Semideuses No Brasil
22 As coisas esquentam...
Notas iniciais
Enfim, espero que gostem desse capítulo e nos vemos lá embaixo!
POV Anabelle
— Ei Jake, vai com calma. – Eu estava toda arrepiada... Ele me beijava na nuca e mordia minha orelha. Eu não conseguia nem respirar.
— Own, gatinha, desculpa. É que você é tão irresistível. – Nos sentamos na cama e depois já estávamos deitados. A mão de Jake foi parar debaixo da minha blusa e eu recuei.
— É sério... Vamos parando por aí. – falei, mas ele fez beicinho e voltamos a seção de beijos. Toda vez que ficava mais intenso, eu recuava, depois só ficamos deitados conversando, e acabamos dormindo. Acordei com ele fazendo carinho no meu cabelo e eu estava muito feliz.
POV Anabela
Eu estava doida por ele. Seu toque era tão quente e eu sempre me sentia nas nuvens. Os beijos começaram a ficar mais tensos, então Jack se afastou.
— Anabela, acho que agente deve parar um pouco, não sei se vou conseguir aguentar preservar sua honra. – ele deu um sorrisinho malicioso e me puxou pra que eu me deitasse. Suspirei e concluí que era verdade. Ele ficou alisando meu cabelo e conversando até que eu dormisse, o que não é difícil com um cara lindo, sem camisa (!!!!) do seu lado.
POV Grover
Pegamos um voo pra a Amazônia no dia seguinte. No avião fiquei pensando o quanto o Percy tinha sorte por ter a Annabeth e fiquei com raiva de mim mesmo por ter esnobado tanto a Juníper. Eu ainda a amava, mas agora ela não queria nada comigo... Então, fui até o banheiro e toquei um pouco de flauta te que um arco-íris apareceu, joguei uma moeda ee pedi uma ligação pra Juníper. Ela estava na floresta, chorando.
— Juníper? Juníper! Por que está chorando?!
— O que? Grover? Você está vivo! Eu estava tão preocupada com você! Eu soube que lutaram contra um exército de monstros! Ai, meus deuses, se algo tivesse acontecido com você! E a última coisa que fizemos foi brigar...
— Ei, calma minha linda! Eu estou bem! E a culpa é toda minha... Eu só liguei pra te pedir desculpa por tudo que eu fiz, e eu entendo se não quiser mais ficar comigo. – eu ia já começar a chorar também. – Mas eu só quero que saiba que eu te amo muito... – Eu levantei a mão pra interromper a ligação.
— Não! Espera, Grover! Eu te perdoou , eu também te amo, e não quero ficar sem você! – eu fiquei meio surpreso e sorri, queria dizer mais algumas coisas, mas o arco-íris se dissipou.
Finalmente chegamos, e eu fiquei impressionado! Agora eu sabia porque os índios moravam ali... Centenas e mais centenas de Km de florestas e um rio tão grande que caberia um gigante dentro. Fomos pra um hotel em Manaus, a capital do estado, aonde almoçamos e de tarde fomos visitar a floresta. Nosso guia disse que nós não podíamos ir muito longe, mas Thalia manipulou a névoa pra ele pensar que tínhamos outro guia, que seria eu, na verdade.
Eu fui sentindo onde o cheiro de monstros era menos forte, e acabamos chegando a uma trilha livre de monstros, mas a trilha deu em no rio. Tínhamos que atravessa-lo se quiséssemos continuar o caminho livre de monstros até uma das tribos.
— Como vamos atravessar? É muito fundo e a correnteza está forte pra nadar.
— Acho que nós podemos parar um pouco a correnteza, e aí vocês nadam até lá. – disse Percy.
— Mas tem que ser rápido, nossos poderes são limitados, principalmente na água doce. – disse Nick. Assim eles fizeram, um por um fomos passando. Quando só faltavam Thalia, Nico, Percy e Nick para atravessar, algo deu errado.
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