Sei Lamor Della Mia Vita!
6 Voltando pra casa
Notas iniciais
bom eu não sei bem como o Canon é, mais fiz ele meio sacana e irônico.
então quem tiver uma boa noção da personalidade dele não deixe da dicas Ok, serão muito bem vindas.
Mú depositou a armadura no chão olhando em volta, seus moveis estavam cobertos por lençóis que um dia haviam sido brancos e hoje devido ao acumulo de poeira se encontravam encardidos, tinha pouco mais de um ano que havia retornado para Jamiel assim que Atena voltara ao santuário, estava com saudades de casa, e também havia Shaka, queria ficar longe do loiro, desde a tentativa frustrada de relacionamento de ambos, a amizade ficara abalada, e ele sairá com muitas feridas. A verdade é que só voltara ali por causa Milo, sentira o grego angustiado a cerca de dois meses, era tão desesperador que lhe tirava toda calma e concentração, não sabia o por que, desde que que partira só havia tido contato com Atena e esse era extremante limitado,so falvam de assuntos relacionados ao santuario, pois caso a Deusa precisasse ele se teleportaria até Atenas no ato, obastante não tinha ideia do mundo fora da torre, preferia assim se abster desses assuntos, mais agora um amigo precisava de sua ajuda. Cruzou o corredor de sua casa subindo em direção a touro, não elevou o cosmo pois a casa estava vazia, com toda certeza o cavaleiro estava treinando assim como os outros.
Ao se aproximar da casa de gêmeos, sentiu a cosmo energia daquele que ali residia. Isso era loucura Saga estava morto, com certeza era uma das ilusões que aquela casa gostava de pregar nos transistores que por ela passavam. Adentrou na casa de gêmeos preparado para uma ilusão mais o que viu foi completamente diferente Saga de gêmeos estava sentado confortavelmente no sofá lendo um livro enquanto a TV de plasma estava ligada em um filme de ação com o volume no máximo
–Será que você pode me fazer o favor de abaixar essa droga?-o Geminiano falou abaixando o livro e olhando para o sofá
–será que você pode fazer o favor de ler esse seu livro em outro lugar?-uma segunda voz idêntica a de Saga se pronunciou, mais esta por sua vez era acida e irônica
–Eu não vou discutir com você!
–Então na discuta sai daqui e leve essa velharia de livro com você
Mú juntou as sobrancelha aquilo estava beirando o cumulo do bizarro, mesmo assim não era educado escutar as conversas dos outros, por isso aumentou o cosmo chamando a tenção do cavaleiro de Gemeos, que sorriu ao vê-lo.
–Mú a quanto tempo- o mais velho se levantou deixando o livro de lado e foi até o Lilás- é bom te ver novamente
–Saga, digo o mesmo companheiro- o lamuriando sorriu e acenou com a cabaça, saga estava de volta então imaginava como, mais tinha uma vaga idéia de como deveria estar Shaka a essa altura com o retorno do amante, não pode evitar a onda de de tristeza que lhe invadiu – é bom vê-lo feliz
–Mais você não me parece tão bem Mú – o ariano sorriu forçado, ah sim tinha esquecido como e santo de gêmeos tinha aquela percepção sobre humana, ao menos quando se dizia a respeito de emoções alheias.
–Estou preocupado com Milo- dessa vez quem pareceu triste foi saga
–Todos estamos , ele esta irreconhecível nos últimos meses, espero que você possa ajudar.
Canon se remexeu no sofá será que o irmão não tinha o mínimo de noção não, afinal ele estava tentando assistir o filme. E francamente o escorpião estava triste por que tinha levado um pé na bunda, era quase uma tragédia shakespeariana na opinião de seu irmão, ridículo se o outro queria ficar na fossa que ele ficasse, que saco, por que todos ali tinham que ser tão bonzinhos? . Apoiou o braço no encosto do sofá e ergueu o tronco para cima, o irmão estava sorridente conversando com uma criatura de cabelos liláses, Mú de aries, o pivete que estava sempre na aba de Shaka de Virgem, se lembrava de como era quando eram crianças. Claro que nesses quatorze anos ele tinha crescido bastante, e como tinha, era possível ver as pernas firmes por baixo da calça de algodão, a túnica era esvoaçante mais tinha certeza que por baixo dela havia uma cintura fina e linhas corporais delicadas, as mãos eram pequenas os dedos delgados, o cabelo chegava a altura do quadril presos por uma fita vermelha, o rosto de linhas femininas, grandes olhos cor de jade, e uma pele lívida, perolada. Que saúde!
