Sei Lamor Della Mia Vita!
10 O beijo...
Notas iniciais
então aqui vai espero que gostem, e ATENÇÃO se ssair alguns termo tecnico sobre agroecologia, agronomia, ou algo do tipo não me matem to digitando um trabalho de introdução a agroecologia aqui e to feito um zumbi.
então beijo e espero que curtão, não se esqueçam de escrever
Milo permaneceu em silencio sem saber o que fazer, sua casa parecia tão fria, mesmo depois de tudo que se livrara que pertencia a Camus ele ainda estava impregnado ali como se aquela casa pertencesse a ele próprio, se fechasse os olhos podia imagina-lo ali sentando no sofá assistindo alguns daqueles filmes franceses e chatos, que apenas ele podia entender, na época não percebia mais agora podia ver que era completamente excluído por Camus, quando Milo estava com os amigos o ruivo o mantinha sob rédea curta, e quanto estava a sós ele o ignorava, mais eles tinham uma longa historia, e bons momentos incontáveis, e isso o fazia querer tê-lo de volta perto de si, sim amava imensamente o ruivo apesar de tudo que tinha acontecido, do quanto tinha sofrido, mais o amor era assim certo, perdoava. Cristo era degradante depois de tudo o que houvera que ainda estivesse disposto a aceitar Camus se ele retornasse, e verdade era que esperava por isso tão intensamente que chegava a doer.
Ah esperava mesmo que Mú tivesse razão e que tudo isso passasse pois não sabia se suportaria por muito tempo. Apesar de esse ter sido o único dia que passara sem chorar desde que Camus o abandonara, estava tão partido por dentro quanto antes se não mais. Agora suas lagrimas tinham secado. E podia sentir outra coisa tomento conta de si, rancor e magoa, tudo que sempre repudiaram, por muitos anos durante a infância conviver com esses sentimentos, e agora eles estavam se apossando de si. Odiar Camus nunca imaginara uma coisa do tipo, sempre pensara nos dois juntos para sempre, a possibilidade de estarem sós nunca lhe o ocorrera.
–Mask, Death Mask – Afrodite se sacudia sobre o ombro do canceriano – eu vou te matar por isso eu estava quase pegando aquela espanhola linda.
Mascara balançou a cabeça segurando as pernas do loiro, Kanon mais bêbado ainda sorria escandalosamente, Afrodite era estava completamente bêbado, e a prova disso era realmente que ele queria transar com uma mulher, afinal ele era gay e muito, o passivo. E como ele sabia disso, bom ele já tinham se divertido um bocado logo que ele retornara ao santuário, o andrógeno era bonito, forte, indomável, meio sádico e cruel, e confessava que o sexo com ele era loucamente selvagem, o geminiano era uma maquina. Olhou sorrindo para a bunda de Mascara, agora ele sim era um homem com H maiúsco, infelizmente, mais que tinha certeza que o italiano era um deus do sexo na cama há isso, tinha com aquelas pernas devia ter um folego e tanto
–Ah, ah, ah o Kanon está secando tua bunda Mask, cuidadoooo, ela ta bêbado vai querer te pegarrr.
Mask nem se deu ao trabalho de retrucar tinha sentindo Kanon o secando a muito tempo mais isso era normal, uma vez que o geminiano flertasse com tudo que se mexesse e que transasse com tudo que tinha um buraco, não sabia como ele não tinha pego uma doença venérea, ou alguma louca não tinha aparecido no santuário reclamando um exame de DNA, a maior prova disso é que ela já havia transado com a maiorias dos cavaleiros de ouro, deuses, bronzes, se bem se lembrava Ikki tinha sido o primeiro, depois Shura, Afrodite, Hyoga, Bardo, Julian Solo la no reino marina, e por ai em diante, não sabia como as pessoas ainda caiam na lábia desse canastrão.
Os três adentraram na casa de aries em pessoas silenciosos tentando não acordar o protetor da casa
–Múuuuuuuuuuu- Afrodite imitou uma vaca fazendo um megafone improvisado com as mãos, Mascara aumentou ainda mais a carranca, e Kanon gargalhou fazendo mais escândalo, era sempre assim esse barraco toda vez que chegavam ao santuário, da próxima vez levaria uma meia no bolso e enfiaria goela abaixo de Afrodite para manter aquela boca fechada.
–Cala a boca Afrodite- sussurrou- você vai acordar Aries
–Tarde demais – os dois homens morenos se viraram na direção da voz, Afrodite bem que tentou mais mascara ainda o matinha firme sobre seu ombro. O sento protetor estava serio parado no meio do corredor impedindo a passagem dos três, vestia uma calça de tecido branco, estava sem camisa, os cabelos lilás jogados sobre as costas, seus braços cruzados sobre o peito e as feições delicadas um tanto serias.
Kanon sorriu sacana, o carneirinho era uma delicia, a pele clara aveludada, foi impossível não seguir os pequenos músculos do abdômen até a barrada da calça, sua boca já se enchia de agua só de imaginar o tecido escondia.
Mú rezou para que ninguém ali pudesse ver seu rosto, pois tinha absoluta certeza de que estava vermelho como um pimentão, tentava enforcar a todo custo o olha predador de Kanon sobre si, o que aquela copia de Saga tinha, será que ele não poderia ser mais como o irmão, uma pessoa direita?
–Permissão para passar Mú de Aries- a voz de MDM imediatamente o tirou de seu louco pensamento. Desviou os olhos para os outros dois cavaleiros, Mascara estava vestido apenas na parte de baixo de sua roupa, olhou ao redor a procura da camiseta do canceriano e não acho, provavelmente tinha ficado pelo meio do caminho a dizer pelas marcas de unha, e mordidas que ele tinha por toda a extensão do tronco. Afrodite estava jogado sobre os seu ombro esquerdo, as pernas presas ainda se sacudiam ao mesmo tempo que tentava socar miseravelmente as costas do outro, os cabelos loiros completamente desgrenhados.
