Sem Culpas, Apenas Amor.

18 Cap.17 — Sigam o plano! — Todos


Notas iniciais
Sim, temos cap. novo (presentinho para vocês amores). Um cap. um pouco mais denso comparado aos demais, mas foi necessário fazê-lo assim. E eu espero de coração que curtam. ⚠️Contém menções a violência e palavras de baixo calão ⚠️ ⚠️ Os termos técnicos usados neste capítulo não representam a realidade de suas aplicações na vida real ⚠️ Agora vamos ver como se desenrolou essa "treta" Nos vemos no final do cap. Boa leitura amores!

~Flash Back On~

A Annya estava pronta e finalmente decidiu ir até eles no apto. em frente, então ela abre a sua porta e assim que o faz ela vê parados ali quatro homens que ela nunca viu antes, eram grandes, altos e usavam terno preto exatamente como os que a espancou até que perdesse seu bebê anos atrás e ao vê-los ela paralisou, ela até pensou em gritar por socorro mas como se lê-se seu pensamento o mais à frente de todos levou um dedo a boca fazendo sinal para que ela não gritasse e pelo olhar que ele colocou nela ela entendeu que se o fizesse estaria morta, e com um empurrão ela voltou para dentro de seu apto. e os quatro entraram logo atrás de si, indo com ela até o sofá e a sentando ali de forma brusca, ela estava aterrorizada e tremendo muito, então o que se encontrava mais atrás veio até a mesa de centro dela e colocou ali um laptop; o abriu, clicou em algo que parecia um "App" de chamada de vídeo e não demorou muito para que ela visse uma figura familiar na tela daquele aparelho em sua frente.

— Pai! Não! Meu Deus não! Pai, pai o Sr. está bem?

Ela estava em desespero, seu pai amarrado pelos braços sem camisa e aparentemente com hematomas pelo corpo estava sendo segurado pela cabeça por outro capanga da família Bang e do outro lado a figura odiosa do Sr. Bang Yoonsung com aquele maldito semblante imutável como se fosse uma muralha sem sentimento algum.

— Achei que tivesse sido claro com você sua vadia, achei que você amasse seu pai, mas pelo que vejo não dá a mínima para esse velho fracassado.

Os olhos dela se encheram de lágrimas e estas começaram a rolar seu rosto sem esforço algum de sua parte.

— Sr. Bang Yoonsung, por favor eu implo...

— Cale a boca, não dei permissão para que falasse — Ela arregala os olhos para a tela que mostra seu pai sendo socado pelo forte capanga ali e ela geme em um choro culpado. — O que vai acontecer é o seguinte, esses aí vão colocar uma escuta em você e você vai conversar com aqueles imbecis que te esperam no apto. do Seo, você não vai falar nada sobre o que aconteceu aqui, vai agir normalmente e eu quero ouvir tudo o que eles têm a te dizer, e em seguida eu vou ouvi-la os rejeitando então seja convincente; e depois disso você terá dois dias para sumir desse condomínio ou então seu pai morre, e não tente nenhuma gracinha.

Não houve tempo para súplicas da parte da Annya, assim que o velho acabou de falar a imagem na tela desapareceu, os capangas a levantaram bruscamente e colocaram nela algo mínimo por de baixo de sua blusa que nem ela mesmo notaria se não estivesse vendo ser colocado ali e depois disso os capangas nada mais fizeram, apenas pegaram o laptop e saíram de seu apto. a deixando só e em completo desespero.

~Flash Back off~

...

~Momento atual~

Ela novamente mandou uma mensagem a eles.

Me —

Por favor continuem falando.

Os olhares deles eram de pânico, as lágrimas que desciam pelo rosto da amada deles foram limpas por ela mesma, e voltando a sua postura ela continuou com o que precisava ser feito.

— Eu não posso fazer parte da vida de vocês, não os mereço, e por mais que digam que eu mereça eu não acredito, o amor não foi feito para mim e vocês precisam me entender, mas o que me fez tomar essa decisão mesmo foi o fato de haver a possibilidade da amizade de vocês se prejudicar por minha culpa, como eu disse eu de fato gosto muito de cada um de vocês, mas isso não tem a menor possibilidade de dar certo, então se me dão licença.

Ela se levanta e se vira para sair dali eles continuam mandando mensagens para ela, mas ela não olha e não responde.

— Gatinha eu não vou deixar você sair daqui, dane-se se não quer ficar com a gente, mas... — Ele piscou para todos entenderem que ele estava indo na onda para que quem os ouvisse acreditasse que eles estavam sendo rejeitados por ela.

— Deixe-a ir Lino — o Chris falou em um tom de profunda tristeza. — Ela não nos quer, não podemos fazer mais nada.

Ele a olhava em desespero, queria entrar em um personagem assim como o Minho tinha feito para ajudá-la a salvar o pai dela o quanto antes, mas o que queria mesmo era correr até ela e abraçá-la.

