Notas iniciais
Notas da Lisa: Ola meninas não vou falar muito aqui pois tudo o que queria falar ja disse no face, só quero que vcs continuem comentando e se acharem que merecemos recomendem bjks e amamos vcs.Notas da Rê: Meninas nos perdoem pelo não post ontem, mas minha net resolveu fazer greve para que eu não recebesse o capitulo kkkk, pois é...Mas como diz a Lisa Vivaaa estamos postando agora kkkkk, espero que agrade a todas, e por favor a fic não vai ser so sentido Sexo tah...bjs e espero que amem.Quero dedicar este capitulo para as lindas Ericka Masen, Alexandrina C, Gabih Brandon, Ceci Vamp e Livia Swan, vcs nos incentivaram a escrever este capitulo então meninas obrigada pelas lindas recomendações que fizeram da fic, eu li todas muitas e muitas vezes, obrigada mesmo por tudo e espero que continuem nos acompanhando...bjs lindas, adoramos vcsQuero agradecer a todas que deixaram os lindos reviews, as meninas que escreveram uma cartinha super linda, as que deixaram reviews curtos, as que deixaram reviews divertidos, obrigada por toda a atenção que dão a fic, isso é o que motiva uma autora tah...vcs são a parte mais importante...Obrigada mesmo

Bella buscou pelos cabelos cobre, enquanto as bocas atacavam-se famintas, os dois queriam mais contato, ela sentia tudo queimar dentro de si, ainda lembrava-se das últimas palavras dele sobre um acordo, mas decidiu não questiona-lo sobre isso, tudo o que ela queria era aplacar o fogo dentro de si.

– Preciso que tenha em mente que não haverá sentimentos, o que lhe ofereço não se trata de amor ou outras baboseiras melosas, não haverá amor, será apenas prazer, você cederá a sua natureza submissa e eu a dominarei. Edward olha a face corada da garota que será o seu remédio para tanta dor. – Você entende mesmo o que significa?

– Apenas faça-me sentir Sr. Cullen.

Isabella não estava preparada para a ferocidade de seu beijo quando ele a pressionou contra a parede, sequer sabia como haviam chegado à parede, estava tão anestesiada pelas sensações que sequer prestou atenção, nem sentiu suas pernas movendo-se, aquele homem a deixava completamente fora de si. Edward tinha sido sempre tão reservado e frio que ela nunca tinha suspeitado quão sexy poderia ser para ele perder o controle desta maneira.

O fato de que ela fora a única que o conduzia a isto, só a punha mais quente, seus lábios a atormentaram quando suas mãos começaram a lhe desabotoar a blusa, ela suspirou diante do calor que a atravessava, nunca antes tinha estado com um homem, mas a sensação era boa demais, era avassalador o desejo que compartilhavam naquele quarto, ao mesmo tempo era de dar medo o fato de desconhecer sobre o que realmente acontecia entre um homem e uma mulher.

E ainda assim queria estar com ele, se não se entregasse a Edward se arrependeria durante o resto de sua vida, havia algo nele que tocava seu coração de uma maneira que ninguém o tinha feito antes, queria estar com ele, queria sustentá-lo perto e não lhe deixar ir jamais.

Edward se separou de seus lábios e abriu o último botão de sua blusa, seus seios, cobertos por renda púrpura, eram pequenos e convidativos.

Respirando profundamente, alcançou a abertura frontal do sutiã entre seus seios, seus olhares se encontraram e a fome que viu naqueles olhos da cor de chocolate prendeu fogo nele quando abriu o sutiã e libertou os seios ao seu olhar.

Pegou o direito em sua mão e assombrado com a suavidade de sua pele quando seu mamilo intumescido acariciou sua palma, afundou a cabeça para sugá-la brandamente, estava morrendo por saboreá-la.

Isabella ofegou quando ele colocou sua língua sobre o mamilo, com cada lambida, seu estômago se contraía bruscamente, assim como seu íntimo queimava, a boca que lhe provava estava tão quente quando sugava e brincava, nunca pensara que seria tocada daquela forma tão prazerosa, sua respiração lhe queimava a pele, ela sentiu-se incapaz de acreditar na força do prazer que ele lhe dava, era sublime todas as sensações sentidas, Bella começou a gemer mais alto em consequência da onda de prazer que lhe assolava agora.

Ela não sabia o que acontecia, só sentia as mãos dele trabalharem por todo o seu corpo queimando-a enquanto ele a sugava de forma feroz. Desde o momento que ele saiu da livraria nesta manhã, ela não conseguia parar de deseja-lo, havia tocado-se esta tarde pensando unicamente nele, a junção de tudo a fez gritar quando sentiu seu corpo explodindo com prazer, nunca antes tinha tido um orgasmo, era cru, era incrível e inclusive um pouco aterrador, as palavras não podiam descrever o que sentia, ela se agarrou a Edward quando ele continuou incrementando o êxtase, ele se afundou de joelhos frente a ela.

Ainda tremendo e úmida pela sensação que até hoje só sabia da descrição dos livros, mas nenhuma das sensações que havia lido a respeito poderia descrever o que sentia agora, baixou o olhar para encontrar com aqueles olhos verdes que colocavam fogo em seu corpo, enquanto ele baixou os jeans que ela usava pelas pernas com uma fome feroz que a deixou inclusive ainda mais sem respiração, ainda sentia o mesmo desejo por ele. Bella deslizou uma perna e depois a outra assim de modo que ficou completamente nua da cintura para abaixo, sua camisa já estava aberta e Edward lambeu-lhe os seios antes de colocar seus lábios contra o centro de seu corpo.

Isabella choramingou quando o prazer a cegou, seu corpo cobrou vida própria, Edward elevou suas mãos para separar suas dobras de modo que sua língua pudesse lamber e mordiscar profundamente seu interior. Ele pela primeira vez sentia certo prazer em agradar uma mulher, mesmo não sendo o mesmo prazer que ele sentia quando dominava adorou sentir o sabor da parte mais particular do corpo de Isabella. Os restos de seu último orgasmo o faziam faminto de seu próprio, mas mais que isso, fazia com que ele quisesse ouvi-la gritar seu nome, isso era algo novo para ele.

Morrendo de vontade de estar profundamente dentro dela, deslizou um dedo em seu interior, então se congelou quando encontrou a última coisa que esperava, seu corpo congelou-se interiormente.

— Você é virgem? Isabella franziu o cenho diante do veneno contido em sua voz quando perguntou sobre sua virgindade como se esta o desgostasse.

— Isso é um problema? Ela pergunta enquanto ele se afasta dela como se ela fosse uma leprosa.

— Por que não me disse isso antes?

— Não pensei que importasse. Ele lhe dedicou um olhar feroz que fez com que fechasse a blusa.

— Importa. Maldita seja, mulher!

Ela ficou completamente assombrada por sua inesperada resposta. Por que estaria tão zangado pelo fato de que nunca tivesse estado com outro homem?

— Pensei que os homens gostavam de ter virgens.

Edward passou a mão através do cabelo enquanto lutava para manter seu temperamento sobre controle, mas não sabia o que sentia, havia choque, culpa e uma fome por ela, tão profunda que não estava seguro como poderia conter-se, poderia machuca-la com seus arroubos de desejo por ela.

—Eu não sou como a maioria dos homens. Ele recolheu os jeans dela do chão e os estendeu.

Ela ofegou ante ele, e vestiu-se rapidamente.

— E o que é isto? Vais deixar-me só porque nunca estive com ninguém?

— Isso é exatamente o que vou fazer. Tentou chegar à porta, mas ela ficou frente a esta enquanto o olhava com fúria.

— Oh, o horror desta situação. Disse ela, seu tom tão espesso com o sarcasmo que ele necessitaria de uma motosserra para cortá-lo — Que me dirias se desço até a rua e fico com o primeiro homem que encontrar, seria então boa o bastante para o Senhor? Os ciúmes o atravessaram ante o mero pensamento.

Ela entrecerrou seu olhar desconfiadamente.

— Tampouco gosta dessa ideia, verdade Sr. Cullen?

Edward ficou sem respiração quando imagens dela com qualquer outro o atravessaram. Não, não a queria com ninguém mais, mas ao mesmo tempo não queria ser o primeiro para ela, não queria machucá-la e honestamente, não queria que o recordasse ou se arrependesse de algo, ela merecia algo melhor que isso, alguém melhor que ele com quem ter sua primeira vez.

— Como pode você ser virgem na sua idade?

— Não tenho noventa anos Sr. Cullen já tinha te dito que não tive muitas experiências com os homens.

Ela tomou sua cabeça nas mãos e o obrigou a olhá-la.

— Eu quero estar contigo, sem cobranças, sem compromissos, sou uma mulher adulta sei muito bem o que quero, e eu só quero ser sua dessa forma, você queria a minha submissão, agora você a tem então não me mande sair, vamos lá me faça de uma vez sua.

Essas palavras o aqueceram e ao mesmo tempo quis amaldiçoar por que faziam que ficasse impossível afastar-se dela, ela o fazia bem, fazia com que ele esquecesse seus pensamentos obscuros, fazia querer prova-la ainda mais, agora ele tinha mais certeza de que ela era ideal para ser sua submissa por tempo indeterminado.

— Você não merece que a sua primeira vez seja desta maneira.

—Mas é desta maneira que quero, porque eu quero estar contigo, você é o único homem com o qual eu gostaria de fazer isso e é o único homem que se preocuparia com um lugar apropriado para me fazer mulher, eu quero isso pode ver? Há poucos instantes eu estava me contorcendo naquela parede e sinceramente foram os melhores minutos da minha vida, então não desista de mim Sr. Cullen. Bella torce para que ele a entenda, nunca tinha provado de tal coisa, mas queria provar sempre.

Ele estava preocupado com a primeira vez de Isabella porque ele sabia o que era ser abusado sem piedade violado e estar angustiado por isso. Por alguma razão, a primeira vez ficava na memória de todo mundo. Ninguém merecia ser humilhado da mesma maneira que ele tinha sido. Chorar pela dor da violação e aqueles que o estavam violando rindo enquanto ele rogava piedade.

Deixa tua maldita choramingação, puto. Isto terminará quando eu acabe contigo. Ele tinha lhe esbofeteado com tanta força com o dorso da mão, que tinha lhe quebrado o nariz. Aí tens. Essa dor afastará a outra de tua mente.

Essas lembranças o faziam sofrer tanto, e tudo o que queria era um momento livre dessas lembranças. Um lugar a salvo onde ninguém lhe recordasse o que tinham feito a ele e o que ele havia feito a si mesmo.

– As mulheres costumam sonhar com esse momento Isabella, você sabe que não será algo prazeroso não é? É disso mesmo que quer lembrar-se para o resto da vida? Ter sua primeira vez numa sala de jogos com um homem que a deseja como submissa? Ele espera sinceramente que ela não se importe com nada daquilo, ele não tinha ideia de como seria abrir mão dela, muito menos agora que suas lembranças sombrias o aterrorizavam.

– Eu nunca sonhei com príncipes encantados Sr. Cullen, nunca acreditei em homens num cavalo branco, é o senhor que mexe comigo, eu o desejo Sr. Cullen, eu desejo essa vida apesar de não conhecê-la, mas eu nunca me senti tão feliz em estar num lugar, então, por favor, tenha-me agora, eu estou me entregando ao Senhor por algo bem maior que crenças. Bella agora vê a expressão de Edward suavizar-se e espera tê-lo convencido. – Talvez seja estranho o fato de uma virgem não assustar-se com tudo isso, toda essa vida que me mostrou, mas o fato é que me sinto atraída, me sinto finalmente no meu lugar, o Senhor pensa que sabe tudo sobre mim, mas a questão é que não sabe de nada o que sinto, então me faça de uma vez sua submissa, faça-me de uma vez mulher.

