Notas iniciais
Notas da Lisa: Olá meninas estamos aqui novamente como prometido e como o capitulo ficou muito grande dividimos em duas partes então termos mais post amanha então merecemos muitas reviews heim? bjks a todas.Notas da Rê: Meninas olha só quem veio em pleno domingo...pois é nosso marido kkkkkk e olha gente devido ao tamanho do capitulo tivemos que dividir ou do contrario não teria post hj...vcs sabem vida pessoal, trabalho e etc...perdoem-nos pela demora tá...Dedicando a Leila Canuto e Isaa Mansen pelas lindas recomendações...confesso que li muitas e muitas vezes...As aniversariantes Sandra e Ericka o capitulo é dedicado a vcs tambem...e a todas que deixaram lindos reviews...

Estar com Isabella foi a experiência mais surreal que tivera, nada do que vivera até agora o preparou para o prazer que havia sentido com essa garota que agora era sua submissa, mas como tudo em sua vida a paz se fora no momento em que se deu conta de não terem usado nenhum tipo de proteção Edward nunca se esquecia de uma coisa dessas, ele não estava preocupado com doenças que Isabella pudesse ter afinal ela era virgem e ele jamais esqueceu de se prevenir, mas com ela simplesmente isso passou em branco, a única coisa que ele queria naquele momento era enterrar o seu corpo o mais profundamente possível no corpo de Isabella nada mais importava.

Então eles haviam transado e foi tão bom que por alguns momentos ele se esqueceu de toda a sua vida cheia de desgraças ele sabia que seria assim pois Isabella era especial, mas então se deu conta que não tinham se protegido e aquilo realmente não poderia ter acontecido, ele jamais devia deixar que seus genes podres tivessem descendência, todo sadismo que estava impregnado em seu sangue morreria com ele, e foi essa certeza que fez com que fosse tão estúpido com Isabella, ele viu como seu comportamento a magoou mas se ela queria permanecer ao seu lado teria que entender suas atitudes.

Edward não sabia ser gentil, apesar que para ver Isabella sorrir ele poderia tentar ser, mas agora era tarde Isabella tinha ficado magoada com sua atitude e Edward não sabia se poderia suportar ver a mágoa em seus olhos, mas Edward Cullem não pedia desculpas e não seria agora que ele mudaria, se ela ficou magoada foi melhor assim pois desta maneira Isabella não começaria a desenvolver sentimentos por ele, mas porque o simples pensamento de que ela poderia o odiar o quebrava totalmente por dentro? Esta garota está se tornando muito importante, muito mais do que qualquer outra submissa que ele já tivera e isso o estava deixando apavorado, NÃO! isso não poderia acontecer ele precisava esquecer, ele tinha que parar de sentir, porque toda a vez que se permitiu acalentar algum tipo de sentimento isto foi usado contra ele e nada garantia que Isabella não o faria sofrer, poder para isso ela tinha.

Edward pegou a garrafa de whisky e se dirigiu até a sala não conseguiria dormir esta noite e com tantos pensamentos tumultuados os pesadelos seriam uma coisa certa, e hoje ele não queria isso, só gostaria de esquecer.

A vida tem sido muito dura com Edward, desde pequeno a única coisa que conheceu foi a violência e a falta de amor, um dia chegou a pensar que seria sempre uma alma perdida até que Esme lhe encontrou e lhe deu um vislumbre do que era uma verdadeira família, mas até isso foi tirado dele, ou melhor ele mesmo colocou fora, a culpa o corroía e agora ele tinha quase acabado com vida de Isabella em sua ânsia de tê-la não lembrou-se de proteção imaginar Isabella grávida dele o quebrava e ao mesmo tempo o aquecia, imaginar que uma parte dele poderia nascer desta relação o colocava em pânico, ele nunca deveria ter filhos seu sangue podre tinha que morrer com ele e por isso ele foi tão bruto com Isabella, ele estava com medo

Edward acabou deitando no sofá e dormiu

Estava em uma sala completamente escura não era possível enxergar nada, mas ele percebeu uma presença ao seu lado quando levantou seu olhar encontrou o seu pior pesadelo sua tia Lizbeth, com seu sorriso sarcástico ela olhava diretamente para ele

–Você é igual a mim Edward — falou e sua voz causava uma dor tão forte em seu corpo que parecia estar levando uma das inúmeras surras que ela sempre lhe dava.

– Meu querido sobrinho você nunca vai se livrar de mim eu faço parte do seu corpo, da sua alma, do seu coração

– Porque Lizbeth? Porque me odeia tanto? Já não basta tudo o que você me fez passar? Já não basta ter me deixado completamente oco por dentro sem sentimentos, sem coração?

Ela se aproximou e tocou em seu rosto – Não Edward você ainda tem uma alma e enquanto você a tiver eu estarei aqui e você não terá paz.

Edward acordou e deu um pulo do sofá, nem mesmo a bebida o tinha ajudado a esquecer, sua vida sempre seria assim? A cada dia tentando esquecer e no final nada esquecendo?

Ele levantou-se meio cambaleante, ótimo ainda tinha álcool no sangue o melhor era beber mais e quem sabe desta vez seus fantasmas o deixassem em paz.

Edward continuou a beber e a cada gole que tomava só o que pedia era que o esquecimento o tomasse, estava esparramado no sofá e já na terceira garrafa de whisky, quando sentiu uma delicada mão o tocar, não gostava quando o tocavam mas esta mão lhe trazia calor e paz ele não precisava abrir os olhos para saber quem estava ali, era a sua Isabella, a mulher que mesmo ele lutando contra estava tomando conta de sua vida.

Ela o levou para seu quarto e cuidou dele como há muito tempo ninguém cuidava, mas quando Isabella iria se afastar a única coisa que ele pode pensar foi que não queria que ela se afastasse, precisava sentir sua presença ao seu lado, então fez algo que não fazia desde que era um menino implorou para que ela não o deixasse.

Bella acordou com a fraca luz do sol entrando pelas cortinas do quarto que ficava mais ostentoso ainda durante a luz do dia, era incrível como aquela cortina branca dava um ar de pureza ao quarto mesmo depois de todos os momentos promíscuos vividos durante a noite e a madrugada, olhou para os moveis caros e bufou incrédula pelo luxo, aquele sofá era bem mais confortável que sua cama, aquele quarto era quase do tamanho do apartamento em que morava e novamente preferiu deixar estes pensamentos de lado e levantar-se.