–Hum Múuu, o Kanon que te comer- Afrodite sorriu – o ariano corou violentamente, olhando na direção do grego que ainda o percustava com aquelas orbes azuis, e um inseparável litro de tecla na mão.
–Vamos embora daqui Kanon sinto o cosmo de Saga arder daqui debaixo – Mascara da morte não esperou resposta apenas passou pelo ariano sacudindo o andrógeno em seu ombro que mais parecia uma boneca de pano, que levantou a cabeça preguiçosamente e acenou um tchau descoordenado.
Seus olhos se ressentiram ao cair sobre Kanon novamente, este caminhava na sua direção como um felino prestes a dar um bote. O lilás recuou o passo institivamente, o que arrancou um sorriso malévolo ds lábios do outro
–O que houve Mú de Aries você esta com medo de mim- Mú pestanejou por alguns segundos, o qeu era isso ele não estava com medo alias nem sabia por que tinha recuado ele era um dos cavaleiros de ouro mais fortes e muito provavelmente o próximo mestre do santuário
–Não seja tolo Dragão Marinho eu temo você de maneira alguma
Kanon sorriu quando viu aquela chama brilhar nos olhos daquela criatura delicada, Mú era a mistura perfeita, tinha a beleza e sensibilidade de uma mulher, e a força e determinação do mais forte do homens, o conjunto perfeito
–Que bom que você não tem medo de mim Mú, pois não seria nada divertido
–O que não seria divertido Dragão marinho- o lemuriano se arrependeu de suas palavras no momento em que fechou a boca, a ele sua odiada mania de não segurar a onda. Para seu desespero o outro sorriu malévolo e se aproximou, mais não recuou era um cavaleiro de ouro, ergueu a cabeça em desafio
–Muito, muito bom é assim que eu gosto
–Você não tem que gostar de nada marina
–Por que você não me chama pelo meu no Mú?
Os olhos de jade se arregalaram. Kanon sorriu diante da fragilidade do outro sorriu aproximando os rosto o outro pendia a respiração, lindo carneirinho delicioso. Mú travou prendendo a respiração, o hálito com cheiro de álcool impregnava suas narinas, mais não sobrepujava o perfume forte masculino que o outro usava
–Me diga Mú porque não chama meu nome
Os pelos do mais novo se arrepiaram ao sentir o hálito quente junto ao seu lóbulo, seu coração acelerou, a mão do moreno circulou sua cintura chocando os quadris. Fogo seu corpo estava em fogo descontrolado.
Kanon cheirou a curva suave do pescoço ele tinha cheiro de lavanda. Mú tentou refletir, mais sua cabeça não obedecia, seus membros estavam moles, um torpor nublava todos os seus sentidos. Os lábios firmes do geminiano cobriram os lábios do menor em um beijo furioso. A cabeça do ariano girou em um misto de surpresa e choque, os tentou empurrar o outro em vão, Kanon jogou seu corpo contra a parede fria, cristo o que estava fazendo por que simplesmente não podia se teletransportar, tentou se concentrar mais era impossível com aquela língua tentando invadir sua boca. Como se pudesse ler os pensamentos do outro pressionou sua ereção contra o quadril do ariano que arfou soltando um gemido ao sentir o volume contra seu corpo, Kanon gemeu baixo adentrando a língua dentro da cavidade do outro, apertou a nadega firme arrancando outro gemido do mais novo, forçou os quadris buscando mais contato, seu corpo estava prestes a explodir de tanta excitação, desceu ao mãos pela lateral do corpo do mais novo até chegar as cochas malhadas e apertou suspendendo o outro em só impulso.
Mú não conseguiu reagir quando sentiu o contato mais intimo, arqueou o corpo buscando por mais contato, o pênis dentro de sua calça estava dolorido e apertado dentro de sua calça fina. O grego descolou os lábios do outro e desceu traçando cada pedaço da curva do pescoço delgado provando o gosto da pele, sentindo a textura, o lemuriano jogou a cabeça para traz dando espaço para que o outro prosseguisse, Kanon desceu os lábios até o mamilo rosado sugando com vontade arranca murmúrios e sussurros descoordenados do outro, Mú quase gritou ao sentir os dentes naquela área tão sensível. Se sentia perdido como em uma outra galáxia, sal sanidade estava sendo tragada por Kanon. Kanon, o que estava fazendo nem conhecia esse homem, e o pouco que sabia era tenebroso, o que estava fazendo o fato dele ter o mesmo rosto de Saga não significava que fossem iguais, não, não eram iguais aquele homem ali tomando-o era diferente em todos os sentidos ele vivia por si mesmo, era loucura.
Kanon estancou quando sentiu o corpo do outro ficar rígido, parou sua exploração e olhou o outro os olhos de jade estavam hesitantes. Um encarou as orbes do grego estavam nubladas de desejo, isso não podia acontecer. Empurrou o outro pelos ombros bruscamente sendo largado no chão.
–É melhor você sair- pediu com o rosto baixo
–Mú...
–Não, não discuta saia Dragão Marinho!
–Mú por favor...
–Não me chame assim você não tem essa intimidade, você esta bêbado cavaleiro, va pra sua casa e esqueça o que ouve e não me toque novamente.
–Mú
–Saia eu não vou ser mais um na sua lista
Kanon não tentou falar mais nada, nem olhou para o outro novamente, apenas virou as costas e saiu da casa de Aries.
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