Sei Lamor Della Mia Vita!

12 Estranha cinceridade, inusitado contado


Notas iniciais
eita que hoje eu to que to não consigo para de escrever nossa, mais é pra compensar pois durante a seman não vou postar nada não vou ter tempo.
capitulo dedicado a Lord, e Cristal, leiam e me digam o que acharam.

Milo não sabia onde enfiar a cara diante da cena que se passava diante de seus olhos, toda a sua raiva passou dando lugar a vergonha.

Mascara ainda vestido segurava Afrodite pelado por trás imobilizando seus braços, Afrodite choramingava, estavam ambos debaixo do chuveiro, peixes visivelmente bêbado reclama por causa da agua gelada, Mascara o encarava sem entender e Dite meio grogue. Milo tinha certeza que seu rosto estava queimando.

–Ah eu... eu.... – sua voz falhou de tanta vergonha pelo que havia pensado. Para sua surpresa o pisciniano começou a cair na gargalhada desesperada

–Você... você... você pensou que o Death Mask estava me comendo, ah ah aha há ah ....

Se Milo ainda tinha um pouco de amor próprio ele se desfez ali no chão feito um espelho quebrado, estava em cacos e depois um rolo compressor acabara de passar por cima

–Ah ah ah ah, você devia ver sua cara Miluxooo

–Cala a boca Dido – mascara falou balançando a cabeça e colocando o andrógeno de pé debaixo do chuveiro, que por sua vez se sacudia de tanto rir

–Ah eu já vou – o escorpiano disse virando as costas

–Parado ai – Milo estancou na porta diante da ordem do outro – já que está aqui faça o favor de pegar a toalha sobre a cama e trazer até aqui.

Milo não entendeu o favor e a gentileza vianda do outroa e sim queria ir embora e manda-lo para o inferno, mais por que ser mal educado so iria causar atrito. Foi até a cama e pegou a tolha levando até o banheiro, esticou o braço tentando não olhar para o moreno

–Eu não alcanço daqui- Milo soltou o ar e se obrigou a olhar para o outro, os cabelos escuros colados no rosto bronzeado, uma das sobrancelhas escuras erguida em sinal de questionamento, algumas gotas de agua presas aos cílios volumoso.- Algum problema?

Milo sacudiu a cabeça se livrando dos pensamentos e entregou a toalha, se afastando em seguida. Observou o outro enxugar Afrodite sem muita paciência e enrrolar a toalha no corpo quase sem vida do outro

–Segura ele- Mascara jogou o corpo magro de peixes sobre o escorpiano em um só impulso

–Hummm Mask – Afrodite reclamou, Milo com alguma dificuldade segurou o outro e o arrastou até a cama, jogando tão desajeitadamente quanto mascara – não faz assim miluxooo

O loiro reclamou se ajeitando sobre o colchão

–Há eu já estou indo – O escorpiano falou ainda sem jeito se virando para Mascara, seus olhos se arregalaram mais do que ele mesmo podia imaginar ao olhar para o outro. O italiano estava parado na porta do banheiro, o vapor suando o vidro, e abraçando o corpo trabalhado em músculos firmes, o loiro olhou para o rosto do outro onde as gotas de agua escorriam de seus cabelos descendo pala maçã do rosto passando pelos lábios canudos, o queixo másculo, e desceu pelo pescoço comprido, o peito musculoso onde havia uma tatuagem de caranguejo, e continuou intrusa, pelo abdômen definido e sem pelos, e continuou, os olhos do escorpiano se fixaram nos quadris estreitos. Milo mordeu o lábio ao olhar fara o falo grande e grosso do outro. Um arrepio cortou sua espinha, levantando todos os seus pelos.

Seus pés estavam colados no chão e o coração em seu pescoço, seus olhos acompanharam os movimento das pernas malhadas do outro, que passou por si deixando em seu nariz o cheiro de almíscar, seu pescoço girou automaticamente gravando cada parte do corpo do canceriano. As nadegas firmes tinham o mesmo tom de bronzeado de todo o corpo. Tão diferente de Camus com seus músculos magros e pele alva macia, aquele corpo na sua frente era másculo, primitivo, parecia clamar por sexo selvagem.

–Você vem ou vai ficar ai? – a voz de Mascara tirou Milo de seu letargio, que encarou o outro que já estava com uma toalha enrolada em volta do quadril, seu rosto queimou novamente, não conseguia acreditar que tinha secado Máscara da Morte de Câncer, cristo so podia estar anormal mesmo que vergonha.

–Seferis?

–Hum?

–Você vem ou vai ficar ai parado feito uma estatua?