Ela tenta arrumar seus cabelos e olha para a cama onde Edward ainda dorme tranquilamente, Bella levanta-se e fecha as cortinas para que a claridade não atrapalhe seu sono, que com certeza estaria com uma tremenda dor de cabeça ao acordar, ela o olha mais uma vez e percebe o quanto a figura máscula parecia agora indefeso enquanto dormia serenamente, lembra-se do surto que ele teve pela madrugada, Edward estava completamente fora de si, Bella sabia que havia algo a mais para que ele ficasse tão raivoso, não podia ser só pelo fato de que ela pudesse ter engravidado, havia alguma coisa mais obscura na vida daquele homem e ela estava disposta a descobrir.

Bella aproveita para tomar um banho e vestir-se com suas próprias roupas, não queria vestir nada que não lhe pertencesse. Ela procurou ser o mais silenciosa possível, abriu a porta do quarto e foi rumo à cozinha em busca de algum remédio para Edward, procuraria fazer também um café forte e amargo para ele, sua vontade de cuidar daquele homem que a enlouquecia e que parecia ter uma alma sombria estava cada vez maior.

A casa estava silenciosa, sentia-se a solidão em todos os cômodos daquele lugar e Isabella se perguntava porquê Edward vivia sozinho? a causa seria suas escolhas sexuais? Será que ele já trouxe alguma mulher para morar com ele? Uma de suas submissas? Aquela garota chamada Samantha moraria aqui se ela não tivesse vindo até ele? Era estranho mais se sentia incomodada com o fato dele ser seu primeiro homem e ela não ter sido sua primeira mulher, ele havia ficado com outras mulheres, amantes e submissas, mas ela escolhera aquilo, escolhera ser dele mesmo sabendo que talvez ele não fosse só dela.

Bella novamente sentiu-se arrepiar ao passar pela porta de madeira escura, onde ficava o “Quarto de Jogos”, foi inevitável não lembrar o corredor que a levou até o piano e onde viveu mais uma aventura sexual totalmente livre de pudores ou moral, ela se entregava a ele e sentia um prazer imensurável ao vê-lo chegar ao seu próprio, isso era estranho. Ela desejava saber mais sobre o prazer, falaria com Alice a respeito, não sabia o que agradava a um homem, ela gostaria de agradar Edward.

Continuou pensando em tudo inclusive que teria que voltar para sua casa, tinha que ver Spook, seu gatinho deveria estar precisando dela, lembrou-se que amanhã era segunda feira por isso tinha que ir trabalhar, teria também que ligar para Alice, deveria contar a ela sobre o que viveu nesta noite? Sim deveria, pois ela era como sua irmã, nunca houve segredos entre elas, não deviam existir, por isso contaria tudo sobre seu relacionamento com Edward.

Antes mesmo que chegasse ao seu destino Bella sente um cheiro maravilhoso de biscoitos de nozes, ela entra na cozinha e depara-se com uma senhora organizando uma mesa repleta de comida que poderia alimentar um batalhão de pessoas.

– Bom dia Srta. Swan sou Sue. A senhora sorri simpaticamente para Isabella, ela era a pessoa responsável por cuidar de toda a cobertura e também de Edward a pedido de Esme. – Por favor, sente-se, ainda estou assando alguns biscoitos, mas a senhorita pode servir-se, o Sr. Cullen está um pouco atrasado para o café da manhã, mas preferi não incomoda-lo, ele não gosta de ser perturbado. Sue puxa uma cadeira para que Bella acomode-se a mesa, na verdade ela está faminta e ao ver tantas gostosuras espalhadas pela mesa não pôde evitar o ronco de seu estomago.

– É um prazer conhecê-la Sue. Bella dá gentilmente a mão em cumprimento. – E, por favor, nada de Srta. Swan apenas Bella, a propósito como sabe meu nome? Bella pergunta curiosa.

– Peter informou-me sobre sua estadia, desculpe-me se fui indiscreta Srta. Swan. Sue fica contente com a escolha do patrão, essa sim era mulher para estar com ele, Bella era bonita, simpática, e parecia ser a pessoa certa para ajudar seu patrão a sair das trevas, algo naquela menina trazia luz para a escuridão que sempre estava presente naquela casa e na vida de Edward, a velha senhora não sabia do que se tratava a relação deles, mas sabia como o Senhor Cullen tratava as moças com quem mantinha relações.

– Você não foi indiscreta e, por favor, apenas Bella, eu realmente prefiro. Ela sorri e pensa que Edward era o único a chama-la de Isabella.

– Acho que o Sr. Cullen não aprovaria se eu a chamasse assim. Sue confidencia a Isabella.

– O Sr. Cullen não tem porque se importar com o modo como me chamam, portanto apenas Bella. Sue apenas assenti positivamente, percebendo que a moça realmente tinha fibra, Sue lembra-se da última que passou por aquela casa, Ashley era totalmente oposta a Isabella.

– Pode ser atrevido de minha parte Bella, mas agradeço por estar aqui, tenho certeza de que é a pessoa certa para tirar o Sr. Cullen da solidão. Bella olha interrogativamente para a senhora a sua frente, mas sorri sem jeito diante as palavras dela, queria mesmo ser algo para Edward Cullen. – Pode ser estranho e até errado da minha parte fazer este tipo de comentário com a Srta, mas como uma mulher vivida o bastante para entender a personalidade de cada uma das pessoas com quem convivo posso dizer com convicção que a Srta é uma grande mulher, eu posso ver a bondade e paciência em seus olhos, então cuide do Sr. Cullen, ele precisa ser cuidado por alguém como a senhorita e, por favor, perdoe esta velha por apenas ser sincera e importar-se com a felicidade do garoto que cuido com tanto amor. Sue termina suas palavras com lagrimas nos olhos ao lembrar o modo como Edward chegou à casa dos Cullen, era um menino arredio e medroso, o garoto tinha reações violentas com a única exceção para com as pessoas da família.

Enquanto Bella tenta raciocinar sobre todas as palavras ditas a respeito de Edward, lembra-se de como Esme pediu, de como Elizabeth pediu e agora Sue também pedia para cuidar dele, era estranho, mas Bella faria isso, faria o que aquelas mulheres haviam pedido, cuidaria de Edward da melhor forma, só esperava que ele deixasse.

