Sempre Vou Te Amar

35 Califórnia baby.


Notas iniciais
Unicórnios da minha vida! ♥ Bom, adorei escrever esse capítulo e espero que vocês também gostem. Bom, neste capítulo duas músicas foram citadas, se você quiserem ler as ouvindo no momento em que são citadas fiquem a vontade. Se quiserem deixar pronta ai pra na hora só colocar o Play elas são: Bryson Tiller - right my wrongs e Been That Way do mesmo cantor. Aproveitem :D

"Atenção senhores passageiros, permaneçam sentados e coloquem o cinto, vamos aterrissar em 30 segundos.”

Meu coração acelerou mas não por saber de tal informação, e sim por estar cada vez mais perto de ver minha Quinn.

O avião aterrissou sem problemas, peguei minha malinha de mão e depois fui buscar a mala que particularmente era grande demais para 2 dias.

Sim, seriam só dois dias, isso me entristecia. Porém, não permitiria que tal tristeza tomasse conta de mim, aproveitaria de todas as formas com o amor da minha vida.

Avistei o portão de desembarque e acelerei os passos, jurava que ia ter um ataque ali mesmo. Boca seca, coração martelando no peito, borboletas, passarinhos, tucanos e até dragões no meu estômago. Passei pelo portão, e meus olhos varriam aquela multidão a procura do cabelo louro mais sexy dos EUA. Continuei andando e procurando. Estava começando a ficar angustiada quando um rapaz baixinho de olhos castanhos escuros e mãos pálidas me entregou uma flor do campo amarelinha, linda.

R: Hamm, deve haver algum engano. — Ele apenas sorriu e foi embora.

Em um ato involuntário cheirei a flor e também sorri. Dei mais alguns passos e agora uma moça de estatura média, cabelo cacheados ruivos estava com uma violeta e me entregou também. Fiquei confusa, mas logo sorri, só podia ser coisa da Quinn. Até a saída do aeroporto mais umas 7 pessoas me entregaram flores diferentes, formando um lindo buquê.

Estava admirada com o gesto, cheirava as flores e sentia o vento morno e úmido da Califórnia me dando boas-vindas. Abri meus olhos e me deparei com ela. A mulher que eu amava, a mulher que arrancava todos os suspiros apaixonados existentes em mim. Estava com uma calça jeans preta, uma camisa de manga curta rosa, all star creme com cadarços coloridos e os cabelos soltos. LINDA! MINHA. Encostada no carro com os braços abertos e um sorriso maravilhoso! Não me contive, deixei as malas, e corri para os seus braços. Quinn me recebeu da mesma forma, entrelaçando seus braços na minha cintura e me levantando, distribuindo beijos pelo meu pescoço, rosto, boca. Quem era aquela Quinn, desinibida? Não se importando com nada?!. Me deixei levar e a puxei para um beijo faminto. Invadi sua boca com minha língua e deixei sair um gemido nasal.

“Deus que saudade disso, que saudade desse cheiro, desse sabor, dessa mulher”

Quinn foi quem interrompeu o beijo.

Q: Que saudade meu amor. — colou nossas testas.

R: Eu nem acredito. Quase três meses sem te ver, te tocar. Te amo tanto.

Q: E eu cada segundo mais. — entrelaçou nossas mãos. Por alguns segundos só nos olhamos. — Hey você vai passar o mês todo aqui é? — perguntou risonha olhando as malas esquecidas por traz de mim.

R: Haaa Quinn, você sabe como sou! — falei me livrando dos seus braços e indo buscá-las.

Q: Na na não. — cruzou meu caminho e pegou as malas. — Eu cuido disso.

Guardou tudo atrás do carro, abriu a porta do passageiro, indicando para que eu entrasse.

R: Mas olha só Quinn Fabray. Que cavalheira. — sorri e entrei. Esta rodeou o carro e entrou.

Q: Tudo por você minha rainha.

Fomos o caminho todo de mãos dadas como se nossas vidas dependessem daquilo. Eu não podia estar mais radiante. Não conseguia parar de sorrir e admirar minha namorada.

Chegamos no hotel alguns minutos depois. Entramos no quarto e ...

R: Nossaaaaaaaaa... Quinn!!! Como você? (…)

Q: Xiuuuuu! — colocou seu dedo indicador na minha boca, o que estranhamente me excitou. – Não fala nada meu amor.

R: Ok, nova Quinn sedutora e decidida e dona de si – ouvi o som da sua gargalhada gostosa.

Q: Eu só quero aproveitar esses dois dias, sem questionamentos ou discussões. Sofremos muito Rach, e ainda estamos passando por provações, então merecemos dias perfeitos.

R: Você está certa princesa. Me desculpe, eu só estou realmente impressionada com tudo isso sabe? As flores na recepção, a passagem, esse hotel... – suspirei. – maaaaaas, vamos esquecer isso por hora.

Q: Sim, nós vamos. – coçou a nuca. – reservei dois lugares em um restaurante que você vai amar.

R: Almoço?

Q: Yeah.

R: Então temos tempo o suficiente para matar a saudade? – falei umedecendo os lábios, observando-a engolir o bolo de saliva que se formara e... BINGO! Vitória! E olha que ela nem tinha visto a terça metade. – Sente-se Quinnie.

RACHEL POV OFF

QUINN POV ON

Como não amar essa mulher?

Jesus...

Obedeci sua “ordem”, sentei na cama e observei seu dedo indicador reprovando minha ação.

Q: Mas o q? — perguntei confusa.

R: Aí não Fabray. – ouvir meu sobrenome saindo daquela boca deliciosa estava me deixando louca. – Alí! – Apontou para a cadeira perto da porta que dava para varanda. – obedeci com certeza.

Mexeu na bolsa e retirou seu celular. Alguns segundos após, começou uma melodia que fez meu ventre se contorcer. Conhecia a música e sabia muito bem a finalidade dela. (Bryson Tiller right my wrongs) Arregalei os olhos e a fitei. Bingo! Começou a rebolar lentamente. Se apoiou na mesa, ficando de costas para mim e empinou a bunda sem, em momento algum, parar o rebolado. Foi descendo abrindo as pernas. Subia e descia rebolando lentamente. Cruzei as pernas afim de controlar o que tanto pulsava no meio das minhas pernas. Virou de frente e a encarei. Seus olhos estavam mais escuros e sua boca seca, não mais que a minha é claro. Abriu o botão da sua calça e desceu o zíper arqueando a sobrancelha esquerda e cantando a frase que ganhava vida na música.

“With you is where I belong” … — Apontou para mim e logo depois levou o dedo para a boca e chupou.

Q: Rach... – Eu estava inebriada de desejo.

Ela me ignorou, virou de costas e foi descendo seu jeans bem devagar, revelando uma renda preta minúscula, fazendo um gemido involuntário sair da minha garganta. Tirou a calça e jogou para o lado. Em menos de três segundos, virou de frente, sentou-se na mesa e abriu as pernas, dando-me a completa visão do seu sexo coberto pela renda preta.

Q: Rach... – Fiz menção de levantar. Ela negou com a cabeça. Voltei a sentar. Estava começando a formigar por todo o corpo.

Rachel continuava arreganhada para mim, quando rasgou sua própria blusa de seda fina, mostrando a parte de cima da lingerie. Esta era transparente, dando-me permissão para ver seus mamilos rosas e duros, entregando sua excitação.

Molhei os lábios.

Ela colocou o cabelo de lado e cantou mais uma frase da música.

“Could it be you calling me down?”

Q: Jamais baby – Sussurrei com um sorriso sacana no rosto observando uma Rachel deliciosa vindo em minha direção.

Colocou minhas mão para trás, tirou uma fita que prendia na calcinha e as amarrou. “Maldita!”

Ficou de costas e sentou de vez no meu colo, de pernas abertas iniciou um novo rebolado, dessa vez um pouco mais forte e circular, pressionando sua bunda contra meu sexo. Pendi a cabeça para trás devido ao tesão. A segui nos movimentos, e deixei vários gemidos escapar da minha garganta. Rachel era uma deusa. Jeito e carências de menina, mas na hora certa sabia ser uma mulher. E que mulher!!!

A música mudou, o mesmo cantor... (Been That Way). Estava começando a amá-lo. A música era mais rápida, obrigando a Rach acelerar os movimentos, me deixando ainda mais louca, se possível. Ela levantou rodou e sentou com tudo de frente para mim. Enquanto rebolada, chupava meu pescoço e o lóbulo da minha orelha, numa alternância delirante. Mordeu meu queixo, sugou meu lábio inferior e enquanto fazia isso abriu os olhos e encarou os meus. Soltei um gemido nasal. Tentava me concentrar para não chegar ao gozo antes dela. Estava difícil!

Rachel se apossou da minha boca, metendo sua língua de forma sedenta. Bom afinal eu também estava com sede dela. Em um beijo completamente voraz, seus movimentos foram ficando mais fortes e rápido. Nossas respirações se descompassaram e percebi que estávamos chegando lá.

Q: Ra-rach... – consegui sussurrar entre o beijo.

R: Hmmm. – Não desgrudávamos as bocas.

Q: Me desa – uma mordida nos lábios. — marra.

R: Não.

Q: Por favor. Preciso – sua língua invadia novamente. – tocar

R: Não Quinn, agora não! – Largou minha boca, levou a mão direita as costas e abriu o sutiã. Olhei seus peitos de senti o ardor embaixo. – Chupa! — Olhei para ela, estava com a pupila dilatada a boca vermelha do beijo. Mordi meu lábio inferior. – Agora Quinnie.

Não esperei e abocanhei seu peito. Estava faminta, sedenta, cheia de tesão. Mordia, lambia e chupava seus mamilos enquanto seus gemidos se misturavam com a música já esquecida. Rach começava um ritmo novo, subindo e descendo, como se montasse em um cavalo, alternando com o vai e vem. Não conseguiríamos aguentar mais tempo. Mesmo com o jeans da minha calça, a fricção estava deliciosa, e ter seus peitos na minha boca estava realmente me tirando do sério.

Rachel continuava gemendo junto comigo. Senti uma das suas mãos nos meus cabelos, os puxando e cravando suas unhas na minha nuca. Seu corpo começou a sofrer o poder do ápice, anunciando seu gozo. Logo no primeiro sinal me permitir gozar também. Gozamos juntas, um gozo longo, cheio de luxúria e saudades.

Ainda ofegante em meu colo, distribui beijos pelo seu rosto, arrancando sorrisos dela. Música aos meus ouvidos.

Q: Me desamarra amor.

Dessa vez ela cedeu e fez o que pedi. Levantou e foi andando em direção ao banheiro. Eu a segui.

R: Quinn! Mais surpresas? Essa banheira é enorme.

Q: Sim é enorme. – Comecei a enchê-la e joguei alguns sais minerais. Demoraria uns 5 minutinhos. Tempo suficiente. – Hmm Rach?!

R: Hummm? – Tirava o brinco distraída.

Q: Eu ainda estou com muita fome.

R: Wounn baby, me desculpa. Você quer almoçar antes do banho?

Q: Não Rach... – Cheguei por trás dela e juntei nossos corpos, fazendo-a gemer. – Não é dessa fome que estou falando. – Sussurrei no seu ouvido olhando para ela através do espelho na nossa frente. Ela fez o mesmo. – Fome de você. Tão gostosa. – Mordi sua orelha. – Fodidamente gostosa. – Senti seu corpo enrijecer com tais palavras. Desci a mão para sua bunda, cheguei sua calcinha pro lado. Passei dois dedos pela sua abertura.... GOD! -tão molhada. Meladinha pra mim. – Rachel respirou fundo e acredito ter sentido um tremor nas suas pernas. Sem esperar mais, enfiei os dois dedos com tudo sentindo sua parede me dar passagem. Rachel era sensacional, quente, lubrificada e pronta para mim. Comecei a dar estocadas leves, aumentando o ritmo de acordo com os movimentos do seu quadril sobre minha mão. Não tirava os olhos dela, e ela não os tirava de mim. O espelho nos favorecia. Vi morder o lábio inferior e fechar mais as mãos na pia.

Q: Abra! – Disse para ela quando ameaçou fechar os olhos. – Você vai gozar assim, olhando para mim.

Rach gemeu manhosa e eu aumentei ainda mais a força e velocidade das estocadas. Com a mão livre segurei seu cabelo em um falso rabo de cavalo puxando com força.

R: Hmmmm Quinnn.... Eu na-não vou aguentar. – Confessou enquanto cavalgava nos meus dedos.

Q: Goze Rachel. Goza pra mim.

Como um diabo provocativo, ela ficou séria e centrou seus olhos nos meus, pressionou o maxilar e começou a gemer como louca. Uma louca deliciosa. Aquilo fez meu ventre se apertar e gemi junto com ela. Seus olhos continuavam vidrados nos meus, e comecei a perceber um “O” formando em sua boca e seu quadril perder o compasso. Larguei seu cabelo, e levei a mão para meu outro pulso, forçando ainda mais os dedos para dentro com mais força. Uma, duas, e mais duas estocadas e ela se desfez. Finalmente fechou os olhos. A segurei, virando-a de frente. Tomei seus lábios de forma casta. Nossas respirações de fundiam.

R: Te amo Q. – sorri. A beijei mais uma vez.

Q: Vamos. – a puxei para a banheira, entrando e a colocando sobre meu corpo. Suspirei com a água morna relaxante. – Queria ficar assim com você pra sempre. – soltou uma risada nasal

R: Nós vamos meu amor, muito em breve.

Q: Assim espero. – beijei seus cabelos.

R: Tenha fé minha vida. – Amava quando Rach me chamava assim.

Q: Eu tenho. Obrigada por existir Ray. – Ela não via, mas deixei escapar uma lágrima. Mas não era de tristeza. Era pelo amor, um amor tão grande que nunca pensei em sentir. Era tão real e palpável que tinha medo. Mas não me permitiria sentir isso. Ela é minha, e faria de tudo para que isso permanecesse.

R: No que está pensando?

Q: Nada diferente do que penso desde que fui para Ohio. Sempre será você a dona dos meus pensamentos. Acredite. – Rachel se virou ficando de frente para mim, e tomou meus lábios, era um beijo terno, cheio de sentimentos e provas. Ninguém ousaria cortar esse beijo, somente a água da banheira dando indícios de que ficaria fria.

Nossas almas se tocam a todo instante, e isso caro leitor só acontece quando existe amor. Amor! E Recíproco. Casos raros. Se você achou o seu não o deixe escapar. Segure-o. É o que temos de mais precioso.

Notas finais
Então? Gostaram? Preciso de Feedback(...) Comentem me dando esse retorno certo? Até a próxima :)