Semideusa Perdida
6 Capítulo 5
Angela deixou marina em frente ao seu chalé. A menina de olhos verdes mar percebeu que viveria sozinha naquele lugar, já que seu irmão lhe dissera que logo iria embora pra morar com sua namorada Annabeth. Ela tinha medo da solidão, mas algo lhe dizia no fundo de seu coração que poderia contar com Angela a vida inteira. Porém sabia que a garota de olhos cor de mel guardava algum segredo.
Assim que ela terminou de se aprontar para o jantar, Angela bateu em sua porta:
- Entre.
- Uau!!! Isso aqui é tão grande e espaçoso! Bem diferente do meu chalé.
- Qual é o seu chalé?
- Onze, para os filhos de Hermes e os indeterminados.
- Indeterminados?
- Sim, são semideuses que ainda não foram reclamados por seus pais deuses.
- Isso é muito triste… — Marina sentiu um pesar em seu coração. Como pode um pai não querer reconhecer seu filho?
- É sim,Mar. Mas graças ao seu irmão isso acaba quando o semideus faz treze nos,os deuses são obrigados a reclamar seus heróis.
- Por que aos treze?
- É a idade em que os monstros começam a atacar nossas crianças.
- Entendo…
- Eu sei é complicado, mas logo você vai se acostumar, prometo.
Angela transbordava confiança e Marina se sentia cada vez mais confortável ao lado dela.
— Agora… Precisamos ir ou vamos nos encrencar.
Enquanto as duas iam em direção a sala de refeições, a garota de aparência angelical que Marina havia visto mais cedo as alcançou.
— Angela, eu preciso falar com você.
— Não temos nada pra conversar, Solar.
- Por favor, eu posso explicar! Por favor, Angel! — A garota encostou sua testa na testa de Angela e começou a sussurrar pedidos de desculpas. — Me desculpe eu posso te explicar… Eu posso te explicar.
A amiga de Marina se afastou da garota.
— Eu não posso te ouvir agora, Solar.Temos que nos juntar aos outros.
A garota chorava desconsolada e Angela por mais incrível que parecia não demonstrava se importar. Marina não sabia se a amiga realmente não se importava ou se apenas fingia que não ligava.
- Olha pra min — disse Angela — Olhe pra min! Enxugue essas suas lagrimas de boa atriz que você é e vá se juntar aos seus irmão.
- Angel…
Mar se sentia uma intrusa e ao mesmo tempo tristeza pela garota, por que Angela está sendo tão fria com ela? Ela parecia realmente arrependida de ter feito seja lá o que for. Ela sentiu sua amiga pegar sua mão e leva-la para longe.
- Não se preocupe,os filhos de Apolo sabem bem como interpretar, não acredite em tudo que eles dizem.
- O que ela fez?
A garota a encarou.
- Você não precisa saber de tudo que acontece. Agora vamos.
Angela deixou marina em frente ao seu chalé. A menina de olhos verdes mar percebeu que viveria sozinha naquele lugar, já que seu irmão lhe dissera que logo iria embora pra morar com sua namorada Annabeth. Ela tinha medo da solidão, mas algo lhe dizia no fundo de seu coração que poderia contar com Angela a vida inteira. Porém sabia que a garota de olhos cor de mel guardava algum segredo.
Assim que ela terminou de se aprontar para o jantar, Angela bateu em sua porta:
- Entre.
- Uau!!! Isso aqui é tão grande e espaçoso! Bem diferente do meu chalé.
- Qual é o seu chalé?
- Onze, para os filhos de Hermes e os indeterminados.
- Indeterminados?
- Sim, são semideuses que ainda não foram reclamados por seus pais deuses.
- Isso é muito triste… — Marina sentiu um pesar em seu coração. Como pode um pai não querer reconhecer seu filho?
- É sim,Mar. Mas graças ao seu irmão isso acaba quando o semideus faz treze nos,os deuses são obrigados a reclamar seus heróis.
- Por que aos treze?
- É a idade em que os monstros começam a atacar nossas crianças.
- Entendo…
- Eu sei é complicado, mas logo você vai se acostumar, prometo.
Angela transbordava confiança e Marina se sentia cada vez mais confortável ao lado dela.
— Agora… Precisamos ir ou vamos nos encrencar.
Enquanto as duas iam em direção a sala de refeições, a garota de aparência angelical que Marina havia visto mais cedo as alcançou.
— Angela, eu preciso falar com você.
— Não temos nada pra conversar, Solar.
- Por favor, eu posso explicar! Por favor, Angel! — A garota encostou sua testa na testa de Angela e começou a sussurrar pedidos de desculpas. — Me desculpe eu posso te explicar… Eu posso te explicar.
A amiga de Marina se afastou da garota.
— Eu não posso te ouvir agora, Solar.Temos que nos juntar aos outros.
A garota chorava desconsolada e Angela por mais incrível que parecia não demonstrava se importar. Marina não sabia se a amiga realmente não se importava ou se apenas fingia que não ligava.
- Olha pra min — disse Angela — Olhe pra min! Enxugue essas suas lagrimas de boa atriz que você é e vá se juntar aos seus irmão.
- Angel…
Mar se sentia uma intrusa e ao mesmo tempo tristeza pela garota, por que Angela está sendo tão fria com ela? Ela parecia realmente arrependida de ter feito seja lá o que for. Ela sentiu sua amiga pegar sua mão e leva-la para longe.
- Não se preocupe,os filhos de Apolo sabem bem como interpretar, não acredite em tudo que eles dizem.
- O que ela fez?
A garota a encarou.
- Você não precisa saber de tudo que acontece. Agora vamos.
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