do capitulo, eu gostaria de falar algumas coisas com vcs ás vezesé dificil para eu escrever e como vcs sabem eu escrevo a parte do Edward e ele é muito intenso então eu tenho que ter calma para escrever e as reviews de vcs me ajudam muito, sei que pode parecer um pouco infantil o que vou dizer agora mas eu fiquei magoada com uma review em que a pessoa falava somente da Renata é claro que a Renata merece todos os elogios pq ela realmente é fera MAS EU TBM ESCREVO ESTA FIC é só isso que eu quero falar não é a primeira vez que isso acontece então por isso resolvi agora me manifestar AMOOOO TODOS OS COMENTÁRIOS DE VCS ELES NOS DÃO INSPIRAÇÃO MAS ACHEI QUE VCS MERECIAM SABER COMO EU ME SINTO OK? BJÃO A TODASNotas da Rê: Mais uma vez quero agradecer a força de vcs...os reviews, as recomendações, enfim todas as participações...obrigada mesmo meninas...vou responder os reviews e é claro enviar os spoilers a vcs...e quem ainda não participa do grupo aqui está o link entrem lá e participem tah: http://www.facebook.com/groups/528092000541772/

IV – Direitos da submissa:

a) A submissa dispõe de palavras de segurança escolhidas por ela.

b) Ela terá o poder de terminar a relação através de uma palavra escolhida pela mesma.

– Para que são essas palavras de segurança? O que irá fazer comigo? Será inseguro? Ela não estava entendendo mais nada.

– Toda vez em que estivermos numa cena, você terá o direito de proferir suas palavras de segurança, toda vez que julgar estarmos indo fora de seus limites, você decide até onde poderemos ir Isabella, você tem o poder de parar a cena a qualquer hora. Ele explica e continua. – Tudo o que faremos será somente para o prazer, não existe nada inseguro.

– Eu não sei o que pensar, não sei que tipo de palavra escolher, não sei nada sobre isso Sr. Cullen. Ela baixa a cabeça envergonhada por ser tão inexperiente, achou mesmo que seria maltratada por ele.

– É simples Isabella, você pode escolher palavras fáceis como verde para que continuarmos a cena, o amarelo para que eu não a force ainda mais, e o vermelho para que paremos imediatamente. Ele segura o rosto dela e faz com que ela olhe para ele. – Você tem seus limites Isabella, eu só desejo conhecê-los, nós dois estamos nos saindo muito bem. Ela perde-se na intensidade dele.

– Essas palavras estão perfeitas. Ela diz e ele mal sabe que ela falava dele.

– Você tem o poder de acabar com isso Isabella, uma só palavra e nosso relacionamento termina, apenas escolha algo. Nada é mais bonito para ela que aquele rosto sedutor.

– Cavaleiro Negro. Mais uma vez deixa que os pensamentos a dominem, tudo estava intenso demais, a tensão entre os dois era sentida.

– É bem apropriada. Ele sorri torto a ela — Agora continue a ler.

V — Formas de Punição

Sempre que a escrava infringir qualquer um dos itens deste contrato, poderá ser punido a critério do MESTRE. Nestas situações o MESTRE será o legislador, o policial, o juiz e o carrasco, tendo o direito de arbitrar qual castigo será aplicado e quando, onde e como.

Fica autorizado a submissa usar suas palavras de segurança se o MESTRE ultrapassar os seus limites.

VI — Tratamento entre as partes

Tirando quando estiverem na presença da família, a escrava sempre tratará o MESTRE com respeito e consideração, não sendo exigido o mesmo em contrapartida.

Ambiente público

É aquele ambiente de convívio social, frequentado por mais pessoas que não MESTRE e escravo; pessoas que não têm conhecimento da relação de dominação/submissão que existe entre as partes.

Nestes locais, a não ser que o mestre especifique algo diferente, a escrava sempre tratará seu MESTRE como alguém comum. Usará inclusive o nome próprio do MESTRE.

– Eu poderei chamá-lo de Edward quando estivermos fora daqui? Ela pergunta aprovando a idéia. — Sim você poderá — ele responde com um sorriso nos lábios por ver a alegria dela por esta pequena concessão.

– Continue a ler Isabella – Edward ordena e ela o obedece continuando a leitura.

Ambiente privado

Subentendem-se por ambiente privado aquele local onde todas as pessoas presentes conhecem a relação de cativeiro que existe entre a pessoa do MESTRE e a do escravo ou qualquer local que não haja ninguém.

Nestes locais a escrava sempre tratará Seu MESTRE por Senhor, ou por qualquer outro título determinado por Ele (Patrão, Mestre, Amo, Dono, Proprietário, etc.).

O MESTRE poderá dar a escrava qualquer título ou apelido que quiser.

VII — Envolvidos

A não ser que o MESTRE determine o contrário, a relação de servidão existente entre as partes é secreta e personalizada. A escrava não tem o direito, sob nenhuma hipótese, de revelar sua situação de servo a nenhuma pessoa. Já o MESTRE tem o direito de revelar a qualquer um Sua situação de proprietário da escrava.

– Eu não posso contar a ninguém sobre nossa relação? Ela sabia que não poderia esconder aquilo de Alice.

– Não é viável Isabella. Ele responde, mas fica curioso em saber para quem ela desejava contar.

– Eu não consigo esconder nada de Alice. Ela explica e ele lembra-se da jovem que ajudou Isabella.

– Desde que ela não conte a mais ninguém ou até mesmo possa nos julgar erroneamente, você é livre para contar somente a ela. Ele não vê nenhum mal, segundo suas investigações Alice parecia confiável.

– A sua família sabe sobre isso? Ela não deixa de perguntar

– Talvez, agora continue sua leitura. Ele ordena e ela continua a ler.

VIII — Da identificação

A fim de marcar sua propriedade, o MESTRE marcará sua submissa com sua inicial.

– Como assim serei marcada? Não serei identificada como uma vaca não é? Bella arranca uma risada de Edward.

– Não Isabella, você não será marcada como uma vaca. Ele continua a rir.

– É ótimo ver que divirto você. O som da risada dele é tão bonita como imaginou.

– Você faz bem mais que isso. Ele a puxa para seu colo e olha para as coxas descobertas, é inevitável não colocar as mãos em sua submissa, ela era linda demais, desejável demais. – Você está tão gostosa nesse vestido. Ele começa a provocá-la com beijos pelo pescoço.

– Será sempre assim? Ela segura nos ombros dele, estava novamente sendo envolvida pela sensualidade e virilidade de Edward Cullen.

– Sim Isabella será sempre dessa forma. Ele a beija sedutoramente arrancando gemidos e fazendo com que ela movimente-se sensualmente em cima dele. – Sabe o que está me matando Isabella?

– O que? Ela esfrega-se ainda mais nele.

– Eu sei exatamente o que tem embaixo desse vestido, eu escolhi tudo Isabella e posso imaginá-la usando apenas essa calcinha negra, isso me deixa extremamente maluco. Ele a beija novamente e ela agradece aos céus por ele ficar maluco, era assim que o queria completamente louco por ela.

– Mas temos que parar Isabella, apesar de querer comê-la loucamente, não podemos, já abusei demais de você, não quero uma submissa doente. Ele a tira de cima de seu corpo enquanto Isabella continua a pegar fogo.

– Eu estou muito bem Senhor Cullen, não ficarei doente por isso. Ela tenta convencê-lo.

– Eu decido isso Isabella, agora vamos voltar ao assunto em questão. Bella sabe que não adiantaria discutir, Edward não faria nada, ele era o dominante e ela a submissa, ele dava ordens e ela as acatava. – Você usará apenas uma coleira para que todos saibam que é somente minha.

– Uma coleira de verdade? Ela pergunta divertida.

– Não Isabella será apenas um colar de identificação, será algo tão bonito e delicado como você. Ele explica e tenta não tocá-la, sabia que sua submissa estava quente e receptiva demais, e por mais que desejasse tê-la não poderia, Isabella era nova demais para tantos atos sexuais num só dia, mesmo assim tinha planos para aquela noite por isso a pouparia naquele momento. – Quero que marque este pequeno questionário, estude todas as opções Isabella. Edward levanta-se e vai em direção ao mini bar servindo-se de uma pequena dose, essa era a parte que ele mais temia.

VIX — Limites

As opções marcadas com "x" são aquelas que a escrava se compromete a cumprir se lhe for ordenado, e as marcadas com "o" correspondem aos seus limites de obediência:

[1] Formas de castigo físico:

( ) Surra de vara

( ) Surra de Cinto

( ) Surra de chinelo

( ) Surra de Palmatória

( ) Surra de chicote curto

( ) Pinças ou beliscões nos mamilos

( ) Surra de chicote longo

( ) Uso de mordaça

( ) Imobilização com Cordas/ Algemas

( ) Tortura com gelo e calor

( ) Gotas de cera quente no corpo

( ) Mordidas

( ) Sujar o corpo com Óleo/ Gel

[2] Formas de tortura não físicas :

( ) Beijar os pés do MESTRE

( ) Trazer chinelos do MESTRE na boca

( ) Privação temporária dos sentidos: Visão, audição, olfato, tato, paladar.

[3] Atividades sexuais:

( ) Masturbação — Ativo

( ) Felação/ Boquete

( ) Masturbação – Passivo

( ) Sexo oral — Ativo

( ) Sexo oral — Passivo

[4] Fetiches / fantasias sexuais:

( ) Pés (Podolatria)

( ) Papel de Cadela

( ) Roupas de couro

– Você não vai me chamar de cadelinha vai? Ela pergunta na esperança de que ele realmente não a trate como Samantha ou como as outras.

– Você deseja que a chame dessa forma? Ele a interroga

– Não desejo Senhor Cullen.

– Então não a chamarei assim. Ela suspira aliviada, não saberia como lidar com ele a chamando de cadelinha.

[5] Gosta de fantasiar o MESTRE como:

( ) Oficial superior

( ) Pai autoritário

( ) Instrutor militar

( ) Filho dominador

( ) Colega de farda

( ) Adestrador/ Domador de animais

( ) Professor sádico

( ) Feitor de escravos

( ) Aluno dominador

( ) Carrasco/ Torturador/ Interrogador

( ) Irmão mais novo

( ) Irmão mais velho

– Eu não sei o que dizer a respeito Sr. Cullen, eu não faço idéia do que sentirei a cada castigo desses, não sei como agir, sinto-me perdida e ao mesmo tempo assustada, eu não conheço nada sobre submissão. Ela coloca o contrato sobre o sofá.

– Acredite Isabella, você possui a natureza submissa. Ele aproxima-se dela. – Só precisa ser disciplinada, precisa conhecer, fique com o contrato leia-o novamente, se desejar entrar no meu universo assine-o. Ele entrega as folhas a ela, e a leva para almoçar, ele tinha planos para os dois, mas naquele momento só gostaria de apreciar uma boa refeição ao lado dela

– Eu tenho que ir até a minha casa. Ela diz depois de saborear a sobremesa, Sue havia feito um delicioso bolo de chocolate que a fez até repetir.

– Esqueceu que temos o fim de semana inteiro Isabella?

– Não Senhor Cullen, mas necessito ver se está tudo bem com Spook. Ele a olha com a expressão raivosa, ele já pensou que tratasse de mais um amigo de sua Isabella.

– Antes que pense besteiras, devo esclarecer que Spook trata-se de um gato, o meu animal de estimação. Ela sorri a ele e percebe quanto Edward relaxa na cadeira.

– Sendo assim poderemos ir agora. Ele levanta-se altivo e ela assente positivamente.

–------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

– Que carro é esse? Bella pergunta encantada pelo carro negro que lhe esperava de portas abertas.

– Um Aston Martin, não queremos chamar tanta atenção. Esse era mesmo um dos carros mais simples que ele dispunha.

– Acho que o Senhor não sabe bem o conceito de discreto, este carro chama atenção de todas as formas. Ela trava seu cinto de segurança e sente a maciez do banco de couro.

– Eles vão nos seguir? Isabella aponta para os dois homens de terno que estão entrando num carro maior.

– Sim são meus seguranças, é função deles nos proteger aonde quer que formos. Edward da partida no carro e segue em direção ao bairro humilde de Isabella.

Enquanto ela ainda vai pensando sobre os seguranças, será que Edward corria riscos? Ela tinha sua resposta, ele era rico demais, tinha que estar protegido de alguma forma, mas isso a deixava preocupada, não queria que nada ruim acontecesse com ele, ela o protegeria se necessário, Bella decidiu por fim mudar de assunto, não queria falar de coisas ruins.

– Porque me chamou de gata brava? Bella o vê segurar apertar as mãos no volante.

– Quer mesmo voltar a assuntos perigosos Isabella? Ele pergunta sem ao menos olhá-la.

– Parece que o perigo me atrai. Ela pensa em voz alta e é inevitável o olhar dele sobre si, ela não sabia se a brincadeira o havia magoado ou o divertido.

– Você é um delicioso imã para perigos Isabella. Ele diz em tom de diversão causando nela um grande sorriso, ele adorou o som da risada dela.

– Confesso que gostei quando me chamou de gata brava, mas gosto bem mais quando me chama de Isabella. Ela diz e arrisca olhar para ele vendo que o divertia, havia em Edward um brilho perigoso. – Você pode me chamar de gata brava em vez de cadelinha. Ela o provoca.

– Você é escorregadia, arredia e destemida como uma gata brava, mas basta um toque de seu dono para que se torne uma gatinha manhosa Isabella. Edward sorri torto e Bella enrubesce baixando seu olhar, não sabia provocar, flertar ou até mesmo enlouquecê-lo com palavras, não como ele sabia fazer com ela.

– Sempre chegamos à conotação sexual.

– Somos dois viciados em sexo. Ele responde e continua. – A propósito não me contou como foi seu sonho. Bella sente-se tremer diante a observação dele

– Realmente não contei. Ela morde os lábios em sinal de nervosismo.

– Seja uma boa garota e me conte com detalhes o que sonhou. Ele sorri torto a ela. – Vamos lá Isabella, onde está a gata brava? Ele a provoca.

– Estava presa a cama do quarto de jogos, minhas mãos e meus pés estavam amarrados. Ela fecha os olhos e respira audivelmente ao lembrar-se. – O Senhor estava lá mais eu não conseguia vê-lo.

– Continue Isabella. Ele toca as pernas descobertas da menina.

– O Senhor estava pingando algo quente em minhas costas, era cheiroso e eu sentia a minha pele ser acariciada, aquilo era muito bom. Ela sente a mão dele subir ainda mais em sua coxa.

– O que mais aconteceu Isabella? Ele desce a mão e sobe provocando-a.

– O Senhor me fodeu daquela forma como sempre faz. Ela diz de uma vez

– E você gostou Isabella? Ele sobe mais a mão e ela imagina que ele acariciaria sua intimidade.

– Sim mestre. Ledo engano se pensou que iria ser acariciada, Edward apenas ajeitou seu vestido e retirou a mão.

– Isso é um fetiche Isabella, isso é submissão, você quer isso percebe? Ele a olha de forma satisfeita, ele estava assustado ao pensar que ela poderia não assinar o contrato. – Nós chegamos. Ele avisa e ela agora percebe que estão parados em frente à livraria.

– Vamos subir, prometo não demorar. Bella o chama vendo que Edward não se movia.

Os dois sobem as escadas em silencio, Bella prefere manter-se calada e Edward prefere olhar as curvas do corpo feminino, curvas que ele havia se perdido pela noite, curvas cobertas por aquele vestido negro, a garota realmente o enlouquecia.

– Oi Sr. Spook. Os dois são recebidos pelos miados do gato, logo Bella coloca seu gatinho nos braços e o acaricia. – Vejo que me obedeceu diretinho. Isabella vê que o gato não fez nenhuma bagunça.

– Esse é o mesmo gato daquela noite? Edward pergunta desacreditado, o gato não parecia mais doente, não se via mais costelas, nem feridas, até mesmo a pelagem parecia diferente.

– Sim, eu te disse que ele só precisava ser cuidado. Bella coloca o gatinho no chão e olha para o homem na busca de ter seu consentimento para que ela cuide dele também.

– Eu posso esperar aqui? Ele pergunta tentando mudar de assunto.

– Sim, por favor, sente-se, você quer algo para beber? Ela pergunta e percebe que o assunto cuidado era terreno perigoso para Edward.

– Você não teria whisky ou qualquer coisa que contenha álcool? Ele deseja ingerir álcool e esquecer-se de certas coisas.

– Na verdade acho que tenho Tequila. Bella vai até a cozinha na busca de alimentar o gatinho e pegar a bebida para os dois, ela também necessitava de algo forte para desconectar-se daquela tensão que sempre aparecia entre os dois.

Ela serve uma dose para Edward e uma para si, aquela bebida estava ali por obra de Alice que alegou ser necessária para uma noite de garotas, ela não evitou o sorriso saudoso de sua quase irmã.

– Você sempre me surpreende. Ele comenta chamando a atenção de Isabella.

– Não pensei que gostasse de tequila. Edward serve-se de outra dose.

– Tenho minhas peculiaridades Senhor Cullen. Ela também se serve de outra, mas lembra-se de que precisava falar com Alice. – Importa-se se eu fizer uma ligação?

– Para quem vai ligar? Ele pergunta já pensando o pior.

– Alice. Ela responde e levanta-se para pegar o telefone, por mais que não gostasse de ter a privacidade invadida tinha que mostrar a ele que poderia confiar nela. – Ela deve estar preocupada, nos falamos todos os dias. Bella disca os números conhecidos, não é preciso chamar duas vezes.

– Isabella Swan, espero que tenha um bom motivo para não ter atendido minhas ligações, eu quase ligo para o FBI, CIA, a guarda costeira, onde você estava?

– Estou bem Alice, e aposto que a CIA não me tiraria de onde estava ontem. Bella olha para Edward e enrubescendo imediatamente por causa brincadeira, teria que controlar-se na frente de Edward.

– Não me diga que estava com o gostosão? Espera para tudo, você estava com ele não era? Conte-me tudo Bells! Espera você não é mais virgem? Desembucha Bella. Alice matraca sem parar.

– Você sequer me deixa falar Alie. Bella ri com a empolgação da amiga enquanto Edward apenas a olha curiosamente, ele sabia que a tal Alice deveria estar preocupada com sua submissa.

– Então me responda de uma vez. Bella podia lembrar-se perfeitamente de sua amiga quando estava curiosa, quicando sem parar.

– Sim para todas as perguntas, e eu estou com ele. Agora Edward tem a certeza de que a amiga de Bella já sabia sobre ele, agora sua curiosidade bateu mais.

– Oh meu Deus estão namorando? Conte-me tudo Bells, vamos quero detalhes.

– Não é bem dessa forma. Bella responde meio receosa, como ela poderia dizer a sua amiga que ela agora era uma submissa sexual. – E podemos conversar sobre isso depois? Bella reza para que a amiga entenda

– Ah claro você não quer falar na frente do gostosão, mas não pense que vai sair dessa ilesa, terá que me contar todos os detalhes sórdidos.

– Eu sei que sim Alie. Bella dá um pequeno sorriso a Edward. – Agora diga-me está tudo bem com você não é? Bella agora prepara os ouvidos para que Alice conte tudo sobre a faculdade e o curso que está fazendo, Bella só sorri e fala o quanto está orgulhosa de sua quase irmã.

– Me desculpe por isso. Bella se dirigi a Edward.

– Ela já sabia sobre mim? Ele pergunta curioso sobre o que Bella havia contado.

– Nós duas não temos segredos. Ela tenta fugir de mais perguntas, por isso segue até a cozinha para colocar a ração do gato.

– Vocês duas parecem ser bem mais que grandes amigas. Ele comenta.

– Somos como irmãs. Ela diz deixando que um sorriso apareça. – Já podemos ir se desejar. Ela o avisa e logo os dois estão saindo da casa de Bella, não antes é claro de a menina beijar carinhosamente seu gato dengoso.

Enquanto se dirigem para a cobertura Bella vai admirando as ruas de Seattle, era algo raro mas havia sol na cidade, assim como havia luz em sua vida, por muito tempo esteve sozinha, mas agora parecia que o destino resolveu conspirar a seu favor, ela tinha alguém que cuidaria dela mesmo de uma maneira totalmente diferente. Seus pensamentos nostálgicos foram interrompidos pela visão de um parque de diversões, lugar que há muito tempo não visitava.

– Podemos parar aqui? Ela pergunta esperançosa e Edward vê o brilho nos olhos da moça por isso rapidamente estaciona.

– Quer mesmo andar ai? Está tão cheio. Ele não apreciava multidões.

– Vamos Edward, vai ser divertido. Ela dá um lindo sorriso a ele, e os dois descem do carro.

– Não sei o que pode ser divertido num parque de diversões cheio de crianças barulhentas, garanto que seria bem mais divertido se estivéssemos no meu quarto de jogos. Ele a segura pela cintura, não correria o risco de deixá-la.

– Um parque simboliza diversão, é como se voltássemos a ser crianças novamente. Bella explica e aconchega-se mais ao corpo dele, quem os visse agora imaginaria que se tratava de um casal apaixonado.

– Crianças são estúpidas e fracas. Ele retruca.

– Porque diz isso? Bella se solta do abraço e o olha confusa.

– Não desejo voltar a ser criança novamente. Ele torna-se sombrio e a menina percebe que tocou na ferida de seu Mestre. — Quando somos crianças temos a mania de sonhar com muitas coisas impossíveis, imaginamos uma vida feliz, acabamos apenas nos decepcionando ao crescer e perceber que nada daquilo realmente aconteceria. Só havia magoa na voz rouca do homem.

Edward estava relembrando do terror que foi sua infância, toda a dor que sentiu e ainda sente.

– O que fizeram com você? Quem o machucou dessa forma Edward? Isabella não controla suas perguntas, ela sabia perfeitamente que ele fora magoado.

– Apenas o necessário, lembra-se disso Isabella? Ele continua com a expressão sombria no rosto.

– Eu só gostaria de ajudá-lo Edward. Ela baixa seu olhar, ela sabia que não seria nada fácil convencê-lo de que ela era confiável.

– Você ajuda sendo uma boa garota como eu gosto. Bella agora sabe que aquela conversa estava encerrada.

– E quanto a sua sala de jogos, eu já faço idéia do quanto ela pode ser divertida. Isabella tira coragem não sabe de onde para falar aquilo, na verdade queria deixá-lo sem aquela expressão magoada no rosto.

– Então que tal irmos agora mesmo nos divertir? Ele sorri torto para ela.

– Espere um pouco. Não dando chance de explicação Bella separa-se dele e vai até a barraca de maças do amor, ela volta rapidamente carregando uma maça com um grande sorriso feliz.

– Essa é a melhor coisa de um parque de diversões, podemos ir para sua casa depois. Bella dá uma mordida em sua maça e faz um barulho aprovando o doce. – Está deliciosa, prove. A menina oferece a maça a ele.

Edward dá uma mordida em sua maça e nota que mais uma vez Bella tem razão o doce era mesmo delicioso, mas aqueles gemidos dela só o faziam querer prová-la junto com o doce.

– Devemos dividir a maçã, dizem que as pessoas que dividem um doce como este terão para sempre um bom relacionamento. Ela explica enquanto ele a encara em dúvida do que poderia significar aquele gesto.

– É realmente delicioso, mas fico imaginando como seria prová-la em cima de você. Ele provoca a menina a todo custo, enquanto Bella baixa o olhar envergonhada ao lembrar-se de como ele costumava prova-la.

– Está tentando me convencer a segui-lo até sua casa Senhor Cullen? Ela entra na brincadeira para fazê-lo feliz.

– Estou conseguindo Isabella? Ele arqueia uma grossa sobrancelha e Bella sorri.

– Venha vamos ver o meu brinquedo favorito. Bella o puxa pelas mãos até a roda gigante.

Edward fica estático por um momento, olhando para aquela roda gigante, e em sua mente as lembranças começam a florescer, lembranças de um tempo em que ele ainda era um menino ingênuo que acreditava no amor e na felicidade.

Ele lembra-se de um momento em especial, que seus pais o levaram para um parque muito parecido com esse, neste dia ele se divertiu muito, seu pai e sua mãe iam a todos os brinquedos com ele, em certo momento daquele dia quando seu pai havia ido comprar algodão doce, sua mãe sentou-se com ele em um banco e olhou no fundo dos olhos

– Edward eu quero que você saiba que é a pessoa mais importante da minha vida, e que eu sempre vou amar você independentemente de onde eu esteja, você entende isso? – falou sua mãe, seus olhos estavam tão intensos naquele momento, Edward nunca tinha visto sua mãe com esta expressão, então como uma criança de apenas quatro anos ele respondeu que sim entendia, afinal ele só queria ver sua mãe feliz, agora que esta lembrança venho a sua mente ele lembrou-se também que foi naquele mesmo dia à noite que seus pais sofreram o acidente, aquela havia sido a última vez que ele se sentiu seguro e amado, parecia que Elizabeth sabia que algo aconteceria e precisava reafirmar seu amor por seu querido filho.

Edward não sabia o porquê desta, lembrança justamente agora, talvez fosse por estar naquele lugar, ele não estava confortável com isso, mas não poderia decepcionar sua Isabella, ele conseguiria enfrentar este dia, pensando assim Edward colocou sua máscara de dominador e continuou seu passeio com sua submissa

Isabella pareceu não notar nada e começa a contar a ele como fugia do orfanato apenas para poder ver as pessoas na roda gigante, como enganava as madres para poder andar em seu brinquedo favorito.