– Acompanhe-me Isabella. Ela acredita que ele lhe mostraria a saída, isso a entristece, porém ao sair do quarto de jogos ela percebe que ele estava indo mais à frente no corredor, seu coração alegra-se ao perceber que ele não a mandaria embora, mas para onde iriam?

Bella entra no cômodo indicado por ele e depara-se com um bonito quarto de tons claros, composto pela pomposa cama king size, um armário de espelhos, mesas de cabeceira, além de um sofá, notou as janelas cobertas por cortinas brancas, tudo era de bom gosto era um quarto feminino sem dúvida, mas a quem pertencia?

– Você ocupará este quarto enquanto estiver aqui. Edward abre o armário de espelhos mostrando bonitos vestidos, entre outras peças femininas, Bella aproxima-se desacreditada de tudo o que estava vendo.

– São todas suas, e não se preocupe eu as comprei para você. Bella o olha interrogativamente. – Eu sempre acreditei que seria minha, e neste armário tem tudo o que precisa para agradar-me, desde roupas até lingeries, você me acompanhará em eventos, festas, jantares além de vestir-se como eu desejar, isso faz parte de seus deveres como submissa, Bella continua boquiaberta com a quantidade de roupas caras, toca o tecido de um vestido azul, aquele vestido era puro glamour, o que ela achava que não tinha para usar tal peça, mas Bella não deixava de pensar qual seria sua verdadeira posição na vida daquele enigmático homem, será que ele a apresentaria como sua submissa a todos? Ou seria uma amiga? Ela tinha muitas dúvidas a serem tiradas. Bella ainda recusava-se a acreditar que ele havia lhe comprado todas aquelas roupas, não queria o dinheiro dele, não queria aquilo.

– Tudo o que irá usar dependerá do que eu desejar, eu gosto de lingeries Isabella, mas terá momentos que eu a desejarei sem nenhuma roupa esperando por mim naquele quarto. Ela treme pelas palavras ditas por ele, mas decide concentrar-se em não aceitar aquelas roupas.

– Eu não posso aceitar isso Sr. Cullen, eu não quero nada que eu mesma não tenha comprado. Ela não queria ser comparada a uma interesseira ou algo pior, não aceitaria todas aquelas roupas caras, ela não estava vendendo-se aquele homem.

– Sempre tão orgulhosa Isabella, mas sinto dizer que aceitará todas, na verdade usará todas. Edward aproxima-se dela deixando-a nervosa.

– Eu não posso Sr. Cullen isso vai contra os meus princípios, eu não quero me sentir uma completa vadia.

– Pensei que já tínhamos resolvido isso Isabella, e se a faz sentir-se melhor você usará as roupas apenas para agradar-me, somente para aumentar o meu desejo por você. Edward explica, mas Bella ainda não estava convencida. – Eu jamais a compararei com uma vadia, eu sempre a tratarei como merece, você é minha e eu a tratarei da melhor forma. Ele toca o rosto dela, desde que a tocou pela primeira vez não conseguia perder o desejo de sempre querer sentir a textura de sua pele.

– Podemos discutir isso. Afinal concordou pois no momento ela estava totalmente envolvida por aquele corpo quente e não conseguia refletir sobre mais nada.

– Ótimo minha Isabella. Ele aproxima-se e dá pequenos beijos em seu pescoço, Edward não conseguia mais manter-se longe da pele de seda dela. – Agora procure algo bonito e vista para mim, só por hoje deixarei que escolha, nós vamos começar nossos jogos Isabella, você vai ter o que deseja, estarei aqui em quinze minutos. Dito isso deixou-a para que se preparasse, enquanto foi servir-se de uma dose de whisky, necessitaria disso para entrar no quarto de Isabella, jogar fora do play room e de uma vez ter Isabella para si, ele sentia-se perdido, não sabia como tirar a virgindade da garota sem deixa-la traumatizada.

Enquanto isso Isabella procura algo para agrada-lo, teria que pisar em cima de seu orgulho e vestir algo provocante para que não corresse o risco de Edward voltar atrás em sua decisão, Isabella riu de seus pensamentos, jamais imaginou que um dia pudesse estar numa situação como aquela, arrumando-se para um homem que não conhecia realmente, procurando por algo que o provocasse para que ele não desistisse de terminar o que tinham começado mais cedo.

Bella procurou não olhar as coisas caras que aquele armário dispunha, concentrou-se apenas numa das gavetas que continham lingeries, achou algo perfeito, procurou pelo banheiro para arrumar os cabelos e olhar-se no espelho, logo a verdade daquilo lhe atingiu fazendo suas pernas tremeram, ela não sabia o que fazer ou como agir, mas procuraria agir totalmente submissa às vontades dele, ela só queria agrada-lo e consequentemente ser agradada, retornou descalça para o quarto e agradeceu aos céus por Edward ainda não estar lá, porém não demorou muito para que ele aparecesse lindo e ainda com as mesmas roupas escuras que o deixavam tão sedutor, ela o viu sorrir torto e esperava que essa fosse a aprovação dele para o que ela vestia, preparou-se para a aproximação de Edward.

Ele carregava numa das mãos um copo de bebida e em outra tinha o chicote negro, ela achou que seus castigos começariam agora, teve a certeza disso quando ele se aproximou com o chicote de montaria, ainda bebericando seu whisky. Bella enrijeceu e isso não passou despercebido por Edward, os dois tinham uma conexão impressionante.

– Você está magnífica, mas estou curioso com o que tem embaixo deste robe. Ele comenta fazendo os seios dela se eriçarem, ela fecha os olhos e dá um pequeno sorriso de satisfação.

– Não irei castiga-la como gostaria Isabella, pelo menos ainda não, quero apenas que confie em mim para que possamos começar. Bella apenas acena positivamente e tenta controlar sua respiração, aquela era a primeira vez que faria sexo com um homem, era também sua primeira vez como submissa de Edward, havia se vestido como ele havia ordenado, estava com um robe de seda negro e não havia mais nada embaixo daquele robe a não ser uma pequena calcinha de renda negra que em sua opinião era vergonhosa até de se olhar, mas como ele disse não poderia existir vergonha entre os dois, apenas o desejo e a entrega mútua que compartilhariam naquele quarto. Bella notou que o quarto estava ficando escuro, e de certa forma agradeceu por isso, Edward tinha diminuído as luzes para que tudo se tornasse mais fácil para ele, queria encostar seu corpo inteiro no dela, necessitava de contato mesmo não tendo com as outras, Isabella era como seu remédio, a pele dela lhe trazia um sensação de paz, mas para senti-la não poderia haver claridade para que as marcas que tinha no corpo não aparecessem.

– Recoste-se naquela mesa. Edward aponta com o chicote para a mesa que estava em um canto do quarto, Bella vai em direção à mesa olhando para seu mestre que agora está tirando a camisa negra que estava vestindo, podia ver um pouco do peito forte coberto de pelos que deveriam ser claros como seus cabelos e desejou passar as mãos por ele, a beleza de Edward não fazia jus aos pensamentos que teve com ele, desejava saber se ele era mesmo real, como alguém poderia ser tão bonito? E como um homem tão lindo quanto ele poderia deseja-la?

– Está divagando demais Isabella. Ela assusta-se com a aproximação rápida dele. – Quero vê-la sem esse robe, quero ver o que escolheu, tire-o para mim e mostre-me finalmente seu corpo. Ele ordena enquanto Bella começa a ficar vermelha.

Ela coloca as mãos tremulas no laço da peça que veste e reza para não decepcionar o homem a sua frente, ela não se considerava bonita ao ponto de despertar o desejo em um homem como Edward, tinha um corpo sem muitas curvas, seios pequenos, não tinha nada atrativo além de ser totalmente inexperiente.

– Vai desobedecer-me Isabella? Vamos minha menina má responda-me. Edward diverte-se com a vergonha da moça, ele sabia que ela estava protelando em tirar a roupa em sua frente, ela era mesmo rara.

– Não mestre. Ela desfaz o laço deixando o robe cair, mas fecha os olhos impossibilitando-se de ver os olhos famintos de Edward sobre si, aos olhos dele ela estava ainda mais linda do que a minutos atrás enquanto ele quase a fodia contra a parede, nunca havia visto beleza parecida, já havia possuído as mais bonitas loiras com belas curvas e seios volumosos, mas nenhuma delas o atraiu tanto como aquela morena de cabelos mogno e corpo de menina-mulher, notou que Bella estava de olhos fechados e com a face mais vermelha que um tomate por isso aproximou-se dela levantando-lhe o queixo e deixando o chicote sobre a mesa.

– Abra os olhos Isabella. Ele ordena e ela logo o obedece sentindo-se quente com a aproximação daquele corpo másculo, Bella sente os lábios dele nos seus de forma urgente e exigente, não deixou de gemer entregue quando sentiu o peito dele colado em seus seios que agora respondiam o carinho dos pelos dele, aquele beijo, aquela boca e aquele homem era tudo que importava naquela noite. – Não se envergonhe Isabella, você é linda demais e eu mal posso esperar para ter você novamente sem nenhuma roupa sob o toque de minhas mãos, por isso temos que seguir com o jogo antes que eu a fôda agora mesmo. Bella apenas arqueja pelo desejo louco, agora ela sente-se a mais linda das mulheres, ela tinha a certeza de que não importava o que achasse de si mesma, só importava o que Edward achava, por isso recostou-se a mesa e esperou por ele.

– Boa menina. Ele busca por algo no bolso traseiro de sua calca e Bella logo vê uma venda preta, assim como a de seus sonhos, não deixou de esboçar um pequeno sorriso de satisfação. – A peça que escolheu agradou-me Isabella, mas nesse momento podemos descarta-la. Edward segura as fitas que prendiam a pequena peça transformando em pedaços de pano, Bella vê os olhos dele escurecerem ao olhar para sua intimidade descoberta.

Sentiu os dedos dele passando por seus cabelos por isso tratou de fechar os olhos para receber sua tão sonhada venda. Depois de ser vendada sentiu-o afastar-se e em poucos instantes escutou o som de uma música desconhecida por ela, mas tinha certeza de que tratava-se de uma música clássica devido ao toque do piano, era uma bonita melodia, era doce e relaxante.

– Preciso que relaxe Isabella. Ela assusta-se com a voz dele perto demais. – Acha que pode suportar a venda? Ele pergunta enquanto Bella tenta normalizar sua respiração, precisava mesmo relaxar e se deixar levar por seus instintos.

– Sim mestre, estou confortável. Ela responde tentando parecer forte e destemida. Bella começa a ouvir melhor, a sentir ainda mais o cheiro embriagante dele e logo se sente como em um de seus sonhos, todos os sentidos estavam aguçados e prontos para sentir Edward.

– Ótima garota. Ele toca suavemente o rosto dela. – Você tem uma linda pele Isabella e fico imaginando se devo experimentar um de meus chicotes nela, gostaria de ver a coloração que ela ficará depois de um bom castigo. Ele desce os dedos pelo pescoço seguindo pelo vão dos seus seios, Edward continua descendo pelo ventre da moça apreciando a maciez da pele dela, enquanto Isabella respira cada vez mais rápido arrepiando-se conforme o percurso das mãos dele, e ao sentir suas mãos tão perto de seu ponto mais quente causou nela um descontrole fazendo-a soltar um pequeno gemido.

