Sei Lamor Della Mia Vita!
39 Se deliciando nos braços da morte
Milo empurrou o italiano na cama, se sentando sobre os quadris e sugou os lábios avidamente, enquanto se rebolava em cima do membro do moreno que já começava a ficar rijo, levantou a barra da camiseta e a retirou sem muita paciência observando o corpo forte e másculo, sorriu consigo mesmo desta vez seria ele quem comandaria as coisas, se rebolou mais ainda sentindo a rigidez sobre o jeans
-Você não resiste a mim não é Carlo?- Milo perguntou sacana deslizando sobre o corpo do moreno até ficar de joelhos e começou a tirar as roupas do italiano até deixa-lo só de boxe, passou as mãos pelas pernas firmes e musculosas, e voltou a serpentear sobre o corpo moreno, lambendo, chupando e mordendo, a ele do italiano ainda tinha o gosto suave do pós-banho da manha, tracejou os músculos com a língua até chegar aos ombros largos, marcando seu corpo da melhor forma que podia, mordendo aqui e ali, deixando algumas marcas avermelhadas e outras gravemente arroxeadas. Contudo, fazia isso em áreas que não seriam facilmente vistas.
– Está bom?
– Sim... Muito... – sua voz saiu rouca.
– Ótimo, pretendo fazer melhor.
Milo sorriu sacana puxando a boxe do moreno de uma vez. Carlo ergueu o tronco e se apoiou dos cotovelos, e sorriu para o outro erguendo a sobrancelha.
-Você sabe fazer isso?- perguntou debochado
-E por que eu não saberia?
-Sei lá talvez por que desse para um cara que era conhecido como mago do gelo, e definitivamente só devia saber fazer um papai e mamãe, não acho que e apreciasse esse tipo de prazer.
-Você não perde uma não é?
O loiro mordeu o lábio levando os lábios até a ereção pulsante, depositando um selo molhado, o outro ronronou e balbuciou alguma coisa em italiano, Milo sorriu em seguida apertou os lábios ao redor da ereção pulsante. O moreno de remexe resmungando, talvez ele quisesse dizer algo, mas na condição que estava não conseguia formular muito bem as frases. Os lábios do grego distribuíram beijos pela extensão do membro rijo enquanto se deliciavam com os suspiros de desejo vindos do outro. Começou a chupa-lo avidamente sem dor nem piedade, movimentando movendo a mão no mesmo ritmo enquanto Carlo soltava frases desconexas em italiano, aquilo o estava excitando demais.
Mascara se contorceu
-Milo... caro por dios pare io- Carlo tentou se levantar- io non vo suportar- Milo sorriu quando o italiano o segurou pelos braços, e inverteu as posições
-Quem é que não sabe fazer um oral aqui mesmo em?
-Tudo bem eu retiro o que eu disse- Mascara sussurrou no ouvido do outro- Por que você ainda está vestido?- o italiano girou os olhos engraçado retirando as roupas do loiro- Sabe acho melhor que você não saia do quarto de hoje em diante
-E por que não, senhor meu dono
-Por que eu poderei conserva-lo nu sobre minha alcova- Carlo sorriu junto com Milo
-Então eu vou ser um escravo sexual.
-A ideia me agrada.
O italiano observou o corpo de Milo, bronzeado, com músculos magros, sua vontade era de arrancar pedaço por pedaço do corpo do grego.
-Vamos Carlo, pare de olhar e faça alguma coisa- Milo resmungou, seu corpo estava ansiando por alivio, seu pênis ardia, latejava de dor, tudo por causa do filho da mãe do italiano, não importava quanto tempo passasse, só de pensar nele seu corpo despertava- Vamos logo com isso.
Carlo mordeu o lábio do menor iniciando um beijo lento, e friccionou os quadris, fazendo o loiro gemer com o contato. O italiano desenhou o contorno dos lábios perfeitos e introduziu os dedos lentamente se deleitando enquanto o loiro engolia os dedos avidamente. Chupando com força, lubrificando-os bem. Os sons emitidos pela língua do loiro, estalando-a contra os dentes vez ou outra, enlouqueciam o italiano.
-Fique de quatro pra mim ok?- mascara piscou o olho.
-Mais de jeito nenhum é muito humilhante- Milo fez bico
-Milo, você não me parece do tipo papai mamãe.
