Sei Lamor Della Mia Vita!
46 talvez voce parta meu coração
Alguns dias depois...
Milo se remexeu no seu lugar um tanto desconfortável, parecia que ele tinha uma espécie de placa de neon pendurada em cima da sua cabeça, ou sei la o que por que como se não bastasse ser alvo de todos os olhares ele sabia que sua vida pessoal era o tema de conversa para mais da metade das pessoas ali, os cavaleiros de Artemis, os cavaleiros de prata os asgardianos, e todos mais que estavam presentes, os sorrisos maliciosos e olhares lascivos ora estavam em cima dele hora sobre Carlo, que aparentemente estava pouco se lixando para toda situação, ele estava a alguns cavaleiros de distancia, seus cabelos negros ondulado muitos centímetro maiores chegavam abaixo do ombro, as costeletas bem aparadas, e ainda tinha a sua melhor cara de cavaleiro psicótico assassino. Ah mais era uma droga ele tinha escutado algumas pessoas comentando sobre seu relacionamento e de como ele fora capaz de se contentar com Carlo se ele já tinha tido Camus de Aquario, isso era detestável por que eles não cuidavam da sua própria vida. Até parece que nenhum deles sabia do seu vergonhoso pé na bunda.
–Voce está muito tenso Miluxo
Milo ficou tenso quando os pelo da sua nuca se arrepiaram, ele detestava profundamente Mimi de lagarto, o fodido não perdia uma chance para lhe inferniza quando estava com Camus, e agora iria debochar da sua cara
–Cai fora o manequim de vitrine, vai procurar um pau pra você sentar vai.
O sorriso irritante o fez apertar os punhos
–Nossa eu vejo que o pé na bunda que você levou ainda te deixa muito amargo Miluxo. Mais eu entendo sair do Camyu e ir para o maluco não é muita vantagem.
–Voce não tem nada o que fazer ao invés de ficar enchendo minha paciência não lagartixa?
–Eu posso ser uma lagartixa mais não fui eu quem levou um chute épico do namorado, ao menos o meu não me trocou por uma vagina.
Milo trincou os dentes, ele ia arrebentar essa carinha de merda se Mime não fechasse o a boca logo
–Ah que foi quando você cortou seus pulsos cortou a língua junto também Miluxo?
–Como você- Milo tinha certeza que a expressão de choque que ele exibia estava dando muito prazer ao outro
–Como eu sei? Sabe como é as noticias correm. Mais sabe eu não fiquei surpreso, nem com seu pé na bunda, e nem com a idiotice que você fez, não se pode esperar mais de pessoas patéticas como você.
Milo trincou os dentes tentando manter seu cosmo apagado, ele não iria cair na provocação da lagartixa, era isso que Mimi queria que ele arrumasse confusão, pois so aumentaria sua humilhação. Milo fechou os olhos apertados enquanto o sorrisinho do outro se tornava cada vez mais alto. Respirando fundo ele deixou que seu olhar vagasse livre, e a primeira coisa que viu foi Carlo atrás de Mime, e a expressão dele não era nada agradável, na verdade ele tinha a aquela expressão de loucura, insanidade que ele mesmo tinha presenciado quanto ele estava prestes a cometer uma das insanidades pela qual ele era conhecido, Por alguns segundos seu corpo ficou tenso, aquele parecia o Mascara da Morte de antes.
Carlo sorriu com diversão e pouco ambas as mãos sobre os ombros do loiro e deixou que seu cosmo alertasse o cavaleiro que imediatamente ficou tenso sobre seu toque. Com delicadeza ele pegou o cabelo macio e o afastou do ombro, Mime de Lagarto era duas vezes menor que ele, seu corpo era franzino comparado ao seu 1,90 e 85 Kg.
–Sabe eu estive te observando Mime de Lagarto, eu decidi que você tem um roto muito bonito, e ele ficaria perfeito como decoração da minha casa, eu daria a ele um lugar muito especial.
