Sei Lamor Della Mia Vita!
15 Essa noite....
Notas iniciais
Julian arfou com o beijo quente, se agarrando ao pescoço de Kanon aprofundado ato, e geminiano introduziu a língua na boca do outro explorando cada parte daquela cavidade quente, apreciando o gosto único que ela tinha. Caminharam juntos até o quarto sem interromperem o beijo, o geminiano deitou o outro delicadamente sobre a cama, e se encachou entre suas pernas. As mãos ágeis desfazendo os entrelaçados da túnica enquanto os lábios desciam lentamente por seu pescoço, cobrindo cada pedaço de pele nua que surgia desceu até a base do tronco puxando a túnica branca com os dentes e expondo o quadril estreito o sexo ereto. As mãos do moreno desceram acariciando as coxas firmes ao mesmo tempo em que Kanon depositava mordidas e chupas na parte interna das coxas de Julian.
–Kanon- o mais novo arfou arqueando a coluna para cima, seu sexo latejava tanto que chagava a doer precisava de alivio, Kanon entendendo o desejo do outro, abocanhou o sexo ereto e pulsante, chegava até a base e subia-os novamente para capturar a boca do ruivo, tomando-a novamente. Os gemidos do mais novo ecoavam nos ouvido do moreno incentivando-o a movimentar-se com mais velocidade.
Julian se apoiou nos cotovelos observando o outro naquele ato tão sexy, apertou a fronha dos lençóis da cama se segurando para não foder a boca do outro. Kanon olhou de esgueira para o Deus fazendo uma cara sacana, soltou a coxa macia do outro e elevou dois dedos a boca de Julian que os sugou avidamente entre gemidos incontidos. O geminiano puxou os dedos de volta e abriu mais as pernas do Marina.
Parou de suga-lo e se arrastou depositando outro beijo cálido em seus lábios
–Agora relaxe – sussurrou rouco arrepiando os pelos da nuca de Julian.
Kanon introduziu o primeiro digito no interior do outro sentindo a resistência, esperou alguns segundos e iniciou os movimentos com calma, introduzindo retirando os dedos do interior do outro, enquanto a outra mão deslizava até a base do pênis do mais novo e subiam pressionando a glande. O geminiano sentia o sexo duro sufocado pelo tecido.
–Kanon – Julian ofegava em busca de ar. O geminiano percebendo a reação do outro introduziu um segundo dedo e começou a movimente-lo sem dar tempo de reação ao outro, o menor mordeu o lábio com o desconforto da invasão, porem logo se acostumou e voltou a rebolar contra a mão do moreno, introduziu o terceiro e começou a acelerar os movimentos no pênis.
–Kanon eu vou .... – Julian gritou rouco seu corpo se desfazendo em espasmos.
Julian se deixou desmoronar na cama tentando recobra o folego. O geminiano sorriu ao estudar o outro, seu peito subia e descia com grande velocidade, as maçãs do rosto afogueados, os lábios inchados em busca de ar. O deus dos mares sempre fora assim passional, se entregava sem reservas, nunca o vira pestanejar, duvidar de si mesmo, nem muito menos fazer algo por medo de qualquer coisa. Ele era incrivelmente intempestivo.
Julia sorriu encarando o grego que continuava completamente vestido. Se levantou ofegante e engatinhou sobre a cama na direção do outro, o sexo do moreno formando o volume sobre a calça.
–Hum- O mais jovem sorriu segurando a barra da camisa do outro – Você não vai ficar assim não é
Kanon sorriu sacana erguendo o corpo do outro e o beijou desesperadamente, as mãos hábeis de Julian desafivelou o cinto do outro e abaixou as calça jeans junto com a boxe liberando o membro ereto e poderoso, interrompeu o beijo abocanhando o sexo de Kanon sem aviso, o grego gemeu, fechando os olhos sentindo seu falo escorregando através dos lábios macios para dentro da cavidade quente, seu corpo entrou em ebulição não tinha paciência pra isso
–Eu não posso esperar Julian – disse segurando o menor pelos ombro e o jogando na cama sem cuidado, engatinhou se encaixando entre as pernas já flexionadas – Sabe eu adoraria se você sempre me esperasse assim
Julian sorriu – Isso me transformaria em um escravo sexual não em um Deus tolo mortal. Kanon acompanhou a gargalhada do amante. Tinha que confessar que se deitar com a encarnação de um deus sempre fora extremamente excitante.
O grego segurou as pernas do amante e as jogou sobre seus ombros, introduziu novamente os dedos no interior do outro.
Seu corpo sofria com a necessidade, por si já teria tomado Julian, mais precisava ter calma não queria machuca-lo mais do que já havia feito.
Os ombros estavam tensos e estava difícil ignorar os próprios impulsos de retirar os dedos para substituí-los pelo próprio membro. Sua excitação crescia a cada segundo,.
Respirou pesadamente, passando a mover os dedos com maior força e maior velocidade. Conseguia ver como o outro reagia com gemidos sôfregos e frases desconexas, rebolava contra a sua mão em busca de mais contato.
–Kanon... – o grego retirou os dedos, se voltando mais uma vez para frente depositando um beijo nos lábios entreabertos do outro.
Kanon inspirou buscando autocontrole o penetrou lentamente, guiando sue membro à entrada do menor e movimentando-se com cautela, temendo causar muita dor. Claro que esta foi inevitável, constatou ao ver as lagrimas escorrendo pela face vermelha de Julian. Trincou os próprios dentes as paredes do canal do outro pareciam massagear seu membro, levando-o a um estado quase insano. Queria, e muito, continuar. Prosseguir com movimentos fortes e ritmados. O corpo de Julian se contraia contra o seu. Levou uma das mãos para seu membro do outro, masturbando-o lentamente para que voltasse a relaxar. Curvou o corpo parando o movimento do quadril, passou apenas a ponta da língua da base do pescoço até o queixo, subindo com os lábios e tomando-lhe a boca, sentindo o gosto das lagrimas salgadas. O beijo era sôfrego calmo.