– Você é sensível demais Isabella e confesso que irá ser prazeroso cada lição que irei ensina-la, cada jogo será para mim algo diferente, será algo magnífico para nós dois Isabella, por isso começaremos antes que você atinja um novo orgasmo apenas com os toques de meus dedos. Edward toma mais um gole de sua bebida acabando com o liquido âmbar existente, deixando apenas pedras de gelo e era com elas que provocaria sua Isabella.

Edward tira uma pedra de gelo de seu copo e aproxima da boca rosada de Isabella, a menina arrepia-se ainda mais pelo frio do gelo, mas gosta da sensação que o gelo causa em seus lábios.

– Chupe-o Isabella. Ele ordena e prontamente é atendido, Bella sente o gosto da bebida dele e sente-se ainda mais excitada com o gosto existente em sua boca, mas ela gostaria de senti-lo na boca de Edward. – Nós iremos para a cama, dê-me as mãos e confie em mim, eu a guiarei. Bella continua com o gelo na boca e dá as mãos ao homem que a guia até que ela deite-se confortavelmente sobre a cama de lençóis macios, aquela cena não poderia ser comparada com uma de seus sonhos, era mil vezes melhor do que qualquer um que já teve.

– Agora me entregue novamente. A menina coloca o gelo para fora enquanto Edward pega-o. – Boa garota, você está se saindo muito bem Isabella. Ele comenta deixando a menina confiante.

Bella sente o gelo correr por seu pescoço e sente a outra mão de Edward lhe acariciar os braços. Todas as partes de seu corpo pareciam ter fogo e o gelo não aplacava nenhum terço daquilo que sentia, ela adorava o fato de estar vendada, mas neste momento ela queria ver os dedos dele correrem por seu corpo, sentiu o gelo deslizar por um de seus seios, enquanto sentiu os dedos dele em seu outro, a menina não se conteve e gemeu vergonhosamente, o que para Edward era maravilhoso, jamais sentiu vontade de tocar alguém como sentia com Isabella, ele não entendia se era pelo fato dela nunca ter sido tocada por outra pessoa ou se era pelo fato dela ser tão linda fazendo-o querer contempla-la.

Para Bella não existia toque melhor, ela descobriu que gostava de ser tocada daquela forma, descobriu que não precisava envergonhar-se pelo fato de gostar das caricias ousadas, não havia pudores ali, só havia prazer, o prazer que ele proporcionava.

– Sensível demais Isabella, já imaginou como seria se eu usasse novamente minha boca para acaricia-los? Ele pergunta sedutoramente ao ouvido dela, tudo o que ele queria era provoca-la, enlouquecê-la, castiga-la da pior forma. – Você deseja isso não é Isabella?

– Sim mestre. Ela responde arqueando o corpo buscando por atrito, ela começou a recordar de como era a sensação de ter a boca dele ali e por todo o seu corpo.

– Eu deveria castiga-la com boas palmadas Isabella, deveria lhe dar uma surra por demorar tanto a aceitar que é minha, deveria lhe mostrar do que sou capaz de fazer com meninas más como você. Edward desce o gelo até o umbigo da moça deixando que ele derreta-se dentro do mesmo. Outra pedra agora é passada pelas pernas da garota. — Há dias está me deixando nervoso, e insano por uma boa foda com uma submissa que lhe substituísse, mas nenhuma teve o poder de lhe substituir Isabella, nenhuma é tão boa como você. Ela sente o gelo ser colocado agora em seu ponto mais quente, aquela era a melhor das sensações que o gelo lhe causou, era indescritível.

– Estou lhe privando do que tanto anseia e creio que não há castigo pior não é Isabella? Eu sei que queima de desejo bem aqui. Ele toca na sua intimidade fazendo-a pedir por mais. – Estou sendo compreensivo por esta noite, estou permitindo que gema, que grite, mas não se acostume, porque terá momentos que não poderá fazer isso. Edward continua passando o gelo pelas dobras dela, fazendo-a contorcer-se buscando por mais toques dele.

– Por favor, mestre eu preciso de mais. Ela profere as palavras em tom de desespero, ela precisava de um alivio que só ele podia dar. – Tenha-me de uma vez. Agora seu tom é de suplica.

– Ainda não minha Isabella, você merece ser ainda mais torturada. Bella sente os dedos dele entrando em si, assim como o gelo que vai derretendo causando ainda mais sensações que ela já não conseguia mais distinguir, só conseguia proferir palavras desconexas. – E confesso que estou adorando as reações de seu corpo, eu nunca possui uma submissa assim tão enlouquecedora.

– Edward eu já não consigo. Bella aperta os lençóis, estava totalmente fora de si, necessitava que ele acabasse com toda aquela tortura.

– Aqui neste quarto você só me chamará de mestre Isabella. Edward para com as caricias na intimidade dela. – Nada de Edward aqui, você entendeu? Ele segura o rosto dela e a beija em busca de seu próprio controle, tinha que manter em mente que sua submissa ainda era virgem.

– Me desculpe Mestre. Ela sussurra.

– Só por essa noite você tem a minha permissão para não controlar-se Isabella porque eu mal posso controlar-me com esses seus gemidos e esse corpo delicioso e intocável que tens, eu vou fodê-la agora Isabella. Edward levanta-se rapidamente e tira suas peças de roupa, deitando-se sobre a garota fazendo-a sentir seu corpo inteiro inclusive sua parte mais quente se junta a dela fazendo-a mover-se contra ele como se os dois já estivessem unidos, ela movimentava-se desesperadamente buscando por seu alivio.

– Deixe-me vê-lo mestre. Ela deseja ver Edward sem nenhuma roupa, desejava toca-lo da mesma forma intima com que ele a tocou.

Depois de atendida Bella abre e fecha os olhos por diversas vezes até poder ver normalmente, mas antes que pudesse olha-lo como queria a menina é atacada por lábios famintos que a devoram sem pudor, a sua única ação é levar as mãos até os cabelos de Edward e movimentar-se de forma mais rápida, Bella desce as mãos pelas costas dele, mas foi parada pelas mãos dele prendendo-lhe as mãos acima da cabeça.

– Nada de toques Isabella. Ele a repreende deixando-a triste, a vontade dela era descer ainda mais, porém ele não permitiria, talvez em outro momento, buscou apenas corresponder avidamente o beijo que lhe era dado, Edward desce beijos por seu pescoço mordendo-a aumentando sua vontade louca de tê-lo. – Não quero toques nesse momento você entendeu?

– Sim mestre perdoe-me. Seria ruim não toca-lo? Mas ela obedeceria para agrada-lo.

– Sabe que será doloroso não é Isabella? Ele a olha profundamente deixando Bella totalmente hipnotizada, ela não conseguia tirar os olhos daquele rosto, naquele momento gostaria de levar os dedos para lhe acariciar a face, ele parecia atormentado com algo e ela esperava que não fosse o desejo de desistir dela, mas levando em consideração a potência da excitação que demonstrava sabia que ele não desistiria, procurou passar segurança sobre sua decisão de ser dele.

– Eu sei e gostaria que me tomasse agora Mestre. Agora ela podia sentir o verdadeiro nervosismo e ao vê-lo levantar um pouco mais o corpo dando a ela a visão de sua parte mais intima que a deixou ainda mais assustada, porém procurou olhar para o rosto dele enquanto ele a penetrava inteiramente.

A dor era dilacerante, era algo que ela não esperava e mais uma vez estava enganada ao imaginar que seria como nos livros que leu, não havia nada de prazer apenas a dor do rompimento de seu hímen ao ser penetrado por ele, não evitou os murmúrios de dor pela sensação de ser rasgada ao meio, pela ardência em sua intimidade, desejou empurra-lo para longe, mas conteve-se, sabia que passaria e ela não queria perder a oportunidade de estar com Edward.

– Relaxe Isabella, torne as coisas mais fáceis para nós dois. Edward busca todo o controle para não movimentar-se, sabia que ela estava sentindo muita dor, mas seus instintos só queriam devorá-la, ele queria de uma vez fodê-la loucamente, e o fato dela ser tão estreita e pequena só o deixava mais louco, por isso buscou a única coisa que poderia acalmá-lo naquele momento, buscou pela boca rosada que gemia de dor, beijou-a lascivamente e sua Isabella correspondeu da mesma forma.

Para ela aquele beijo era a única forma de relaxar diante o ato, depois de cessada a dor Isabella movimentou-se na busca de sua satisfação, seu corpo queria aqueles movimentos, ela necessitava, soltou um gemido de prazer e logo notou ele movimentar-se em seu corpo.

Há algumas horas ela gostaria de ver o corpo dele movimentando-se sobre o seu através daquele espelho no teto do quarto de jogos, mas vê-lo daquela forma mesmo com visão agora estava embaçada era como estar no paraíso, ela só sentia algo totalmente novo, só provava do verdadeiro desejo, do verdadeiro prazer. Tê-lo dentro de si era inacreditável, era algo surreal, sentir todo o corpo dele acariciando-a daquela forma era a melhor sensação sentida, não poderia buscar pelas costas dele ainda estava com as mãos pressas, mas com os quadris convidou-o a mover-se ainda mais rápido, sentindo a perfeita conexão de corpos, ele era tão quente, tão macio, tão cheiroso e tão bonito.

Naquele quarto só havia gemidos, prazer, e entrega para Bella, enquanto para Edward era a sua tão sonhada libertação, há dias não conseguia sentir-se livre dos fantasmas que o atormentavam, há dias lutava para ter sua Isabella e agora ela estava ali embaixo de seu corpo totalmente em êxtase por causa de suas caricias, ainda a queria de forma sacana, mas vê-la daquela forma tão entregue já o satisfazia de algum modo, ele queria mais, queria vê-la alcançar um orgasmo com ele dentro de seu corpo, mas ele desejava tê-la de outra forma, nenhum dos dois conseguia ouvir a musica suave que ainda tocava os gemidos de ambos era o que importava naquele momento.

Edward buscou por uma das pernas da garota e a enlaçou em sua cintura movimentando-se ainda mais forte e rápido, queria ir ainda mais fundo em sua submissa, necessitava estar ainda mais nela por isso aumentou suas estocadas fazendo o corpo da garota subir e descer de forma descontrolada.

Bella gritou o nome de Edward em meio a lamurias de prazer diante a mais um orgasmo, este por sua vez não podia ser comparado ao outro, Edward à fez ir às estrelas, tudo foi de forma explosiva e arrebatadora, tudo tinha sido perfeito para ela, não podia imaginar sensações melhores que aquelas e pela primeira vez pôde sentir-se realmente mulher, pela primeira vez não teve medo de ser considerada como uma prostituta, ele não a amava, mas a fazia amar-se por ele estar adorando-a com seu corpo.

O suor em suas faces, o cheiro que seus corpos exalavam, as respirações descompassadas, a sensação de pele com pele, e o corpo dele ainda dentro do seu a deixava contente por sua decisão, Bella acreditava que não poderia existir sensações parecidas com aquelas, Edward era tão certo e ao mesmo tempo tão errado, Bella lembrou-se das palavras de Esme que pediam para que ela cuidasse dele, era isso o que faria cuidaria de Edward e dela mesma, curaria suas próprias feridas com aquele homem.

– Eu necessito de mais Isabella. A voz dele sai mais rouca que o normal e tão sensual, que Bella mesmo estando dolorida e cansada faria qualquer coisa para satisfazê-lo.

– Eu estou pronta mestre. A menina o olha aquecendo-se diante do olhar devorador que ele lhe lança, Edward se retira de dentro dela fazendo-a sentir-se vazia.