– Eu espero que esteja certa Sue. Bella percebe o quanto Sue gostava de Edward, Isabella pensa em perguntar mais sobre ele e seu passado para quem sabe assim poder realmente entende-lo. — Há quanto tempo trabalha para o Sr. Cullen? Ela pergunta curiosa na busca de saber mais sobre o homem enquanto degusta de uma grande fatia de bolo.

– Desde o dia em que ele chegou à casa dos Cullen, cuidei dele e do irmão Emmet. Sue explica e Bella fica curiosa, não havia entendido muito bem sobre o que Sue falava, porem agora sabia que Edward tinha um irmão e perguntava-se se seria como ele? seria parecido com ele fisicamente? Será que seria arrogante também?

– Os dois são parecidos? Sue sorri a ela de forma maternal ao lembrar-se como os dois são diferentes, Emmet é brincalhão, engraçado e carinhoso.

– Emmet é muito diferente do Sr. Cullen, é engraçado, carinhoso e um meninão, todos da família o adoram, não há ninguém que desgoste daquele garoto. Sue coloca os biscoitos sobre a mesa e olha para a garota. – Prove estes biscoitos, são os preferidos do Sr. Cullen, a mãe os fazia quando ele era criança. Bella pensa a respeito daquilo e lembra-se de seu sonho com Elisabeth, agora ela tinha certeza de que realmente ele era apenas um garoto perdido.

– E quanto a Edward? Ele sempre foi assim? Bella esperava que Sue pudesse lhe dizer o que ela precisava saber.

– O Sr. Cullen sempre foi um garoto arredio, quando criança não costumava conversar, brincar ou até mesmo sorrir, o único que ainda conseguia lhe arrancar um sorriso era Emmet, mas sei que o menino Edward é apenas vítima das maldades do destino, ele perdeu os pais muito cedo. Sue serve o suco para Isabella que lhe dá um sorriso de agradecimento.

– Como os pais dele morreram? Bella pega um dos biscoitos e começa a comer são realmente deliciosos.

– Um terrível acidente aconteceu, mas devo adverti-la senhorita o Sr. Cullen não gosta que se fale nos pais, é doloroso demais pra ele. Bella apenas concorda e continua a comer os biscoitos.

– Sue você poderia preparar um café bem forte sem açúcar e preparar uma bandeja com esses biscoitos e mais algumas coisas que o Sr. Cullen gosta? Bella faria o que seu coração mandava, cuidaria de Edward Cullen da melhor maneira. – Ah e um remédio para dor de cabeça. Ela lembra enquanto Sue a olha interrogativamente.

– O Sr. Cullen bebeu além da conta e gostaria de levar a bandeja com café da manhã até ele. Sue dá um grande sorriso ao ver que aquela menina realmente cuidaria dele como ele merecia. – Ele costuma ficar bêbado? Ela pergunta retirando o prato no qual comeu levando-o até a pia.

– Eu nunca o vi bêbado. Sue responde arrumando a bandeja rapidamente. – Irei buscar o remédio Bella. Enquanto isso Bella fica pensando a respeito da bebedeira de Edward, estava buscando um motivo plausível para ele ter ficado daquela forma, talvez fossem lembranças do passado, não podia ser por ela ter ou poderia? Logo lembra-se do modo como ele perguntou se ela iria deixa-lo, seria por medo dela deixa-lo depois daquela explosão sem motivos? Isso é impossível, Sue retorna a cozinha trazendo o remédio solicitado retirando assim Bella de seus pensamentos.

– Obrigada Sue, tudo estava delicioso. Bella beija carinhosamente o rosto da senhora e segue com a bandeja até o quarto.

Isabella entra no quarto e percebe que Edward continua esparramado na cama da mesma forma como ela havia deixado, Bella coloca a bandeja sobre o criado mudo e segue para cama sentando-se perto do homem já sentindo o calor do corpo dele tão perto do seu, mesmo bêbado ele cheirava muito bem, o cheiro de Edward era maravilhoso, era forte e marcante. Bella continuou analisando a perfeição que dormia profundamente, os cabelos estavam ainda mais indomáveis, completando a perfeição do rosto de Edward, ela gostaria de despi-lo e compara-lo com um anjo de Michelangelo, ou até mesmo uma obra de arte de Da Vinci.

Foi inevitável não tocar o queixo quadrado que já estava com a barba rala que fazia cócegas em sua palma, tocou-lhe a boca rosada que tanto a beijou na noite anterior, que tocou até suas partes mais intimas e lhe levou à loucura, o nariz perfeito assim como os cílios um pouco mais escuros que escondiam as maravilhosas pedras preciosas que eram os olhos verdes daquele homem. Ela por fim colocou suas mãos nos cabelos indomáveis e pôde mais uma vez sentir a textura dos fios dourados em suas mãos, analisou assim a forma serena como ele dormia e lembrou-se mais uma vez de seu sonho.

– Você é só um garoto. Ela sorri e em seguida dá um pequeno beijo nos lábios dele fazendo-o mexer-se e abrir rapidamente os olhos causando em si uma grande dor de cabeça.

– O que está fazendo aqui Isabella? Ele pergunta com a voz ainda mais rouca permanecendo de olhos fechados para aplacar a dor.

– Se o Senhor não lembra ontem à noite me disse que este seria meu quarto enquanto eu estivesse aqui. Ela responde e Edward lembra-se de que não estava mesmo em seu quarto, lembra-se da discussão que tiveram e de como encheu a cara para esquecer suas dores, lembra-se de como Isabella o ajudou.

– Porem se não deseja minha presença posso perfeitamente retirar-me. Ela tenta levantar-se e Edward percebe a voz magoada da garota que só o ajudava.

– Não vá. Ele segura o braço de Isabella e abre os olhos buscando tentar convencê-la a não ir. – Eu estou com muita dor de cabeça e não me lembro de ter chegado até seu quarto. Ele explica e ela vai buscar a bandeja contendo a cura da ressaca.

– O Senhor bebeu quase duas garrafas de uísque, eu não o levei até seu quarto por não saber onde ele fica. Bella explica e Edward massageia a testa em busca de alivio. –Está acostumado a beber tanto assim? Ela pergunta e não obtém resposta, então prefere não insistir em uma.