-Ah e não sou mais de quatro é humilhante- Mascara ergueu a sobrancelha e envolveu o próprio membro com uma das mãos fazendo leves movimentos de vai e vem
-Tem certeza de que não quer?
Milo mordeu o lábio sentido a excitação crescer
-Seu chantagista filho de uma mãe- Carlo sorriu sacana enquanto o outro se colocava na posição, um arrepio cortou sua espinha ao ver aquele traseiro gostoso ali a sua disposição
-Você não tem ideia de como fica sexy desse jeito loiro- Mascara espalmou a adega do loiro, onde seus dedos ficaram marcados- Vamos la chupe só mais um pouquinho.
Milo voltou a sugar os dedos com força lubrificando-os bem entre gemidos enquanto a virilha do amante roçava em sua bunda.
-Agora feche os olhos relaxe loiro- dizendo isso, o moreno introduziu o primeiro dígito lubrificado em seu interior, com força e sem muito cuidado, movendo-o sem dar depois para que o outro se acostumasse.
O escorpiano gemeu com um pouco de desconforto devido ao gesto brusco, porem a ardência junto com os movimentos rápido do outro em seu interior causavam um prazer masoquista. Pouco tempo depois, inseri o segundo digito arrancando um gemido arrastado e rouco.
Então com a mão livre segurou o membro esquecido do loiro e começou a masturba-lo, introduzindo o terceiro dedo no interior do loiro, e o estocando fundo com os dedos até atingir a próstata, fazendo-o gritar alto.
-Carlo... — Milo gemeu se rebolando contra a mão do outro. Entendendo o desejo do outro Mascara retirou os dedos do interior do outro escutando um muxoxo se encachou atrás do loiro procurando a entrada e começou a forçar a entrada, Milo se contraiu.
-Relaxa lamor – entrou mais um pouco e parando quando o menor gemeu de dor.
O italiano continuou forçando a passagem, sentindo as paredes quentes apertando seu membro, era quente e apertado, uma sensação delirante.
Começou a se movimentar, de início com calma. Queria aproveitar mais daquela sensação única. Por mais que já tivesse de deitado com outros e outras, porem Milo era único de todas as formas possíveis.
Aos poucos Milo começou a pegar o ritmo, até ambos irem indo cada vez com mais força. Os gemidos cada vez mais alto, as respirações sem controle, os movimentos frenéticos e tão intensos... Era demais.
As mãos do moreno nos quadris do loiro arremetendo com força, atingindo a próstata, arrancando gritos roucos do menor, o italiano penetrava fundo com força. Os dedos de Milo segurando a colcha os nos dos dedos brancos, os músculos tenso, enquanto o outro o arremetia por trás forte.
– Mais... Mais... Estou... – ele gritou três oitavas mais alto que o normal, um som esganiçado, podia sentir o clímax se aproximando, quando o maior parou de se movimentar e pressionou o indicador na glande do amante o impedindo de gozar, Milo choramingou. Carlo retirou a mão do pênis do outro voltando a coloca-a no quadril.
-Escusa-me, caro io no lo puedo permitir- O canceriano apertou a nadega do bronzeado e se curvou sobre ele passando a língua ao longo da coluna de Milo- Eu vou te divertir um pouquinho antes de permitir que você goze.
Milo gemeu baixinho quando sentiu o moreno lhe penetrar com um dos dedos forçando ainda mais a passagem contra seu anel, ardeu de forma incomoda mais suportável. Logo o outro começou a se movimentar enquanto massageava a perde do canal em movimentos circulares .
As pernas de Milo tremeram, e seu corpo adormeceu, e despertou em um so segundo a endorfina correndo por seu corpo, causando êxtase, seu coração acelerou mais do que podia imaginar, um grito rouco rasgou suas cordas vocais, quando o outro arremeteu rápido forte na sua próstata, seu corpo parecia estar se partindo em dois, tamanho o prazer que o consumia, chegava a ser doloroso. O liquido se derramou no lençol negro e o corpo do loiro despencou na cama.
Milo abriu a boca tentando recuperar o ar, enquanto sentia o liquido quente escorrer entre suas pernas, fechou os olhos sentindo o peso do outro sobre o colchão.
-Tudo bem com você?- Carlo perguntou tirando os fios de cabelo loiro do rosto de Milo.
O escorpiano abriu os olhos, encontrando as orbes azul marinho.
-O que... o que você fez comigo, o que foi isso?
-Isso caro mio, fue piacere.
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