– Se eu não estivesse com este vestido, e não estivesse com essa calcinha tão pequena juro que o obrigaria a ir nessa roda gigante comigo. Ela diz divertida e arranca mais um sorriso dele.

– Você fica ainda mais bonito sorrindo assim. Bella diz sem ao menos pensar nas conseqüências, logo o rosto bonito fica sério.

Bella porem não consegue controlar a vontade louca de beijá-lo ali em frente ao seu brinquedo favorito, ela realizaria um de seus sonhos com Edward, beijaria alguém ali. Já Edward percebe a proximidade dos lábios femininos, ele sabia que ela iria pela primeira vez beijá-lo, era estranho, mas deixou que o ela o fizesse, queria o contato da pele dela com a sua, queria por suas mãos nela.

Bella sabia que podia ser imprudente de sua parte ao tomar a iniciativa de beijar Edward, mesmo assim faria aquilo, necessitava beijá-lo depois das palavras divertidas que trocaram, ele parecia bem mais relaxado e até menos frio. Bella então roçou seus lábios nos dele, assim que sentiu o cheiro e a boca em contato com a sua não conseguiu controlar-se por isso segurou nos cabelos cobre e aprofundou o beijo sentindo as faíscas que sempre surgiam quando os dois estavam juntos, aquele beijo era delicado e doce como a maça que comeram há poucos instantes.

Os dois percebem o som de um clique e quebram imediatamente o beijo, Edward é o primeiro a ver o velho senhor com uma câmera na mão.

– O que pensa que está fazendo? Edward vai ferozmente para cima do homem, ele imagina tratar-se de algum paparazzi que vende historias para revistas de fofocas.

– Me desculpem pela foto, mas não resisti em tirá-la, vocês dois dariam um bonito cartão postal. O velho sorri olhando a foto que havia tirado.

– Não estamos interessados em sermos estampa de um cartão postal, agora exijo que apague a foto. Edward assusta o homem com sua expressão sombria e raivosa.

– Por favor, Edward, deixe que eu resolva isso. Isabella segura o braço de seu Mestre. – Desculpe-nos pela reação exagerada. Ela desculpa-se com o Senhor.

– Senhorita eu quem devo desculpas a vocês, não queria causar transtorno, perdoe-me eu apagarei a foto imediatamente. Era possível notar que ela estava nervoso com a expressão de Edward.

– O senhor tira fotos de pessoas aqui no parque não é? Bella na verdade gostaria de ter a foto tirada, seria para ela uma boa lembrança da tarde que passaram.

– Sim Senhorita, todos que vêem aqui gostam de levar uma foto de recordação. O velho senhor explica, ainda olhando a expressão raivosa de Edward.

– Ótimo então o Senhor tirará outra foto nossa e me dará as duas, o que acha? Bella pergunta animada.

– Senhorita não quero causar mais problemas com o seu namorado. Ele fala e Bella se aquece com a palavra namorado.

– Ele não ficará irritado, agora, por favor, tire a foto. Ela insiste e Edward bufa raivoso.

– Como a senhorita desejar. O fotografo posiciona-se enquanto Bella chega mais perto de Edward.

– Porque fez isso? Ele pergunta de mal humor.

– Ora vamos lá Edward é só uma foto, teremos uma boa lembrança do dia de hoje, além do mais este homem deve sobreviver desta profissão, então sorria. Bella o olha animada e ele não retruca deixando-a ainda mais contente.

Isabella segura na cintura de Edward e dá um sorriso de satisfação, aos poucos conquistaria a confiança daquele homem.

– Sabe que será castigada por isso? Ele comenta depois que o fotógrafo tira a foto e pede alguns minutos para que entregue as duas. — Eu não ia deixar que arrancasse a cabeça do pobre homem.

– E resolveu oferecer a sua em troca? Ele pergunta sem nenhuma expressão deixando Bella confusa sobre o que ele poderia estar pensando. — Eu sei que a única coisa que deseja arrancar são minhas roupas estou certa Senhor Cullen? Novamente ela tentava entrar no clima ameno que compartilharam há poucos instantes. – Ó meu Deus algodão doce! Ela não dá espaço para que ele possa retrucar sua provocação, e vai comprar mais doce deixando um Edward pensativo. — Eu adoro algodão doce, você quer um pouco? Ela mais parece uma criança lambuzando-se inteira.

– Prefiro continuar sendo o adulto. Ele responde sem humor e logo os dois são novamente abordados pelo fotografo, Bella faz questão de pagar pelas fotos e as guarda na bolsa, apesar de saber que havia duas copias de cada não arriscou em dar um delas para Edward, ele não parecia contente, não mais.

Edward estava confuso com tudo o que Isabella estava fazendo-o sentir, aquela garota era um problema para sua sanidade isto ele tinha certeza, mas não conseguia deixar de pensar que mesmo ela sendo perigosa para o muro que havia erguido em torno de si, não consegui se ver sem esta linda mulher. E esta constatação o deixou furioso trazendo novamente o Edward sombrio.

Durante todo o caminho da cobertura Edward não disse uma palavra e sequer olha para a garota, Bella fica pensativa sobre o que havia acontecido, num minuto ele parecia tão relaxado e depois tornou a ser o mesmo homem arrogante, havia voltado a ser o mesmo Edward frio. Ela preferiu permanecer calada e pensar em sua decisão sobre assinar ao contrato, ela queria Edward, queria mesmo ajudá-lo, mas perguntava-se até quando suportaria aquela expressão de gelo, até quando ficaria calada somente para não irritá-lo, ela sabia que não seria por muito tempo, gostaria de fazer o Edward divertido sair novamente, ela queria ver novamente aquela expressão risonha no rosto dele.

Ao chegarem à cobertura Bella percebe que seu Mestre ainda estava emburrado, ele havia mesmo voltado a sua forma normal, estava frio e arrogante como sempre, ali não tinha nenhum pedaço de homem com que passou uma tarde agradável, ele havia voltado a ser o que ela não gostava.

– Vá para seu quarto e descanse Isabella. Ela encolhe-se pela ordem, até gostaria de enfrentá-lo, mas sabia que isso só levaria a uma briga a qual queria a todo custo evitar, não queria mesmo ter suas lembranças boas desta tarde perdidas por palavras impensadas, por isso deixou que ele fosse sem mais nada dizer.

