Sei que vamos melhorar..
12 Capítulo XI.
Notas iniciais
Chegamos em casa, tomamos um banho demorado e fomos dormir.
Era final de semana, eu acordei e o vi dormindo. Levantei, tomei banho rápido, coloquei uma regata, um short e uma havaiana e prendi o cabelo e fui até o mercado da esquina comprar bobagens para a gente comer vendo um filme. Minha barriga estava crescendo...
Cheguei no mercado, comprei salgados, batatas fritas, doces e algumas barras de cereais. Quando estava saindo do mercado, alguém me puxou pelo braço.
– Olá, princesa — ume veio ma vontade de vomitar imensa.
– Oi.
– Como tá o meu filho? — disse alisando a minha barriga, tentei me soltar mas ele apertou o meu braço — Não seja assim... aceite jantar comigo algum dia, sabe — disse chegando mais perto — pra conversar sobre a vida, e como será a vida do nosso bebê, ou você já sabe que algo de ruim pode acontecer com o seu querido namorado.
– Já posso ir? — eu disse sentindo dor no braço, ele não parava de apertar.
– Hoje, quando você sair do seu curso idiota de teatro eu estarei te esperando. — Revirei o olhar e ele finalmente me soltou , sorriu vitorioso e foi embora com as mãos no bolso como se nada tivesse acontecido.
Fiquei naquele beco olhando pro chão e pensando: "puta merda, o que eu vou fazer agora?"
[...]
Cheguei em casa, o Rapha ja tinha acordado e tava na cozinha preparando algo pra comer. Fui em direção a ele e o abracei forte.
– Victória, por que o seu braço está roxo?
– Está?! — fiz cara de espanto fingindo que não sabia o que era — Não sei... devo ter batido em algum lugar.
Ele me olhou desconfiado, mas logo mudei de assunto.
Comemos juntos, assistimos um filme de comédia comendo as besteiras que comprei, e depois ficamos nos beijando sentados no sofá.
– Eu — selinho — te — selinho — amo — selinho — Disse ele olhando em meus olhos e alisando o meu rosto. Fiz o mesmo falando: "também te amo".
Ele colocou a mão na minha barriga e fez carinho, até que finalmente sentimos o primeiro chute do bebê... nunca vi o Rapha tão feliz.
Tava dando a hora de eu ir pro curso, e comecei a ficar nervosa.
– Está pronta?
– Ah, amor... não precisa ir hoje.
– Como assim? — ele me olhou estranhando o que eu falei.
– Ah, é muito repetitivo... fica aqui descansando, tudo bem.
Não foi fácil convencer, mas consegui... peguei meu carro e fui até o curso.
[...]
Acabou... e eu fui até a porta tremendo. Liguei pro Rapha primeiro.
xxx Início da Ligação xxx
– Amor, o pessoal quer ir comer algo na lanchonete aqui do lado, chego em casa atrasada 1 hora mais ou menos, ok?
– Tudo bem... me ligue quando estiver voltando.
Olhei para o Raphael me esperando lá fora, respirei fundo, saí do curso e fui em direção a ele — tudo bem. Eu te amo. Veja se o Duke está bem -
– Quem é Duke ? — disse o Vinícius.
– Meu cachorro, vai querer ameaça-lo também?
Ele riu ironicamente e entrou no carro dele junto comigo. Estava tensa.
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