– Boa garota, agora fique de joelhos apoie-se na cabeceira da cama e separe as pernas. Com algum esforço Bella se põe de joelhos sem cair, suas pernas estão moles por causa de todo o prazer que sentiu, mas ela não iria decepciona-lo rapidamente ela sente o corpo excitado dele colar-se ao seu, era uma pena que não pudesse vê-lo movimentar-se mais uma vez. – É melhor segurar-se bem Isabella, eu não vou ser gentil. Ele avisa antes de puxar-lhe os cabelos formando um rabo de cavalo, devorando seu pescoço com mordidas vorazes, penetrando seu corpo novamente arrancando um pequeno grito de Bella, a moça ainda sentia dor em consequência daquela posição que a deixava ainda menor para ele.

Bella resolve fechar os olhos e aproveitar as sensações, ainda doía, ardia e incomodava, mas decidiu concentrar-se nos rugidos animalescos que saiam da boca de seu Mestre, sentiu-se ainda mais poderosa por causar nele tamanho descontrole, em poucos instantes o prazer também lhe cegava fazendo-a apenas gemer e sentir o imenso prazer que ele lhe proporcionava, Edward tinha razão em dizer que o seu prazer era constituído pelo prazer de agrada-lo.

Enquanto uma mão forte lhe segurava os cabelos à outra lhe apertava o seio de forma desesperada, causando um pouco de dor pela força que ele usava para acaricia-la.

– Porra, você é mesmo deliciosa Bella. Era a primeira vez que ele não a chamava de Isabella, aquilo a satisfez.

– Vê o que faz comigo Isabella? Descontrola-me, me enlouquece, me faz querer fodê-la de todas as formas possíveis, você sente Bella? Sente o meu descontrole? Responda-me. A mão dele desceu por seu ventre ate chegar ao seu ponto de prazer a acariciando dando-lhe ainda mais prazer.

– Oh sim mestre. Bella joga a cabeça para trás enlouquecida com aquela sensação, seu corpo estava cansado, exausto na verdade, mas a cada estocada furiosa dele Bella correspondia com gritos de prazer que só o impulsionavam a continuar.

– Você é quente Isabella, quente como o inferno. Edward nem sequer lembrava-se de que o corpo dela não estava preparado para sua fúria, só queria libertar-se dentro dela da forma que conhecia, só queria ser o mesmo animal que sempre foi. Ele só precisava que ela soubesse o quanto precisava disso, ele precisava daquela libertação, precisava que ela correspondesse as suas expectativas, ele necessitava que Isabella fosse seu remédio ou até sua cura para tantas perturbações.

Isabella não o decepcionou, ela correspondia da forma como necessitava, ela se entregava a ele sem reservas, Edward escutou o alto gemido de sua submissa quando mais uma vez alcançou o clímax.

Mesmo com tantos movimentos sua Isabella continuou segurando-se firme na cabeceira da cama em meio a gemidos de prazer até que ele alcançasse um incrível orgasmo e ainda a libertação de seus pesadelos pelo menos por aquela noite.

– E é assim que sempre terminará Isabella. Edward retira-se da moça vendo que ela não conseguia mais segurar-se, ele a vira de frente para si e nota que sequer conseguia segurar as pálpebras, Edward deu um sorriso de contentamento, pois agora tinha a certeza de que Isabella era mesmo perfeita para ser sua submissa.

Bella sentia-se tão cansada, mal segurava-se, sequer conseguia abrir os olhos para ver o rosto de seu Mestre e dizer o quão perfeito foi para ela, tudo tinha sido intenso demais.

Porém seu corpo parecia não obedecê-la, suas pálpebras pesaram e ela abraçou a escuridão.

Edward viu que havia esgotado sua menina-mulher e a deixou dormir, por enquanto não iria incomodá-la deixaria que descansasse, apesar de que ele apreciaria ter mais um pouco de Isabella, mas entendia que foram muitas emoções para alguém tão inexperiente quanto sua gatinha brava, levantou-se e foi até o banheiro precisava de um banho, e quem sabe esta noite pudesse ter uma noite de sono tranquilo e sem pesadelos.

Edward tomou um banho e quando ia dirigir-se ao seu quarto ainda deu mais uma olhada em Isabella que dormia como um anjo de pureza, talvez Deus não o perdoasse por ter desvirtuado seu anjo, mas pela primeira vez em sua vida sentia-se limpo depois do sexo, pois sempre que terminava suas relações apesar de conseguir satisfazer os desejos de seu corpo nunca conseguia satisfazer os desejos de sua alma e hoje com Isabella sua alma estava livre finalmente conseguiria ter uma boa noite de sono. Pensando isso se dirigiu ao seu quarto deitou-se em sua cama e dormiu quase que instantaneamente.

“Todos os homens enquanto estão acordados estão em um mundo comum. Mas cada um deles, quando está dormindo, está em um mundo próprio.” Plutarco (filosofo grego)

– O Inferno foi bom para você?

Edward olhou para cima por debaixo dos fios de seus cabelos encharcados de sangue, rosnando ao som de uma voz a qual ele não queria ouvir enquanto vivesse.

Lizbeth

Aquela que deveria lhe proteger, mas que o torturava dia e noite, e que um dia pensou ter se livrado dela, pensou ter encontrado a paz, mas não eles o encontraram depois de apenas algumas semanas de tranquilidade, e agora aqui estava sendo martirizado novamente, mas não se deixaria abater e ele até responderia a pergunta estúpida, mas sua boca estava parafusada, foi a primeira coisa que eles fizeram quando começaram com o suplício, aquelas pessoas podiam ter ensinado aos torturadores da inquisição como fazer um ser humano sofrer, ele já não sabia a quanto tempo estava ali e quem poderia contar? Quando cada batimento de coração trazia uma dor tão suja que ele já não vivia sem que se lembrasse? De fato após algum tempo a dor se tornou sua própria fonte de prazer.

Sim ele realmente estava muito fodido

Poison Heart

No one ever thought this one would survive

Helpless child, gonna walk a drum beat behind

Lock you in a dream, never let you go

Never let you laugh or smile, not you.

Well, I just want to walk right out of this world,

'Cause everybody has a poison heart

I just want to walk right out of this world,

'Cause everybody has a poison heart.

Coração Envenenado

Ninguém pensou que este sobreviveria

Criança infelizes, sempre a um passo atrás

Prendo-te em um sonho, e nunca a deixarei escapar

Nunca deixarei rir ou sorrir, você não.

Eu só quero ir embora deste mundo

Pois todos têm um coração envenenado

Eu só quero ir embora deste mundo

Pois todos têm um coração envenenado

Com o parafuso no lugar, ele não podia falar. Não que fosse ele nunca daria a qualquer um deles a satisfação de ouvi-lo implorar ou gritar. Apenas sua tia o fez fazer isso e mesmo depois de tanto tempo à condenação zombeteira ainda ecoava em seus ouvidos.

Foda-se ele não era mais criança, e morreria antes de se humilhar novamente, pedindo por algo que ele sabia que nunca receberia.

You know that life really takes its toll

And a poet's gut reaction is to search his very soul

So much damn confusion before my eyes,

But nothing seems to phase me and this one still survives

Sabe, a vida cobra mesmo o seu preço

E a reação corajosa de um poeta é se encontrar

Há muita confusão perante meus olhos,

Mas nada mais me perturba e este aqui vai perdura

Lizbeth estendeu a mão e acariciou- lhe o rosto como se ele fosse um cachorrinho obediente.

– Hum, eu tenho que dizer que o inferno não parece concordar com você, já o vi com aparência melhor do que neste momento meu cachorrinho. Ela disse com arrogância.

– Foda-se. Disse Edward, mas suas palavras eram indistinguíveis, os parafusos impediam a boca ou a língua de se moverem, tudo o que fez foi trazer uma onda de dor que atravessou todo seu corpo, como se ele precisasse de mais dor.

– Obrigada? Eu não consigo imaginar o porquê de você estar me agradecendo, mas eu sempre soube que era disso que gostava, sentir dor lhe dá prazer não é meu cachorrinho? Falou ela – E eu como uma tia preocupada vou atender aos seus desejos. Disse e pegou um chicote que estava pendurado na parede.

– Você não imagina como me faz feliz por gostar tanto dos carinhos da titia. Lizbeth falou, e logo começou com a surra, a dor súbita fez seus olhos lacrimejarem em protesto enquanto suas velhas feridas foram reabertas e o sangue derramava em sua boca.

– Talvez desta vez eu me afogue. pensou Edward, mas ele sabia a triste verdade, a morte nunca iria salvá-lo desta miséria, não mais do que o tinha poupado do resto do seu passado violento.

Sua única saída era a misericórdia de Lizbeth e esta já havia desaparecido há muito tempo.

Lizbeth parou com o chicote e pegou Edward pelos cabelos, levantando sua cabeça para que ele pudesse encará-la.

– Preciso de seus serviços especiais meu caro sobrinho. Disse ela

– E eu preciso do seu coração posto no meu punho. Edward pensou, mas é claro que este desejo não se realizaria, então o melhor a fazer era escutar o que ela queria, não deveria ser nada bom, já que tudo o que vinha desta mulher só lhe causava mais dor, porém como ele não tinha alternativa teria que obedecer.

Lizbeth arrancou um punhado de cabelo enquanto ela o soltava, a dor ardia em seu couro cabeludo, a respiração de Edward ficou esfarrapada enquanto ele trancou sua mandíbula ainda mais, apertada para não gemer em total agonia incansável. Ele fechou os olhos e lutou contra a onda de inconsciência que ameaçava derrubá-lo. Eles faziam ainda pior quando desmaiava.

– Não faça isso idiota, não desmaie. Ele falou a si mesmo

Ele agarrou as correntes que o prendiam enquanto sua visão turvava, Lizbeth lhe deu um sorriso ácido que não alcançou seus olhos.

– Você vai me deixar orgulhosa se conseguir o que preciso, e então talvez eu o deixe livre de mim. Ela falou, tendo a certeza que Edward lhe obedeceria, aliás ambos sabiam que Edward faria qualquer coisa para não voltar a este triste estado de existência.

Apesar de jurar que não se deixaria mais ser controlado por esta mulher sabia que não tinha escolha, ele fora quebrado pela crueldade deles, e ele nunca mais seria o mesmo, não havia mais nada dentro dele, exceto um ódio tão profundo, mas tão profundo que ele poderia prova-lo. O ódio amargo misturado com o aço do parafuso, e sangue, era tudo que ele tivera para alimentá-lo por todo este tempo que estava aqui neste inferno.

Edward acordou, suando e tremendo, tentou levantar, mas suas pernas não o sustentaram e ele caiu no chão, seu corpo tremia tanto que seus dentes batiam era como se sua carne estivesse sendo castigada novamente a dor era tão intensa que em um ímpeto ele retirou sua camisa sem importar-se por estar na sala aonde Isabella poderia lhe ver, e foi diretamente ao espelho procurando pelas feridas em seu corpo, aquele pesadelo tinha sido muito real, ele podia sentir as chicotadas em sua pele e era como se aquele maldito parafuso ainda estivesse preso em sua boca, quando ele finalmente tinha se libertado de sua tia e Esme o encontrara, o parafuso foi retirado, ele precisou de várias cirurgias para se recuperar e mesmo depois de todo o tratamento suas cordas vocais ficaram prejudicadas, era por este motivo que sua voz tinha esse tom rouco e grave.

Ele respirou profundamente procurando acalmar-se, não queria ter que utilizar seu remédio, Isabella deveria estar dolorida depois da intensa noite que tiveram e apesar de ser um sádico algo naquela mulher o impedia de machuca-la, ele realmente se preocupava com o seu bem-estar, precisava saber que ela estava bem.

Então foi até o quarto onde a deixou dormindo, precisava estar perto de Isabella mesmo que não a tocasse somente sua presença o acalmava, chegando lá a encontrou ainda adormecida, era tão bela em seu sono que Edward só em contemplá-la sentia-se melhor, ela começou a balbuciar e gemer, parecia estar tendo um sonho muito bom, será que ela sonhava com ele? Ou em seus sonhos era outro que a tocava? Quem sabe aquele rapaz por quem ela o trocou? Apesar dela ter lhe dito que ele era apenas seu amigo, Isabella poderia ter mentido, afinal de contas ele havia lhe dito que o que teriam seria apenas sexo ela podia ter satisfeito seu desejo com ele mas quem merecia seu amor era aquele rapaz com quem ela foi se encontrar.

Edward não estava aguentando esses pensamentos, apesar de repetir-se insistentemente que esta mulher era apenas mais uma, a simples ideia de que ela poderia ter sentimentos por outro o matava por dentro, ele não podia continuar ali ouvindo os gemidos de Bella e pensando ser para outro que não ele. Saiu do quarto e foi diretamente para o piano a música sempre o acalmava, e apesar de não ser o seu remédio favorito serviria por enquanto para tentar tirar esses pensamentos de sua cabeça.

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“Estava de bruços na cama de lençóis de seda, dessa vez podia ver e reconhecer o quarto de jogos de seu Mestre, algo amarrava seus pés em lados distintos da cama suas mãos também estavam presas impossibilitando-a de mexer-se, Bella sabia que aquela posição a deixava completamente exposta e vulnerável, sabia que não vestia nenhuma roupa, estava à mercê de seu Mestre.

Sentiu a cama afundar-se, sentiu o cheiro maravilhoso dele, o calor do corpo dele, sentiu os dedos dele passearem por sua coluna fazendo sua pele sensível arrepiar-se, foi inevitável não soltar um gemido de prazer e pensar nas sensações que este homem lhe trazia com apenas um toque.

– Você sempre estará ao meu dispor Isabella. Ele diz e pinga algo quente em suas costas, é um pouco doloroso por estar quente, mas a sensação que sente em seguida é maravilhosa, Bella tenta contorcer-se na busca de um alivio, mas não consegue. – Fique quieta, não adiantará mexer-se. Ele imobiliza os quadris dela com as mãos, enquanto Bella não segura os gemidos, mais gotas são derramadas em suas costas, um doce aroma de hortelã surge quando as mãos dele passam por suas costas, descendo por suas nadégas indo de encontro ao seu centro de prazer, é inevitável perguntar-se se sempre seria assim tão prazeroso toda vez que ele lhe tocasse daquela forma.

– Eu vou entrar novamente em você Isabella e te mostrar o quanto é minha. Em questão de segundos ele está em cima de seu corpo afundando-se duramente nela, novamente Edward Cullen está provando que ela pertence a ele, nada era melhor do que aquelas sensações dele movendo-se dentro de si, novamente ela queria poder vê-lo.

Bella concentrou-se na caricia que seus pelos lhe davam, imaginou que um dia pudesse sentir a textura deles em sua palma, podia sentir o corpo musculoso movendo-se em cima do seu desejou nesse minuto poder acariciá-lo inteiramente, sentia ainda sua parte intima lhe invadindo fortemente, não tinha como conter-se diante a isso, sussurrou palavras de prazer que lhe pareciam incoerentes e mais uma vez naquela noite alcançou um maravilhoso orgasmo”.

Acordou completamente desnorteada e ofegante, tinha sido mais um sonho então? Perguntou-se se tudo o que tinha ocorrido naquela noite também teria sido um sonho? Levantou o tronco rapidamente e viu que estava sozinha num quarto que não era seu, estava nua numa cama que não era sua, não evitou exibir um sorriso de contentamento, ainda não sentia suas pernas por isso descobriu-se dos lençóis e viu que estava suja, havia sangue pelas pernas constatando a perda de sua virgindade, olhou o relógio vendo que não passava das três da manhã, pergunta-se por quanto tempo dormiu? Não fazia ideia, isso parecia tão clichê, mas ainda faltava algo, estava faltando à presença de Edward naquela cama.

Balançou a cabeça negativamente em reprovação aos seus pensamentos carinhosos, o que esperava? Que ele estivesse aqui dormindo com ela? Abraçados só pelo fato de terem feito sexo? Era essa a decisão que tomou para si, então porque não se sentia feliz por não tê-lo ali? Talvez fantasiasse com outra cena, na verdade já sentia o desejo por ele tomar conta de seu corpo, procurou não pensar nisso agora.

Levantou-se e percebeu o quanto estava dolorida, procurou pelo banheiro espaçoso e pomposo que agora dispunha, havia uma grande banheira que parecia convidar-lhe para um delicioso banho quente, quem sabe assim não relaxasse, sabia que Edward não se importaria, por isso a encheu e colocou os sais de banho que encontrou, mergulhou na água morna e se deixou recordar da noite que passou nos braços dele, quem diria que Isabella Swan tornar-se-ia uma submissa sexual?

Riu disso, parecia que seu destino estava ligado a Edward, desde o minuto em que ele entrou na livraria e a chamou de Sua. Olhou sua imagem no espelho, seu cabelo estava uma bagunça, estava totalmente corada e com olhos grandes e brilhantes, olhou para os lábios e notou-os inchados devido aos beijos ferozes que trocaram, havia marcas em seu pescoço, em seus seios, e algumas nas pernas, sinceramente não se lembrava de como elas foram feitas, tudo o que se permitiu lembrar foram os beijos, as lambidas, mordidas e apertos que ele havia lhe dado, tudo só a enlouqueceu da forma mais prazerosa que poderia imaginar.

Permitiu-se recordar-se dos acontecimentos recentes, tantas coisas aconteceram à noite passada, desde seu encontro com Adam até o momento de humilhação naquele restaurante, Edward havia sido duro com ela ao trata-la daquela forma, isso a deixava com certa raiva, mas tentou lembrar-se das sábias palavras de Esme Cullen, sobre ele ser apenas alguém ferido que necessitava de cuidados, que necessitava de alguém em que pudesse confiar. Confiança era a chave e era isso que tentaria fazer com que ele adquirisse quanto a ela, essa era a resposta.

Lembrou-se também da forma vergonhosa que acabou esta noite, havia praticamente desmaiado depois do ato sexual que compartilharam, Bella esperava que este não fosse um ponto negativo para si quanto a ele, esperava que ele pudesse ensina-la melhor sobre o universo que entraria.

Pegou a esponja e esfregou-se com esmero, as essências tinham um cheiro maravilhoso, porém neste momento o que mais desejava era sentir o cheiro dele em si, mas sabia que não era possível, ele não estava ali por isso saiu da banheira e vestiu-se com o roupão branco voltando assim para o quarto, olhou para a cama bagunçada e lembranças a atacaram deixando-a desejosa por mais de Edward Cullen, foi inevitável não pensar se ele estaria dormindo agora e em que quarto estaria? Ela teria coragem o suficiente para entrar no quarto que ele estivesse e trataria de tocar-lhe a face como gostaria, deveria ser uma bela cena para ser vista, lembrou-se o pouco que viu do corpo de Edward, mas já sabia o quanto ele era magnífico.

Dúvidas e mais dúvidas vieram à mente da garota agora, ela se perguntava o porquê de não terem feito sexo no quarto de jogos e sim naquele quarto em que ela ocuparia? Será que tinha sido tão bom para ele quanto para ela? E como seriam esses jogos? Como ele a trataria de agora em diante?

Depois de tomar seu banho Bella procurou por uma das camisolas que dispunha em seu mais novo armário, bufou com a lembrança de tantas roupas caras, preferiu deixar este pensamento ainda guardado, entraria num acordo com seu Mestre mais tarde. Depois de vestida numa camisola menos provocadora Bella resolveu procurar a cozinha para tomar um pouco de água, sabia que iria ser difícil devido ao grande apartamento, mas graças aos céus encontrou a elegante cozinha sem muita dificuldade, notou a grande quantidade de coisas que desconhecia naquele espaço e notou o quanto Edward Cullen estava fora de sua realidade, ele era muito rico e ela não se sentia à vontade com isso.

Tratou de voltar ao seu quarto mesmo sem sono, na verdade estava elétrica com o fato acontecido nesta noite, pensou como seria encarar seu Mestre na manhã e como seria toda sua vida daquele dia em diante? Lembrou-se então sobre o acordo que ele havia falado enquanto estavam no quarto de jogos, estava curiosa para saber que espécie de acordo os dois teriam.

Passou pelo playroom e sentiu a pele eriçar-se, sua vontade era entrar naquele quarto e olhar mais uma vez aqueles instrumentos porem escutou uma bonita melodia tocada ao piano e logo tremeu na possibilidade de encontrar Edward acordado, seguiu na direção da música e logo viu um corredor um pouco mais estreito que levava até o homem que tocava uma linda canção, era um pouco triste mais ainda tinha o poder de deixa-la encantada, Bella viu o lindo homem na penumbra e não conseguiu lembrar-se de ter visto outra imagem mais bonita que aquela, parecia até que estava num filme romântico, imaginou uma nova cena em que ela aproximar-se-ia dele e ganharia um beijo de amor, em seguida os dois estavam fazendo amor em cima daquele piano, sorriu com seu sonho idiota, os dois não se amavam, apenas sentiam-se atraídos um pelo outro, era somente desejo carnal Bella só tinha certeza de que o sentimento que os ligavam era diferente de qualquer outro, havia uma necessidade ou até urgência de estarem juntos.

Conformou-se em apenas admira-lo e imaginar quantas mais qualidades aquele homem tinha, enquanto ficou na soleira da porta tentando ao máximo não fazer nenhum barulho, ela sabia o quanto ele era reservado e talvez não aprovasse sua presença num momento como aquele.

– Não consegue dormir Isabella. A menina assusta-se com a voz rouca dele, como ele sabia que ela estava na soleira da porta? Havia sido o mais silenciosa possível.

– Sr. Cullen perdoe por invadir assim, estava indo em busca de água e escutei o som, na verdade sempre gostei de melodias tocadas ao piano, por isso fui atraída até aqui. Ela tenta desculpar-se e não se move, não queria irrita-lo por isso continuou parada onde estava. – E sim não consigo dormir.

– Venha até aqui Isabella. Ela segue na direção do homem, não havia nenhuma irritação na voz dele, isso a tranquilizou. – Como se sente? Ele pergunta assim que os olhares se cruzam.

– Estou bem, obrigada por perguntar. Bella dá um pequeno sorriso de satisfação.

– É meu dever cuidar de você, eu não seria um dominador se não cuidasse apropriadamente de minha submissa. O sorriso de Bella morre ao ouvir isso, por um instante ela pensou que ele se importasse de outra forma, mas no momento já era suficiente, dificilmente as pessoas se importavam com ela de algum modo.

– É claro. Bella olhou a bonita face do homem, desceu seu olhar pelo corpo dele, indo para os braços fortes até as mãos habilidosas que tocavam com tanta perfeição, Edward Cullen era mesmo lindo e aquelas mãos lembravam-na como ele as usou para lhe dar tanto prazer.

– Então gosta de melodias tristes? Ele havia percebido como ela o olhava, gostava disso, mas não queria correr o risco dela perceber as marcas em seu corpo.

– Gosto de ouvi-las e buscar entender os sentimentos daqueles que a criaram, as músicas retratam os mais diversos sentimentos, mas confesso que gosto ainda mais do som do piano, tive a oportunidade de aprender o básico no orfanato onde morei. Bella lembra-se da madre Cecília a ensinando algumas canções, mas não era disso que queria lembrar-se agora, tratou de escutar a bonita canção e olhar o homem que a tocava com tanta maestria.

Edward continua a tocar enquanto Bella continua encarando-o, desceu seu olhar para o peito forte coberto por uma camisa negra, mas que marcava todo o abdômen o que só lhe dava idéias quentes. Essa era mesmo a descrição de si mesma agora, totalmente quente por um homem enigmático e lindo.

– Quantos anos têm Sr. Cullen? Ela pergunta curiosa, tratou de afastar seus pensamentos pecaminosos pelo menos no momento.

– Isso interessa? Ele foca-se nas notas da música.

– Claro que sim, o Senhor diz saber tudo sobre mim, eu sequer sei sua idade. Bella bufa incrédula, ele não falaria mesmo nada sobre ele?

– Você saberá apenas o necessário. Aquela voz autoritária que a aborrecia havia retornado, por isso antes que entrassem num atrito procurou mudar um pouco de assunto, não estava mesmo a fim de discutir algo com ele, preferia ouvi-lo tocar.

– Sua mãe é maravilhosa e o ama muito. Ela percebeu que não funcionou como queria, Edward parou de tocar e a olhou de forma indecifrável.

– Eu fui adotado por Esme e Carlisle aos quatorze anos, portanto ela não é minha mãe de verdade. Bella continua sem decifrá-lo, mas ele parecia magoado.

– Posso afirmar que ela o ama como tal. Bella não quer sentir magoa ou tristeza nele. – Então com quem morou antes?

– Uma tia. Ele levanta-se e aproxima-se de Bella fazendo a garota ser envolvida pela sensualidade e a excitação que ele transpira Edward agora não estava agindo de forma fria ou arrogante, pelo contrário estava quente e totalmente louco para ter sua Isabella novamente, porém tinha um jogo em mente antes de toma-la como desejava.

– O que aconteceu com ela? Bella pergunta engolindo a seco diante aquele olhar de luxuria.

– Isso não importa. Edward desliza uma das mãos pelo pescoço dela, fazendo-a eriçar-se pelo toque. – Agora seja uma boa garota e fique sem nenhuma roupa. Ele distancia-se apenas para observá-la melhor.

Bella percebe que o momento de saber mais sobre ele havia acabado Edward havia voltado a ser o dominador e ela a submissa, pelo menos naquele momento. Não podia ser hipócrita ao ponto de dizer que não desejava um envolvimento sexual com Edward ali naquela sala, tudo o que queria era senti-lo novamente daquela forma como sentiu quando estavam no quarto, por isso desatou o nó do robe e retirou a camisola e a pequena calcinha, não deixou de ruborizar-se diante ao fato de estar nua na frente dele, sabia que a penumbra a ajudava a manter-se de queixo erguido, mas o que ela não sabia era que ele a via perfeitamente, inclusive algumas marcas que havia deixado no corpo dela, a pele de Isabella havia adquirido colorações vermelhas em lugares específicos, isso o fez sorrir torto ao lembrar-se de como foi prazeroso fazê-las.

– Boa garota, agora se vire para o piano. Bella logo atende ao pedido do homem dando a ele a visão que queria de seu traseiro arrebitado.

– Vamos ver o que sabe fazer. Ele aproxima-se e percebe a respiração descompassada dela, sabia que Isabella estava nervosa. – Que tal um jogo Isabella? Deste momento em diante só Mestre entendeu?

– Sim mestre. Sua voz exibe para ele toda a sua excitação.

– Boa garota. Edward aproxima-se ainda mais colando o corpo junto ao da garota, Bella já não pensa em mais nada coerente, só consegue sentir o corpo rígido junto ao seu. Ela logo sente seus cabelos sendo colocados para um lado pelas mãos quentes dele, por isso tratou de fechar os olhos e aproveitar as sensações que a respiração quente dele causava em sua pele fazendo-a pulsar ainda mais.

– Quero ouvi-la tocar Isabella. Ele passa as mãos por ambos os braços da menina levando-a as mãos dela ao teclado do piano. – Escolha uma música que saiba tocar perfeitamente, pois se errar eu a castigarei como merece. Bella respira mais rápido, não sabia tocar perfeitamente, tinha pouco conhecimento sobre o piano.

– Mestre eu receio que não possa atendê-lo, não sei o suficiente para tocar uma música inteira. Bella tenta livrar-se de castigos, enquanto ele continua a provoca-la com respirações em seu pescoço.

– Você irá atender-me Isabella, vamos lá me mostre apenas o que sabe fazer, não tenha medo, não tenho chicotes aqui, mas minhas mãos servirão exatamente para o tipo de castigo que esse seu traseiro delicioso merece. Ele dá uma pequena mordida provocativa no pescoço da moça arrancando um pequeno gemido dela.

– Comece Isabella, pode relembrar as primeiras notas. Bella tenta ao máximo concentrar-se no teclado do piano e relembrar o que aprendeu, fazia muito tempo que havia tocado, começou a dedilhar as primeiras notas, enquanto Edward tinha uma mão em sua cintura, e outra subia por um de seus seios, era assim que seria? Para dificultar ainda mais ele a cheira no pescoço, dando pequenos beijos e mordidas sensuais em sua pele.

– Está muito cheirosa Isabella, mas confesso que aprecio bem mais o seu cheiro de morangos, é o cheiro da perdição Isabella. Ele a provoca com caricias pelos seios, assim como os beijos na pele exposta de seu pescoço arrancando gemidos de prazer da moça.

Isabella tentou focar-se nas teclas do piano, mas tudo parecia em vão, não conseguia lembrar-se ao certo das notas musicais. A menina lembra-se de sua meta em satisfazê-lo por isso pensa em como ele aprovaria se ela se esforçasse para continuarem o jogo, isso a motiva a focar-se nas teclas do piano.

– Está indo bem Isabella. Ele sussurra provocadoramente ao ouvido da moça dando-lhe a confiança para continuar a tocar, porém não contente Edward aperta-lhe os seios enquanto chupa-lhe a orelha, fazendo a garota perder-se numa nota.

– Será um prazer castigá-la por este deslize. Edward dá uma palmada assustando Isabella, agora ela entende como serão seus castigos se errar uma nota, esse tapa havia sido leve, mas será que as outras seriam? Ela havia apreciado o feito, só havia lhe deixado ainda mais quente e ansiosa para o que vinha a seguir.

– Continue Isabella. Ele ordena enquanto Bella tenta tocar uma das mais fáceis canções, era a única que se recordou, por isso começou a dedilhá-la com certa dificuldade enquanto Edward não deixa de esboçar um sorriso de satisfação, ele a castigaria com suas mãos como queria.

– Você não tem ideia do quanto me enlouqueceu esses dias, principalmente na noite passada quando me desobedeceu. Ele acaricia seu outro seio. – Aconselho que não faça novamente, não serei tão condescendente desta vez, eu a castigarei como merece toda vez que ousar desobedecer-me. Ele ainda não havia esquecido dos gemidos que havia presenciado quando Isabella estava sonhando, quando ela estava sonhando com outro, aquilo o fazia ficar muito furioso mas além disso tinha que concordar que o contato com a pele de sua Isabella era algo que lhe causava prazer, por isso mordeu o pescoço da moça, fazendo-a gemer e arrepiar-se ainda mais.

Bella está totalmente embriagada pela excitação, mas continua tentando focar-se nas teclas e percebe que estava saindo-se bem, ainda lembrava-se de como tocar, mas não contava com a mão libidinosa que a acariciava de forma tão provocadora, ele lhe apertou os seios tirando um pouco de sua concentração, e ela sentia seu íntimo pegar fogo, além de estar completamente excitada com o fato de estar ali tocando piano enquanto ele a toca, por Deus será que esse homem a levaria ao limite todas às vezes? Não se conteve e atrapalhou-se na música, mais uma vez estava sendo acertada no traseiro, mas dessa vez ele usou ainda mais força, seu traseiro ardia, mas depois só havia uma sensação louca de prazer, que quase a fez pedir por mais, os castigos eram prazerosos então? Ele havia dito que só haveria prazer, e agora ela sabia que era verdade.

– Tenho que admitir que castigá-la é ainda mais prazeroso do que imaginei. Ele novamente sussurra deixando-a ainda mais enlouquecida. – Controle-se Isabella, continue a tocar. Ele ordena enquanto ela apenas tenta novamente concentrar-se.

Respirações, lambidas, mordidas, sussurros provocadores, mãos por todo o seu corpo enquanto ela tentava a todo custo tocar naquele piano.

Ele lhe acariciou o ventre até chegar ao seu ponto quente, novamente Edward estava usando as mãos para acariciá-la daquela forma tão profana, não continha-se mais por isso gemeu em deleite ao sentir seus dedos entrando em sua intimidade, Bella não se conteve e parou de tocar, não conseguiria, não quando ele fazia aquilo com ela.

– Oh Mestre. Ela profere as palavras e em seguida sente os dedos dele a abandonarem, ela geme em protesto, mas sabia que seria castigada por ter parado de tocar.

– Eu não ordenei que parasse. Ele a vira de frente para ele, a menina pode notar a expressão divertida e excitada dele.

Edward estava satisfeito por saber que ele controlava o corpo de Isabella, ela até podia sonhar com outro, mas era com ele que ela entregava seu corpo sem nenhuma reserva.

– Perdoe-me mestre, mas eu não consegui, não quando o Senhor faz isso. Bella sabia que não escaparia de um castigo.

– A primeira coisa que irá aprender é ter controle sobre seu corpo Isabella, eu irei ensiná-la muito bem, mas agora eu só desejo castigá-la, por isso vire-se novamente e empine este lindo traseiro para mim. Bella logo obedece empinando-se para ele.

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– Se eu não estivesse tão enlouquecido para estar dentro de você Isabella e fazer com que grite quando estiver em seu pico de prazer, deixaria que ficasse sem seu orgasmo, portanto me contentarei em dar-lhe umas boas palmadas por ter me desobedecido, esta é a lição de hoje. Logo as palmadas lhe estão sendo aplicadas, depois da terceira não conseguiu segurar seus gritos de dor, ardia, mas depois a deixava com a sensação de querer mais, muito mais de Edward Cullen. No fim das contas ela estava com um traseiro dolorido e com certeza vermelho e muito molhada aquele castigo a excitou demais, o bom era que ela sabia que ele a teria e lhe daria o que ela tanto desejava.

– Você sabe que eu peguei leve por você ser nova nisso não é? Ele pergunta retirando a calça assim como a camisa, sabia que estava escuro o suficiente para ela não poder ver seu corpo. – Mas nas outras vezes não será tão fácil Isabella, seu traseiro ficará ainda mais bonito e vermelho do que está agora. Edward havia percebido o modo como ela gostou das palmadas que lhe foram dadas, ela estava assustada no começo, mas depois que sentiu o quão prazeroso podia ser entregou-se a ele como havia feito naquele quarto.

– Eu compreendo Mestre. Foi tudo o que conseguiu dizer, estava excitada o bastante para não pensar em outra coisa que não fosse os corpos colados enquanto ele arremetia com bastante força nela.

– Recomece a tocar Isabella. Ele ordena e ela o olha por cima do ombro, não estava entendendo mais nada, Bella pensava que ele fosse tê-la agora.

– Eu não estou entendendo Mestre. Ela diz confusa e pode perceber que ele estava sem nenhuma roupa, desejou poder vê-lo claramente, mas ele parecia estar confortável no escuro.

– Apenas faça o que mando Isabella, recomece a tocar e empine-se para mim do contrário a deixarei sem o que deseja. Ele ameaça e a menina logo atende ao seu Mestre.

