Segundo Ano!

9 Novos Pesadelos.


Notas iniciais
Espero que gostem.

O cabelo vermelho se espalhava pelo chão, sobre a pele fria e morta da mulher, estava morta, o bebê chorava, o corpo estava caído em sua frente, a cicatriz de raio em seu rosto refletia em sangue, a garota andou um pouco e logo encontrou o pai do garoto ao chão, ela sabia o que acontecerá ali.

A visão mudou, ela via Harry chorando sendo segurado por Remo Lupin, uma mulher de cabelos pretos gritava EU MATEI SIRIUS BLACK, ela viu o véu, ela sabia onde estava novamente, e sabia o que aconteceria, ele se soltou do pai de Teddy, a garota fechou os olhos sentindo a dor do garoto moreno, mais uma perda em sua vida, mais uma pessoa que ele amava morria.

Novamente a cena mudou, ela estava no meio da guerra Nymphadora Lupin lutava ao lado do marido, ela podia ver cada mínimo detalhe, o comensal da morte gritou a maldição da morte e os olhos de Lupin perderam a cor, o grito de Nymphadora foi extremamente alto, lágrimas desceram de seus olhos, ela soluçou:

- REMO. — ela se jogou pelo sobre o corpo imóvel, as lágrimas molhavam seu rosto. O comensal colocou a varinha atrás do seu pescoço, seus olhos brilharam em fogo, ela sentia raiva, ela sentia dor, ela sentia coisas horríveis, a garota que assistia tudo, com a mesma intensidade, ela fez movimentos rápidos de mais, o comensal ficou horrorizado, a ruiva sentiu um calafrio e seus olhos se fecharam.

Ela reabriu os olhos, ela estava na mansão Malfoy, o lord das trevas olhava friamente para o homem gordinho, morto ao chão, Draco Malfoy tinha uma expressão quase de dor, ele queria chorar, Narcisa segurava sua mão fortemente. Bellatrix colocou um sorriso no rosto, um sorriso de vitória, Lucius permanecia sério, não tinha nada a expressar. Pedro Pettigrew, morto por traição.

Show de feitiços novamente, Fred e Percy estavam duelando contra um comensal da morte, a garota fecha os olhos por alguns segundos e quando abre, está Fred Weasley soterrado, Percy está chorando, ela sente a dor, a dor de todos, ela entrar um lugar com a aparência estranha, ela sentia o que todos sentiam de uma vez, ela revia as mortes em sua cabeça, ela sentia dor, angustia, medo, raiva, tudo ao mesmo tempo, ela sentia sua cabeça doer.

- AAAAAAAAARH! — ela acordou gritando. As garotas levantaram de súbito.

- Tá tudo bem? — perguntou Nat ficando de pé.

- Não, não precisa ficar de pé. — a ruiva se levantou. — foi só um sonho ruim. Eu vou andar um pouco. — a ruiva levantou-se, estava suada e trema um pouco, foi em direção ao banheiro e lavou o rosto, a tempos não tinha pesadelos, eles pararam logo após a nova seleção. E não chegavam nem perto desse sonho, esse era real, cena que realmente aconteceram, uma lágrima desceu de seus olhos e ela fungou, precisava falar com sua mãe, mesmo que para isso, tivesse que admitir que quebrado as regras, saiu do banheiro e foi em direção ao salão comunal, desceu as escadas e sentou no sofá.

X

Cobras, por todo lugar haviam cobras, umas subiam por sua perna e ele as retiravam, ele via pessoas que ele tinha alguma lembrança, mas ele não lembrava de onde, ele só lembrava de algum lugar, o garoto continuou a andar entre as cobras quem subia no loiro, mas nunca o tentavam morde, o lugar onde ele estava era extremamente nojento, o lugar fedia a gente morta.

- Você sabe o que tem que fazer. Então faça. — ele sabia que aquela língua não era inglês, mas ele entendia aquele chiado muito bem, língua de cobra, ele lembrava, ele era ofidioglota.

- Não, eu não sei, me diga. — ele falou na mesma língua.

- Perguntas, faça perguntas a você mesmo, você precisa de respostas. — e com isso, o homem conhecido desapareceu, e então apareceu uma cobra enorme que o rodeava, quase do tamanho de um basilisco.

- Você tem uma escolha, ignore ou procure. — ele entendeu o que a cobra disse, a cobra aproximou-se do garoto, e atacou.

O garoto levantou de súbito, e respirou fundo.

- Pesadelos? — perguntou o moreno aproximando-se.

- Exato. — falou passando a mão sobre a testa e verificando que estava suado.

- Eu também tive. — o loiro arregalou os olhos. — Calma, foi o de sempre, só estou apreensivo, por que fiquei de detenção, e ela quase jurou que se eu ficasse em detenção esse ano, eu séria expulso de casa. — o menino olhou para os pés.

- Sabe que seu pai nunca deixaria, não é? — o moreno assentiu. — mas se por acaso ele deixasse, você poderia morar na minha casa. — o moreno deu uma alta risada.

- Valeu por me acordarem. — falou Josh sarcástico, enquanto coçava os olhos.

- Desculpa amigo. Vamos desc... — