Notas iniciais
Hey, meu people, eu quero agradecer á Amora, Ana_raposo e Paula forever pelos ótimos comentários, muito obrigada amores, adorei!! Bjss Espero que continuem gostando e como prometido POV KLAUS, uhuhuhuhuuuuuu. Só pra esclarecer, tá toda a familia Mikaelson reunida na minha fic, tipo, o Klaus, Elijiah, Bekak e Kol, a Eshter tá Morta, Mikael tá morto e finn também, o Klaus achou outra maneira de fazer seus hibridos, ou seja, ele quebrou a maldição, mas não matou ninguem nela, ele só precisava de sangue dos sacrificios ali, não mato a Jenna, ok? bjss

Leiam Notas, sei que é chato, mas importante.

POV Klaus

Eu me sentei no sofá com uma taça de sangue -O (nham, nham, também posso te comer? kkk. tá perei.) para comemorar o sucesso dos meu hibridos, finalmente eu não estou mais só, agora eu tenho o meu exercito e estou mais forte que nunca, eu acho que poderia ir a cidade e comemorar com uma morte ou duas, talvez uma terceira, hmm...

A entrada espalhafatosa de Rebekah me tirou dos emsu pensamentos de carnificina, agora que eu olhei no relógio, estava realmente bem, mas o que me chamou a atenção foi que ela não parava de rir e pular, ela se jogou ao meu lado e eu não pude deixar de sorrir, mesmo tendo deixado ela no caixão por 90 anos, Bekah sempre foi minha princesinha, eu não via esse brilho no seu olhar á décadas, como quando era criança.

– Olá meu irmão mais favorito e soberando do mundo — ela me deu um beijo na bochecha.

– Porque a alegria toda Bekah? Achou um homem que te suporta? — eu perguntei só metade brincando, se ela tivesse achado alguém eu ia ter meu alvo de matança para essa noite, mas ela mostrou a lingua para mim e eu relaxei, ninguem ia me tirar a minha princesa — Então o que é Princesa?

– Eu fiz amigas! Elas são duas vampiras hibridas, e elas são tão legais, quer dizer, eu adoro elas e elas gostaqram de mim Klaus, não se importam que você é um maniaco psicótico assassino, quer saber mais? Eu contei a história toda pra elas, desde nós até os Salvatores e elas riam a maior parte do tempo, só disseram que faltou a Elena morrer, bem a Isa disse, mas eu sei que Rose concordou e-

– Hibridas de vampiras? Como meia-humanas? — eu interrompi curioso ou seriam parte lobisomem também?

– Não, isso é o mais legal, elas são hibridas de vampiros, das duas raças, da nossa e da dos Frios, Isa era human, então ela fez Rose que era uma Fria e um amigo delas a transformarem e funcionou, elas são mais fortes e rapidas que um vampiro normal e os poderes que a Isa tem são, muito, muito legais, ela consegue clonar os poderes dos outros e usar quando quiser, tudo começou quando... — então Bekah me contou a história das duas, eu estava mais que curioso para conhecer essas duas hibridas, mais ainda essa Isa, os poderes dela me deixaram, hmm, curioso de fato, depois que teminou de contar Bekah deu uma olhada na hora e deu um pulo — Meu Deus, eu to atrasada, tenho que ir, fiquei de encontrar com elas no Grill, falando nisso elas vão vir comigo para casa, a delas está sendo decorada, mas amanha ai ter uma super festa, parece que o encarregado é um ex--amante da Isa, mas que ainda tá de rolo e que é um dos melhores decoradores da Europa, longa história. Tchau.

Minha irmã nunca se deu conta do quanto fala demais, ela abre a boca e começa a falar tudo para mim, eu nem preciso hipnotizá-la, mas acho que se deve ao fato de por muito tempo termos sido só nós dois. Assim que eu ouvi sobre esse decoradorzinho de quinta eu fiquei com raiva, meu sangue ferveu, mas logo eu me fiz acalmar, eu não sei porque reagir assim, não me importa, mas já está decidido, irei com Bekah conhecer essas novas amigas dela, afinal, eu tinha que ver se elas eram boas o bastante para minha Princesa, se perguntarem eu negarei isso mil vezes.

Aproveitei e fui me trocar de roupa, quando eu desci tive que esperar mais meia hora para Bekah estar pronta, ô coisa que demora, as mulheres são.

– Está deslumbrante devo dizer, irmazinha, mas não poderia ser menos pelo tempo de estar pronta — ela revirou os olhos para mim e me olhou confusa quando a segui para fora — Eu vou te acompanhar, querida, estou curioso com essas suas amigas eu disse abrindo a porta do carro — disse irônico, mas quando entrei ela me olhou aflita.

– Nik, elas são as primeira amigas que eu tenho em décadas, por favor, não faça nadas para afastá-las — eu tirei a mascara irônica e afaguei a mão dela.

– Não se preocupe Princesa, eu serei um perfeito cavaleiro, prometo — ela sorriu mais aliviada, logo coloquei a mascara de volta — Claro, não posso fazer nada se elas se apaixonarem por mim, eu sou iresistivel, irmazinha.

Ela revirou os olhos.

– Eu já encontrei a sua metade idêntica — ela murmurou, mas eu deixei pra lá, logo chegamos no Grill, deixei Bekah ir primeiro, ela foi até o bar onde uma loira escultural estava, eu fiquei olhando, elas se abrçaram e o sorriso dela era verdadeiro, bem, pelo menos ela não era uma falsa para cima da inha irmã, agora só falta a outra, se essa fosse a Isabella, era bonita, talvez a convencesse a dormir comigo, eu dei um sorriso ironico para isso e me aproximei, Bekah me viu e me puxou pela mão como uma criança.

– Rose, este é meu irmão Niklaus, Nik, está é Rosalie.

– Ah, o Maniaco Psicótico Assassino? É um prazer — ela me deu dois veijos na bochecha, devo admitir que fiquei supreso, quer dizer que Bekah não exagerou, elas realmente sabiam.

– Sabe irmazinha, não é bom espalhar rumores sobre as pessoas assim, o que irão pensar de mim? — minha irmã fez bico.

– Não foi Bekah, foi Isa, ela costuma rotular as pessoas depois de conhece-las, nada pessoal, poderia ter sido pior acredite — Rose disse.

– Onde está essa infame Isabella que tanto falam, swettheart? Assim eu fico curioso — elas riram, enqunato pegavamos assento, eu pedi um wisky e Bekah rum com coca-cola.

– Ela já deve estar por chegar, estava com fome e pegou um lanchinho-

– Oh, eu amo esta música, vamos dançar Rose — Bekah arrastou a pobre garota para uma pequena multidão ali, eu ri da cara de Rosalie, eu ficava olhando elas dançarem quando alguém se aproximou e me virei para ver Caroline ali, extremamente sensual em um vestido azul, eu apreciei a vista, meus irmãos pensam que eu estou apaixonado por essa garota, estão muito engandos, ela pensa que eu não sei o quão vadia ela é, mas eu farei ela se apaixonar tão perdidamente por mim que ficará sem chão, então eu vou embora, assim ela aprende a não tentar brincar com um Original.

– Klaus — ela tentou se fazer de dificil me ignorando, fingindo esperar a sua bebida, mas eu via suas olhadas de lado, decidi entrar no jogo dela.

– Love, está encantadora está noite — ela bufou e revirou os olhos, mas ela corou fortmente.

– Esse papinho não funciona commigo Klaus, você é do mal, tentou matar a minha melhor amiga, eu nunca ficaria com você — eu revirei os olhos internamente e pedi mais um wisky com a mão, as mulheres são vadias egoistas e manipuladoras, nenhuma é verdadeira, veja minha mãe por exemplo, matar os próprios filhos ao invés de tentar achar uma cura, mas antes que eu pudesse responder eu senti uma mão pelos meus ombros e de Caroline, um cheiro delicioso, minha garganta ardeu por ele na hora, eu podia sentir meus olhos dilatarem, mas as próximas palavras me deixaram tão surpreso que eu engasguei com o wisky e me esqueci da sede.

– Hey Vadia Cabrita, eu me lembro de você do corredor — uma voz doce e levemente alterada disse, eu escondi a minha risada, enquanto Caroline ficou tão vermelha quanto beterraba, eu não aguentei mais e soltei uma risada, Caroline me olhou chocada e a garota só agora pareceu me perceber, eu lhe dei um sorriso malicioso e ela devolveu multiplicado, ela me tirou o ar, seu cabelo escuro com vermelho, ela parecia que tinha acabado de acordar, me fazia pensar se ela acordaria assim depois de uma noite fazendo amor com ela e logo eu tive que me arrumar na cadeira, seu sorriso aumentou e seus olhos violetas brilharam com luxuria, seus labios grossos me chamavam a atenção, mas seu corpo revestido por couro e seda era como uma placa de neon brilhando, suas penas eram longas e torneadas e se destacavam com os saltos altos, que pareciam armadilhas mortais, ela usava uma camisa de seda preta meio transparente, curta que deixava parte da barriga de fora, ela parecia uma deusa da noite.

– Klaus? Klau! — eu me virei para Caroline, só agora a notei me chamando, antes eu estava hipnotizado pela Duesa ao meu lado. — Não vai dizer nada?

– Tem razão — eu vi ela dar um sorrisinho satisfeito quando me virei para a garota que me encarava como se tivesse a resposta na ponta da lingua para tudo o que eu dissesse — Qual é nome da moça ou devo chamá-la de Deusa a dar meus cumprimentos?

Ela jogou a cabeça para trás e gargalhou uma risada verdadeira, nada falso como se estivesse se contendo, com essa risada ela dizia, "eu estou vivendo, se gosta, ok, se não, foda-se", eu mal prestei atenção em Caroline indo embora bufando para sei lá onde, a garota passou os braços pelo meu pescoço como se eu fosse um velho amigo ou amante, eu gostei, descancei minha mão nas sua cintura, era fina, eu quase podia fechar as minhas mão ao redor dela, mas os seus quadris e ceios fartos me deixavam ver que ela não era uma garota de passar fome, o que eu adorei.

– Klaus, Klaus, o nome me é familiar, deixe-me ver — ela inclinou a cabeça para o lado e mordeu o ladbio e eu juro que foi uma das coisas mais sensuais que eu já vi, mas não era premeditado, ela estava mesmo pensando, eu podia ver seus olhos tentando ver através da névoa do alcool, de repente ela deu um pulo e sorriu — Eu já sei quem você é, o Maniaco Psicótico Assassino — ela me abraçou apertado e me deu um beijo na bochecha — Um prazer, meu nome é Isa, eu sou amiga da sua irmã, ela me falou muito de você, falando em você, devia ter melhor gosto para mulheres, aquelas duas são duas Vaquias (Vadia+Vaca, eu peguei de uma fic que adorei, agora não me lembro o nome, bjss) totais.

Dito isso ela se afastou de mim como se eu nem exitisse, quando um segundo atrás me tratava como seu melhor amigo, eu a olhei curioso e com um sorriso nos labios quando ela se inclinou no bare ficou balançando as pernas, eu podia jurar que cada olhar masculino estava na sua bunda redonda e linda, dava para ter uma noite cheia de pensamentos maus só olhando ali, eu rosnei, não queria ninguem olhando para a minh- para a bunda de Isabella.

Ela gritou para o garçom e balançou quatro dedos enquanto mechia as sobrancelhas com um sorriso sedutor nos labios, ele prontamente se pos a encher quatro doses de tequila com sal e limão, ela olhou pensando por um segundo depois deu um sorriso e se virou para mim e me chamou, ela estava dois bancos de distância.

– Klaus, meu amor com sotaque super sexy, vem aqui, vem — ela fez biquinho e eu fui rindo, ela me sentou no banco ao lado dela e se sentou no meu colo, eu automaticamente a rodeei contra mim, ela se virou um pouco para mim, eu só conseguia pensar em beijar aqueles labios sedutores, ela sorria para mim com uxuria no olhar e eu correspondia, ela desabotoou a minha camisa, os três primeiros botões e eu a olhei confuso por um segundo até que ela lambeu da minha clavicula até o pescoço, eu perdi a respiração por um segundo e segurei um gemido, droga! Isso era bom, eu podia sentir meu coração acelerado e o dela também, mas ela se afastou muito cedo, pegou o sal da mesa e jogou ali, depois vlotou a lamber devagar até não ter nenhum grão, depois bebu duas tequilas ao mesmo tempo, pegou o limão e colocou na minha boca antes de chupar com ele ainda na minha boca.

– Hmm, delicioso — ela disse, hoje era dia de festa no Grill, por isso a iluminação era quase inexistente e o bara quase vazio, todos estavam na pista de dança ensuredecedora com a música, ela se aproximou devagar do meu ouvido e sussurrou — Sua vez.

Eu rapidamente a sentei no banquinho á minha frente, ninguém parecia prestar atenção, pareciamos em nossa prórpia bolha e eu adorava, e coloquei seu cabelo para o lado dexaindo seu pesoço exposto, ele era longo e sensual, perfeito para morder, mas não podia, o veneno a mataria e isso me deixava... triste. Rapidamente tirei isso da minha cabeça e me inclinei para ela, sua pele tinha um cheiro delicioso, de frutas, e coisas doces, me deixava louco, eu só respirei ali, sem tocá-la, podia sentir toda sua pele se arrepiar por mim, isso me fez sorri, mas quando ela menos esperava eu passei leves beijos de detrás da sua orelha para a sua clavicula e depois lambi o mesmo caminho que ela, mas ela não segurou o pequeno gemido que lhe escapou, eu sorri, peguei o dal e joguei na sua pele, lambendo tão lentamente que era uma tortura pra ela, até que ela soltou um pequeno gemido de novo, então eu bebi rapidamente as bebidas e deixei elas cairem queimando, mas não peguei os limões, só a olhei.

– Por Favor — e gemeu-murmurou baixinho para mim, e foi isso que bastou para mim beijá-la, ou melhor palavra seria devastá-la, assim como ela me decvastou com a boca dela também, parecia que travavá-mos uma guerra com as nossas boca e eu amava cada minuto, até que ela se soltou para respirar.

– Deus, isso foi bom — ela murmurou mais para si mesma do que para mim, eu ri baixinho.

– E fica muito melhor, Love — ela se arrepiou quando eu usei o apelido nela, ela gostava do meu sotaque então, isso serviria, masn então ela balançou a cabeça de leve e se levantou.

– Vamos dançar — ela me arrastou para a multidão, perto da minha irmã e sua amiga que já tinham acompanhantes, eu ia reclamar até que vi os movimentos que ela fazia, Santa Maria, isso deveria ser proibido para menores de 18 anos, mas eu não era o único á ver, cada homem ali também, eu rosnei e rapidamente me colei a ela, que passou o braços pelo meu pesoço e se escorou em mim, ela podia sentir o volume nas minhas clças porque soltou um pequeno gemido e eu rosnei perto do seu ouvido, ela colocou a sua cabeça no meu ombro deixando seu pescoço exposto, eu fui deixando leve mordidas nele, ela dançava comigo e me provocava igual, ela me deixava louco, nunca uma mulher já foi assim, tão provocante, sensual, cheia de vida, verdadeira, eu tinha que tê-la, e ia ser agora.

– Venha pra casa comigo — eu usei o meu sotaque mais carregado que deixava minhavoz mais aveludada, ela gemeu alto e se virou para mim.

– Eu não posso — ela lamentou colocando a testa no meu queixo.

– Pode sim — eu sussurrei, colocando pequenos beijos na sua mandibula, sua respiração estava tão superficial como a minha.

– Não, você é irmão da minha amiga, não quero perder uma amizade por uma noite.

– Você não vai, eu prometo — eu tentei faz^-la olhar para mim, finalmente aqueles olhos grndes e violetas me olharam, eu engoli em seco, eu poderia me perder neles, ficar só mil anos os olhando e não perceber o tempo passar.

– Mas não pode deixar nenhum sentimento afetar isso, promete? — ela me perguntou, eu pensei que vi tristeza no seu olhar, mas ela rapidamente escondeu, eu engoli em seco e menti para ela.