Mú sentiu um olhar pesado sobre si e institivamente se virou na direção da pessoa, um ser idêntico a Saga estava no sofá, o braço segurando o corpo que estava parcialmente o oculto pelo móvel muito cabelo espalhado, um sorriso sacana nos lábios grossos, e um olhar que preferiu ignorar.
Saga sorriu forçado o que diabos Canon achava que estava fazendo secando o outro daquele jeito, será que ele não sabia se controlar, tinha que ser tão impulsivo?
–Ah Mú esse é meu irmão Canon de Dragão marinho, vocês nunca foram apresentados devidamente certo?- Saga perguntou esperando que o gêmeo se tocasse
Mú se virou para o amigo, ah claro que sim, o gêmeo de Saga, Canon o homem que enganara um Deus, como estava lento hoje cruzes
–Não, nunca fomos apresentados- disse sorrindo com sinceridade, e esperando pelos deuses que sua educação não lhe trouxesse problemas, por que estava na cara de que o gêmeo mais novo era um para-raios de encrenca, pra que exemplo melhor do que o ocorrido há anos atrás, quando ele iniciara uma guerra sangrenta pelo santuário.
Canon aproveitou a deixa e saltou do sofá se pondo ao lado do irmão com um sorriso fácil nos lábios. Mú pode analisar bem melhor as duas figuras agora que estavam juntas a diferença era mínima, tinha a mesma altura, porem o porte físico de Canon era menor, o quadril mais estreito pernas menos musculosas, a pele tão bronzeada como a do gêmeo, os cabelos de um azulado eram de um tom mais escuro que os de Saga, e um pouco mais comprido, caiam em cascadas cheias e ondulantes pelos ombros até chagar ao quadril, o deixando completamente selvagem. Espera! selvagem, urgh é claro que não achava Canon selvagem, de maneira alguma apenas estava impressionado com a semelhança de ambos, poderiam se facilmente confundidos.
–Gosta do que vê?- Canon perguntou ao perceber o olhar do lamuriano se demorar sobre seu corpo, não tinha resistido.
Mú sentiu o rosto queimar, tinha certeza que estava tão vermelho quanto um tomate.
Canon riu quando viu as maças do outro ficarem vermelhas, quem hoje em dia corava pelo amor de Zeus. Mais uma coisa tinha que admitir aquilo era definitivamente encantador, já podia imaginar Mú por baixo de seu corpo, ofegante entre gemidos, os lábios inchado entreabertos a face afogueada.
–Eu...eu preciso ir, foi bom te ver Saga- Mú pronunciou gaguejando e apressou o passo para longe da casa de gêmeos.
Saga olhou para o irmão com reprovação, sabia exatamente o que se passava por aquela cabeça demente e pervertida dele
–Nem pense nisso Canon- preveniu o gêmeo com aspereza, o outro apenas deu de ombros e voltou a se sentar no sofá- Eu estou avisando Canon fique longe de Mú, não vou deixar que você maltrate o garoto
–Ora Saga ele já é bem grandinho sabe se defender- ralhou o mais novo já irritado, sempre detestara essa mania que o mais velho tinha de querer abraçar o mundo com as pernas.
–Você sabe que de todos os cavaleiro aqui, Mú de Aries é o único realmente inocente, no meio de todo esse sangue ele ainda consegue permanecer imaculado, e você não vai machuca-lo!
–Eu realmente estou muito baixo no seu conceito não é Saga, voce ainda acha que eu sou um crápula.
–Eu nunca disse isso um irmão, eu te amo e nada vai mudar isso, mais nos somos atrozes demais, não contamine o garoto, não o use a seu bel prazer depois o jogue no lixo, ele é o único que não merecesse isso.
Canon suspirou resignado não queria começar uma discussão com o irmão, sabia que ele sofria por tudo o que aconteceu, e a verdade é que ele fora o causado disso, porem Saga sempre foi mais sensível e amável, e esse seu empenho em proteger Aries era mais uma das varias tentativas que ele imaginava que deveria fazer para se redimir.
–Tudo bem saga, você venceu- concluiu voltando a prestar atenção no filme.
Saga sorriu consigo mesmo, o gêmeo estava bem mais ponderado desde que fora ressuscitado por Atena, e isso era ótimo. Caminhou até o outro e acariciou seus cabelos, tinha sentido muita falto do irmão, e agora faria o possível para mantê-lo perto de si.
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