Notas iniciais
pessoal esse capitulo é o inicio dos finalmente entre Milo e Mascara



Vamos la Milo você perdeu, tem que cumprir a aposta

O loiro olhou para Shura que sorria de orelha a orelha ao seu lado estava Ikki. Ah que inferno desde aqueles dois haviam se misturado o santuário não teve mais paz.

–Anda tira a roupa e entra- o espanhol ditou olhando para o interior obscuro da casa de câncer, o local parecia mais o playground de um serial killer. Claro não tinha muita diferença entre um psicopata e Mascara, o canceriano era pior. Podia sentir a humidade e frio emanando de dentro da casa, uma nevoa espeça sobre o chão. Olhou para Milo que começava a tirar a roupa, tinha pena do coitado, se o canceriano o pegasse furtando uma das cabeças da sua coleção, Milo estaria ferrado — Bom eu e Ikki vamos esperar lá na sua casa quando terminar leve a cabeça, e só pra garantir nos vamos levar suas roupas

Ikki se abaixou apanhando as roupas do grego

–Anda entra – fênix sorriu sacana, Milo enxergando dois Ikkis na sua frente, revirou os olhos quando o esquentadinho pé no saco e estressado Ikki Amamya cavaleiro de fênix e axpirante e mini- mascara da morte, ficara tão parecido com Shura.

–Milo vai quanto mais rápido você entrar mais rápido você sai, e mais uma coisa, não vale uma das cabeças da entrada, tem que se uma boa- o escorpiano ergueu a sobrancelha em um gesto irônico, Shura sorriu- ah você entendeu eu quero uma das cabeças da parede.

–Certo- o loiro mordeu o lábio entrando na casa de câncer, o frio cortou sua espinha, fechou os olhos tentando conter o horror, podia sentir os crânios sobre seus pés, as bocas abertas, os dentes sobre sua sola o buraco onde um dia existiram orbes, por Zeus por que tinha que se meter nessa furada. Milo olhou ao redor só precisava pegar uma cabeça e cair fora.

O escorpiano se aproximou de uma das paredes, segurou um crânio sem pele e puxou.

–Vamos lá, saia sua droga – Milo puxou o crânio que não se moveu um milímetro- Mais que merda.

Mascara cruzou os braços observando a cena intrigado, Milo Seferis pelado na sua casa visivelmente bêbado tentando arrancar uma cabeça da sua parede, que droga era isso, poderia ser estranho mais uma coisa tinha que admitir o escorpiano tinha um belo traseiro, e que traseiro.

–Devo admitir que prefiro você assim Seferis, ainda mais dentro da minha casa.

Milo largou a cabeça e se virou na direção do outro, tentando se cobrir com as mãos, que tinha um grande sorriso nos lábios e um sorriso libidinoso nos lábios, seu rosto queimou, quando viu onde o olhar do outro sobre seu corpo. Oh céus e infernos, seu queria que o chão se abrisse, era para o maldito italiano estar na sua festa.

–E por sinal você tem um belo traseiro, meus parabéns.

–Ah...eu...eu...

Mascara sorriu caminhando até o grego, a figura permanecia estática parada no mesmo lugar, tinha que admitir que Milo Seferis, era um presente de grego em todos os aspectos da palavra, as pernas bronzeadas e compridas, meio flexionadas o quadril estreito os músculos magros bem distribuídos, os lábios cheios sendo cruelmente castigados, a face vermelha de vergonha, os cabelos desgrenhados, os olhos azuis arregalados, a pura imagem da luxuria.

Milo recuou alguns passos até suas costas baterem contra a parede, seu corpo tremeu com o contado das cabeças eu sua pele, não tinha ideia do que fazer, permanecer ali parado com aquelas cabeças asquerosa nas suas costas, e aquele homem aproximando-se com aquele olhar predador em cima de si, ou sair correndo como um cordeirinho assustado com o leão, ou no caso o demônio.

–Seferis, Seferis, por que você ainda foge de mim, não adianta negar io sei que você me deseja, e já tirei a prova.

–Eu...

Milo mordeu o lábio e se afastou da parede bruscamente correndo na direção de uma coluna

–Seferis você parece que esta fugindo próprio Ades

–Não eu estou fugindo de uma encarnação de do maluco do Cronos

Mascara sorriu dando a volta na coluna enquanto o grego fazia o mesmo

–Por que você esta aqui?

–Eu queria uma cabeça

–Uma cabeça, tem certeza que você não esta aqui para terminar o que nos começamos na sua casa

–Oh você se sente não é carcamano?

–Eu não mais você adoraria me sentir não é?

–Você está bêbado não é até parece que eu quero repetir aquilo.

O italiano sorriu acelerando o passo, essa brincadeira de roda já
estava cansando, o loiro na sua frente aumentou o ritmo.

–Você quer mio beso admita.

–Ah seu, seu... vai pro inferno italiano safado.

Mascara sorriu e se voltou para trás de uma vez, se chocando com o italiano, que o jogou contra a coluna.

–Ah Seferis você não tem ideia não é?

milo mordeu o labio sentindo a ereção do italiano contra seu ventre.

–Eu não quero saber de nada apenas me deixe ir embora

–Sinto muito mais não posso, você entra na minha casa nu em pelo, e agora quer que eu te deixe simplesmente ir, eu não sou de ferro

–Nos nãos podemos, eu não posso. E tem o Camus eu...

–Por Zeus pare de falar, você não tem ideia do quanto isso pode
ser broxante.O escorpiano arregalou os olhos.

–Não olhe assim Seferis

Mascara se encostou contra o corpo do loiro, passando a mão pela cintura, apreciando a pele quente e macia de Milo, deslizou os dedos pela face de traços delicados e cobriu os lábios em um beijo faminto as línguas lutando por espaço, o menor não pensou em resistir estava cansado de pensar, as mãos do moreno eram grandes e quentes, despertavam os instintos, o formigamento em seu baixo ventre começava a incomodar, a falta de contato com a pele do italiano era tão necessária quanto respirar. Mascara deslizou as mãos pelos quadris do
grego e o ergueu em um impulso, as pernas compridas circularam sua cintura pressionando as ereções.

–Pro inferno com aquele francês metido de uma figa, eu quero você Milo, agora, amanha, e enquanto eu puder, depois é depois.

–Mascara... – Milo gemeu enquanto buscava folego

–O que?- o italiano gemeu beijando a curva do pescoço do grego.

–As cabeças.

–Esqueça as cabeças.

–Não da.

–Certo . – Milo sorriu voltando a beijar o italiano. Camus que fosse para o inferno. Ele iria era ser feliz.