As primeiras notas são novamente tocadas, Bella concentra-se até que sente a intimidade dele a invadir daquela forma como desejava, ainda sentia dor e ardência em sua intimidade, mas o prazer que sentia foi mil vezes maior, logo se deixou levar pelos gemidos e lamurias que saiam de sua boca, os corpos se chocavam e ele a devorava como ela havia imaginado.

– Não consegue concentrar-se na música Isabella? Ele diverte-se com a perda de controle e os gritos de prazer que ela solta.

Ela não consegue responder, pois o homem a estoca com mais força fazendo com que ela segure fortemente nas teclas do piano para que não desfaleça de prazer antes de alcançar o que os dois almejam, sons descompassados saem pelo piano, enquanto gritos e gemidos saem pela boca de Isabella.

– Não está tocando Isabella. Ele praticamente ruge de prazer por estar dentro do corpo quente dela, vendo a forma como ela se entrega a ele, isso era o que precisava para curar-se de suas feridas, o homem a toca em seu ponto mais quente fazendo-a gemer ainda mais alto.

– Não consigo...fazer...outra...coisa...senão gritar de prazer Mestre. A última palavra saiu de forma estrangulada devido ao orgasmo que lhe arrebata assim como em Edward que morde as costas da garota, sabia que Isabella ficaria totalmente marcada e gostava disso, todos deveriam saber que o corpo dela pertence a ele. Bella se segura no piano e baixando a cabeça respirando fortemente, estava suada, cansada e feliz por ter Edward mais uma vez.

– Tocaremos mais uma canção Isabella. Bella é colocada por ele em cima das teclas do piano e penetrada rapidamente, os rugidos dele são ouvidos assim como os gemidos dela, mais sons descompassados saem do piano, a cada mexida de corpos fazem diferentes sons naquela sala, deixando os dois ainda mais enlouquecidos por mais daquelas sensações. Bella estava segurando-se para não chama-lo pelo nome, na verdade ela gostaria de gritar o nome de seu mestre e dizer a ele o quanto estava enlouquecida com ele, mas sabia que ele não aprovaria por isso tratou de morder os lábios e conter-se apenas com lamurias e gemidos, sentiu o gosto de sangue em sua boca, estava mordendo os lábios fortemente, controlou suas palavras e concentrou-se na penumbra que permitia que ela visse o rosto lindo do anjo sedutor a sua frente, perguntou-se como ele ficara pronto novamente em questão de segundos, Edward iria mesmo matá-la.

– Esse é o melhor som Isabella, e os seus gemidos só me deixa mais louco para fodê-la ainda mais forte, essa é a sua melhor melodia Isabella. Bella fechou os olhos e se permiti soltar lamurias ainda mais altas, enquanto o homem estocava mais forte em seu corpo, a menina buscou apoio no piano e ajudou a Edward afundar-se ainda mais nela. – Concorda Isabella? Percebe o quanto é prazeroso ser minha?

– Oh sim mestre é uma linda música. Bella não sabia o que poderia ser melhor do que aquelas sensações, ela estava completamente viciada em sexo, completamente viciada no que Edward Cullen a fazia sentir, não conseguia dizer nada coerente e nem precisava, o que desejava era ir as estrelas novamente, não demorou muito para os dois chegaram ao seu ponto mais alto, completamente suado Edward pega suas roupas do chão assim como as de Isabella entregando-a para que ela se vista, não podia puxá-la demais, Isabella era nova nisso.

Rapidamente Edward está novamente vestido enquanto Bella fica sentada no piano, ainda estava atingida pelo orgasmo, não conseguia mexer-se e muito menos vestir-se, tudo havia sido intenso demais, intenso para que ela pudesse controlar.

Ela sequer percebeu quando Edward afastou-se e voltou com uma pequena toalha limpando-a no meio das pernas ajudando-a a colocar sua camisola, estava vestida em poucos instantes além de satisfeita pela atitude dele de cuidar dela, Bella olhou para o homem e deu um pequeno sorriso de contentamento.

– Em alguns lugares os homens limpam suas mulheres depois de terem sexo, é uma forma de cultuarem seus corpos e provarem que os corpos dessas mulheres pertencem somente a eles, o quanto são importantes. Edward referia-se ao modo como ela o tranquilizava, enquanto Bella deixou seu sorriso tornar-se ainda maior, havia gostado do modo como ele cuidava dela, tudo o que queria era ser cuidada e apreciada como ele o fazia.

– Agora continue sendo uma boa garota vá para seu quarto e descanse, está quase amanhecendo. Ele havia voltado a ser o mesmo insensível de sempre mesmo depois de terem transado quatro vezes nesta noite.

– Não virá comigo? Ela pergunta na ânsia de saber se ele ficaria mais tempo com ela, ainda queria Edward mesmo que fosse apenas para contempla-lo.

– Eu não divido o mesmo quarto com minhas submissas, não durmo com mulher alguma. Ele diz indiferente, agora Bella tinha a certeza de que não havia nada romântico naquele relacionamento, eles sequer dormiriam juntos, procurou buscar por outros pensamentos para que não pudesse entristecer-se.

– Tudo bem, eu irei para meu quarto, até mais tarde Senhor Cullen. Bella desce do piano e vai em direção à saída.

– Isabella. Bella o encara em expectativa do que viria. – Você não toma nenhum tipo de anticoncepcional? Ele lembra-se de que não haviam se prevenido de nenhuma forma, sabia que sua Isabella era virgem, portanto não havia com o que preocupar-se com doenças, quanto a ele também não havia nenhum risco sempre mantinha seus exames atualizados.

– O Senhor sabe que não tinha relacionamentos deste tipo, então não os tomo, mas posso garantir ao Senhor que não possuo nenhum tipo de doença, mantenho-me regularmente a par de minha saúde. Bella responde e retorna seu caminho até a frente do homem, sabia que teriam sido irresponsáveis em não terem se prevenido, mas ele devia ter feito isso, ele é o experiente na relação, ele devia ter tomado à atitude e não ela, Bella esperou por uma briga vinda dele após notar como seu semblante parecia perturbado.

Edward começa a pensar nas possibilidades do que aconteceria se não tivesse se lembrado deste detalhe em menos de setenta e duas horas. Ele sabia que existia a famosa pílula do dia seguinte para esse tipo de situação, não poderia correr o risco de uma gravidez indesejada, na verdade não queria jamais passar por situação semelhante, não desejava ser pai, entre outras coisas não possuía esse desejo, se um dia acontecesse seria para ele um pesadelo horrível, isso seria um castigo, algo desastroso que não poderia acontecer com eles, nunca.

– Espere-me aqui, voltarei rápido. Ele sai como um furacão deixando uma Bella confusa, a garota fica a pensar sobre o fato de Edward estar tão atormentado com este detalhe, já havia certificado a ele que não teria nenhuma doença, porém o que lhe ocorre agora era o fato de uma gravidez, então era isso? Era por isso que ele estava tão atormentado? Estava com medo que ela engravidasse e talvez ele ficasse preso a ela pelo resto da vida? É claro, ele não havia lhe dado nenhuma certificação de que teriam uma relação a mais do que aquela oferecida, estava sendo idiota em pensar sobre isso depois da noite que tiveram.

– Tome isto. Ele entrega uma pílula e um copo de água, Bella protela um pouco antes de tomar, mas prefere não brigar por isso toma o comprimido.

– O que me deu? Ela pergunta mesmo sabendo a resposta.

– Pílula do dia seguinte. Ele responde friamente, Edward ainda estava preocupado com o fato de ter se esquecido deste detalhe importante, Isabella tinha o poder de fazê-lo esquecer-se de muitas coisas, mas não podia deixar que ela o fizesse esquecer-se de um detalhe tão importante como aquele.

– Temos que procurar algo para você tomar constantemente, não podemos mais correr riscos como este, se você não tivesse tomado isso antes de setenta e duas horas algo desastroso poderia acontecer. Ele continua com uma carranca fria.

– O grande risco seria uma gravidez? Ela pergunta com tristeza em sua voz, não via tanto mal nisso, claro que seria algo rápido e talvez ruim para a criança que viria ao mundo sem pais que se amam, isso realmente estava fora de cogitação, um filho merece amor e carinho ou até mesmo que os pais respeitem-se, e o que havia entre os dois era apenas sexo, apenas jogos de sedução, isso não era saudável para um filho, mas a menina permitiu-se pensar num garotinho de cabelos cor de cobre e lindos olhos verdes, balançou a cabeça em reprovação por tal pensamento.

– Isso seria uma catástrofe, algo assim não pode acontecer entendeu Isabella? Nunca pode acontecer entendeu? Ele a segura pelos braços como havia feito no restaurante, fazendo a menina assustar-se. – Não poderá acontecer jamais você entendeu Isabella? Ele a aperta ainda mais.

– Eu entendi, agora, por favor, solte-me Edward está me machucando. Ele a solta bruscamente e começa a andar de um lado para outro passando as mãos nos cabelos cor de cobre.

– Eu não entendo o porquê de estar tão alterado, não haverá gravidez Sr. Cullen, eu tomei o bendito remédio não tomei? Ela passa a mãos pelos braços sentindo a ardência pelos apertos dele.

– Isso não pode acontecer nunca, muito menos com você. Ele continua perturbado enquanto a menina sente-se mal com os sentimentos ruins que ele tem. – Não posso ter filhos com você, não foi isso que ofereci a você esta noite, não ofereço isso a ninguém. Ele continua frio e duro como pedra, machucando o coração de Bella.

– Uma criança deve vir num momento de amor e harmonia entre um casal Sr. Cullen, e definitivamente não há isso entre nós, não nos amamos, porém não me vejo assim tão odiosa ao ponto de considerar-me tão ruim para merecer ter um filho do Senhor. Ela sente-se magoada com o fato dele tratá-la daquela forma, não precisava de tempestades por algo que não aconteceria e muito menos o fato dele ter deixado claro que não queria nada mais do que uma boa transa com ela.

– Isabella trata-se apenas de não querer que uma criança venha ao mundo tendo o mesmo sangue imundo que possuo ninguém merece estar ligado a mim por um laço tão forte como este, e muito menos um anjo como você. Bella sente seu coração afundar-se no peito. – Somos diferentes demais, você é pura ou pelo menos era até o momento que coloquei minhas mãos em você.

– Não sei o porquê de considerar-se tão asqueroso Sr. Cullen, nem mesmo o porquê de estar dizendo-me isto depois de eu ter aceitado ser inteiramente sua. Bella não entende nada do que está acontecendo naquela sala, antes só havia desejo, atração e prazer, mas agora tudo está tão frio quanto Edward.

– Talvez tenha sido um erro no qual se arrependa profundamente no futuro. Ele tenta assimilar suas próprias palavras, começa a perguntar-se se Isabella o deixaria brevemente, enquanto Bella pensa sobre o dito, ela arrepender-se-ia mesmo em ter cedido a ele? Era com outro que iria ficar?

– Tenho certeza de que merece a felicidade Sr. Cullen, todos nós merecemos, e um filho pode significar a felicidade de um casal apaixonado, essa com certeza não se trata da felicidade que pretendemos para nós dois. Bella fala sentindo seu coração afundar-se cada vez mais, ela queria muitas possibilidades com Edward Cullen, mas ele não parecia compartilhar desse mesmo desejo, tratou de afastar-se e pensar em tudo com clareza, ela não sabia se valeria a pena passar por coisas parecidas para estar ao lado dele daquela forma.

– Talvez se continuar a meu lado não encontre a sua verdadeira felicidade Isabella. Ele diz quando a vê afastar-se cabisbaixa.

