Semideuses e Magos

2 Capítulo 2 - A Missão


Notas iniciais
Espero que gostem de 2° capítulo.

Saimos da cidade, e fomos direto para o endereço que estava atras do papel. Tifo, estava nas minhas costas, como se fosse uma mochila (segurava a mochila nas mãos). Julliet, andava de cabeça baixa, as vezes olhando para suas chaves. Will, andava olhando a paisagem. Ele parou, e ficou olhando para frente.

Juh: — Will?

Will: — Shhh... — Disse, e ficou tentando ouvir algo.

Eu: — O que foi?

Will: — Façam silêncio, estou ouvindo algo...

Eu, Juh e Tifo ficamos em silêncio. Will ficou muito mais atento. Ele tinha bons ouvidos. Começei a sentir cheiro de algo... Seriam pessoas tentando nos impedir? O cheiro parou, e acho que o som também parou, pois o Will ficou mais calmo.

Fomos caminhando calmamente de novo. Ouvi um ruído. Seria minha imaginação? Pareceu que a Juh nem o Will ouviram. Olhei pros lados, foi quando vi um vulto. Me preparei para correr, e se não desse, teria que lutar até o fim.

Fui uma retardada (mas é o que eu sou, não?), e ignorei. Estávamos chegando no destino, na verdade, na cidade onde ficava o destino. Dei uma olhada para trás, para ver se via algo nos seguindo, estava com a mesma sensação de quando vi o vulto: Que algo estava nos seguindo.

***

Chegamos no centro da cidade, sem dizer nenhuma palavra.

Eu: — Vamos comer algo? Estou com fome... — Olhei para algumas lojas, tinha uns restaurantes... Tive que me segurar para não ir entrando no restaurante e comer de tudo. — Vamos, estou faminta. — Choraminguei.

Juh: — Tá bom... Podemos ir.

Tifo e eu demos um salto comemorativo, e fomos correndo (tipo o Flash) para uma churrascaria. Juh e Will foram andando e rindo (não sei do que), e sentaram na mesa onde estávamos. O garçom chegou.

Garçom: — o que desejam?

Eu e Tifo, em uníssono: — Comida. Uma comida boa para tirar a fome.

Juh: — Errr... — Ela deu uma leve risada — Qualquer coisa está bom...

O garçom foi andando para a cozinha. 10 minutos depois ele trouxe a comida. Nós 4 comemos correndo, tudo e mais um pouco. Pagamos, foi bem caro, o que me deixou triste, mas dividimos para conseguir pagar. Saímos, e fui muito mais animada, e por acaso a residência/casa da pessoa era bem perto da churrascaria. Toquei a campainha, e pedi para o Tifo se comportar como um gato normal. Uma mulher que aparenta ter uns 31 anos abriu a porta.

Mulher: — Quem são vocês?

Will: — Somos os magos da Demon Angel que aceitaram a missão de levar o seu filho para o tal acampamento.

Mulher: — Ah, se é assim, entrem. — Disse, sorrindo. Quando entramos, vimos um garoto jogado no sofá, jogando um video-game. — Esse é meu filho.

Juh: — Hmmmm... Legal. Então, qual acampamento é esse, e onde fica? Ah, e poderiam se apresentar?

Mulher: — Sou Michelle Houston.

Garoto: — Sou Ângelo Houston — disse, sem entusiasmo. — Sou um semideus, filho de Hermes.

Eu: — Ahn? Não entendi...

Ângelo: — Sou filho de um deus grego, monstros tentam me matar. É isso — Disse, desligado o video-game.

Michelle: — Ah, sim. O acampamento se chama Acampamento Meio-Sangue. Não sei bem onde fica, mas o Ângelo deve saber. — Ela lançou um olhar mortal para o garoto. Ele se encolheu.

Will: — Então, vamos levá-lo logo.

Michelle: — Tá bom... Adeus... Boa viagem, jovens magos. E Ângelo.

Ângelo se levantou, pegou o video-game e o pôs numa mochila do Jack do desenho "Hora de Aventura". Fomos para fora da casa, e ficamos esperando. Quando o garoto saiu, demos tchau pra sua mãe, partindo.

Ângelo: — Vocês são magos, né? Qual a magia de vocês?

Will: — Sou um God Slayer do gelo. Magia matador de deuses do gelo, sabe? Ah, e me chamo Will.

Ângelo: — Ahnnnnn... E você? — Disse, olhando para Julliet.

Juh: — Me chamo Julliet, mas pode me chamar de Juh. Sou uma maga celestial, abro portões com chaves...

Ângelo: — Ah, legal. E você? — Olhou para mim. — Não gostei muito de ti.

Eu: — ... Sou uma mera Dragon Slayer da água...

Ângelo: — Hum. Eu sou rápido e sei roubar muito bem. E furtar. E gosto de pegadinhas — disse a última parte baixo. — Ah! Viramos ali — apontou para uma curva.

Quando viramos, bem... Havia 3... Vejamos... Ciclopes. Achei que eram personagens de livros. Eles estavam olhando para nós. O Ângelo estava com uma expressão de medo no rosto.

Ângelo: — Vamos... CORRER, OU MORREMOS. — Disse desesperado. Pude ver o pavor e o medo que ele sentia, pois eu sentia o mesmo. Juh pegou uma chave.

Juh: — Portão das balanças, abro-te! — Ouve-se o som de um sino, e apareceu uma garota com uma balança em cada mão. — LIBRA!

Libra jogou os ciclopes no chão, alterando a gravidade. Os ciclopes não conseguiam se levantar, então os jogou para cima, então os jogou numa árvore gigante, os deixando desacordados. Ângelo foi correndo com uma adaga na mão, e então cortou os ciclopes, transformando-os em cinzas. Libra desapareceu.

Eu: — Wow, como você fez isso?

Ângelo: — Bronze celestial.

Will: — Hmm... Vamos logo.

Juh: — Calma, Will...

Então, fomos andando, conversando sobre a vida.

***

Enfim, avistei o acampamento. FINALMENTE. Estava quase entrando no acampamento, quando o Ângelo ficou na minha frente.

Eu: — O que foi?

Ângelo: — Não entre no acampamento. Só se quiser morrer.

Eu: — Mas... EU POSSO ENTRAR ONDE EU BEM QUISER, SAIA DA MINHA FRENTE! — Disse, empurrando-o da minha frente. Entrei, e dei uma risada. — Tá vendo? Não me aconteceu nada.

Ângelo: — Ahn? Como assim? — Disse entrando. — Só semideuses podem passar da barreira.

Eu: — Opa...

Ângelo: — Will, Juh, vão para algum hotel. A Mei terá que ficar.

Will: — Tá né. Mas por quê?

Ângelo: — Esse lugar é o mais seguro para os semideuses. Será pelo bem dela.

Will: — Certo. Quando poderá voltar?

Ângelo: — Acho que quando ela quiser.

Foi quando um centauro (bunda cavalo!) apareceu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.