— Pequena por favor pense melhor eu te imploro — O Changbin tinha os olhos marejados, ele também estava fingindo ou talvez apenas implorando por algo mesmo, mas o peito dele doía demais por não saber bem como protegê-la e isso era completamente visível aos demais. — Mesmo que vá embora agora pense mais sobre isso pequena, nós te amamos tanto.

Ela entendia o que ele queria passar e seu próprio choro aumentou.

— Eu vou com ela, — Ela olhou seu anjo assustada — Não precisamos falar mais sobre isso, mas eu vou com você docinho, ainda sou seu amigo afinal.

Pôr os ver ainda trocando mensagens ela deduziu que isso foi em como um acordo então resolveu acatar.

— Que seja anjinho, mas nós realmente não falaremos mais sobre isso, eu tomei minha decisão então por favor, respeitem.

— Tudo bem.

Antes de ir todos eles se olham cúmplices e os três que vão ficar olham uma última vez para a Annya tentando passar para ela que tudo ficará bem e recebem de volta o olhar mais triste que ela poderia carregar e isso os machucou profundamente.

— Vamos.

...

O Minho estava muito nervoso e assim que os dois saíram de lá ele já foi falando.

— Puta merda isso não poderia ter acontecido, Channie você tá bem cara? Quer alguma coisa?

O olhar do citado estava distante, ele claramente tinha um milhão de pensamentos em sua cabeça agora assim como os demais e ele sabia disso, mas a sua mente estava neste exato momento procurando uma forma de resgatar o pai da Annya que ele deduzia onde poderia estar, mas acontece que ele tinha mais de um lugar em mente o que tornava tudo mais difícil.

— Channie?

A voz do Changbin trouxe ele de volta.

— Temos que verificar os locais onde o meu p.. o Yoonsung costuma levar suas vítimas, Minho está com seu carro?

— Sim Channie.

— Ótimo, me escutem bem, o plano é o seguinte...

...

~No apto da Annya~

— Anjinho eu realmente não entendi, achei que tudo ficaria bem, mas você desistiu... — (segue o plano) ele falou sem voz e de uma forma mais gesticulada para que ela pudesse ler seus lábios. (e olha suas mensagens).

— Você prometeu que não falaríamos mais sobre isso maluquinho — Ela abriu suas mensagens e tinha um grupo formado com os cinco, ela entrou nele para ler o que diziam lá.

— Eu sei, eu sei, me desculpe, mas não consigo entender eu sei que você nos ama. — Ele levantou o queixo dela para que ela o olhasse (tire a escuta).

— Hyunjin por favor pare com isso, preciso ir ao banheiro me espere aqui.

Ela foi até seu banheiro, entrou e trancou a porta.

— Estamos só eu e o Sr. agora, e sei que ainda me ouve, mas agora vou tirar essa escuta, eu já fiz o que me pediu para fazer e não voltarei atrás, em dois dias estarei longe daqui, mas quero meu pai de volta.

O telefone dela toca e ela atende um número desconhecido.

— Jogue a escuta na privada e dê descarga agora.

Ela assim o faz e o som da descarga é ouvido pelo velho do outro lado da linha.

— Agora me escute bem, se fizer qualquer gracinha seu pai morre, se contar a eles seu pai morre, e se em dois dias você não tiver desaparecido da vida desses quatro idiotas seu pai e o Hwang morrem.

Ela petrificou, agora além de seu pai o seu anjinho estava sendo ameaçado e ela chorou.

— Mas principalmente se você voltar a aparecer na vida do meu filho eu matarei o Hwang, o Lee e o Seo, você me entendeu?

— Sim Sr.

— Você vai sair desse banheiro, vai beijar apaixonadamente o idiota do Hwang e fingir que nada disso aconteceu, transe com ele se preciso for e se despeça, em dois dias vou te ligar para saber para onde enviarei seu pai você me entendeu?

— Sim Sr. — Ela estava chorando, mas não deixou que sua voz trêmula a denunciasse.

— Agora saia desse banheiro “princesinha”.

Ele desligou e ela quis gritar, espernear, aquilo não estava acontecendo, era apenas um pesadelo.

Ela saiu do banheiro e correu para os braços do seu anjo.

— Jinnie estamos perdidos, eu estou ferrada e agora ele está ameaçando todos vocês também.

Ele a abraçou forte e beijou sua cabeça.

— Anjinho se acalme por favor nós não vamos deixar que nada de mal aconteça a você ou ao seu pai.

— Amor você não entende, ele ameaçou matar vocês também, eu preciso dar o fora daqui.

— Não, você não vai a lugar nenhum.

— Sim eu vou Hyunjin, ele me deu dois dias para desaparecer ou vocês morrem, meu pai morre, eu não vou arriscar.

O telefone do Hyunjin toca.

— Oi Channie, você está bem?

— Sim estou, na verdade isso não importa agora, não saia do lado dela, de forma alguma, os capangas do meu pai estão vigiando a frente do condomínio.

— Certo, e esse barulho vocês saíram?

— Sim, meu pai tem quatro lugares onde deixa suas vítimas presas em cativeiro, o Binnie foi verificar um e o Minho outro eu vou no principal primeiro e se não acharmos nada em nenhum desses vamos para o último.