– Prometo — por que eu acho que já estava envolvendo sentimentos por está incrivel hibrida, que me conquistou com o olhar.

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Nós estavamos no carro no meio do caminho, ela fazia carinho nos meus cabelos e eu segurava as suas mãos, dirigia rapido, mas me distraia com ela.

– Você é lindo, sabia? — ela disse quase melancólica, eu lhe dei meu melhor sorriso irônico, mesmo me sentindo corar um pouco, EU CORANDO! olha o absurdo.

– Eu sou irresistivel, swettheart — ela me deu um leva tapa no ombro.

– Não, convencido, não é isso, você é bonito por dentro e por fora, por isso tem que deixr os sentimentos de fora. Eu acho que poderia chegar a sentir algo por você — ela continuava com o olhar triste, eu queria tirá-lo de lá, mas queria saber.

– Isso seria ruim?

– Muti, porque você me deixaria, todos o fazem, minha mãe me abandonou, meu pai se foi, quem eu pensava ser o amor da minha vida me deixou na porra de uma floresta dizendo que eu não sou boa o suficiente para ele, eu só estou esperando o dia que Rose fique de saco cheio e me deixe também, então, porque você não o faria? — eu apertei o volante com força ao houvir sobre aquele vampiro, Bekah me disse só que ele tinha deixado ela, não entrou em detalhes, eu ia matá-lo por dizer que ela não era boa o bastante para ele.

– Você não só é boa o bastante, Isabella, você é incrivel, voê é melhor, é sincera, cheia de vida, maravilhosa, sexy — eu lhe dei um sorriso e ela riu e o que eu não daria para ter esse sorriso aí para sempre. — É o mais perto da perfeição que eu já vi.

Ela corou e sorriu olhando pela janela, mas continuou com a mão no meu cabelo, eu sorria feliz, porque cada palavra que eu disse é verdadeira, eu a queria para mim, não a deixaria ir, estava decidio, eu podia não ser bom o suficiente para ela, mas lutaria por ela, não se vem duas garotas como ela no mesmo milênio, acreditem, eu procurei, procurei por ela durante toda a minha existancia.

– Chegamos — eu disse parando o carro, um segundo depois eu estava ao seu lado abrindo a porta para ela, ela chegou em mim e me beijou docementeeu fechei a porta do carro e a apoiei no capo enquanto o beijo esquentava, ela envolveu os braços e pernas ao meu redor e eu a carreguei pela porta da frente e subi as escadas para o meu quarto, abri a porta e quando a fechei a apoiei na mesma, nunca um beijo tão feroz e apaixonado como esse já foi trocado, ela gemia e apertava as minha costas, eu podia sentire o sangue saindo o que me descontrolava mais, esta marcado por ela, era quase primal, ela logo ragou a minha camisa fora de mim, eu fiz o mesmo com ela e em um segundo a tinha fora da sua calça e saltos e á tinha nao minha frente só de calcinha e sutiã, eu a prendi contra a parede até que ouvi uma fissura, mas isso a fez gemer mais, eu a tirei dali e a carreguei para a cama, a joguei no meio da cama kign size, eu a admirei, ela parecia tão pequena e delicada assim á luz da lua, a lanjerie branca a fzia parecer um anjo. Eu passei a mãos pelo seu corpo inteiro, beijei cada canto ali até tê-la gritando meu nome.

– Meu Anjo — eu disse no seu ouvido enquanto ela ofegava por mim e eu por ela — Venha comigo.

– Klaus! Klaus... Oh Meu... Deus! — ela chegou gritando meu nome e eu logo após ela, cai exausto ao seu lado e a abracei apertado, depois de uns minutos enquanto recuperavamos o ar ela se virou para mim sonolenta. — Eu não podia fazer isso, você é diferente de todos, eu sei, e não posso me apaixonar de novo, vai doer.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ela adormeceu, eu a apertei mais contra mim e beijei sua testa, a ponta do seu nariz e seus lábios de leve, com doçura.

– Eu não vou te deixar ir — disse antes de dormir.