Sei Lamor Della Mia Vita!
29 Cromatose
Notas iniciais
Mais o cpaitulo saiu aleluiaaa, bom ele estava maior mais ai eu tive que dividir em dois, mais não vou postar o restante agora.
ATENÇÃO capitulo dedicado a Hapyfee, que recomendou minha historia. Estou muito feliz.
Mascara arremessou o cinzeiro contra a parede, não contendo o grito de ira, seu coração saltava do peito, a respiração acelerada, isso não podia continuar assim a cada visita ficava mais abalado, o mais velho iria acabar por deixa-lo louco, não que ele fosse uma pessoa emocionalmente instável, pelo contrario, era frio o suficiente para não surtar, mais ele o fazia perder completamente o rumo. Não entendia por que era afetado dessa maneira, bom as palavras dele com toda certeza fizeram um grande efeito sobre si, tinha que admitir que o maldito tinha razão, se as pessoas descobrissem sua maldita descendência, não os outros não importavam, ele era quem era, e aceitava isso, na verdade por muito tempo se regorjeara com tal fato, afinal quando tinha ficado ao lado de Saga e levado Afrodite para o
seu lado durante a a guerra santa não estava mais que seguindo ordens, porem gostava de toda aquela matança, não que a morte o tenha mudado de maneira alguma, mais agora tinha uma visão mais ampla do contexto.
Mais agora não era disso deixaria esse problema não resolvível para depois.
Milo era seu foco, poderia ter perdido o controle por hora, mais recuperaria o prejuízo, queria aquele loiro para si, e ninguém ficaria em seu caminho, nem mesmo Camus.
Milo se jogou na cama segurando as lagrimas, sua mente estava completa confusão primeiro ele e Carlo depois, que saco o pior é que ele tinha gostado e como tinha, se não fosse por Hyoga teria se deixado seduzir, céus ele tinha ficado louco com toda certeza, Mascara da Morte era um assassino frio e sem escrúpulo, um cavaleiro corrupto, ele nunca se sentiria atraído em uma situação normal, só haviam transado por que estava bêbado, era essa explicação.
O loiro se sentou olhando ao redor sua vista estava embaçada tanto pela lagrimas quanto pela ressaca, precisava apenas dormir. Vasculhou o criado mudo em busca do pequeno frasco de compridos, e lá estavam, costumava usa-los a cerca de algumas semanas atrás antes de Mú chegar ao santuário, sim aquelas pílulas eram milagrosas. Milo jogou duas sobre a palma e engoliu a seco, agora so lhe restava esperar e dormiria como um cadáver.
Milo bocejou levantando-se da cama, seu corpo estava dormente, gelo foi a primeira sensação que lhe veio quando tocou o piso, estava frio muito frio, provavelmente tinha deixado a janela a aberta durante a noite, noite! Não ele fora dormir ainda era dia não tinha como. Olhou para os pés que estavam pousados sobre um fina camada de neve, neve na Grécia, não isso
não acontecia, apenas quando...
Camus.
O grego se levantou da cama sem se importar com a rajada de vento frio que atingiu seu corpo, caminhou pela cômodo até á janela as cortinas cor de creme dançavam sobe o vento, de pé observando o nada estava uma figura de pé, a túnica comprida completamente branca e fios vermelhos caindo em cascatas de fogo sobre as costas, seu coração parou por alguns segundo prendendo seu ar
–Camus...
Milo não teve coragem de caminhar seus membros estava moles
–Não- a figura respondeu se virando para encarar o loiro, Milo mordeu o lábio ante a expectativa...
–Shun?- perguntou incerto, o outro sorriu triste
–Não- a voz foi profunda. o cérebro do grego não levou mais que dois segundos para processa a informação
–Hades.... – dessa vez as palavras morreram em seu lábios, seu coração palpitava rápido- O que você faz aqui?
–Você esta surpreso de ver a mim?- o jovem se aproximou serpenteando, Milo recuou um passo para trás- ou a mim- o rosto do jovem desapareceu dando lugar a um homem alto de imponente armadura dourada e expressão sádica. Mascara da Morte!
Um sorriso malévolo escapou dos lábios do moreno, o loiro prendeu o ar já ouvira essa atitude vinda do italiano antes, ele sorria assim quando estava prestes a massacrar alguma vila.
–Voce não é bem vindo- Milo ergueu o queixo
–Oh que supressa você vai me enfrentar- o moreno disse com deboche abrindo os braços- não erre você terá apenas um chance.
–Seu desgraçado- o escorpiano tomou posição- você vai pagar por tudo que fez. Agulha escarlate!
A linha vermelha cortou o ar atingindo um coração.
O sangue gotejou no chão!
Milo arregalou os olhos!
Camus estava parado na sua frente a armadura dourada perfurada no local do coração, o sangue saindo pelo lábios do ruivo.
–Por que Milo?- o loiro tremeu com a dor que sobressaiu na voz do aquariano
–Eu...
O corpo caiu no chão em um baque surdo.
–NÃOOOOOO....- Milo correu na direção do corpo precisava ajuda-lo
O vulto cortou o ar e o pescoço do loiro foi apertado com força, e o corpo jogado contra a parede mármore.