— Certo.

— Fique com ela, não a deixe ir embora daí ainda hoje resolveremos isso.

— Channie cuidado por favor, e fale para os outros se cuidarem também.

— Pode deixar anjo, vamos nos cuidar, agora cuide para que ela não se desespere mais.

— Fale com ela vou colocar no viva voz.

— Princesa?

— Oi príncipe... — Sua voz tremia assim como todo seu corpo.

— Quantos dias ele te deu para sumir?

— Dois.

— Tente ficar tranquila e por favor fique grudadinha no Jinnie está bem? Ele é seu anjinho, não é?

— Sim príncipe, mas...

— Nada de mais princesa, me dê vinte e quatro horas se eu não resolver isso pensamos em para onde você poderá ir.

— Channie...

—Você ainda confia no seu príncipe amor?

— Confio...

— Então por favor faça tudo que o Jinnie te pedir para fazer.

— Está bem.

— Seus outros dois amores estão protegidos também, não se preocupe sim?

— Como eles... deixa, não precisa me dizer nada.

— Apenas confie meu amor.

— Está bem.

— Eu te amo muito princesa.

— Eu também te amo muito príncipe.

— Jinnie?

— Oi Channie.

— Você se lembra do que conversamos?

O Hyunjin respira fundo.

— Sim eu me lembro.

— Certo, se cuide Hyunjinnie.

— Você também Channie.

...

~Flash Back on Christopher e Hyunjin~

Na noite em que o Hyunjin revelou a eles sobre terem a mesma mulher sendo a dona de seus corações ao saírem da casa do Changbin o Christopher ofereceu carona ao mais alto que aceitou de bom grado a gentileza do amigo.

...

— Jinnie, é o seguinte eu estou movendo uma ação contra minha família e uma especificamente contra meu pai, — O mais alto o encarava esperando que continuasse — Como você sempre soube eu passei todos esses anos reunindo provas contra eles sobre as falcatruas de suas empresas e vai por mim tem coisa a Bessa, mas eu também reuni provas contra meu pai sobre os crimes que ele cometeu como sequestro, tortura, assassinato, enfim, e depois que me reencontrei com a Annya e ela me falou do nosso filho eu falei com meus colegas na polícia e consegui as imagens dela sendo espancada.

— Meu deus Channie você precisou ser muito forte lobinho. — Ele queria abraçar seu amigo e só não o fez pois ele estava ao volante.

— Eu estou bem Jinnie, não olhei tudo até o fim pois não conseguiria, mas vi o suficiente para reconhecê-la e enviei todas as cópias das provas para o Juiz que está responsável pelo caso, algo extraoficial, mas o Juiz é como um pai para mim e ele sempre disse querer pegar meu pai de jeito então ele vai me apoiar nisso.

— Sabe que não entendo bem dessas coisas né? — o motorista sorri em afirmação — Mas fico feliz que você terá ajuda.

— Todos nós teremos, o delegado local está em alerta, qualquer movimentação do meu pai depois que ele receber a intimação nós todos receberemos proteção.

— Entendi... Nossa eu me sinto em um filme de ação.

Eles sorriem juntos.

— Infelizmente isso é a vida real Jinnie e por isso que eu precisava falar com você.

O mais alto o encara.

— O que você precisa lobinho?

—Jinnie quando a coisa ficar feia e ela vai ficar, a Annya será ameaçada, ela vai ser coagida a fugir e eu não duvido nada que meu pai use o dela para isso ou até mesmo a gente e se isso acontecer mesmo você precisará leva-la a um lugar seguro e ficar lá com ela até que tudo acabe.

— Meu deus Channie e você?

— Me prometa que vai seguir meu plano sem nenhuma alteração?

— Claro que prometo.

— Certo, o primeiro sinal que eu vou te dar é pedir vinte e quatro horas para a Annya, isso vai significar que o Binnie e o Lino já estão a salvo mesmo que eu fale que eles estão fazendo algo, se eu pedir vinte e quatro horas é porque eles já fizeram o que eu pedi e estarão seguros.

— Certo.

— Mas você não pode falar nada para a Annya, ela não pode saber do que realmente está acontecendo para não se alarmar ainda mais.

— Está bem.

— Se tudo correr bem antes dessas vinte e quatro horas eu ligo dando as novas notícias, mas se por acaso algo der errado antes dessas mesmas vinte e quatro horas você vai receber uma caixa, vai pegar essa caixa e seguir com a Annya para onde as orientações nela mandarem e Jinnie se não houver notícias minhas nem a caixa dentro desse período é por que eu morri.

O Hyunjin se alarmou com o final das instruções

— Caramba, eu vou rezar para que você ligue, não quero caixa nenhuma e pelo amor de deus não morra lobinho.

— E eu queria mesmo que nem precisássemos colocar o plano em prática.

— É seria bem melhor assim.

— Bom e fora tudo o que eu te disse você promete que vai se cuidar e cuidar dela?

— Ai credo Channie parece que você está se despedindo.

— Não, eu não estou me despedindo não seja bobo, eu farei de tudo para que independente do que aconteça no final nós fiquemos todos juntos.

Ele fala já parando o carro pois o destino de seu amigo havia chegado.

— E você Channie, — Ele se vira para olha-lo enquanto tira seu cinto. — Promete que vai se cuidar também?

— Prometo sim. — Ele sorri olhando para seu amigo.

— Então tá. — Ele vai até ele para se despedir e os dois acabam esbarrando seus rostos de forma desajeitada e ele aproveita para deixar o outro envergonhado dando um selinho nele. — Fique com meu beijinho e aproveite para pensar em um poliamor também, por que você sabe que eu sempre consigo o que quero né?

O Christopher tinha arregalado os olhos pelo susto, mas agora riu pequeno com a cara de pau do seu amigo.

— E você quer que todos nós aceitemos o poliamor?

— Não seria incrível? Todos vocês são gatos eu sou gato e a Annya, que mulher né? Real que eu não reclamaria e a maluquinha muito menos.

— Jinnie sai do carro.

Os dois se abraçam e ele sai fechando a porta e se debruçando na janela.

— Nega que gostou do meu beijinho.

— Te odeio!

— Te amo.

— Também te amo seu chato, não esquece do que combinamos tá?

— Ta bom lobinho, agora vai lá senão eu vou achar que você quer subir comigo.

— Cala a boca Hyunjin

E eles vão cada um para o seu lado falando consigo mesmos.

— Esse anjo é mesmo perigoso... — Ele sorriu por lembrar do selinho que trocaram.

— Tenho certeza que ele gostou do meu beijinho! — Ele sorriu por saber que estava certo.

...

~Flash Back off~

Agora eles estavam se encarando, a Annya só queria desabar e o Hyunjin seria seu colo pelo resto da noite.

— Meu docinho, vamos nos deitar? Você fica no meu colinho e eu vou fazer carinho em você até você dormir

— Dormir? Você acha mesmo que eu vou conseguir dormir? Meu pai está amarrado pelos pulsos Jinnie sendo torturado, eu posso perdê-lo, posso perder vocês; — Ela pausa e as lágrimas voltam a toma-la — Eu não quero perder nenhum de vocês.

— Hey maluquinha, você não vai perder ninguém, — Ele a abraça com força para ela sentir que tem ele bem ali com ela.

— Esse pesadelo nunca vai acabar maluquinho?

Ela estava com seu rosto todo molhado de lágrimas e ele selou seus lábios no biquinho que ela involuntariamente fazia por estar chorando.

— Vai acabar sim meu amor, você vai ver, em breve estará completamente livre.

— Assim espero meu amor, pois eu já estava me acostumando com a ideia de ter vocês e quem sabe até ser realmente feliz.

— Você vai ter todos nós e nós teremos você, seremos felizes e só nisso que precisamos acreditar amorzinho, mas agora vem comigo vamos nos deitar.

Ele a leva para a cama, se deitam e ele a aninha em seu corpo para deixa-la confortável e então ele pega o controle da teve entra no "App" de streaming e coloca um filme para eles.

— Obrigada amor, sério muito obrigada por ficar comigo.

— Não me agradeça docinho, eu nunca vou sair do seu lado, mesmo que você me peça, eu não saio.

Ele deu play em “Jogos vorazes — A esperança parte I” e ela o beijou com carinho por ele ter lembrado de sua promessa de continuar com a saga, ela estava grata pois ele sempre cuidava dela.

E assim eles tentaram se distrair um pouco e como sempre a Annya usaria o filme para organizar sua mente e tentar aquietar seu coração que estava completamente despedaçado.

...

~Escondidos em algum lugar~

Os dois ali chegaram praticamente juntos ao lugar onde se encontravam agora.

— Cara que lugar é esse?

— Ao que parece é o esconderijo do Channie, Lino.

— Bebezinho esse lugar é incrível!

O mais forte o encara sorrindo e seu pensamento é como ele conseguia se atentar ao lugar sendo que só estavam ali por estarem correndo risco de vida.

— É sério que você também vai ficar me chamando de bebê?

— Mas você sempre foi nosso bebê Binnie e agora que estamos todos juntos é mais ainda.

Eles se encaram por um momento e o Minho faz uma carinha para o outro que ruboriza e se sente tímido demais pelo olhar que recebe.

— Você precisa parar com isso Lino, nós estamos no meio de uma situação caótica e...

— Eu sei! — Ele fala quase em um grito desesperado — Eu sei tá bom, mas eu to tentando ficar calmo pois eu sei que se você se desesperar eu tô perdido Binnie.

Ouvi-lo desabar assim deixou o Changbin com vontade de abraçá-lo e então foi o que acabou fazendo.

— Me desculpe Lino, sei que está preocupado com todos nós, eu tô nervoso e você está no mesmo barco que eu e mesmo assim está tentando me distrair, obrigado.

Eles se apertam no abraço e ficam ali por um tempo.

— Binnie como será que os outros estão?

— Não sei, vamos ficar isolados aqui até tudo se resolver, são ordens do Channie.

— Eu odeio isso! Sério! Eu podia ajudar grandão, nós seríamos mais úteis se...

— Se não fossemos pegos pela família Bang, e é por isso que estamos aqui, para evitar que mais poder seja dado ao velho pai do Channie.

— Cara que família de merda que ele tem bicho, sério o Channie não merece nada disso ele é um cara incrível e nasceu nessa porcaria de família idiota e doentia.

— Lino, se acalma está bem? — O mais velho o encara enquanto coça sua cabeça — Vai ficar tudo bem, e eu preciso de você calmo agora.

— Como será que a gatinha está?

— Com certeza péssima Lino, mas o Jinnie está com ela e ele vai cuidar bem dela pra gente.

— Vai né? Ele sempre cuida de todo mundo.

— Sim.

— Eu queria falar com eles.

— Eu também mas vamos obedecer ao Channie está bem?

— Claro que vamos, — Ele para um pouco e dá suas piscadelas costumeiras como quem acabou de ter algo passando em sua mente — Binnie isso tá muito estranho né?

— O que?

— Eu surtando e você me acalmando, geralmente é o contrário.

— É verdade, mas acontece, você está amando pela primeira vez na vida, está frágil a tudo isso e eu o entendo bem, mas você precisa acreditar que vai ficar tudo bem, eu estou aqui com você e vamos nos apoiar certo?

O Minho o olhou com ternura, estava adorando ouvir o timbre mais grave do Seo tentando o acalmar e mesmo sabendo que não era exatamente o momento para aquilo ele que já estava bem próximo ao mais novo apenas selou seus lábios de forma rápida para demonstrar seu agradecimento pelas palavras de conforto vindas do fortão o que o assustou, mas não o repeliu e os dois nada disseram sobre o que acabou de acontecer pois o Minho sabia que isso ia fazer a cabecinha do Binnie trabalhar por horas então eles apenas sorriram um para o outro e resolveram fazer qualquer coisa para se distrair.

...

~Na mansão dos Bang~

Depois que o Changbin e o Minho conferiram os endereços que o Christopher passou para eles retornando com ligações para avisar que não havia nada nos locais para que foram direcionados o mais velho deles lhes enviou um link com a localização de onde se encontrariam e permaneceriam seguros até tudo acabar e como o local que ele estava também se encontrava vazio a dedução era óbvia, seu pai mantinha o pai de sua princesa na masmorra da mansão dos Bang, ele esteve lá algumas vezes em sua vida por pura obrigação de seu pai mas repudiava aquilo tudo com toda sua força, ali eram cometidas atrocidades por aquele que ele tanto admirava quando criança mas que logo percebeu não possuir escrúpulos e não se importar minimamente para o valor da vida humana.

Sabendo o que sabia ele se direcionou para a mansão dos Bang, sua mansão por direito e seria bem ali que tudo iria se resolver.

...

Pelo caminho que percorreu ele fez o que estava planejado, acionou o delegado local, os seus amigos policiais de outros distritos e o Juiz que tanto admirava, se o Christopher pudesse escolher um pai com certeza seria o meritíssimo Bae Doyoon, e agora com todos preparados, os mandatos emitidos e os homens a caminho nada poderia parar o que estava por vir e o único desejo do Christopher era poder ver sua amada e seus amigos mais uma vez antes de enfrentar tudo aquilo.

...

— Agora é com você Christopher.

Ele fala para si mesmo antes de adentrar a mansão e ir diretamente para onde sabia que seu pai estaria.

...

— Se não é o idiota do meu filho que veio salvar seu sogro fracassado.

Seu pai já o esperava, como sempre o velho Bang estava um, dois ou mais passos à frente, mas dessa vez não seria apenas ele a estar preparado.

— Oi pai, pois é, seu filho idiota veio lhe enfrentar pelo amor de sua vida e para que a justiça seja feita afinal. — Ele falou se direcionando ao velho Bang sem titubear, ou tirar seu olhar do dele que o encarava como se o fuzilasse pela audácia dele ao lhe enfrentar.

— Parece até um homem falando Christopher, mas não me engana, não passa de um moleque burro que se afeiçoou a uma zé ninguém e eu me pergunto por que será que você não desiste dela, ela é uma vadia tão boa assim na cama filho?

— Não ouse falar assim dela...

— Ou o que? Vamos Christopher, ande logo com isso e me ameasse!

Ele não respondeu o mais velho que o estava tirando do eixo, ele apenas precisava de uma só coisa e estava tentando conseguir ali.

— Apenas não se refira a minha mulher.

— Sua mulher? — Ele soltou uma risada alta — Sua uma ova! Aquela vagabunda está se deitando com mais três homens seu imbecil, e está quase te levando a ser um vadio como ela, está quase fazendo o meu filho se deitar com outros homens também; mas no que depender de mim isso não vai acontecer, antes eu mato a todos eles.

— Para o senhor é normal matar não é “pai”? — a última palavra saiu cuspida com nojo de sua boca — Pessoas não tem valor algum para o Sr., se te incomodam o Sr. apenas as mata.