Milo sorriu sem jeito e acompanhou o outro, a caminhada foi apressada e incrivelmente constrangedora para o escorpiano e quanto ao italiano não parecia nada desconfortável com a situação.

Chegaram ambos a cozinha, Mascara foi para tras do balcão e começou a vasculhar o armário, o loiro se sentou em um banco de ferro e encostou o os braços sobre o mármore branco, enquanto observa uma mascara da morte completamente diferente do que conhecia até hoje, nunca imaginara aquele homem cruel mechado em uma cafeteira, essa situação era definitivamente o cumulo do bizarro.

–Algum problema? – Milo encarou o italiano que não se deveria pra falar com ele, estava colocando pó de café na maquina

–Sinceramente?

–Com toda a certeza

–Eu nunca imaginei Mascara da Morte de Câncer, fazendo café, ou muito menos cuidando de uma um companheiro bêbado.

O outro terminou seu trabalho e se virou para o outro, que o encarava serio

–E eu sinceramente nunca imaginei Milo de Escorpião tentando suicídio, por causa de alguém inumando como Aquário.

O primeiro intuito do cavaleiro foi baixar a cabeça, mais não fez esse homem não tinha nada a ver com sua vida.

–Isso é bom você já consegue ouvir a verdade, é o primeiro passo acredite.

Milo juntou as sobrancelhas diante da conclusão do outro

–Por que você esta falando isso?

–Por que é o que eu acho? – mascara se sentou do outro lado do balcão de frente para o escorpiano os rosto frente a frente – Sabe por que você se surpreende comigo, por que você não me conhece, nunca quis, o problema de vocês santos é que se acham melhores que os outros, mais sabe a verdade é que vocês são iguais a mim ou Kanon ou Afrodite, se não piores, somo todos assassinos Seferis, matamos em nome de uma crença, em nome de uma pessoa, a diferença é que vocês acreditam que essas mortes são por uma boa causa e os meios justificam o fim, acreditam que o sangue alheio não faz de vocês matadores e sim santos, é hipocrisia meu caro. E nós a escoria sabemos bem nosso lugar, é bem simples.

Milo prendeu o ar, estavam tão próximos que podia sentir o hálito quente do outro em seu rosto

–Você diz que eu não te conheço, mais e você me conhece para me julgar tanto?- desafiou

Mascara olhou para os lábios do grego que estavam sendo castigados com mordidas. O coração de Milo acelerou quando percebeu a intenção do outro, sabia que devia se afastar mais simplesmente não conseguia, avançou os poucos centímetros que o afastava do outro.

O italiano observou os olhos do grego se fecharem e os lábios se entreabrirem em um convite mudo, que ele não recusou, segurou o queixo do outro e tocou os lábios rosados com seu, sentindo a textura.

O corpo de Milo respondeu com espasmos, o grego levou a mãos aos cabelos húmidos do outros na tentativa de aprofundar o leve toque de lábios.

–Mask- O escorpiano se precipitou para trás empurrando o outro com extrema força, fazendo o corpo do moreno se chocar contra a pia. Ambos olharam para a Afrodite que estava encostado na porta havia vestido um short de seda, os cabelos desgrenhado, e obviamente meio fora de si. Que para o alivio de Milo parecia não ter visto nada.

–Me ajudem aqui eu quero cafeee- resmungou o andrógeno, Milo se levantou e caminhou até o outro tentando acalmar seu corpo e seu coração, que nesse momento saltavam pelo peito.

–Miluxooo, você ainda tá aqui? – o escorpiano ignorou a pergunta e arrastou o outro pelo braço colocando-o no banco que antes ocupava

–Eu já estou indo boa noite pra vocês. — virou as costas com a intenção de sair dali o mais depressa possível.

–Beba seu café primeiro – e foi o que bastou para que ele esquecesse o que tinha se passado pela sua mente segundos atrás, não entendia o por que mais bastava uma palavra daquela homem pra que ele perdesse o rumo, era tão confuso o poder que o outro parecia ter sobre si, e o fato dele simplesmente não querer reagir, talvez estivesse cansado de seguir por si mesmo de pensar em um pé depois o outro, era mais fácil seguir ordens do que decidir.

Voltou a se sentar no balcão ao lado de Afrodite sem coragem de encarar o outro, a xicara de café fumegante já estava na sua frente. Pegou o copo e se surpreendeu com o que viu. Seu café tinha muito creme por cima e cheirava a canela.

–Eu sei mais sobre você do que sua imaginação possa atinar Seferis.

Milo olhou para o outro que estava serio como sempre, nem sequer parecia ter aberto a boca. Se voltou para a caneca em sua mãos ainda sem entender

Café com creme e canela era o seu preferido.

Notas finais
entãoooo?