– Tenta relaxar. –Kanon pediu, precisava ser paciente, Julian estava muito apertado seu canal esmagando seu membro, isso significava que havia muito tempo que o Deus não se deitava com alguém, suspeitava até que a ultima vez havia sido consigo. Voltou a sugar-lhe o pescoço ao desistir de aprofundar o beijo, mordendo forte tentando aliviar a tensão do próprio corpo.
Julian se moveu embaixo do moreno se acostumando com o volume e tentando dissipar a dor, não fazia ideia que seria tão doloroso, mais sabia que para o outro estava sentindo uma igual tortura, rebolou o quadril indicando para o outro que poderia se mover. Tão logo sentia mais liberdade para iniciar os movimentos, o Kanon arqueou as costas ao sair entrar novamente no outro acertando em cheio sua próstata, Julian gemeu entre dor e prazer. Kanon arfou e cerrou os olhos com força, mordendo a curva do pescoço com mais força, apertando o corpo do menor de forma quase possessiva. Julian enterrou as unhas nas costas do grego ciente de que estas perfuravam a carne. Entrou e saiu de forma lenta e torturante.
–Mexa-se – Julian grunhiu no ouvido do outro, o moreno gemeu baixo e grave, moveu o quadril com mais força. Numa investida mais profunda, o moreno atingira um ponto específico em seu corpo, sensível a ponto de fazer sua respiração alterar significativamente e os olhos de Julian girarem nas órbitas. Kanon gemeu acelerando o ritmo o cenho franzido com força e a boca entreaberta em busca de ar. O corpo do menor entrava em espasmos com os movimentos de Kanon que a cada investida acertava-lhe novamente naquele ponto, mais e mais vezes. O corpo de Julian sofrias espasmos cada vez mais constantes se aproximando do ápice.
– Ainda não. — Pediu com dificuldade, sabendo que o mais novo estava próximo do climax.
Kanon segurou o ombro do menor intensificando os movimentos, a velocidade era cada vez maior, os olhos se encontraram, exaustos e ainda extremamente excitados, Julian se inclinou iniciando um beijo sôfrego. Dessa vez com contato entre as línguas, que se moviam em perfeita sincronia. As bocas movendo-se no mesmo ritmo, perdendo contato por causa das estocadas firmes e fortes, fazendo os corpos se moverem em ritmos diferentes.
Os espasmos se acumularam em seu corpo, levou a mãos ao membro esquecido do amante, impondo um ritmo tão acelerado quanto o dos quadris. A respiração de Julian acelerou, chegando a arfar num nível quase de faze-lo ficar sem ar. O corpo inteiro retraiu-se e se contorceu quando fortes espasmos o levaram a gozar na mão de Kanon. A sensação de êxtase, permitindo que o corpo relaxasse. Logo o mais velho também chegava ao orgasmo, arqueando intensamente as costas e projetando o quadril para frente, travando a respiração para evitar um gemido alto. Julian abriu a boca em busca de ar quando sentiu o outro se derramar dentro de si.
Kanon desabou sobre o corpo do menor, rolando para o lado em seguida, seu peito descendo e subindo, tentando regularizar a respiração. Virou o rosto para o lado observando Julian. O Deus permanecia com os olhos fechados os lábios entreabertos, uma mão sobre o peito acompanhando os movimentos de sobe e desce. O grego passou o braço em volta dos ombros do outro, trazendo-o para junto de seu corpo.
–Senti sua falta – O menor falou encostando a cabeça sobre o peito inquieto do moreno.
–Eu também – era verdade não tinha percebido até estar ali com Julian mais esse dias apesar da companhia do irmão e dos amigos nunca se sentira tão preenchido como agora. Mais teria de voltar para o santuário.
–Kanon tudo bem – O grego baixou o olhar encontrando com a expressão apreensiva do mais novo
–Eu só estava pensando, terei de voltar ao santuário apesar de tudo ainda sou um cavaleiro de Atena
Julian ergueu o tronco e encarou o outro
–Não se esqueça você também é um cavaleiro de Posseidon, e se eu tiver que usar isso para te trazer pra cá, pra junto de mim eu vou usar.
Kanon fechou os olhos, a sim tinha esquecido esse lado tempestivo e arbitrário do outro. Característica do sua parte divina. Ah a maldita hierarquia.
–Julian, eu não quero me afastar do meu irmão nos passamos tanto tempo longe um do outro.
O mais jovem fechou os olhos colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.
–Eu não sei o que nos vamos fazer. – confessou
–Vem comigo para a casa de gemeos.
Julian sorriu pesaroso
–Eu não posso simplesmente lagar tudo Kanon mesmo que não pareça eu sou a encarnação de Posseidon, aqui no reino marina sou como Atena é no santuário, tenho obrigações.
–Eu sei, então vamos fazer assim, deixe alguém responsável por tudo e passe ao menos o resto do fim de semana comigo, volte na segunda.
–Eu não sei não Kanon, eu sou traído sequestrei Atena, não acho que vou ser bem vindo.
–Saori já não o convidou, isso significa que ela te perdoou, agora aceite o convite e faça uma visita, os outros não ousaram fazer nada contra um convidado da Deusa, nos conversamos com ela e resolvemos o problema juntos.
Julian ponderou isso seria uma saída, mais era precipitado tinha muita coisa em jogo. Mais que saber que se danasse ele queria ser feliz.
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