– Estou pensando sobre isso Sr. Cullen, e talvez o Senhor tenha razão sobre sermos mesmo incompatíveis em alguns aspectos, agora se me permite vou recolher-me até mais tarde Sr. Cullen. Ela o deixa sem mais nada dizer.

Bella voltou a seu suposto quarto com muitas dúvidas sobre Edward Cullen, esta noite havia enfrentado muitas coisas, inclusive passado por cima de orgulho somente para estar ao lado daquele homem, mas agora estava sem saber o que fazer quanto a tudo o que presenciou há poucos minutos, como deveria seguir a partir de agora? Há pouco tempo estava novamente entregando-se a ele sem reservas, estava gritando nos braços dele enquanto ele a tinha naquele piano, aquelas lembranças tiveram o poder de deixa-la novamente quente apesar de sua grande ardência no meio das pernas devido aos exercícios feitos. Por outro lado todo aquele surto de Edward por simplesmente não terem se prevenido a deixava assustada, se por muito pouco ele havia surtado daquela forma o que diria se ela engravidasse mesmo, ele a mataria com certeza.

Bella ponderou todas as palavras dele ao dizer que ele era contaminado por algo ruim que ela nem sequer sabia do que se tratava, algo do passado talvez, mas o que? Agora ela tinha certeza da complicação que seria estar com Edward, não sabia o que o agradava, não sabia o que lhe deixava com raiva e o pior não sabia o que esperar dele, seria como pisar em ovos o tempo inteiro? Ela teria que saber como agir o tempo inteiro?

– Maldito controlador arrogante. Ela profere palavras raivosas, estava confusa de como seguir adiante com tudo isso, estava com dúvidas sobre a decisão que havia tomado na noite anterior, será que deveria mesmo estar ao lado de Edward Cullen? Seria a decisão correta estar com ele?

Ela sabia que poderia desistir depois desta noite, afinal de contas às mulheres de hoje não se mantinham virgens até o casamento, pelo contrário muitas tinham sexo sem compromisso, isso não significava o fim do mundo, ela poderia sair por aquela porta amanhã e esquecer Edward Cullen, ela poderia arrumar outro namorado, ou até mesmo seguir com sua vida de antes mesmo estando viciada no sexo que Edward Cullen lhe proporciona, procurou ajeitar-se na cama e o sono a pegou antes que ela tomasse sua decisão.

“Estava num lugar desconhecido era muito claro, havia sol, podia sentir sua pele ser aquecida, tudo era muito verde, havia muitas arvores mais uma delas se sobrepunha as outras por ser a maior, na grande sombra daquela arvore havia um garoto sentado com o olhar perdido no horizonte ele parecia feliz seu semblante demonstrava sua tranquilidade, Bella olhou em volta e percebeu estar cercada de flores multicoloridas não reconheceu onde estava, procurou aproximar-se do garoto e notou que o conhecia, aqueles cabelos revoltos e inconfundíveis não pertenciam a outra pessoa que não fosse Edward, tentou aproximar-se e ter plena certeza de que aquele menino era mesmo o seu cavaleiro, parecia-se muito com ele a não ser pelas feições tranquilas que estampavam seu rosto, seu cavaleiro nunca teve aquela expressão pois sempre que Bella o olhava ele tinha em seus olhos uma inconfundível tristeza e nunca aquela tranquilidade no olhar como se aqui ele estivesse em paz.
Quando se aproximou do menino, Bella escuta uma voz doce e melodiosa em suas costas que diz

– Olá Isabella, a morena vira-se encontrando uma linda mulher de cabelos ruivos como os de Edward, feições delicadas e belas tão parecidas com as dele, estava vestida em um vestido longo azul, era mesmo muito bonita, e sua simples presença passava tranquilidade, Bella notou que os dois eram idênticos, a mulher sorri e é inevitável não retribuir.

– Quem é você e que lugar é este? Pergunta Isabella

– O meu nome é Elizabeth e você está aqui porque eu preciso lhe pedir um favor. Ela falou e Bella pode ver em seus olhos uma profunda tristeza – Isabella eu quero que você me prometa nunca desistir do meu menino ele é só um garoto perdido, só o que ele necessita é de alguém que lhe ensine a amar e ser amado. Ela falou já desaparecendo em um clarão de luz

– Cuide dele Isabella, não o deixe. Bella a vê desaparecer e tenta dizer algo, mas não consegue proferir nenhuma palavra. – Você é a única que pode salvá-lo, a única que pode tira-lo de sua agonia, apenas não desista do meu garoto Isabella”

Assustada era como se sentia agora, depois de sonhar com Elizabeth. Sequer conhecia aquela mulher tão parecida com Edward, não conhecia nenhuma Elizabeth, então quem era aquela mulher que lhe apareceu em sonho? E porque havia lhe pedido aquilo? Bella olhou no relógio vendo que havia dormido por um pouco mais de meia hora, ainda era madrugada, levantou-se daquela cama, sentia-se angustiada, sufocada, as lembranças de toda a noite que passou e daquele sonho não saiam de sua mente, tudo o que queria era sair daquele quarto, vestiu o mesmo robe e foi em direção à cozinha, procurou não olhar para os detalhes daquela casa, tudo o que sentia era uma angustia tão grande, que queria somente achar algum significado naquele sonho e acreditava que poderia encontrar respostas andando pela casa enquanto pensava em quem poderia ser aquela mulher? Ela deveria então cuidar de Edward como ela havia pedido?

– Deus! Ela dá um grito assustado ao deparar-se com a figura esparramada no sofá, Edward Cullen estava sentado com uma garrafa de whisky na mão, a sala estava também na penumbra como ele gostava contendo apenas a luz do abajur acesa dando a ela a visão perfeita do rosto dele, como um homem poderia ser tão bonito e sexy? Edward Cullen estava desejável como o próprio pecado vestido naquela calça que devia lhe cair perfeitamente naqueles quadris estreitos assim como a camiseta preta que lhe marcava todo o peito, involuntariamente a menina passa a língua pelos lábios desejando vê-lo sem roupas naquela mesma posição e céus havia virado mesmo uma pervertida.

– Um dia vai matar-me de susto. Ou de excitação, ela pensa.

– Ora ora se não é a minha gatinha brava. Bella percebe que há algo errado com ele, nota que Edward está com a voz estranha.

– Você ainda quer mais por essa noite? Ele pergunta com a voz embolada, enquanto Bella percebe que ele não está em condições normais, Edward está bêbado?

– É claro que você deseja muito mais, nós dois precisamos de mais venha até aqui minha gatinha e tire essa roupa. Ele dá um sorriso sedutor para menina deixando-a vermelha, Bella o olha minuciosamente e percebe o olhar de quem está mesmo bêbado.

– Por acaso está bêbado Sr. Cullen? Ela pergunta aproximando-se cautelosamente, a menina percebe que a garrafa de whisky contida em sua mão está pela metade, enquanto havia mais uma a seus pés totalmente vazia, ele havia mesmo bebido toda aquela garrafa e já estava em outra pela metade?

– Não Isabella. Ele diz em desdém, na verdade estava sim muito bêbado. – Vai enfiar suas unhas em mim gatinha brava? Você pode fazer enquanto eu a devoro. Ele a olha daquela forma que a deixava quente, ela pergunta-se como ele sempre tinha esse poder sobre ela? Mesmo bêbado conseguia enlouquecê-la? E que apelido era aquele agora? Ele sempre a chamava de Isabella.

– Está mesmo muito bêbado. A menina diz e ele ri alto.

– Não estou, aproxime-se e eu lhe mostrarei perfeitamente que não estou bêbado coisa nenhuma. Ele faz um movimento e derruba a garrafa no chão fazendo-o virar cacos de vidro, a menina logo corre para o lado dele preocupada com o fato dele cortar-se com os cacos de vidro.

– Que tal irmos pra cama agora ó grande e poderoso Edward Cullen? Ela o toca sentindo a mesma corrente que sente ao toca-lo. Bella percebe o quanto ele estava bêbado, precisaria de mais força para ajudá-lo a levantar, a menina perguntava-se se ele tinha o habito de ficar assim bêbado? Ou porque teria bebido tanto assim? Seria por causa dela? Riu de si mesmo ao imaginar tal fato, ele não faria isso por ela, não o auto-suficiente Edward Cullen e muito menos pela discussão que tiveram a pouco tempo.

– Então você prefere que a fôda na cama? Gosta quando mostro a você o quanto sou grande e poderoso não é minha gatinha brava? Bella o ajuda a levantar, enquanto ele segura-se nela fortemente, estava mesmo tonto e com um profundo sono.

– Eu prefiro que se deite e durma, você pode foder-me mais tarde, venha vou ajuda-lo a chegar até o quarto. Ela ri internamente com o que acabou de falar, jamais imaginou que estaria em situações como aquelas pelas quais passou em uma única noite, brigas, sexo, sonhos loucos, novamente brigas e agora está levando um homem bêbado para a cama, e ainda tinha prometido sexo a ele depois quando ele acordasse, ela pergunta-se pelo que mais passaria esta noite? Com certa dificuldade os dois seguem pelos corredores da cobertura, Bella deu graças a Deus por ele ainda ter forças para andar mesmo que cambaleante.

– Sim essa é uma ótima ideia, estou mesmo com sono, mas você não me escapará mais tarde gatinha brava, quero ouvi-la gritar novamente por diversas vezes e você não irá evitar-me como fez no final desta noite, você é somente minha Bella. Ele a puxa para um beijo fazendo os dois cambalearem.

Ela o beija profundamente mesmo com o gosto forte de bebida, ela sente as mãos dele passearem por seu corpo e pode sentir a ereção dele crescendo entre os corpos, por isso trata de afastá-lo antes que os dois percam o controle, ele tinha que dormir, tinha que descansar ou não conseguiria sequer abrir os olhos pela manhã.

– Nada de sexo agora Sr. Cullen, vem vamos. Bella o pega novamente e tenta levá-lo ao seu suposto quarto, era o único lugar onde poderia levá-lo, afinal não sabia onde ficava o quarto dele.

– Você é tão má. Ele resmunga, parecia uma criança mimada e ele ficava tão lindo assim, Bella finalmente consegue deitá-lo com certa dificuldade.

Ela ajeita os travesseiros para deixá-lo confortável e trata de retirar-lhe a roupa para deixá-lo mais à vontade e enfim realizar seu desejo de poder vê-lo como queria, mas quando Edward percebe que ela vai retirar sua roupa segura as mãos da garota.

– Quero ficar com roupas. Ele resmunga e Bella o atende, a garota apenas o cobre com os lençóis brancos e caminha para longe dele, não podia dividir a cama com ele, não depois do que ele tinha falado esta noite. Se Edward acordasse e a visse deitada na mesma com ele surtaria com certeza, poderia até acusa-la de aproveitar-se dele por estar bêbado, por outro lado não queria ter seus pensamentos consumidos pelo corpo ou pelo cheiro de Edward, gostaria de pensar sobre os fatos ocorridos e enfim tomar sua decisão.

– Isabella. Ele a chama com a voz mais forte, ela se aproxima novamente. – Você não vai me deixar não é? Ele a olha profundamente fazendo-a queimar, mas dessa vez não de excitação e sim de esperança.

– Não irei, agora durma. Ela o beija carinhosamente e vai para o sofá velar o sono daquele que iria mudar radicalmente a sua vida, daquele que a fazia tomar decisões instantâneas.

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Notas finais
Então o que será que o Edward vai fazer quando acordar? Vai lembrar-se de tudo o que disse a Bella? Arrisquem meninas...opiniões, comentários são mais que bem vindos, autoras felizes com reviews e recomendações kkkkk Agora as ofertas de spoiler ainda são validas tah? Bjs ninas maravilhosas...