— Exatamente filho, e seus amigos palermas não estão debaixo de uma vala ainda por que você é um bobo que vive o sonho dos amigos da faculdade e uma vida sem diferenças, mas isso já deu para mim, a partir de agora você andará em rédeas curtas.

— O Senhor não tem nenhum tipo de direito sobre mim, e seu dinheiro que vá para o inferno junto ao senhor.

— Já chega! — O mais velho tremia irado com seu filho — Como ousa me enfrentar Crhistopher Bang? Venha comigo, vou te mostrar o que vai acontecer aos seus amigos.

Ele se virou e saiu, aparentemente Chris conseguiu o que queria.

...

— Está vendo? Olhe bem filhinho esse aí é o seu amado sogro, e se sua vadiazinha não sumir do mapa ele é um homem morto.

O jovem Bang olhava para o pai de sua amada que estava em estado deplorável, ao que tudo indica ele está sendo continuamente torturado e o rapaz ali precisaria agir rápido a partir de agora.

— Por que tanto ódio dele e de sua filha Sr. Bang? Me recuso a acreditar que é apenas por dinheiro e posição social.

— Ah garoto não me subestime, — Ele mostrava todo seu desdém em seu olhar — este aí estudou comigo no ensino médio, um pobretão em um colégio particular pois sua mãe dava aulas de literatura, patético.

“Então eles já se conheciam” era o pensamento do mais novo.

— E claramente vocês nunca foram amigos.

— Amigo desse energúmeno? Você só pode estar brincando comigo, esse infeliz lambia o chão por onde eu passava e eu pisava em sua cabeça pois o chão era o seu lugar, mas nem isso o impediu...

Havia uma história por detrás daquilo e seu pai estava prestes a contar tudo e o Chris não estava nem um pouco surpreso por isso, pois tudo era obsessivo demais para seu gosto.

— O impediu de que?

— De roubar de mim, — O velho vai até o outro que está amarrado e amordaçado e lhe desfere um tapa em seu rosto. — Roubar a garota que eu amava, aquela que também era uma vadiazinha e que anos depois se casou com esse imbecil e deu à luz a sua princesinha de merda.

O quebra-cabeças foi se montando diante de si, mas nada daquilo justificava todas as coisas horríveis feitas por aquele que dizia ser seu pai.

— E que tipo de vingança é essa? Você não teve quem amava e agora não quer deixar que seu filho também tenha?

— Você acha que ela o ama? Ela é pior que a vadia da mãe, na primeira oportunidade o trocou por outros três.

— Primeira oportunidade? O Sr. destruiu a vida dela, a isolou e vem me dizer que ela fez outra escolha? Me poupe pai!

— Pois saiba que ela não ficará com nenhum de vocês.

— Ah não?

— Não ela só se casará se for comigo.

As palavras do velho vulgo seu pai o reviraram o estômago e ele se segurou para não vomitar bem ali em sua frente, então era esse o plano dele? Seu pai era mesmo um psicopata obcecado?

...

~No apto da Annya~

Já era madrugada quando a campainha toca e o Hyunjin é quem vai ver quem é.

— Sr. Hwang?

— Sim.

— O Sr. Christopher Bang pediu para lhe entregar isso.

O homem na porta lhe entregou uma caixa, acenou respeitosamente e saiu dali.

Com o pacote em mãos ele fecha a porta e entra no apto. novamente, indo até a sala já que a muitas custas ele conseguiu fazer com que a Annya pegasse no sono e sentando no sofá ele abriu a caixa.

Haviam dois coletes a prova de bala, dois celulares novos um molho de chaves e um bilhete.

Não saiam sem os coletes, mas saiam agora, estou enfrentando meu pai e ele já deve ter enviado os capangas dele até aí, no molho de chaves tem a chave de uma moto, vá com ela para o endereço gravado no seu celular e se tudo der certo nos veremos lá em poucas horas, mas Jinnie saia agora daí.”

— Minha nossa.

Foi a única expressão que ele deixou escapar e em seguida foi correndo pegar a Annya para fazer o que lhe havia sido instruído.

...

~Na mansão dos Bang~

— Casar-se com ela o Sr.? E a mamãe?

Se tudo estivesse correndo como o planejado aquele nojo sem fim estava prestes a se encerrar.

— Terei duas esposas e a sua princesinha será apenas para meu bel prazer, enquanto sua mãe é minha cúmplice em todo o resto, mas não se assuste pois ela só liga para o dinheiro mesmo.

O mais novo ali continuava a sentir que poderia vomitar a qualquer momento.

— Sua cúmplice... um casal de criminosos são os meus pais, — Ele pausa por um momento — Solte o Sr. Ferri, já chega disso.

— Quem você pensa que é pirralho?

Neste momento o lugar é invadido por policiais que cercavam o lugar, se livrando dos capangas um a um até chegarem ali.

— Sr. Bang Yoonsung; o Sr. está preso por sequestro, tortura, tentativa de assassinato, desvio de bens, sonegação de impostos e mais uma lista de crimes previstos em lei passiveis de punição com prisão sem condições para fiança, sua esposa já foi levada e tudo que disserem a partir de agora será usado contra vocês no tribunal.