– Tome isto. Bella entrega o remédio e a água para que ele tome enquanto Edward continua a mover-se. – É apenas para aplacar a dor, juro que não é veneno. A menina tenta brincar e aliviar aquela tensão entre os dois.

– Não me lembro de ter visto algo sobre a Srta ter envenenado alguém no passado, tenho certeza de que não quer mudar sua ficha. Ele retruca divertindo-a.

– Agora tome o café, trouxe seus biscoitos preferidos além de outras guloseimas que Sue fez. Bella coloca a bandeja a disposição dele e o vê bebericar o café fazendo uma horrível careta em seguida.

– Isso está horrível. Edward começa a comer os biscoitos na busca de tirar o gosto amargo do forte café.

– O café é necessário para que se sinta melhor. Isabella explica e sorri com o modo despreocupado dele, gostava disso, quando ele livrava-se de seu escudo protetor e tornava-se alguém mais fácil de conviver.

– Vejo que já conheceu a Sra. Cleawrter. Ele toma mais um gole do café.

– Sim, ela é muito gentil e exagerada, havia tanta comida no café da manhã que poderíamos alimentar este bairro inteiro. Bella diz divertida e Edward a olha encantado com a beleza única que Isabella possuía, ele a desejava agora, mas sabia que não poderia tê-la sem antes tomarem providencias sobre prevenções, mas não pôde evitar ficar excitado com ela. Bella percebeu os olhos escuros de desejo dele e não se conteve baixou seu olhar ficando com a face corada.

– Você alimentou-se corretamente? Ele pergunta levantando o queixo dela fazendo com que ela o encarasse

– Sim. Ela responde o olhando da mesma forma, os dois observavam-se com desejo que foi quebrado por Edward.

– Ótimo, preciso que se alimente corretamente para que possa cumprir com seus deveres de submissa, a noite de ontem foi apenas um aperitivo para minha fome de você Isabella. Bella se sente pulsar por inteira ao ouvir tais palavras, ele evita beija-la mesmo querendo desesperadamente o fazer, porque sabia que se os dois se beijassem acabariam naquela cama sendo consumidos pelo desejo louco que partilhavam.

– Temos muito que conversar Isabella. Edward afasta-se e recomeça a comer enquanto Bella arfa de desejo por ele.

– Porque bebeu tanto? Ela solta a pergunta que ansiava tanto pela resposta.

– Você saberá apenas o necessário, lembre-se sempre disso. Edward levanta-se da cama deixando Bella sem sua resposta. — Irei até meu quarto e dentro de meia hora a espero na sala, e Isabella eu não tolero atrasos. Dito isso saiu sem mais explicações deixando-a sozinha com seus pensamentos e sua excitação.

Bella balançou a cabeça negativamente em busca de clarear seus pensamentos, estava querendo mais de Edward, mas sabia que ele estava evitando-a, talvez fosse pelo fato de eles ainda não terem conversado sobre prevenção.

De repente ela sentiu-se sufocada, as paredes se fechavam a sua volta, decidida a sair dali Isabella pega a bandeja e segue para a cozinha, Sue era ótima companhia.

A velha senhora lhe contou sobre os filhos, contou que Edward pagava o curso de Medicina de sua filha mais velha, e o de Engenharia para seu garoto, Bella ficou totalmente surpresa com o ato, porem sabia que por dentro daquela casca de arrogância havia um coração machucado, havia bondade em Edward Cullen. Vendo que o tempo passou rapidamente ela se despede de Sue e segue para a sala como fora ordenado.

Ela tinha a plena convicção de que Edward ficava lindo em terno negro, mas não podia negar que ele ficava tão mais bonito com roupas casuais escuras, cabelos molhados e um cheiro que a embriagava, Edward era como sua paisagem favorita, apreciar a beleza daquele homem era seu hobbie agora.

– Acompanhe-me Isabella. Ele ordena e segue para uma sala privada.

– Porque não vestiu nenhuma das roupas que agora são suas Isabella? Edward pergunta com a voz autoritária que Bella já aprendeu a reconhecer.

– Não vi motivos para isso Senhor Cullen, minhas roupas estão perfeitamente adequadas para a nossa conversa, além do mais pensei que vestiria aquelas roupas quando o Senhor solicitasse. Bella responde imediatamente não se intimidando com ele, a garota notou que se tratava de outra sala, acredita que deveria tratar-se de uma sala privativa, ela notou as paredes de vidro e teve a linda visão de Seattle.

– Isabella essa sua relutância para acatar ordens me força a tomar medidas drásticas, e tenho certeza que a Senhorita já tem uma ideia de quais são os meus métodos de castigo. Bella engole em seco pelas lembranças de seu recente castigo.

– Porem no momento desejo discutir os termos do nosso contrato e a Senhorita tem razão eu não solicitei que se vestisse apropriadamente. Edward senta-se no sofá de couro negro e estende os papeis para Bella que os pega com relutância.

– De que tipo de contrato está falando? Ela pergunta confusa, estava sentindo-se como um objeto.

– Trata-se de um acordo por escrito sobre a relação que teremos a partir de agora Isabella. Ele explica e Bella levanta-se do sofá contrariada.

– Espera estamos negociando a mim como um objeto? Está me alugando ou me comprando Senhor Cullen? Ela pergunta sarcasticamente

– Você já me pertence Isabella. Ele a olha sedutoramente enquanto analisa o ataque sem fundamentos. – Agora pare de ser sarcástica e dê uma olhada no contrato, você perceberá que não há quantias nele então não estou comprando-a ou alugando-a. Edward arqueia uma sobrancelha e Bella percebe que aquela era uma ordem por isso aproxima-se devagar dele que ainda a analisa. — Existem apenas regras sobre nossa relação, quero conhecer suas limitações Isabella e quero que esteja ciente de tudo o que desejo de você, por isso sente-se de uma vez e leia atentamente, e se existir duvidas eu as tirarei.

Bella senta-se perto dele e começa a folhear o contrato, mais uma vez tinha deixado claro sua insegurança quanto a algo relativo a dinheiro, não queria mesmo ser considerada como uma garota qualquer, no entanto este não era o caso por isso tratou de concentrar-se nas linhas daquele contrato.

