Sem nome
1 Prólogo
Notas iniciais
BOA LEITURA!
Não sei quando exatamente só sabia de como havia me tornado nisso. Bem não sei exatamente em que me tornei era confuso. Talvez só para mim. Mas quando tudo isso começou eu era apenas uma estudante do ensino médio. Estava no primeiro ano, minha mãe acabará de falecer. 14/01/2010. Bem eu não chorei, nem mesmo quando estava sozinha. Vocês podem achar uma sem sentimentos, mas admirava e amava ela, bem ainda a amo e admiro. Só não achava necessário as lagrimas, ela sabia eu sabia todos sabia que uma hora ou outra isso iria acontecer, mas eu estava sozinha sem ninguém. Absolutamente só no mundo. O juiz havia decretado que iria para uma casa de doação. Fiquei por lá três longos meses. Fui adotada por um casal jovem e apaixonante.
Então foi ai que eu realmente comecei a mudar.
Christine e Tonny. Um lindo casal. Perfeitos. Mas eles eram isso e uma pequena coisa que escondiam muito bem de todos. Eles eram da máfia. Da máfia italiana. Estava nos EUA para negócios e foi ai que tiveram a brilhante idéia de me adotarem.
Pra ser sincera amava eles assim como amava Lisa minha mãe biológica. Gostava deles de verdade. E quando fiquei com eles estudei com professores particulares, tinha treinamento de lutas de vários tipos – me lembro que Tonny havia se sentado na beira da cama e perguntando “Cinco. Cinco estilos de lutas escolha bem elas e me diga” e foi ai que comecei a treinar – tinha treinamento com armas deis das com pólvora e deis as com laminas ou sem. Levei um ano e meio para estar na altura dele ou perto.
Christine me ensinou tudo que ela sabia, deis de jogos de cartas deis ao jogo de sedução. Era engraçado vê-la “seduzindo” Tonny, era simplesmente hilário, Tonny sempre acabava dizendo “Você quer seduzir quem? Lembre-se que não há o que ser seduzido” e a beijava entre os risos dela.
Ate que quando voltávamos para a Itália após minha festa de “formatura” um caminhão veio na contra mão, mas o mais incrível era q o cara do caminhão havia pulado dele uns segundos antes de tudo que eu ver era flashes dos piscares de olhos o carro caindo à ribanceira, girando e girando e tudo que minha mãe fazia era me abraçar me protegendo.
E quando parou ela estava morta já, e ele estava quase se indo também e tudo que disse foi: “Qu... eri... da! Queria que você continuasse tudo que és meu, mas... mas quero que tu vivas como quês, não importa como ela seja. Apenas sobreviva para que viva.Saia. Fuja.”
E esse foi seu ultimo pedido.
Eu fugi dali deixe-os. Meu colar de filha um pequeno símbolo da máfia, eu havia deixado La com eles. Se era pra sair deixar a máfia tinha que deixar tudo não importava o significado que tinha.
O carro explodiu e no dia seguinte eu. Demétria Blanc Facchin havia morrido, junto com eles.
Fale com o autor