Sempre irei te encontrar - Paulo&Alícia
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Mais um capítulo fresquinho...
Penultimo capitulo...
Boa Leitura
Kissus jane' RCB
Passara-se um mês e Alícia se encontrava sentada à mesa de um pequeno restaurante em Paris, pensando se realmente valera a pena ter deixado Paulo para estar ali. Achara que fosse esquecê-lo, mas seu coração estava lhe provando que seria difícil conseguir isso. "Como será que ele está? Será que já está em outra e me esqueceu?" Seus pensamentos foram interrompidos por seu celular que tocava insistentemente.
– Quem será agora? – ela se perguntou enquanto pegava o celular em sua bolsa. – Alô... – ela atendeu.– Alô. – respondeu uma voz masculina, que fizera o coração de Alícia parar, por alguns segundos. – Alícia? Você está aí?– Paulo? – perguntou Alícia sem acreditar naquilo.– Sou eu. – ele respondeu e pelo tom de voz dele, ela pôde perceber que ele sorrira. Como ela daria tudo para ver aquele sorriso. – Como você está?– Estou bem. – ela disse ainda sem acreditar. – E você?– Também. Um pouco triste, mas bem.– Triste, por que? – ela perguntou sentindo seu coração pular, pela expectativa da resposta.– Por que será? – ele indagou sarcástico. – Porque uma linda garota me deixou.– Eu sinto muito, Paulo. – ela respondeu com tristeza.– Tudo bem, Alícia. Eu entendo porque fez isso. – disse Paulo. – Mas não liguei para falarmos de coisas tristes. Liguei pra saber de você e para ouvir sua voz. – Alícia corou.– Como você conseguiu meu número?– Uma tal de Carmen que trabalhava com você me deu.– E como você conheceu a Carmen?– Descobri onde você trabalhava.– Nem vou perguntar como fez isso. – ele sorriu.–Tenho meus métodos.– Sei... – ela respondeu um pouco incerta.– Mas e aí? Paris é um lugar bonito?– É lindo. – ela disse com uma expressão de tristeza. – Me divirto muito aqui. – ela não queria que ele pensasse que ela ficava chorando pelos cantos.– Sério? – ele perguntou incrédulo. – Porque eu podia jurar, que te vejo sentada na mesa de um restaurante, com uma carinha triste, olhando sua mão e pensando: "Eu deveria ter ido à manicure?" – Alícia estava chocada. Como ele deduzira isso? – Posso ver sua cara de choque pensando: "Só falta ele dizer que o meu vestido é lilás." – Alícia deu um pulo da cadeira e ficou de pé.– Como você sabe tudo isso? – ele sorriu de novo.– Agora você vai olhar para todos os lados o procurando e pensando: "Será que ele está aqui?" Você anda de um lado pro outro e de repente para e olha pra trás. Então você o vê. Ele está lindo. Usa uma calça jeans e uma camisa preta e você pensa: "Eu quero arrancar essa roupa dele". Os olhos dele brilham ao vê-la. – Alícia sorri pelo que ele disse e por ver ele andando em sua direção. Ela ainda segurava o celular na orelha. – Acho que não precisamos mais disso. – ele pegou o celular da mão dela.– O que faz aqui? – Alícia perguntou sem entender.– Estava com saudades de você. – ela não parava de sorrir.– Eu também senti. – ela o abraçou e lhe deu um beijo no rosto.– É só isso que eu ganho? – perguntou ele sorrindo. – Eu acho que mereço mais. – Alícia o puxou para mais perto pela nuca e ficou acariciando a mesma.– O que eu quero fazer... – ela sussurrou no ouvido dele. – Não posso fazer aqui. – Paulo a beijou intensamente.– Isso nós podemos resolver. – ele lançou um olhar malicioso para ela e a levou para seu carro.~*O*~*O*~Algumas horas depois Alícia desperta. Ela estava deitada em uma cama enorme e Paulo estava a seu lado. Ela deu um beijo no rosto dele, que sorriu.– Quem me dera acordar assim todos os dias. – disse Paulo, puxando-a para mais perto. Ela deitou sobre o peito dele.– Quem me dera também. – ela respondeu. – Estou feliz que esteja aqui.– Eu também. – ele a beijou na testa.– Por quanto tempo pretende ficar?– Eu não te contei?– O que? — perguntou a morena confusa.– Eu me mudei pra cá. – ela se jogou em cima dele.– Que bom! Mas... E o seu emprego?– Bom... Eu sou o dono das empresas e decidi me transferir para a filial daqui.– Muito inteligente. – ela respondeu e lhe deu um beijo. – E isso tudo para não ficar longe de mim.– Convencida.– É mentira?– Não. – ele virou-a na cama, ficando por cima dela. – Então... Acho que mereço mais uma dose daquele prêmio que voce me deu quando eu cheguei. – ela sorriu.– Você merece tudo, meu herói.– Herói? – ele perguntou, sem entender. — Digamos que sou mais para vilão. — rindo.– Não,você é o meu herói. – Alícia falou. – Você me salvou. Porque eu ia morrer de tristeza sem você perto de mim.– Que dramática... – Paulo respondeu rindo.– É verdade. – ela fez um biquinho, como se fosse uma criança.– Eu acredito. E acho que como te salvei, realmente mereço mais uma dose daquele prêmio. – ele a beijou, antes que ela pudesse responder, como se realmente ela fosse negar algo a ele.~*O*~*O*~Passaram-se dias e eles estavam muito felizes. Paulo praticamente se mudara para o apartamento de Alícia e finalmente tomara uma decisão.
Ele marcara com Alícia de encontrá-la numa praça muito bonita, perto do apartamento dela. Ela o esperava, observando um chafariz.– O que uma mulher bonita como voce faz aqui? – perguntou alguém atrás de Alícia.– Estou esperando uma pessoa. – ela respondeu sem olhar pra ver quem era.– Eu não deixaria você esperando.– Por que?– Porque nunca há tempo suficciente para satisfazer uma mulher.– Vamos fazer o seguinte... – Propôs Alícia. – Se eu me virar e ele não estiver aqui, eu vou com você.– Tudo bem. – ela se virou sorrindo para ele. Eles se abraçaram.– Você é muito bobo Paulo. – ele a beijou.– Mas você gosta de mim, assim mesmo.– É. – ela respondeu feliz. – Mas o que você queria falar comigo?– Vamos sentar ali. – ele a levou para um banco. – Quero te pedir uma coisa, mas você vai prometer que vai deixar eu falar tudo antes de responder.– Eu prometo.– Alícia, você quer um homem que tape seus olhos e te leve na praia, só pra você sentir a areia sob seus pés... Quer um homem que te acorde de madrugada, porque quer muito a sua opinião e não pode esperar até o amanhecer para ouvir sua voz... – ela ouvia com lágrimas nos olhos. – Eu provavelmente não sou esse homem, mas eu gostaria muito de tentar ser. – ele tirou uma caixa de seu bolso e abriu-a. – Alícia Gusman... Quer se casar comigo? – algumas lágrimas cairam do pelo rosto de Alícia.– Paulo, e-eu — gaguejando — É claro que eu aceito. – ela o beijou. – Eu te amo, Paulo Guerra.– Eu também te amo, Alícia Gusman.
Notas finais
Então? O que acharam?? Hoje ou amanhã postarei o ultimo capítulo...
Mereço algumas recomendações ou reivews??
Kissus jane' RBC
Fale com o autor