Semideuses, A nova era

2 Segunda fase: Batalhas ate a morte


Notas iniciais
A cada cem anos, a formosa cidade de atlântica um torneio e formado para decidir a nova geração de heróis, homens e mulheres da Grécia toda se juntava para o título de herói de atlântica, e claro, ganhar o seu cobiçado prêmio, um dracma de ouro divino, a moedas dos deuses, com ela o herói que a tivesse poderia conseguir uma audiência com os deuses, o caminho mais rápidos para aqueles que querem uma arma do próprio Hefesto, um teste de habilidade com o próprio Ares, ou até mesmo, para aqueles mais loucos, conhecer o próprio mundo inferior.

O dia em atlântica estava alegre e os 16 candidatos estavam alegres e radiantes, com exceção de um, Lugo caminhava pelas sombras para não ser identificado, sem dúvida poderia passar pelos guardas, mais um homem tinha tanta capacidade de andar pelas passagens do castelo quando ele próprio que tinha passado sua infância naquele lugar, construído por Orion, o maior filho de Poseidon, o castelo de atlântica tinha tamanho de uma cidade, dezenas de quartos interligados formavam um verdadeiro labirinto ao redor da torre principal, alguns eram reformados em grandes jardins, outros em piscinas onde a família real aproveitava a agua salgada exclusiva do litoral atlante, escondido nesse labirinto, Lugo examinava com cuidado no seu rival.

– Desculpe, mas não tenho costume de ser seguido — O ladrão de atlântica dizia para a parede onde Lugo estava – mas se quer continuar escondido tudo bem, só preciso de um álibi e já estou de saída.

Ele apenas olhava enquanto a vítima era escolhida, algo que não foi difícil quando Alyssa apareceu pelo corredor.

– se divertindo?

O ladrão se perguntou para ela.

– entediada, queria ter algo para fazer a não ser me perder por esses corredores.

– tenho uma ideia que pode lhe ser útil.

– qual?

– me siga, e talvez saberá.

Lugo observava enquanto os dois caminhavam no labirinto do castelo até uma área do tesouro, e até se admirou quando viu os dois entrando num dos quartos mais bem protegidos do castelo, logo logo os guardas virariam atrás.

Como todos os outros jardins do castelo o teto de vidro uma única porta era os únicos meios de admirar essas formosas salas, esse em especial possuía uma bela fonte com uma agua de tal azul que parecia tinta, a agua da fonte caia por terra umedecendo o jardim e suas flores rebeldes e frondosas.

– soube que você e ateniense

O ladrão pergunta.

– sim porque?

– e seus olhos exalam a morte

Alyssa olhou preocupada para o ladrão, ela ajeitou o tapa-olho para tentar disfarçar seu olho escondido o máximo possível.

– essa fonte combina completamente com você.

–porque? – ela olha desconfiada.

– quando Atenas foi criada Teseu, seu rei, tinha que escolher seu Deus patrono, dois deuses entraram na disputa, Poseidon e Atena. – O ladrão relembrou.

– conheço esse mito. – ela comenta — Poseidon como presente deu uma fonte de agua salgada e Atena uma oliveira, Teseu escolheu a oliveira.

– uma garota instruída nos mitos pelo o que vejo, então ateniense, admire a fonte de Poseidon.

Alyssa não acreditava que estava olhando, a fonte simples, criada por um tipo de mármore que ela não conhecia, oriunda somente no mais profundo lugar do mar egeu.

– depois que Teseu rejeitou a fonte ela foi trazida para cá, estranhamente suas agua mudou sua essência, em vez de sal, agora ela produz coragem.

– serio? — Ela olhou curiosa mais ainda para a fonte.

– agora ela e chamada agora de fonte da esperança, pois quem a bebem nunca mais desistem de seus objetivos, mas a quem diga que os mais sábios ou os mais pessimistas a chamas de fonte dos tolos.

A entrada do jardim e arrombada com a entrada de diversos guardas impedindo que a Alyssa perguntasse porque, ela olhou para todos os lados mas seu companheiro havia desaparecido, e ela estava sendo presa.

Enquanto isso Helena tinha acabado de desfrutar um almoço com a própria rainha, sua cabeça ainda girava com a conversa, era claro o interesse da rainha por ela, mais nada aconteceria antes do final do torneio, enfim após tanto sofrimento, finalmente ela achava que era sua vez de provar seu valor, distraída ela acabou tropeçando em um guerreiro, institivamente ela sacou sua adaga para lançar um ataque mais o guerreiro desviou com uma espécie de taça, afim de não perder para ninguém ela voltou a atacar, mas o mesmo bloqueio a impediu.

– epa, calma garota

Helena pensou se devia continuar o ataque, mais pelo visto apenas sua adaga não seria suficiente

– desculpe, testando meus reflexos apenas.

– e estão bem afiados pelo visto. – ele comenta

– Helena. – ela se apresenta.

– Lucas.

Ela não se lembrava dele entre os 16, mais sua habilidade em lutas sem dúvida o classificava para tal, ela tinha que tomar cuidado.

–você e de onde?

– Tebas – ele responde.

– serio? Mas como? Pensei que não tinha tido sobreviventes do ataque de Tebas.

– na verdade sobreviveu um, e infelizmente não estava na hora, nasci la, mas não tenho casa deste que me lembro por gente.

A tristeza no olho do Lucas comoveu a jovem guerreira, ela sabia o que era não ter um lar, estava vivendo aquilo nesse exato momento, deste daquele dia em que foi expulso de Atenas, deste o dia que sua própria mãe a rejeitou.

A conversa continua ambos contando sobre o que tinham achado da cidade, quais cidades já tinham visitados e quais desafios aviam encarados, Lucas por estar viajando a mais tempo tinham mais histórias para contar, e não se surpreendia tanto com as aventuras da Helena, algo que a surpreendeu bastante pois aquilo que ela tinha enfrentado não tinha sido fácil, ela ainda tinha marcas da última besta que tinha encarado seu caminho antes de atlântica, e os moradores da vila ainda comentavam da brutalidade que a luta havia sido.

Mal os dois perceberam que tinham saído do castelo e chegado no cais, o sol da manhã brilhava agradavelmente no céu, aquele ponto especifico do porto estava vazio, algo não muito raro considerando o tamanho do anel superior, eles se sentaram na beira e apreciaram o vento da mare, tudo estava tranquilo, mas aparentemente aquela região não estava vazia a toa.

De um instante para o outro o clima mudou, as aguas tranquilas começaram a se agitar, os instintos de Lucas e Helena os alertaram, eles se posicionaram em posição de combate bem a tempo de seu inimigo chegar, uma serpente de 5 metros ergueu com as presas cheias de veneno para desferir.

O tamanho diminuía um pouco a velocidade do ataque da serpente, mais não deixava menos mortal, todas tentativas de investida do casal se tornava falho pelo mínimo ataque do mostro, mas a junção de dois guerreiros andarilhos, numa jogada de sorte a adaga da helena arranhou o corpo da serpente, era só isso que ela precisava, a serpente começou a se corroer de dor, Lucas pegou seu cálice, derramando um liquido pela garganta do mostro a matando imediatamente.

– o que tem nesse cálice? – helena pergunta.

– vinho

Lucas responde simplesmente enquanto seu cálice se enchia de novo, mais desta vez ele bebeu o conteúdo tranquilamente

– vamos, a batalha estar para começar.

Ambos seguiram em direção ao castelo em direção a arena de duelo, ao mesmo tempo que eles voltavam o ladrão ria segurando um vidro com a agua da fonte enquanto a Alyssa levava a culpa, se ele estivesse sozinho os guardas revirariam o jardim até achar a passagem secreta a qual ele tinha usado para sair, o conto do mito serviu para a distrair enquanto ele partia, e os gritos dela serviriam para avisar a Rainha que mais um roubo no castelo tinha sido executado, e que ela não poderia o culpar novamente, para comemorar o Ladrão resolveu fazer mais uma vítima, olhando em volta viu uma garota que os olhos refletiam o ceu, sem dúvida uma joia maior do que qualquer outra que ele poderia roubar, mas teve de se contentar com a bolça de dinheiro dela.

– um, dois, três...

Ele começou a contar o tempo que ela levaria para perceber o roubo

– Ladrão, ladrão.

“Cinco” até que ela tinha sido o mais rápido que a maioria das pessoas, o ladrão iniciou a corrida com sua mais nova vítima as suas costas.

Por conhecer mais a região, o ladrão levava vantagem, mais a estranha também era altamente rápida, qualquer distancia que o ladrão conseguia ela diminuía facilmente, num destes momentos de vantagens uma garota se aproximou dele

– Ladrão, precisamos conversar sobre a competição.

– agora estou correndo me segue.

Ambos correm fugindo da garota com olhos de céu, em outra vantagem que conseguiram o ladrão permite a garota falar.

– o que você quer?

– quero desistir do concurso

– o que? Depois do que você me pagou para conseguir entra?

– eu vou encarar o Ivo, discípulo daquele mostro do Aldebaram, vou morre no primeiro instante.

O soar da trombeta indicou o início do torneio, e o ladrão teve sua ideia para se livra de dois problemas de uma vez.

– enfrente essa garota que nos persegue e o problema será resolvido

–quem?

A garota com os olhos cor do ceu finalmente os alcança e encara a outra dando tempo para o ladrão fugir de vez, ele chega no torneio e senta numa poltrona com bela vista ao lado de Lucas.

– o que eu perdi?

Lucas bebia em seu cálice habitual.

– apenas a apresentação dos 16, agora será anunciado as batalhas.

Quase ao mesmo temo a Rainha Safira anunciava.

– primeira batalha será das trevas, ela, de Atenas, ele, de Esparta, se fosse apenas isso a rivalidade entro os dois seria imensa se não fosse outro motivo. – ela esperou todos se posicionarem para escutar melhor – o mesmo sangue corre em suas veias, povo de Atalntica, eu lhes apresento os filhos do Deus da morte Alyssa de Atenas e Lukas de Esparta para uma luta entre a morte

Alyssa quase desmaiou quando viu que o garoto que a ajudou na primeira prova era seu meio irmão, por parte de mãe ela tinha um irmão também, mas esse outro a causava pesadelos até hoje. Ambos se posicionaram para a batalha, decidida a lutar com tudo ela tirou seu tapa-olho para liberar sua maldição.

No início, o caos das mentes de centenas de pessoas a invadiu, seu olho esquerdo brilhava num tom vermelho sangue enquanto lia a mente de todos presente, mas alyssa já esperava por isso, ela se concentrou para o olho focar no seu inimigo, saber que ele era seu irmão a ajudou a focalizar, mas algo estava estranho, ela não recebia nenhum pensamento dele, a batalha iniciou mas sua mente continuava limpa, de um lado ela adorou a sensação de pela primeira vez na vida não ter uma mínima voz na sua cabeça, mas de outro se preocupou porque não poderia ler seus movimentos.

Mesmo sem sua vantagem a luta continuava sendo apreciada por todos, mas a vitória estava clara, num contra-ataque Lukas acertou a mão da Alyssa que teve a região enegrecida, mas com a mente limpa também ela continuou a atacar sem se preocupar, quando mais a luta continuava mais a mão enegrecia, mas alyssa apenas trocou de mão, quando perdeu sua espada trocou para uma adaga, e quando finalmente caiu apenas se levantou, no fim sua mão estava tao negra quando o ébano e a público calado devido tamanha determinação, a rainha tinha ouvido falar que ela tinha sido encontrada próxima da fonte da esperança, mais quem a julgou foi seu irmão, Orion, não o mesmo que criou a cidade a centenas de anos atrás, mais seu irmão gêmeo a qual tinha e ganhado o mesmo nome pela mãe com esperança que ele se tonasse rei quando fosse maior, algo que nunca aconteceu

– pare a luta — Safira ordenou, se Alysse tinha tocado aquela água ela iria continuar lutando mesmo se os ossos do seu corpo fossem arrancados, e a vitória já estava mais do que decidida, Lukas era o vitorioso. – chamem Beca para ajudar com a mão.

Após os dois saírem a segunda batalha se inicia, era vez de Helena, agradecendo por Lucas de Tebas não estar entre os competidores ela subiu para enfrentar seu inimigo, um homem encapuzado que ela não havia visto no castelo, mais ele sem dúvida a tinha visto.

Lugo retirou sua capa se mostrando para seus dois irmãos, sua investigação estava completa, e já sabia quem era sua vítima, mais para poder executar suas ordens era necessário a proteção do torneio para sua irmã não poder o tocar, mesmo tendo o mesmo poder e ele sendo mais velho, Safira ainda tinha um controle do gelo maior do que ele, e sua morte seria certa, mais contra aquela ateniense seria diferente, ela morreria facilmente.

A luta iniciou já com Lugo criando estacas de gelo para atacar a Helena, ele calculou que a luta não demoraria dez segundos, pois ele já tinha lido todos os movimentos dela e já se posicionava para a interceptar, mas algo estava errado, nenhuma das lanças tinha tocado nela “ como? ” Ele pensou, erguendo sua espada ele avançou nela apenas para ter seu ataque bloqueado, helena podia não ser muito experiente em enfrentar monstros, mais guerreiros era a sua especialidade, e contra esse inimigo ela se transformava em outra pessoa, ela virava aquilo que ela realmente era, a filha de deusa da guerra, a filha de Atena.

Empunhada de uma espada numa mão e uma adaga na outra Helena se demostrava ser superior na luta corporal, fazendo Logo recorrer a sua divindade, mais para isso ela usava dicas que Lucas a avia ensinado durante a sua conversa, sem dúvida ela tinha que agradecer a ele, um golpe era o que ela precisava, era o que ela sempre precisava, ela esperou calmamente a oportunidade e o desferiu, Lugo caiu de dor no chão ao mesmo instante que a adaga Havia tocado seu corpo, o corte tinha sido profundo o fazendo desmaiar de dor, Helena se permitiu olhar para a rainha com convicção que ela seria sua campeã, que que Atlântica teria um anova heroína.

Notas finais
Enfim tive coragem para postar o segundo capitulo, desculpem o titulo porque estou sem criatividade u.u Duvidas, comentários, elogios, xingamentos, estejam a vontade para fazer, até o próximo capitulo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.