A reação do velho foi sacar uma arma e atirar em sua vítima e ao perceber o alvo de sua mira o Crhistopher se jogou na frente levando ele os tiros no lugar do Sr. Ferri.

...

~Escondidos em algum lugar~

— Lino, Lino acorda.

— Hum? O que foi bebezinho?

— Não está ouvindo? Tem alguém entrando aqui.

Os dois que dormiam abraçados se levantaram ficando atentos e olhando para a porta que tinha sua maçaneta se movendo lentamente.

— A porta não estava trancada Lino? — Ele sussurrou.

— Sim Binnie, estava, eu mesmo a tranquei, será que é o Channie?

A porta se abre e por ela passam duas figuras que fizeram os corações dos dois saltarem indo parar em suas bocas.

— Meu Deus são vocês!

O Minho corre em direção a eles e o Changbin deixa uma lágrima descer em seu rosto.

— Sim Lino gatinho somos nós!

O citado os abraça, e em um impulso dá um beijo na Annya e em seguida beija também o mais alto.

— Eu ganhei um beijo! — Ele sorria para o que o beijou — Ta aí gostei. — Ele sorri bobo para o outro.

— Gatinha como você está?

O que se encontrava mais atrás se aproxima e a própria Annya vai até ele e o abraça pois ela imaginava como ele deveria estar se segurando esse tempo todo.

— Eu estou um caco gatinho, mas agora estou com vocês e isso já me acalma um pouco. — Ela deposita um selar no que abraçava e ele a aperta mais em seus braços.

— Eu tive medo de te perder.

— Eu ainda estou com medo de perder vocês.

Os outros dois se juntam ao abraço e o Changbin aproveita essa aproximação para deixar um selar tímido nos lábios do mais alto.

— Obrigado por cuidar da nossa pequena.

— Se não fosse pela situação que estamos passando eu sairia gritando agora, Minho você viu isso? O Binnie me beijou. — E apesar de tudo que estava acontecendo ele estava realmente eufórico fazendo os outros sorrirem.

— Não fique se achando Jinnie eu o beijei antes de você.

— Por que vocês não calam a boca? — A timidez dele gritava em suas bochechas e orelhas vermelhas o que todos os demais ainda abraçados acharam extremamente fofo.

Os quatro sorriam juntos em um grande mix de sentimentos.

— Como será que o meu príncipe está?

— Eu espero que bem gatinha.

— Ele está bem meus amores, é o lobinho esqueceram? Esse plano é todo dele e acho que está funcionando, então vamos acreditar que ele vai dar conta de tudo está bem?

Todos acabam por concordar com ele.

...

Não passou muito tempo depois que eles se reuniram e o lugar foi invadido por alguns capangas, mas eles foram seguidos instantes depois pelos policiais amigos do Christopher e ouve um tiroteio ali.

Os quatro que estavam muito juntos, se assustaram com os barulhos de tiros vindo por todos os lados e em uma ação sem pensar o Hyunjin se colocou na frente dos outros três recebendo um tiro que havia sido disparado na direção da Annya.

— Jinnie não!

— Meu Deus Jinnie!

— Merda!

— Vocês aí liguem para a emergência e quando atenderem digam que é sobre um código PI (Primeira Instância) em andamento e peçam que mandem duas ambulâncias para o local. — O policial que os instruiu voltou ao que fazia desarmando e prendendo junto aos outros policiais os capangas que estavam sem ferimentos e o Minho rapidamente pegou seu celular para fazer como lhes fora instruído.

O Hyunjin estava deitado no colo do Changbin e sangrava no braço que foi atingido e a Annya acariciava seus cabelos

— Jinnie, seu maluquinho por que fez isso? Fique bem por favor.

— Vou ficar, acho que foi de raspão, mas isso tá doendo demais. — Ele fazia cara de dor e os outros três ali estavam muito preocupados.

Pouquíssimo tempo depois as ambulâncias chegaram ao local, uma levou os criminosos feridos e a outra levará o Hyunjin com a Annya o acompanhando e antes de saírem dali o mesmo policial de antes veio falar com os quatro.

— Fiquem tranquilos, vocês serão escoltados e a ação na mansão dos Bang já foi encerrada, o Sr. Bang e sua esposa estão presos e vocês estão a caminho do hospital onde se encontram o Sr. Ferri e o Sr. Crhistopher.

— Eles estão bem? — A Annya perguntou desesperada.

— Não tenho os detalhes de como estão, mas sei que estão vivos — Todos se mostraram aliviados. — Tomem aqui, — Ele entrega um papel nas mãos do Changbin — O Chris mandou entregar isso a vocês, agora vão e melhoras para você Sr. Hwang.

— Obrigado.

O policial os deixa e eles abrem o papel que lhes foi entregue.