CONTRATO DE SERVIDÃO

Este contrato de servidão foi firmado no dia _ _ de _ _ _ _ _ _ _ _ _ de 2013 entre

Nome: Edward Anthony Masen Cullen

Assinatura: __________________________________________

(MESTRE)

e

Nome: Isabella Marie Swan

Assinatura: __________________________________________

(submissa)

I — Disposições preliminares

Fica firmado o seguinte pacto entre MESTRE e submissa:

a) A submissa renuncia a sua condição de mulher livre e se torna uma propriedade do MESTRE. Nesta nova situação sua individualidade deixa de existir, sendo substituída pela de Seu proprietário.

b) O MESTRE reconhece o status da submissa, e o toma como sua propriedade. A partir deste momento, reconhece que tem o direito de impor coercivamente sua vontade sobre ele.

c) A submissa entreterá seu MESTRE de forma sexual.

d) A submissa acompanhará seu MESTRE em eventos sociais ou lugares que ele solicitar.

e) Os jogos começarão as sextas a noite e terminarão nos domingos à noite, salvo se o MESTRE requerer a submissa durante a semana.

– Como assim não sou mais livre? Ela pergunta depois de ler as primeiras linhas que a deixam assustada.

– Você pertence a mim agora Isabella, você não é mais livre para ter relacionamentos amorosos, mas terá a liberdade para trabalhar, estudar ou que desejar desde que não envolva outro homem. Ele explica deixando — a mais tranquila, Bella pensava que teria que viver como escrava dele permanentemente.

– Você sabe que aceitei ser somente sua, sabe que não haverá outro. Ela tenta passar a confiança para ele.

– Eu cuidarei disso Isabella, agora continue. Edward fica contente com as palavras dela, só tinha medo do rumo dessa relação, Isabella era viciante, a sua droga favorita por isso o medo de perdê-la.

– Jogaremos em todo o fim de semana? E quanto a semana iremos nos ver? Bella não queria ter que esperar tantos dias para vê-lo.

– Os jogos acontecerão principalmente nos fins de semana, mas isso não quer dizer que não teremos nada na semana, você tornou-se uma verdadeira droga para mim Isabella, não consigo tirar minhas mãos de você. Isabella dá um lindo sorriso a ele e concentra-se no contrato, estava mais do que feliz em saber que Edward também estava viciado nela.

II — Restrições ao poder do MESTRE

O MESTRE não tem o direito de:

a) Causar a morte da escrava;

b) Aleijar a escrava;

c) Deixar marcas permanentes visíveis;

d) Obrigar a escrava a se expor na frente da família em qualquer assunto ligado a sexo.

e) Obrigar a submissa a fazer algo que esteja fora de seus limites.

O MESTRE deve evitar, na medida do possível:

a) Passar a submissa tarefas a serem cumpridas durante seu horário de trabalho;

b) Deixar marcas de espancamento em partes visíveis do corpo da escrava, como rosto, braços e pescoço.

III — Proibições da submissa

Fica a escrava terminantemente proibida:

a) De manter segredos para com seu MESTRE;

b) De desacatar ordens de seu MESTRE.

c) De constranger o mestre com má vontade ou derivados.

– Eu devo contar tudo a você? Ela pergunta já amedrontada diante tal coisa, não poderia correr o risco de contar a Edward tudo o que pensava sobre ele, muito menos o que conversaria com Alice a respeito dele, isso ela não poderia fazer.

– Não admito segredos Isabella, necessito saber de tudo relacionado a você. Edward já altera a voz diante da cara assustada dela, mil ideias passavam por sua mente agora.

– Isso é invasão de privacidade, eu não vou contar tudo a você, não posso. Ela continua a pensar sobre como ele reagiria se soubesse de sua tara por ele.

–Gosto de guardar certas coisas apenas para mim. Ela continua a explicar e o vê aproximar-se mais dela causando nervosismo pelo que viria.

– O que você esconde Isabella? Ele segura o rosto da garota para que ela o olhe e ele enfim possa desvendar o mistério que ela guarda em seus pensamentos.

– Nada, eu não escondo nada Senhor Cullen. Isabella responde nervosa e ele fica ainda mais possesso com a relutância dela em lhe dizer a verdade, fazia parecer que era pior do que pensava. — A noite passada me falou que sabia de tudo sobre mim, então sabe perfeitamente que não há segredos. Bella tenta convencê-lo.

– Então do que tem medo? Diga-me Isabella, sei que me esconde algo, vejo em seus olhos o medo. Edward diz com a expressão fria, pensava que fosse algo com aquele rapaz, que sua Isabella estava mesmo interessada em outro mesmo dizendo ser sua, só poderia ser isso para haver tanta relutância e tanto medo. – Vamos lá me explique Isabella. Ele assusta a menina com a voz autoritária.

– É constrangedor falar sobre isso Senhor Cullen. Bella não deseja falar sobre seus pensamentos impuros com ele, muito menos que pediria alguns conselhos a Alice para poder agrada-lo como ele precisa.

Edward sente o sangue ferver ao lembrar-se da forma como ele a chamou de “minha garota” isso o fez agir como um homem primitivo pegando-a de surpresa e a deitando no grande sofá.

Bella, surpresa pela atitude deixa os papeis caírem de sua mão, logo sua boca está sendo devorada pela dele, a garota não estava entendendo o ataque, mas apreciaria ao máximo o contato com o corpo masculino, ela sempre desejava o toque dele, era como um vício, um maravilhoso vício.

Edward agarra as pernas dela forçando-a a enlaça-lo pela cintura enquanto os corpos movem-se em busca de atrito, Edward encontrava-se confuso e furioso diante da especulação de que Isabella podia pertencer a outro que não fosse ele. Ele rasga a blusa da garota fazendo botões voarem pela sala, o sutiã tem o mesmo destino, e a boca furiosa dele toma o colo nu de Bella, sugando e mordendo toda a pele exposta.

Enquanto Isabella aproveita cada caricia ousada entregando-se ao prazer que ele proporciona, mesmo estando dolorida, estava queimando como em todas as vezes que ele a tocava. Ela gemia vergonhosamente sequer lembrando-se de que Sue poderia aparecer naquela sala e pegar os dois em pleno ato sexual.