O garoto tremeu sobre suas mãos, Mascara sorriu satisfeito
–Eu...e- os dedos do cavaleiro de Câncer se apertaram contra seu osso até que ele emitiu um gemido contido de dor
–Eu o aconselho a ficar de boca fechada cavaleiro, ou acabara perdendo sua língua, por que pelo que pude notar você ainda não aprendeu a usá-la. Estamos entendidos.
O loiro balançou a cabeça nervosamente.
–Mais uma coisa que eu quero que você se lembre, eu não sou um dos seus amigo, não sou Milo, e nem muitos Camus, eu permitem que você fale o que bem entende, eu sou Mascara da Morte de Câncer, sou seu superior assim como todos os cavaleiros de ouro e eu preciso apenas que você me dê um motivo para que eu possa mandá-lo em uma viagem so de ida para o outro mundo.
Milo ficou tenso enquanto observava Mime se desvencilhar das mãos de Carlo como se ele tivesse uma doença infecciosa e sair a passos rápidos entre a multidão. Seu olhar recaiu sobre o de Carlo, ele não sorria apenas observava sua reação ainda com aquela expressão assustadora. Por Zeus como ele fora capaz de esquecer que o homem com quem ele vinha acordando nos últimos meses era Mascara da Morte de Câncer um assassino genocida.
–Milo tuto bene?
Milo tentou responder mais a única coisa que foi capaz foi retrair o ombro quando o italiano tentou tocá-lo. A confusão passou pelos olhos do moreno por alguns segundos, e depois Milo não foi capaz de ver mais nada. O italiano ergueu o rosto e lhe deu as costas sem mais. Os ombros lago retos, a coluna ereta, sua postura denotava poder e altivez, ele tentou se mover no entanto so foi capaz de observar o moreno desaparecer com sua capa azul parinho esvoaçando a suas costas enquanto as pessoas abriam passagem para ele.
–Milo Seferis você é um grande monte de merda- a voz de Afrodite foi acompanhada de um grande empurrão
–O que foi droga
Ele reclamou passando a mão sobre o local a gora dolorido.
–O que foi, como você pode fazer aquilo com o Mask, ele estava apenas te defendendo e como você agradece? Por Afrodite você é tapado ou o que seu cabeça oca.
Milo encarou o loiro seu expressão era de raiva, sua lindas bochechas estavam vermelhas, e tinha um bico em seus delicados lábios.
–Eu não sei, eu me assustei Dido.
–Assustar por que seu boco, ele nunca te machucaria.
–Eu tinha esquecido de quem ele era.
Afrodite bufou
–Como tinha esquecido seu idiota, você tem acordado com ele todos os dias durante os últimos meses, você vive na casa dele e tinha esquecido que ele era como assim?
–Ele é Mascara da Morte de Câncer.
–Sim e você tem transando com ele como se fossem dois coelhos, e você so foi se lembrar disso agora? Quantas vezes o Camus já te defendeu assim?- Milo mordeu o lábio isso não tinha acontecido, o ruivo sempre achara que ele poderia muito bem resolver suas “picuinhas” com costumava dizer- Você magoou ele.
–Eu não sei o que me deu.
–Nem eu, agora faz o favor de ir atrás dele e consertar a merda que você fez.
Milo não esperou que o loiro resmungasse uma segunda vez, ele disparou entra multidão de pessoas tentando achar Carlo. Se ele não resolvesse isso iria, nem sabia, ele tinha sido um boco, um completo idiota que não tinha mais o que fazer, não importava quem o namorado era, ou tinha sido, sei la, eles ainda estavam juntos e o homem o convidara a fazer parte de sua família, e ele gostava disso não queria perde-lo.Do outro lado do salão ele viu Carlo entre a multidão conversando com Saga, Milo sorriu. E foi então que ele se chocou contra alguém, ele cambaleou para trás tropeçando nos próprios pés, quando um par de mão o segurou de uma queda vergonhosa
–Oh um desculpe eu sinto muito
–No por isso mon cherrie.
Milo ergueu olhar, seu coração disparou no exato momento, seu pelos se arrepiaram, e foi como se tudo ao seu redor desaparecesse e então só havia ele e o magnífico par de olhos verdes.
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