“Se vocês estão lendo isso significa que seguiram o plano, meus parabéns e obrigado por confiarem em mim, mas se estão mesmo lendo isso significa que estou hospitalizado e não pude ir até vocês, mas provavelmente eu estou bem então não se preocupem muito comigo okay? Em breve estaremos todos juntos. Nós conseguimos! Eu amo muito todos vocês.”

Aquelas palavras os emocionaram.

— Eu falei para vocês que ele daria conta.

— Nosso lobinho é realmente um príncipe perfeito não é mesmo?

— Sim Binnie ele é, e ficará bem como mesmo disse no bilhete, esse velho pensou em tudo mesmo.

A Annya sorri os vendo falar sobre seu príncipe amado e ela e o Hyunjin entraram na ambulância seguidos de outro policial e os dois que ficaram foram instruídos a seguir a ambulância e entrando no carro do Minho assim o fizeram.

...

Já no hospital o Hyunjin foi levado para remover a bala que ele achou ter passado apenas de raspão.

— Por isso está doendo tanto...

— Sim Sr., mas vamos removê-la e ficará tudo bem.

Os outros três ali com ele fazem um último carinho nele antes dele ser levado, sendo tranquilizados de que ficaria mesmo tudo bem pois o lugar onde a bala tinha se alojado não era de risco.

...

— Por favor onde se encontram o Sr. Ferri e o Sr. Bang? — O Minho foi perguntar na recepção pois eles estavam aflitos por não saber o que havia ocorrido com os dois.

— O Sr. Ferri está no quarto 802, e o Sr. Bang está em cirurgia.

— Cirurgia? O estado dele é grave?

— Ele levou um tiro que atingiu o baço, mas a bala parou antes de chegar a um lugar crítico e a cirurgia é para removê-la, ele perdeu muito sangue, mas ficará bem, já estão fazendo uma transfusão enquanto a cirurgia ocorre.

— Podemos ver o Sr. Ferri?

— Podem sim, já estava avisado que vocês iriam até lá, é um quarto particular então não se preocupem podem passar a madrugada com ele enquanto esperam por notícias do Sr. Bang.

— Certo muito obrigado.

Ele se direcionou aos outros dois, explicando tudo que foi dito a ele pela recepcionista, a Annya chorou por saber do estado do Chris, mas foi amparada pelos seus outros dois amores e em seguida rumaram para o quarto onde o pai dela os esperava.

...

— Olha só quem chegou, meus namorados.

O Hyunjin estava terminando de levar os pontos na antessala que dava para o quarto.

— Esse garoto é um maluco mesmo, faz todo sentido esse apelido de vocês. — O Minho sorria para ele.

— Seu pai está dormindo meu docinho, ele foi cuidado e medicado, está no soro pois estava muito desidratado, mas ele está bem, ficará bem e pelo que o médico me disse ele só está com duas costelas quebradas, mas nada que o deixou em estado grave.

Ela assentiu com lágrimas nos olhos e deixou um beijo na bochecha de seu anjo.

— Sabe que eu ainda quero te bater por ter se jogado na frente dos tiros né?

— Eu sei meu amor.

— E sabe que não é só ela né?

— Sei sim bebezinho, você está doido para gritar comigo e dizer que não viveria sem mim.

— Meu deus ele não para; — O Minho se aproxima dele — Mas você tem razão seu grande super-herói de merda, nós não saberíamos viver sem você.

— Pronto Sr. Hwang agora é só ir para seu leito e em instantes eu levarei seus medicamentos.

A enfermeira pediu licença a eles e se retirou.

— Vamos entrar, meu leito é no mesmo quarto do meu sogro.

Eles entraram e avistaram o Sr. Ferri desacordado, a Annya correu até ele e eles a seguiram.

Ela fazia carinhos nas mãos de seu pai chorando por ver o quão judiado ele estava.

— Se acalme pequena, ele ficará bem, está tudo bem e esse pesadelo acabou.

— O Binnie tem razão gatinha, e já já o lobo vai estar bem também e poderemos esquecer tudo isso.

— Você está no caminho para a liberdade meu docinho, hoje a porta foi aberta, e com a sentença que virá para os velhos Bang esse pesadelo em que viveu por todo esse tempo finalmente chegará ao fim e você estará livre para ser feliz.

As palavras do Hyunjin emocionou a todos eles que puderam sentir mesmo que por um instante essa luz os alcançando trazendo consigo a promessa de uma libertação de tudo que os impedia de serem completamente felizes e em seus corações sentiram o alívio por estarem juntos e saber que continuariam assim.

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Notas finais
Posso saber de vocês o que acharam? =) Eu confesso que fiz esse capitulo no mais puro instinto, eu não tinha pensado em como tudo se desenrolaria, só sentei ontem e comecei a escrever, espero não ter decepcionado vocês. Bom é isso, próximos capítulos a poeira baixando, os acertos chegando e o fim se aproximando, tenho três capítulos para isso já que quero mesmo terminar essa Fic. nos vinte caps. Desejo um excelente final de semana, se cuidem e se puderem deixar suas curtidas e realmente comentarem o que estão achando eu agradeceria demais. Bebam água =) Beijokas da Adnoka!