– Você me confunde Isabella. Ele diz e depois morde um de seus mamilos intumescidos causando um gemido mais alto por parte dela. – Como pode entregar-se dessa forma, e pensar em outro? Como seu corpo entrega-se totalmente a mim e sua mente fica ligada a outro homem? Como consegue? Ele pergunta com a voz torturada.

– Do que fala Senhor Cullen? Eu não estou conseguindo entender. Bella segura nos cabelos bronze e o faz olha-la mesmo querendo receber as caricias dele, ela queria mesmo terminar o que começaram, mas necessitava saber de que homem ele falava, e que história mais sem nexo era aquela.

– Você me esconde algo Isabella, algo que eu não posso saber, só pode tratar-se daquele garoto com quem saiu à noite passada. Edward levanta-se bruscamente enquanto Bella busca pela blusa rasgada a fim de cobrir sua parcial nudez, num minuto atrás ele estava atacando-a ferozmente e agora se encontrava completamente raivoso e emburrado, Edward era mesmo um homem bipolar.

– Está falando de Adam? Ela pergunta ainda desorientada sentando-se novamente.

– Não admito que diga o nome de outro em minha presença, não quando o deseja, fale-me Isabella porque está aqui e não com ele? Ele não a quis? Era com ele que sonhava pela madrugada? Era por ele que gemia todas as vezes que lhe dei um orgasmo? Ele pergunta com a voz fria e arrogante, estava queimando de raiva, não permitiria que ela fosse de outro.

– É claro que não, eu não pensei em Adam em nenhum momento que estávamos juntos, os meus gemidos eram todos para o Senhor. Bella responde com a voz indignada, como ele ainda podia pensar que ela queria Adam depois de tudo o que viveram durante a noite?

– Eu pensei que já tivesse deixado claro que não tenho nada com Adam ou com qualquer outro. Bella não entende o porquê de ele ser tão inseguro.

– Então me diga com quem sonhava, para quem gemia Isabella? Diga-me, eu exijo que me conte a verdade. Ele a arrasta para mais perto fazendo-a soltar a blusa que lhe cobria.

– Eram todos para o Senhor, era com o Senhor que eu sonhava. Bella logo enrubesce com a declaração, esperava não assusta-lo e afasta-lo de si, enquanto Edward a fita desacreditado, agora estava ainda mais confuso.

– É constrangedor falar disso Senhor Cullen, mas vejo que a situação obriga-me. Bella acomoda-se melhor para poder dizer aquele homem que havia perdido sua sanidade desde que ele entrou em sua vida.

– Eu tenho pensamentos impuros com o Senhor, a verdade é que pareço uma pervertida que fantasia tantas loucuras, eu o desejo a todo o momento, eu queimo toda vez que me toca, cada vez que me beija me faz desejar sempre mais entende? Eu não estou acostumada a ter esse tipo de sensação, isso era o meu segredo, eu não queria dividir e correr o risco de assusta-lo com meus arroubos de desejo, eu estou completamente confusa com isso. Edward escuta tudo atentamente absorvendo as palavras de sua doce submissa, enfim seu corpo aquietou-se ao saber que ela não desejava outro homem, ela o desejava. – Eu estava pensando em pedir alguns conselhos para uma amiga, conselhos para que eu pudesse agrada-lo como necessita, eu sou completamente inexperiente quando o assunto é sexo, eu não sei o que espera de mim Senhor Cullen, mas eu espero que o Senhor possa me fazer sentir bem mais dessas sensações. Bella o olha passando a segurança de que estava dizendo a verdade.

– Eu a farei sentir Isabella. Edward toca o rosto de porcelana. – Não há nada de pervertido no que sente isso é apenas desejo Isabella, o desejo que nos consome, é assim que me sinto com relação a você, eu tenho vontade de devora-la a todo instante. Ele diz as últimas palavras em forma de sussurro seguida por mordidas na orelha dela que fecha os olhos em deleite, estava pulsando fortemente por ele.

– Devore-me. Ela responde com a voz embargada de desejo.

– Tire o resto de suas roupas Isabella. Ele ordena

– Faremos isso aqui Senhor Cullen? Bella pergunta lembrando-se de que os dois estavam na sala e que a qualquer momento poderia aparecer alguém ali.

– Ninguém tem coragem o suficiente para entrar aqui Isabella, não sem que eu ordene. Ele responde impacientemente.

– Todos acatam suas ordens sem hesitar. Ela afirma.

– Sim todos, agora faça o que ordenei. Ele ordena com a voz mais forte e Bella começa a retirar a calça e a pequena calcinha vermelha que vestia.

– Boa garota, agora deite-se aqui Isabella. O homem mostra onde ela deve deitar-se e como a verdadeira submissa que era o atende instantaneamente. Um das pernas é passada pelas costas de Edward, enquanto a outra fica no colo dele, Edward lhe dá almofadas para que ela coloque nas costas e enfim possa ficar com o tronco alto.

. – Você ficara totalmente exposta para a minha apreciação. Bella percebe que ficaria mesmo totalmente exposta para ele, já que estava deitada com Edward entre suas pernas.

– Eu ficarei como desejar Mestre. A menina fala com a face corada pela posição que estava.

– Boa garota. Ele aprova a atitude dela. – Você lembra-se da lição do controle? Ele pergunta olhando a face corada da garota.

– Sim mestre. Ela responde lembrando-se de como foi prazerosa a lição.

– Ótimo Isabella. Ele toca o rosto da morena. – Para que tenha controle de seu corpo, você precisa conhecê-lo por isso quero que se toque para mim, conheça a si mesma Isabella e me dê o prazer de vê-la em êxtase enquanto toca-se pensando em mim. Ele sorri perigosamente fazendo Bella gelar diante a tal lição.

– Eu não sei fazer isso Mestre. Bella está nervosa com tal desafio, não sabia tocar-se, estava totalmente envergonhada por estar tão exposta e ainda ter que tocar-se na frente dele, imaginando que são as mãos dele ali sob seu corpo, nem sabia como começar algo assim.

– Eu a guiarei Isabella, dê-me aqui as mãos. Bella o obedece e logo é puxada para cima ganhando um beijo profundo e urgente de Edward. Ele a beijava com tanta volúpia que a fazia esquecer do que teria que fazer, Bella procurou esquecer seus pudores e entregar-se ao beijo selvagem e corresponder às mordidas que ganhava de seu Mestre.