Milo fechou os olhos diante da dor licitante, seu pulmão pesava em busca de ar, os pés não mais tocavam o chão
–Abra os olhos...
O moreno estava tão perto que podia sentir o hálito quente em seu rosto
–Abra os olhos...- as orbes azuis encontraram com as íris avermelhadas, o rosto retorcido em uma mascara grotesca de perversidade
–Como....- sua voz falhou
Uma risada maligna escapou de seus lábios
–Eu sou Mascara da Morte de Câncer ha há há há há há ....!
–Não...- Milo fechou os olhos quando a pressão em seu pescoço aumentou, porem ele simplesmente não conseguia se mover
–Você é patético Seferis!
Milo balançou a cabeça as lagrimas escorriam pelo seus olhos, toda a dor que havia sentindo antes não era nada se equiparada aoque estava sentindo agora, Camus estava morto, ele o tinha matado como pudera,
nunca mais iria ter o seu ruivo, era um imundo que merecia morrer, tinha se
entregado a esse monstro que estava prestes a mata-lo sem piedade.
Seus olhos se apertaram quando ouviu o som de sua calça sendo rasgada, simplesmente não tinha forças para resistir Camus estava morto
–Isso mesmo é assim que eu gosto de você bem submisso
Seu corpo foi arremessando violentamente contra a cama, o outro sobre seu peito so dentes torturando sua pele, mordendo forte arrancando sague, as mãos por todo o seu corpo, a dor sobre sua pele, podia sentir tudo isso mais sua mente não funcionava era como se sua capacidade de se
mover houvesse sido desligada apenas sua mente funcionava.
–Hum eu vou gostar de te arrebentar
Milo fechou os olhos quando o membro do outro entrou dentro de si, sem nenhum preparo ou cuidado. Seu corpo parecia esta se partindo ao meio, as estocadas fortes, o cortavam por dentro o destruíam, as lagrimas molhavam seu rosto.
Os gemidos do italiano em seus ouvido lhe dava asco, a saliva em seu rosto, o membro entrando e saindo forçando passagem machucando. So queria que isso acabasse, queria morrer.
–Arhhhhhhhhhh!- o gemido do italiano foi acompanhado do jato no seu interior.
Quando o maior finalmente se retirou do seu interior. Milo se encolheu abraçando as próprias pernas, o liquido viscoso escorrendo por entre suas pernas, seu corpo sofria com os espasmos causados pelo choros.
–Agora caro vamos ao gran final- as orbes lacrimosas olharam para o moreno, o cavaleiro estava de pé o membro flácido ainda para fora da calça, seu sangue escorrendo pela extensão se misturando ao gozo, o rosto sorridente.
Seu estomago embrulhou, a bile amargou em sua garganta, e os vomito despertou na sua língua sendo jogado para fora, a massa de homogênea de alimento sobre a colcha branca em seu rosto o cheiro de azedo entrando por suas narinas.
–Ondas infernais
O corpo de Milo se retorceu em convulsão, os olhos azuis saltaram das orbitas, a coluna se partindo em milhões de pedaços, através de seus olhos sua alma era brutalmente arrancada...
–Ahhhhhhhhhhhhhhh- a dor era tão profunda que os grito rasgavas suas cordas, o sangue prezo em sua traqueia, estava se afogando no próprio fluido....
Milo....
De longe seu nome foi chamado mais não conseguia responder estava acabado tudo acabado
Milo....
Milo abriu os olhos, desesperado, se debatendo. Uma par de mãos seguraram seu ombros
–Milo sou eu Mú
O loiro piscou algumas vezes, a imagem do amigo ganhando forma diante de suas lagrimas
–Sou eu Mú, não fique com medo esta tudo bem.
O loiro abraçou o amigo apertado, seu coração estava prestes a sair pela boca
–Foi apenas um sonho ruin.
O grego apertou os olhos ainda sentia a aquela dor, quando sua alma estava sendo arrancada.
–Milo...
Pela primeira vez o escorpiano notou os rostos no cômodo, Atena, Seiya, Shura, e Shaka. Milo se afastou um pouco do amigo, acalmando a respiração.
–Shiuuu não se preocupe Milo eu estou aqui
–O qu...- a voz do escorpiano falhou, Mú sorriu compreensivo, acariciando os cabelos do amigo
–Eu escutei senti seu cosmo oscilando e Shaka escutou seus gritos da casa de virgem, nos tentamos te acordar mais não conseguimos.
Mú tentou acalmar o amigo, ele ainda tremia, Atena se aproximou do loiro sentando na cama
–Como você está se sentindo?
Milo olhou para a mulher e tentou sorrir, algo ainda se remexia dentro dele, era como se não houvesse acabado.
–Eu estou bem, foi apenas um sonho.
–Não, não foi — Mú escarou Shaka que agora estava muito perto – Olhem o pescoço dele.
O lemuriano desviou o olhar para Milo, o pescoço do loiro estava completamente roxo, onde marcas de uma mão era visível.
Notas finais
beijo Viollet
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