Segundo Ano!
17 Verdades.
Notas iniciais
- Alvo, acha mesmo que ela é a garota? — perguntou McGonagall ao quadro.
- Tenho certeza, ela e os dois garotos. — falou o quadro. — Se prepare que muita confusão está por vir e eu sei que eles farão a escolha certa.
- Não sei qual a escolha certa, derramar sangue inocente ou trazer aquilo de volta. — falou temerosa.
- Só temos que pensar que vai dar tudo certo. — falou o quadro de Alvo Dumbledore.
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- Não gosto disso. — falou o moreno emburrado.
- Do quê? — perguntou a ruiva tirando os olhos do livro. Scorpius riu levemente, e apontou com o queixo, Samantha e Daniel conversando e rindo. — Ah, se odeia tanta, azara-o. — falou tediosamente, voltando a atenção para o livro.
- Cara de lesma. — falou o garoto apontando para Daniel, e logo escondeu a varinha, a ruiva olhou para ele com os olhos arregalados e encarou o menino que vomitava lesmas e a garota que ajudava-o.
- Al, eu estava brincando. — falou séria, mas logo uma risada rompeu de seus lábios, e todos os três gargalhavam.
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- Dan, você está bem? — perguntou ao garoto e então ele vomitou uma lesma. — Oh meu Merlin.
- Eu não estou bem. — e logo mais outra.
- O que eu faço? — perguntou a morena.
- Nada, passa. — e mais outras lesmas, a garota coçou a cabeça nervosa.
- Não acha melhor irmos até o Neville, ele pode lhe dar alguma erva para melhorar ou sei lá. — falou segurando o braço dele, enquanto o mesmo deixava uma trilha de lesmas.
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- Nunca mais faça isso Al. — falou enquanto ria desastrosamente. — Só vai aproximá-los mais. — ela encarou o garoto que fazia bico, fechou o livro e beijou a bochecha do primo. — Não deixe que isso te abale, ela não quer nada com ele, garotinho apaixonado. — falou rindo.
- Eu não estou apaixonado, só não quero perder a garota que me entende perfeitamente. — falou encarando as pernas.
- Não liga, não vai perder. — falou o loiro colocado a mão no ombro dele. — Ela tem consideração pelas pessoas, não é como a Cláudia. — revirou os olhos.
- Malfoy, você merece a morte. — falou Cláudia atrás dele, e ele ficou tenso. — Mas vou ser boazinha e não fazer nada demais. — respirou fundo. — A diretora McGonagall mandou lhe avisar que sua mãe está lhe esperando na sala dos troféus, não me pergunte fazendo o que, só sei que está, então se manda. — o garoto revirou os olhos e foi atrás da mãe.
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- Mãe? — falou o loiro adentrando o local.
- Oi querido, você está bem? — perguntou a Astória tocando a testa do garoto. Ele tirou a mão dela, encarou a seriamente.
- Mãe, o que eu tenho para falar é realmente sério. — falou assustado. Ela fechou os olhos com força.
- Diga-me. — ela não queria saber o que ela já sabia, estava fadado a acontecer, mas ela não queria que acontecesse.
- Eu sou Ofidioglota. — ele falou e ela fechou os olhos com força.
- Eu sei. — ela grunhiu com a voz chorosa. — Eu sempre soube.
- Por que nunca me disse? — perguntou nervoso.
- Por que eu esperava que não fosse verdade, que o Lucius estivesse mentindo. — ela falou e o garoto congelou.
- Meu avô Lucius? — ela assentiu.
- Seu avô tinha um dom, o dom da inteligência, ele sabia de coisas que ninguém sabia, e ele me contou essa história no dia em que em que você nasceu, me mandou uma carta, com permissão do Ministério. — e com isso a mulher sentou-se ao chão, e ele sentou ao seu lado. — Vou lhe contar essa história, por isso chamei-o até a sala de troféus, ninguém vem aqui. — ela respirou fundo.
- Pode dizer mãe, eu só quero saber o por que. — falou nervoso.
- A cerca de mil anos atrás, uma época de paz, uma família Londrina de sangue extremamente puro, os Wicked, começaram a prática de magia das trevas e ao serem descobertos, foram pegos e mantidos em uma prisão que durou dez anos até que eles fossem amaldiçoados e soltaram. Como naquela época era uma época que o sobrenome era mais importante que qualquer coisa, eles foram fadados a terem apenas filhas mulheres, e o próximo homem da geração, seria amaldiçoado com um poder que derivava de Salazar Sonserina. — falou lentamente e calmamente. — Você é o primeiro homem da geração dos Wicked. — ela tremia um pouco, estava nervosa.
- Isso vai dá em alguma coisa muito ruim. — ponderou o loiro em voz alta.
- O que? — perguntou rindo.
