Sempre Comigo
19 Começando a ficar com raiva
Do Contra
Eu sei que não podia ter falado aquelas coisas para ela, mas não vou perde ela. Eu prometi que iria cuidar dela. Por que ela tem que ser tão teimosa?
Sai da casa dos pais dela, e já com telefone na mão, teria que ligar para o aeroporto, amanhã de manhã quero estar dentro de um avião, indo para casa.
Não sei porque concordei com ela, porque vim para cá. Deveríamos ter ficado em casa, estaria tudo simples, eu estaria do lado dela e nada mais.
Depois de resolver as passagem, liguei para o Nimbus.
–Alô. — Só que não foi a voz do meu irmão que eu escurei e sim da Magali.
–Oi Maga, posso falar com meu irmão.
–Ele está tomando banho DC, quer deixar algum recado?
–Só queria avisa, que nós iremos embora amanhã de manhã.
–Como assim? A Mô quer ir embora?
Não estava no clima de explicar tudo para ela, mas era o único jeito e mais do que isso, ela poderia conversar com a minha linda.
–Ela não quer ir, mas não posso deixar ela chegar perto do Cebola de novo.
–Ela chegou perto dele, como assim? Ele fez alguma coisa para ela?
–Não fez nada, ela procurou ele. -antes mesmo de falar, já havia começado a chorar.
–DC esta ai?
–Es-estou sim. Vou desligar, só arruma as suas coisa está bem.
Desligue e continue passeando pelo parque, lembro dos meus momentos com a Mônica, do sorriso dela, dos beijos e principalmente dos abraços que eu precisava tanto agora.
~♥~
Cheguei em casa de madrugada, e como não havia tirado minhas coisas da mala, eu apenas tomei um banho rápido e desci, para me encontra com a Maga e meu irmão, e de casa iremos buscar a Mônica.
–Nossa você está horrível!
–Eu sei, vamos.
–Cara não acha melhor conversa com ela; não esquece que estresses não faz bem para ela.
–O que não faz bem para ela, é aquele filho da puta do Cebola, eu já tomei a minha decisão.
Depois disso não falamos durante a viaja até a casa dos Sousa.
Bati na porta, e fui recebido por um sorriso da Dona Luisa, que mesmo sendo acorda 4h da manhã estava com um sorriso lindo.
–Desculpa Dona Luisa, mas preciso acorda a Mô, para irmos embora. — ela me olhou com aquele olhar de preocupação.
–Meu filho você tem certeza disso?
–Tenho sim, posso ir até o quarto, o voo sai as 5h.
Ela apenas assentiu, e fui em direção daquele quarto, que conhecia muito bem. Estava nervoso, mas quando eu abri a porta do quarto, ela não estava lá e o quarto estava do mesmo jeito de ontem, até com o vaso quebrado.
–Dona Luisa. — Desci as escadas correndo.
–Sim?
–Cadê ela?
–Como assim, no quarto.
–Não ela não está lá.
Só perto jeito que ela olhou sabia que ela não sabia do paradeiro daquela maluca.
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