pov. Kat

Agora eu que vou narrar essa bagaça. Me chamo Katherine De La Rosa, filha de Dionisio, tenho 14 anos e minha melhor amiga é a Isa.

Depois de todo aquele blá ,blá ,blá, fomos ao beco diagonal e compramos os nossos materiais. E no dia 1º de setembro nós fomos até a plataforma nove e meia. Ou melhor, agente tentou achar a plataforma nove e meia. Até que vimos uma senhora ruiva com tres garotos ruivos, um garoto moreno de oculos e uma menina ruiva.

– Vamos, meninos, rapido que o trem já vai partir — valou a senhora — Fred, você primeiro. — um dos ruivos foi correndo entre as plataformas 9 e 10 e desapareceu.

– Maneiro — murmurou Isa.

– Com licença, senhora — falei — A senhora sabe onde fica a plataforma nove e meia?

– Claro. É só atravessar essa coluna e vocês já estão lá.

– Serio? — perguntei incredula.

– Claro — falou a senhora — Mas vocês não estão no primeiro ano, estão?

– Sim — respondeu Isa — Descobrimos a pouco tempo que somos bruxas. Me chamo Isabelle Velasquez e essa é Katherine De La Rosa, somos semideusas, mas nossas mães são bruxas.

– Vocês são filhas de Madalena Velasquez e María De La Rosa?

– Sim — respondi — A senhora conheceu as nossas mães?

– Sim, lutamos juntas contra Você-sabe-quem. Mas vamos antes que o trem parta.

Atravessamos a coluna e chegamos em outra estação.

– Agora vamos abalar nessa escola. — sussurei para Isa.

– Pode crêr, cara de uva — falou Isa.

– Muito original, cara de bacalhau — rebati.

– Agora vamos. — entramos no trem e achamos uma cabine vazia.

– Então o que vamos fazer? — peguei uma caneta e um papel para anotar.

– Não sei, mas tem que ser algo muito bom. Como colocar flor de lotus na comida só para deixar os alunos doidões. — falou Isa.

– E onde vamos conseguir flor de lotus, gênia? — perguntei ironicamente e ela tirou uma mochila Hades sabe de lá onde e abriu. Tava cheia de flores de lotus.

– Acha mesmo que eu iria sair do acampamento sem as minhas flores de lotus? Troquei com os Stoll's pelo video do Percy dançando na boquinha da garrafa.

– O que é isso na sua mochila? — perguntou um garoto loiro com dois garotos que pareciam uns armarios, entrando na nossa cabine.

– Não te interessa — falei.

– Quem são vocês? — perguntou superior.

– Quem é você? — perguntou Isa.

– Eu sou Draco Malfoy.

– Malfoy e já voltou? — brincou Isa.

– Olha o jeito que você fala comigo, sangue-ruim — colocou as mãos em cima de uma mesa que havia ali e se inclinou para a frente. Eu e Isa nos entreolhamos, sacamos as adagas e cravamos entre os dedos dele. Eu o peguei por um braço e ela por outro e o prensamos na parede.

– Olha aqui você, seu mortal estupido — falei — Cuidado, como fala com a gente, ouviu bem? — largamos ele e voltamos a nos sentar como se nada ouvesse acontecido.

– Vocês falam mortal como se não fossem — falou tentando recuperar o orgulho.

– Deixe que eu explico — falou Isa — Eu sou Isabelle Velasquez, filha de Poseidon e essa é Katherine De La Rosa, filha de Dionisio. Somos semideusas, seu mortal estupido. Temos sangue divino, agora me fala quem é o sangue-ruim?

– E por que andam armadas?

– Por que já viu um meio-sangue andar desarmado? — perguntei.

– E você não me respondeu o que tem na mochila.

– Quanto a isso... — falei e olhei para Isa, falamos juntas.

– NÃO TE INTERESSA.

O garoto e os armarios sairam da cabine e eu e Isa caimos na gargalhada.

– Você viu a cara dele? Ele tava morrendo de medo da gente.

– Ele tem medo porque nós somos phodas! ú.ú — respondi me achando like a diva.

pov. Kat

Agora eu que vou narrar essa bagaça. Me chamo Katherine De La Rosa, filha de Dionisio, tenho 14 anos e minha melhor amiga é a Isa.

Depois de todo aquele blá ,blá ,blá, fomos ao beco diagonal e compramos os nossos materiais. E no dia 1º de setembro nós fomos até a plataforma nove e meia. Ou melhor, agente tentou achar a plataforma nove e meia. Até que vimos uma senhora ruiva com tres garotos ruivos, um garoto moreno de oculos e uma menina ruiva.

– Vamos, meninos, rapido que o trem já vai partir — valou a senhora — Fred, você primeiro. — um dos ruivos foi correndo entre as plataformas 9 e 10 e desapareceu.

– Maneiro — murmurou Isa.

– Com licença, senhora — falei — A senhora sabe onde fica a plataforma nove e meia?

– Claro. É só atravessar essa coluna e vocês já estão lá.

– Serio? — perguntei incredula.

– Claro — falou a senhora — Mas vocês não estão no primeiro ano, estão?

– Sim — respondeu Isa — Descobrimos a pouco tempo que somos bruxas. Me chamo Isabelle Velasquez e essa é Katherine De La Rosa, somos semideusas, mas nossas mães são bruxas.

– Vocês são filhas de Madalena Velasquez e María De La Rosa?

– Sim — respondi — A senhora conheceu as nossas mães?

– Sim, lutamos juntas contra Você-sabe-quem. Mas vamos antes que o trem parta.

Atravessamos a coluna e chegamos em outra estação.

– Agora vamos abalar nessa escola. — sussurei para Isa.

– Pode crêr, cara de uva — falou Isa.

– Muito original, cara de bacalhau — rebati.

– Agora vamos. — entramos no trem e achamos uma cabine vazia.

– Então o que vamos fazer? — peguei uma caneta e um papel para anotar.

– Não sei, mas tem que ser algo muito bom. Como colocar flor de lotus na comida só para deixar os alunos doidões. — falou Isa.

– E onde vamos conseguir flor de lotus, gênia? — perguntei ironicamente e ela tirou uma mochila Hades sabe de lá onde e abriu. Tava cheia de flores de lotus.

– Acha mesmo que eu iria sair do acampamento sem as minhas flores de lotus? Troquei com os Stoll's pelo video do Percy dançando na boquinha da garrafa.

– O que é isso na sua mochila? — perguntou um garoto loiro com dois garotos que pareciam uns armarios, entrando na nossa cabine.

– Não te interessa — falei.

– Quem são vocês? — perguntou superior.

– Quem é você? — perguntou Isa.

– Eu sou Draco Malfoy.

– Malfoy e já voltou? — brincou Isa.

– Olha o jeito que você fala comigo, sangue-ruim — colocou as mãos em cima de uma mesa que havia ali e se inclinou para a frente. Eu e Isa nos entreolhamos, sacamos as adagas e cravamos entre os dedos dele. Eu o peguei por um braço e ela por outro e o prensamos na parede.

– Olha aqui você, seu mortal estupido — falei — Cuidado, como fala com a gente, ouviu bem? — largamos ele e voltamos a nos sentar como se nada ouvesse acontecido.

– Vocês falam mortal como se não fossem — falou tentando recuperar o orgulho.

– Deixe que eu explico — falou Isa — Eu sou Isabelle Velasquez, filha de Poseidon e essa é Katherine De La Rosa, filha de Dionisio. Somos semideusas, seu mortal estupido. Temos sangue divino, agora me fala quem é o sangue-ruim?

– E por que andam armadas?

– Por que já viu um meio-sangue andar desarmado? — perguntei.

– E você não me respondeu o que tem na mochila.

– Quanto a isso... — falei e olhei para Isa, falamos juntas.

– NÃO TE INTERESSA.

O garoto e os armarios sairam da cabine e eu e Isa caimos na gargalhada.

– Você viu a cara dele? Ele tava morrendo de medo da gente.

– Ele tem medo porque nós somos phodas! ú.ú — respondi me achando like a diva.

Notas finais
Kat: E é assim que se mete medo em um bruxo. Isa: E se tiver alguem lendo, comente.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.