- Olha, é um dom de Salazar Sonserina, daqui a pouco vão achar que você-sabe-quem não era o herdeiro verdadeiro. — a loira revirou os olhos.
- Scorpius, você realmente não é normal. — alisou os cabelos do filho. — Eu com certeza fiz algo muito bom para ter um filho como você. — e com isso encostou o nariz no do filho. — Te amo loirinho. — falou a mãe rindo.
- Eu também te amo mamãe. — eles sorriram.
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- Bate. — falou a loira com as mãos estiradas.
- Certo. — o moreno bateu com as mãos nas dela, que repetiu o ato do outro, só que com mais força.
- Entendeu? — ele assentiu.
- Vai aumentando a força, não é? — ela riu.
- Quem agüentar mais ganha. — eles começaram a brincar. A ruiva riu levemente, não acreditando na brincadeira.
- Oi Rose. — falou a morena jogando-se ao lado da amiga. — O que está lendo?
- Um conto infantil. — fechou o livro mostrando a capa, e colocou ao seu lado. — É bem fofinho.
- O coelho cenourinha é muito fofo. — o sorriso da ruiva se alargou.
- Você já leu? — ela assentiu.
- AAAAAAAAAAAI! — gritou o moreno, elas os encararam.
- O que houve? — perguntou a morena indo em direção ao outro.
- O que dão para essa loira comer? — perguntou olhando de rabo de olho. — Acho que você toma poção para ficar forte. — a loira gargalhou. Encarando a morena, continuou. — Essa loira malvada, fez um brincadeira sádica e acabou com as minhas mãos. — fez bico, fazendo aquela manha para ter a atenção da garota.
- Ai Alvo, você não deve brincar dessas coisas. — ela estava séria e com o cenho franzido. — Venha comigo. — falou puxando-o pelo braço.
- Essa vai ser uma medi-bruxa. — pronunciou a loira e sentou ao lado da ruiva.
- E o Al vai ser auror. — comentou a ruiva.
- Por que? — a loira franziu o cenho.
- Ele é um garoto inteligente, apesar de tudo, tem uma paciência enorme e age bem sobre pressão. — ponderou em voz alta.
- Tem razão. — elas gargalharam. — Você será escritora, ou jornalista. — a ruiva riu, apesar de não ser o seu sonho, concordava que seria boa nisso.
- E você será uma professora. — riu a ruiva. — Inteligente demais. — revirou os olhos.
- O que a filha da Xuxa vai ser? — perguntou a loira pensando um pouco, elas se encararam rindo.
- PALHAÇA! — e com isso desataram a rir, era a coisa mais provável que aquele fosse ser.
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O garoto de balançava de um lado para o outro, tentando dormir, mas não conseguia muita coisa. Quando finalmente seus olhos se fecharam e ele conseguiu dormir, a imagem de seu avô foi em sua cabeça, estava atrás de grades, sentado no piso de mármore que parecia gelado, ele encarava Scorpius.
- Meu neto, preciso de você, é minha única opção para me redimir, para salvar o que eu ajudei a destruir, antes que seja tarde, antes da última lua cheia. — ele falou nervoso, se remexendo levemente.
- E como eu vou fazer isso, vovô? — o menino falou nervoso, assustado. — Me ajude a te ajudar.
- Só entenda a pequena parte da profecia, a verdadeira é longa e quando chegar a hora, você saberá de toda ela, mas agora, só entenda o enigma que lhe mandei, que é parte dela, e a Weasley é a chave, a chave para salvá-los. Por favor, não tenho mais forças para usar tanta magia sem varinha, faça isso, peça ajuda, mas preciso que você me ajude, é minha única esperança. — e com isso tudo ficou escuro e ele acordou sufocando, ninguém acordou com ele, por isso, ele apenas virou para o outro lado e dormiu ressonando.
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Notas Finais:
Já que o Nyah desfez, eu vou criar um aqui, por que ele engoliu TODAS as minhas notas finais, bitch u.u
- ME DESCULPA, MUITO MUITO MUITO MUITO. Sei que demorei para responder, eu juro que não tenho culpa, estava atolada aqui.
- Quero dá as boas vindas as novas leitoras, e agradecer as todos que não me abandonaram.
- Preciso dizer que.... EU NÃO VIVO SEM AS NOTA FINAIS /cry.
- E quero saber se alguém tem alguma idéia ou pressentimento do que vai acontecer, por que estamos no capitulo 17 e a fic acaba logo na proxima casa décimal, não no vinte, mas vinte e alguma coisa, eu ainda não sei em quanto.
- Então, alguém se candidata?
- Quem quer o beijo de ROSE E SCORPIUS? vou avisar, que não vai ser grande coisa, vai ser... fofo. Só. kkk
- Bom, beijo, e espero que tenham gostado de descobrir sobre o Scorp e o a ofidioglossia u.u
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