O beijo é parado abruptamente assim como havia começado, Isabella deseja bem mais do que aquele beijo, queria que seu Mestre esquecesse a lição e apenas terminasse com ela naquele sofá ou em qualquer outro lugar.

– Sinta seus lábios Isabella. Edward coloca uma das mãos dela sobre os lábios rosados e levemente inchados devido ao beijo feroz. – Sinta como eles ficam maiores depois dos beijos que trocamos. Ele ajuda a menina a passar o dedo no lábio inferior e Bella percebe que ele estava falando a verdade sobre o lábio estar maior, ela ainda podia sentir a boca formigando.

– Eles são lindos Isabella, além de suculentos, seus lábios tem o sabor de morangos, você pode sentir Isabella? Ele pergunta provocadoramente perto demais dos lábios dela.

– Sim mestre eu posso. A menina realmente estava fascinada com a maciez dos próprios lábios.

– Feche os olhos Isabella, imagine que sou eu tocando você. A menina fecha os olhos e novamente recosta-se nas almofadas. – Tocar você é como ir até o céu e descer até o inferno, é algo viciante Isabella, sinta. Edward coloca um dedo em seus lábios e desce por todo o seu corpo até chegar ao seu ponto mais quente fazendo-a arrepiar-se por inteiro.

– Desça as mãos Isabella, sinta a maciez de sua pele. O homem segura as mãos dela levando-as até o pescoço. – Você é quente, cheirosa, e extremamente macia está sentindo Isabella? Ele a toca mais uma vez no seu ponto quente, fazendo-a gemer.

– Sim mestre. Ela responde com gemidos, podia mesmo sentir as mãos de Edward em seu corpo.

– Você tem seios tão convidativos Isabella, eles clamam para serem tocados, para serem beijados, você gosta quando eu os toco ou quando coloco minha boca neles? Edward a toca novamente intimamente, fazendo-a delirar ao sentir suas mãos juntamente com as lembranças dele tocando seus seios.

– Oh sim mestre, eu estou sentindo a sua boca em mim. Isso causa grande satisfação em Edward, vê-la em êxtase somente por pensar nele já lhe dava enorme prazer, ele sequer havia imaginado que treinar uma submissa seria tão prazeroso.

– Sinta-os Isabella. Edward ordena e leva as mãos dela até os seios intumescidos. – Aperte-os como eu faço. Bella logo está apertando os próprios seios pensando que era Edward a apalpa-los, para ela os pudores haviam desaparecido, naquela sala, naquele sofá só havia prazer, nada era melhor do que todas as sensações que sentia quando estava ao lado de Edward.

Já para ele não havia imagem mais erótica do que aquela, sua Isabella de olhos fechados, gemendo alto enquanto apertava-se pensando nele.

– Puxe-os dessa forma e imagine que são meus dentes que estão mordendo-os Isabella. Ele guia as mãos dela para que ela puxe os mamilos.

– Oh Mestre é extremamente prazeroso. Ela permite que ele fique sabendo como aquilo estava lhe dando prazer.

– Continue com uma das mãos em seu seio. Ele queria terminar com aquela tortura, gostaria de vê-la em êxtase e depois queria vê-la cuidando dele.

– Agora desça a outra até o seu ventre. Isabella obedece sentindo o corpo contorce-se em expectativa do que viria. – Sinta a textura de sua pele, você é perfeita. Ela se aquece com o elogio de seu Mestre.

– Isso é tão gostoso Mestre. Sua mente já não lhe obedecia, as palavras estão saindo de sua boca mesmo sem sua autorização, Bella queria que ele tivesse a certeza de que ela estava completamente envolvida com as caricias, que ela estava aprovando tudo o que ele lhe pedia.

– Está imaginando minhas mãos aqui não é Isabella? Ele novamente a toca intimamente.

– Oh sim Mestre. Ela enlouquece com isso e tenta esfregar-se na mão de seu Mestre.

– Quero que sinta o seu ponto mais quente, sinta como está molhada e tão pronta para que eu a fôda como necessita. Ao entrar em contato com sua intimidade ela arrepia-se ainda mais e solta um grito de agonia, estava queimando e totalmente molhada como ele havia dito, Bella sente os dedos dele segurarem os seus e circularem o clitóris inchado. – É dessa forma Isabella, está queimando não está? Edward solta os dedos da garota e nota o trabalho perfeito que sua submissa esta fazendo, ele sabia que não demoraria para que ela chegasse a seu ápice por isso usou sua cartada final.

– Sim Mestre estou queimando. Ela responde com a voz embargada

– Continue com seu trabalho Isabella, enquanto eu a fôdo com meus dedos, quero vê-la derramar-se em minhas mãos. O homem introduz os dedos no canal apertado da menina fazendo-a dizer palavras incoerentes.

– Diga-me Isabella em quem está pensando. O homem pergunta com sussurros provocadores.

– No Senhor Mestre. Ela responde instantaneamente

– Quem está tocando você? Ele empurra ainda mais os dedos para provoca-la.

– O Senhor Mestre. Ela solta um pequeno grito pedindo por mais.

– Quem tem o poder de foder você Isabella?

– O Senhor Mestre, por favor, mais rápido. Ela praticamente implora, estava chegando ao seu orgasmo.

– Nada de ordens Isabella, ou eu pararei. Ele ameaça divertindo-se com a entrega dela. – Eu dito as regras. Ele mexe os dedos ainda mais devagar a deixando em completa agonia, Bella tenta apenas gemer em deleite e não falar mais, não queria arriscar em ficar sem os dedos dele.

– Sim Mestre apenas o Senhor, perdoe-me. Ela sabia que não teria mais do que os dedos de Edward lhe fodendo, mesmo querendo desesperadamente o corpo dele em cima do seu, por isso tratou de imagina-lo em cima dela enquanto ele a tinha com os dedos.

– A quem você pertence Isabella? Ele acelera os movimentos.

– Ao Senhor Mestre. Ela levanta o corpo involuntariamente ao sentir que o seu ápice chegava.

– Deus Mestre eu... Ela não consegue terminar a frase, apenas se deixa levar pelo momento enquanto Edward apreciava o aperto da intimidade dela em seus dedos.

– Você foi muito bem Isabella. Ela abre os olhos ainda respirando rapidamente em consequência de seu orgasmo. – Você é uma boa submissa. Ele prova o gosto dela deixando-a completamente embriagada diante desta imagem tão erótica, porém mais do que nunca ela queria beija-lo.

– Completamente deliciosa. Ele lambe mais os dedos. — Percebe que tudo o que vivenciamos é extremamente prazeroso? Não há limites para o prazer Isabella. Ele sente sua própria ereção incomodar, esteve segurando-se durante toda a cena com Isabella, mas agora necessitava de uma libertação, e de preferência naquela boca vermelha.

– Sim Mestre. Ela responde olhando para o corpo perfeito do homem, a menina podia ver a evidente protuberância de Seu Mestre.

– Continue sendo uma boa garota e ajoelhe-se aqui Isabella. Ele mostra onde ela deve ajoelhar-se e Bella já tem uma vaga ideia do que faria ali entre as pernas dele, só não sabia como fazer algo assim.

Isabella levanta-se com certa dificuldade por ainda estar embriagada de prazer por seu Mestre, mas consegue ajoelhar-se perante ele e espera por mais ordens.

– Está na hora de agradar ainda mais o Seu Mestre, eu já lhe dei o que ansiava agora quero que me dê o que preciso Isabella. Ele sorri torto deixando-a encantada com tanta beleza.

– O que devo fazer Mestre? Ela pergunta automaticamente.

– Use essa sua boca vermelha em mim, quero senti-la Isabella. Edward abre a calça e deixa sua ereção livre.

Bella ao ver o membro dele baixa os olhos e enrubesce envergonhada, ontem não havia visto com detalhes aquela parte do corpo de Edward por isso é inevitável não sentir vergonha.

– Não tenha medo ou vergonha Isabella, esqueça completamente os pudores. Ela então olha para os detalhes daquela parte e lembra-se que sua função agora é agrada-lo como ele fazia com ela, só assim pode encarar a excitação dele e estuda-la da melhor forma, porém ainda não sabia o que fazer.

– Apenas faça o que tem vontade. Ele mesmo estava surpreendido com sua paciência, nunca fora paciente, mas agora teria que ser afinal sua submissa nunca havia feito algo semelhante, e só aquele fato já o deixava contente, somente ele a possuía.

Isabella então se apoia nas coxas fortes de Edward e passa a língua por toda a extensão dele, estava apenas deixando-se levar por seus instintos, só agora que usou a mão para tocar aquela parte do corpo do se Mestre, percebeu que estava tremendo, mas ao ouvir seu gemido notou que estava fazendo a coisa certa.

Ela queria naquele instante explorar todo o corpo dele como ele havia feito com ela, desejava conhecer todo o seu Mestre, desejava agrada-lo ainda mais, porém não poderia fazer isso sem suas ordens, contentou-se então em dar o máximo de si e devorar aquela parte dele.

Bella lembra-se da conversa que ouvira de suas colegas quando trabalhava no bar, lembra-se de como elas comentavam que todo homem aprovava um bom sexo oral, lembra-se de como se sentiu enojada ao imaginar-se fazendo isso num homem, mas agora estava completamente envolvida, não podia ser hipócrita e dizer que tinha um gosto bom, mas a verdade era que o que mais importava naquele instante eram os gemidos animalescos que ele dava a cada lambida que ela aplicava.

– Continue doce Isabella, está indo muito bem. Ele ordena sentindo um prazer imensurável, a boca pequena e virgem da menina estava pondo-o maluco por mais, o que ele mais desejava era segurar os cabelos dela e afundar-se naquela boca quente e deliciosa.

– Porra de boca deliciosa. Ele ruge e ela sente-se ainda mais influenciada a continuar.

Isabella então o coloca inteiro na boca fazendo movimentos de vai e vem, Bella arriscou olhar a face de Edward enquanto o tinha dentro de sua boca e notou como ele ficava ainda mais bonito em completo êxtase por ela, o êxtase que ela causava nele.

– É a sua vez de devorar-me com essa maldita boca quente e molhada. Ele segura os cabelos dela e dita o ritmo fazendo-a esquentar-se por inteiro, Bella estava pulsando por ele novamente.

– Eu vou me derramar nessa boca Isabella. Ele fala em total êxtase ao lembrar-se de que mais uma vez era o primeiro de Bella.

Em poucos instantes ela sentiu o liquido quente entrar em sua boca e rapidamente soltou-o, vendo que ele tinha atingido seu orgasmo ela não deixou de sorrir satisfeita com o fato de tê-lo feito perder-se daquela forma usando apenas a sua boca para satisfazê-lo.

– Você é muito boa Isabella. Bella fica feliz ao ouvir tais palavras dele. – Dê-me aqui sua blusa. Bella prontamente o atende e rapidamente o vê limpando-se e vestindo-se novamente.

– Neste cômodo existe um banheiro. Edward aponta para a porta. – Vá até lá se banhe enquanto buscarei uma roupa para você, depois continuaremos a discutir nosso contrato. Ele a ajuda a levantar-se.

Num instante ela encontra-se sozinha e com várias lembranças do acontecido, eles sequer haviam feito sexo e ela encontrava-se totalmente satisfeita, sentiu tanto prazer nas mãos daquele homem obsceno e quente que sequer imaginou que pudesse ter coragem de ter feito o que fez primeiro se expos sem nenhum pudor e depois o chupou daquela forma, no que havia se tornado? Uma mulher forte e poderosa que tinha o dom de dar prazer a um homem, havia se tornado em uma garota decidida e capaz de enfrentar seus próprios fantasmas, suas próprias feridas.

Edward havia lhe trazido um bonito vestido preto, havia lingerie sexy e sapatos de salto, ela vestiu-se sem reclamar, sabia que seria uma briga inútil e sinceramente não gostaria de brigar depois das coisas que viveram, em pouco tempo estava novamente sentada naquele sofá que fora cenário de uma verdadeira cena pornô, só as lembranças de tudo já a deixava quente, porem o que teria que fazer agora era continuar a ler o contrato que agora teria com aquele homem.

IV – Direitos da submissa:

a) A submissa dispõe de palavras de segurança escolhidas por ela.

b) Ela terá o poder de terminar a relação através de uma palavra escolhida pela mesma.

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Notas finais
Se tudo der certo amanhã tem mais...e olha deixem reviews ta gente...isso é o nosso combustivel!