Porém só notou o quanto estava cansada quando se deitou em sua enorme cama, todas as emoções vividas a deixaram exausta, por isso ela caiu num sono profundo e dessa vez sem sonhos.

Não sabia por quanto tempo havia dormido, tão pouco se Edward havia vindo até seu quarto, tudo o que poderia perceber é que já era noite, o quarto estava apenas na penumbra, notou sua garganta seca, estava com muita sede, já se preparava para se levantar quando viu a sombra sentada no sofá, sabia que era Edward a observá-la, já havia de certa forma se acostumado com o jeito sorrateiro dele de aproximar-se.

– Senhor Cullen, desculpe-me eu dormi demais. Isabella não sabia identificar se ele estava com raiva ou se ele havia vindo até o quarto para tê-la.

– Vista algo sofisticado, nós iremos sair em uma hora Isabella. Ele anuncia sem ao menos ligar para suas desculpas, ela percebeu que ele ainda estava chateado, mas não sabia o que poderia ser.

– Posso saber aonde iremos Senhor Cullen? Ela usa o tom de voz mais alto e seco, não via motivos para ele tratá-la daquela forma.

– Irei mostrá-la um pouco mais do meu mundo, agora fique maravilhosa num desses vestidos. Ele sai do quarto deixando-a com seus pensamentos sobre qual seria o problema dele.

Não havendo outra saída Bella vai até o armário de roupas em busca de algo bonito, ele havia pedido para que ela ficasse maravilhosa e era assim que ficaria ela o provocaria e ao olhar o vestido vermelho não teve dúvidas de que seria aquele o escolhido.

Resolveu assim tomar um bom banho e perfumar-se inteira, se ele a desejava dessa forma era assim que faria, procurou ser rápida e não demorar demais.

Depois de vestir o vestido de corte perfeito, sem alças e que ainda acentuava seu busto, notou que o tecido caia muito bem em sua pele, colava perfeitamente em seu corpo delineando a cintura fina, era longo e sofisticado como ele havia dito, mas o detalhe mais bonito era a grande abertura que possuía, deixando uma das pernas dela totalmente exposta, dando a Bella ainda mais sensualidade.

Pensou em prender os cabelos, mas acreditava que Edward os apreciava soltos, por isso tratou de arrumar apenas a franja e deixou que seu cabelos caísse ondulados por suas costas. Resolveu fazer uma maquiagem um pouco mais forte dando ênfase a seus olhos chocolates, depois de colocar o rímel a menina sorriu ao espelho e notou o quanto estava bonita, queria que sua mãe pudesse vê-la agora, aquela mulher era outra Isabella, a Bella de Edward, era assim que se via agora, não havia assinado o contrato, mas ela o assinaria ainda na noite de hoje, e gostaria que Edward soubesse disso, essa era a chave para entrar na vida dele, ela o faria confiar e tinha que ser desta forma.

Olhou agora seu armário de sapatos e sandálias, e escolheu uma dourada de tiras finas, era alta, mas confortável. Notou também que agora tinha alguns brincos, pulseiras, por isso resolveu usar um brinco grande já que não usaria colar, nesta hora foi inevitável não lembrar-se de que em breve carregaria uma inicial de Seu Mestre, lembrando-a de que ela o pertencia.

Antes que seu tempo acabasse Bella dirigiu-se a sala com seu casaco na mão e uma bolsa contendo apenas um batom, sentia com se milhares de borboletas estivessem em seu estomago, era como se fosse a um encontro com um carinha do colégio, estava nervosa sobre sua aparência mesmo tendo a ciência de que jamais esteve tão bonita.

Ficou ainda mais nervosa quando viu o Seu Mestre de costas para ela, notou que ele estava num terno escuro deixando suas pernas tremulas.

No momento em que ultrapassou a porta mesmo que silenciosamente ele imediatamente vira-se e a olha assombrado com sua beleza, Isabella era sim algo para ser apreciado, ainda mais vestida naquele vestido vermelho, ela era a tentação em pessoa, a sua mais perfeita perdição que agora dava uma volta para que ele a olhasse por inteiro, a vontade de Edward era levá-la imediatamente para seu quarto de jogos e a castigar por provocá-lo daquela forma, vestida na cor do pecado ele já até podia imaginar o que ela vestia embaixo daquele vestido, só isso já tinha o poder de deixá-lo completamente duro de excitação, ela tinha pleno poder de enfeitiçá-lo ainda mais

– Estou como deseja Senhor Cullen? Ela pergunta com inocência.

– Venha até aqui Isabella. Ele ordena e coloca seu copo de whisky em cima da mesa. – Está tentando me provocar com esse olhar inocente? Ele puxa o ar sentindo o cheiro gostoso que ela exala.

– Estou conseguindo Senhor Cullen? Ela o olha por cima dos cílios tentando a todo custo não enrubescer de vergonha e acabar com toda a sua coragem de provocá-lo como queria.

– Sabe Isabella. Ele a puxa pela cintura chocando os corpos fazendo-a gemer. – Se eu não tivesse prometido que iríamos até o clube nós não sairíamos daquele quarto de jogos pelas próximas vinte e quatro horas. Ele esfrega sua ereção na perna descoberta de Isabella, deixando-a completamente desejosa.

– Oh sim Mestre seria perfeito. Ela já diz entregue e se repreende por seu corpo ser tão fraco.

– Que lingerie está usando? Ele morde uma orelha de Isabella.

– Apenas uma pequena calcinha de renda vermelha. Ela responde sem nenhum pudor e escuta um rugido vindo dele.

– Posso castigá-la mais tarde por tantas provocações, por enfrentar-me e por diversas outras coisas. Ele afasta-se da menina deixando-a confusa. -Vamos Isabella, nós temos uma longa noite pela frente. Ele enlaça um braço em sua cintura e a leva para onde a limusine os espera.

–--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

– Então vamos a um clube? Ela pergunta quando a limusine já está em movimento.

– Sim iremos a um clube de BDSM no qual sou sócio, assim você poderá conhecer melhor a submissão e a dominação. Ele olha para as ruas de Seattle e Bella pergunta-se o que acharia do clube quando chegasse até lá. Porém o que lhe chama mais atenção é a forma como Edward está agindo. Ele pareceu ficar tão quente quando a viu, mas agora parecia que a máscara fria de indiferença havia voltado.

– Está chateado com algo? Se for comigo ou com o vestido era só ter dito que não gostou, estou vulgar não é? Ela pergunta preocupada.

– Você está ainda mais perfeita Isabella, eu não estou chateado com você, na verdade estou contente com suas ações. Ele explica.

– Então me diga o que aconteceu? Ela segura-se para não tocá-lo.

– Trata-se de linhas perigosas Isabella, e não gostaria que você as atravessasse. Ele responde mais uma vez através de enigmas.

– O que fez enquanto eu dormia? Ela tenta mudar de assunto antes que ela perdesse a paciência e entrasse numa discussão com ele.

– Estava escrevendo. Ele responde sem emoção

– Ah sério? Então teremos continuação para o Cavaleiro Negro? Ela pergunta animada e para ele é inevitável não olhar para os olhos chocolates que o fitam esperançosos.

– Talvez, mas não me peça para contar nada, um bom escritor sempre guarda seus segredos. Ele sorri daquela forma perigosa deixando-a disposta a novamente provocá-lo

– Eu tenho meus métodos para burlar a boa conduta de um ótimo escritor. Ela sorri inocentemente.

– Você não devia provocar um homem dessa forma doce Isabella. Ele coloca uma das mãos na perna exposta da garota. – Não quando este homem é seu Mestre e está louco para fôde-la neste vestido vermelho. Ele aperta a coxa de Bella fortemente e vai beijá-la quando escutam a voz de Peter avisando que já haviam chegado ao clube, quebrando assim mais um momento quente entre os dois deixando uma Isabella totalmente decepcionada.

Jamais pensou que pudesse existir um clube com aquele tipo de pratica sexual, muito menos que seria em um bonito arranha-céu no centro de Seattle, com a ajuda de Peter Bella desceu da limusine e em poucos instantes estava novamente sendo abraçada pela cintura por Edward.

– Boa noite Senhor Cullen e Senhorita. O homem cumprimenta educadamente o casal, enquanto ela responde educadamente.

Edward nem se dá o trabalho de cumprimentar as recepcionistas que sempre o devoram com os olhos, isso deixa Bella contente, além do fato dele segurar-lhe daquela forma tão forte como se ela fosse escapar a qualquer minuto, seu Mestre era mesmo possessivo.

– Não permitirei que saia do meu lado Isabella, e pelo seu bem é melhor obedecer-me. Ele a olha daquela forma quente e ameaçadora.

– Não sairei. Ela responde olhando para os lábios dele, como gostaria de beijá-lo agora, naquele elevador.

Depois que as portas do elevador dourado se abrem Isabella pode vislumbrar o ambiente vermelho com detalhes dourados, haviam uma garota loira vestida numa roupa de couro negra, exibindo-se com maquiagem escura e um batom carmim, a mulher estava cheia de pulseiras e um colar extravagante que mais parecia uma coleira, Bella logo se pergunta se usaria esse tipo de coisa, era assim mesmo que ela deveria vestir-se?

– Mestre Cullen seja bem vindo. A moça curva-se diante de Edward mantendo a postura submissa diante ele.

– Abigail, tenho certeza de que Aro já nos aguarda. Edward mantém sua postura altiva perante todos ali presentes.

– Sim Mestre Cullen, devo levar o mesmo de sempre? Abigail pergunta ainda submissa, enquanto Bella olha curiosamente para todo o ambiente.

– Sim. A resposta foi curta e fria como sempre fazia.

– Senhorita dê-me seu casaco. Bella sorri em agradecimento e lhe entrega o casaco.

– Trate-me apenas como Mestre. Edward a avisa e Bella assente positivamente enquanto os dois entram no salão.

Bella segue olhando para cada detalhe daquele lugar, haviam tantos homens acompanhados de mulheres lindas que se vestiam elegantemente, algumas estavam sentadas no colo destes homens que ela julgou serem dominadores.

Havia pequenos palcos onde mulheres que estavam seminuas dançavam sensualmente para alguns homens e suas acompanhantes, Isabella imaginou Edward sentado ali apreciando aquelas mulheres enquanto bebericava sensualmente seu copo de whisky, perguntou-se quantas foram as mulheres que tiveram o prazer de esfregar-se no corpo dele, não evitou que seu ciúme a queimasse.

Em pouco tempo os dois estavam num outro elevador, seguindo para a sala de Aro, Edward só a fitava e tentava imaginar o que ela estava pensando, Bella estava calada demais e isso o assustava, porém preferiu deixar que ela assimilasse sem a sua interferência.

Bella seguia pelos corredores sentindo o calor do corpo de Edward, estava imaginando o que deveria fazer para agradá-lo, não queria correr o risco de perdê-lo por suas limitações.

Os dois param numa porta escura e Edward entrou sem bater, ainda levando-a pela cintura. Bella logo vê um homem de pele clara, cabelos escuros e um rosto bonito, era elegante e tinha o poder de deixá-la intimidada, logo ela sabia que ele era dominador assim como Edward, porém o que a fez encarar com olhos raivosos foi à morena de olhos azuis que estava do lado do homem.

Aquela era Samantha com toda a sua beleza dentro de um vestido verde, perfeitamente maquiada, e com lábios pintados de carmim Bella não podia negar que ela era mesmo linda, sentiu-se logo ainda mais ciumenta por isso empinou o nariz e a encarou da mesma forma, fazendo até Aro notar que havia grande rivalidade entre as duas, agora ele sabia o porquê de Samantha ter lhe dado trabalho.

– Meu querido amigo Edward, é um prazer recebê-lo aqui. Aro levanta-se e vai cumprimentar seu grande aluno e sócio. – Vejo que trouxe sua ninfa para nossa apreciação. Aro comenta.

– Esta é Isabella minha nova submissa. Edward não gosta do modo como Aro olha para sua submissa por isso não à solta de seu abraço.

– É um grande prazer conhecê-la linda Isabella. Aro segura a mão livre dela e a beija em sinal de cavalheirismo. – Vejo que Edward sempre tem o melhor. Ele comenta e Bella continua calada, não queria irritar Edward com sua língua solta, por isso tratou de apenas olhar para seu Mestre.

– Aro eu não a trouxe para que outros homens a apreciem, você sabe que não divido o que me pertence. Edward fala irritado, mas Aro não se sente intimidado, já sabia como seu pupilo era possessivo e parecia ainda mais com a linda mulher a seu lado.

– Sei exatamente como é possessivo com suas submissas. Aro comenta, mas lembra-se que seu aluno nunca se mostrou tão possessivo como se mostrava aquela noite, havia algo a mais em Isabella. – Porém vejo que com Isabella você tornou-se ainda mais possessivo, mas não lhe tiro a razão Sua Isabella é linda. Edward novamente não gosta do jeito que ele olha para Isabella por isso trata de ir logo ao assunto.

– Isabella não tem nenhuma experiência em submissão apesar de possuir a natureza submissa, por isso a trouxe até aqui. Edward explica a Aro suas intenções para com Isabella, não queria que ele pensasse que ela seria dividida.

– Não posso ser hipócrita em negar que Isabella possui exatamente a personalidade submissa, mas devo acrescentar que ela precisa de treinamento para satisfazê-lo como necessita. Aro opina enquanto Bella se retorce com vontade de dizer aquele homem que ela era sim capaz de satisfazer Edward, é claro que era capaz ou não? Ela vê um sorriso nascer no rosto de Samantha e percebe quando a garota cochicha no ouvido de Aro, Bella agora reza para que essa garota não se metesse entre ela e Edward.

– Sei muito bem que Isabella precisa ser educada para tornar-se uma perfeita submissa. Edward a segura ainda mais apertado. – Na verdade ela tem se saído muito bem em seu treino. Ele acrescenta deixando Bella mais segura.

– Minha querida Samantha conte a Edward sua grande idéia, tem minha permissão para falar abertamente. Aro senta-se em sua pomposa cadeira e vê sua submissa jogar seu charme para Edward, ele sabia que Samantha o apreciava e havia ficado chateada com o fato de ser trocada por Isabella, Aro queria ver o confronto das duas, isso o divertiria.

– Mestre Cullen permita-me oferecer a minha ajuda para educar Isabella corretamente, o Senhor sabe o quanto sou boa em agradá-lo como necessita. Samantha sorri sacanamente ao homem, tentando de toda forma seduzi-lo e Bella tenta segurar-se para não arrancar os cabelos da garota. – Enquanto isso podemos nos divertir como o Senhor aprova, eu posso servi-lo muito bem, tenho certeza de que Isabella não se incomodará, ela só quer agradar ao seu Mestre. Samantha continua tentando mostrar a Edward que ela era a submissa perfeita.

– Aro sabe que não sou adepto a orgias, ménages, não fico com duas ao mesmo tempo, então não vejo motivo para você ter dado a sua submissa o direito de propor algo assim. Edward dirige-se a Aro e deixa Bella explodindo de felicidade, ele nem sequer olhava para a garota.

– Samantha sabe ser bem convincente quando deseja, tenho certeza de que sabe disso meu caro, ela me deu um bom trabalho depois que você a devolveu, só estou dando a ela a oportunidade de enxergar que você não a deseja. Aro explica e Samantha não se convence.

– Mestre Cullen eu apenas desejo ser sua, essa garota não pode lhe dar o que deseja, naquela noite nós dois nos entendemos perfeitamente bem, eu o obedeci como o Senhor ordenou, e havia me prometido um contrato, eu não entendo. Samantha tenta aproximar-se e Edward segura-se para não cometer nenhuma besteira com aquela garota, mais uma vez via alguém rastejar por ele, isso não o agradava, não vindo dela.

– Eu a farei entender garota idiota. Bella fala e a fulmina com os olhos, ela não ficaria calada diante daquilo, não mesmo. – Percebe que ele não a deseja? Você foi descartada como o lixo que é. Ela continua sem dar chance de Samantha falar.

– Você não serve para o meu Mestre, então não tem porque oferecer-me ajuda para ser uma boa submissa, você não sabe agradá-lo como eu o agrado, agora entenda de uma vez garota estúpida que não o conseguirá, ele está comigo agora. Bella não segura suas palavras. — Faça um favor a si mesma Samantha continue sendo submissa do Senhor Aro e esqueça o meu Mestre, você ouviu bem não é? Sou eu que tenho um contrato com ele agora, eu pertenço a ele e nada do que disser vai mudar isso, não adianta oferecer-se para ele como uma vadia, isso não vai funcionar. Isabella toma sua respiração e espera que seu Mestre não a castigue por isso, espera que ele entenda que aquela garota já lhe deu demais nos nervos.

Edward apenas olha para Isabella e pela primeira vez vê naquela pequena mulher a cura para todos os seus fantasmas seria ela a sua salvação?



Savin' Me



Prison gates won't open up for me

On these hands and knees I'm crawlin'

Oh, I reach for you

Well I'm terrified of these four walls

These iron bars can't hold my soul in

All I need is you

Come please I'm callin'

And oh I scream for you

Hurry I'm fallin'

Show me what it's like

To be the last one standing

And teach me wrong from right

And I'll show you what I can be

Say it for me

Say it to me

And I'll leave this life behind me

Say it if it's worth saving me

Heaven's gates won't open up for me

With these broken wings I'm fallin'

And all I see is you

These city walls ain't got no love for me

I'm on the ledge of the eighteenth story

And oh I scream for you

Come please I'm callin'

And all I need from you

Hurry I'm fallin'

Show me what it's like

To be the last one standing

And teach me wrong from right

And I'll show you what I can be

Say it for me

Say it to me

And I'll leave this life behind me

Say it if it's worth saving me

Hurry I'm fallin'



Me Salvando

Os portões da prisão não abrirão para mim

Com essas mãos e joelhos estou rastejando

Oh, eu alcanço você

Bem, estou aterrorizado com essas quatro paredes

Essas barras de metal não podem prender a minha alma aqui

Tudo que eu preciso é você

Venha, por favor, estou chamando

E, oh, eu grito por você

Apresse-se, estou caindo

Mostre-me como é

Ser o último a ficar em pé

E ensine-me a diferença do errado e do certo

E eu te mostrarei o que posso ser

Diga para mim

Diga por mim

E eu deixarei essa vida para trás

Diga se vale a pena me salvar

Os portões do Paraíso não abrirão para mim

Com essas asas quebradas estou caindo

E tudo que eu vejo é você

Esses muros da cidade não tem nenhum amor por mim

Estou na beira da 18º história

E, oh, eu grito por você

Venha, por favor, estou chamando

E tudo que eu preciso é você

Apresse-se, estou caindo

Mostre-me como é

Ser o último a ficar de pé

E ensine-me a diferença do errado e do certo

E eu te mostrarei o que posso ser

Diga por mim

Diga para mim

E eu deixarei essa vida para trás

Diga se vale a pena me salvar

Apresse-se, estou caindo



Notas finais
E ai o que acharam? E a Sam agora vai ter o que merece? kkkk essa Bella vai dar o que falar kkkkkkk esposas reviews e recomendações para nosso marido ta? bjs e mais uma vez obrigada!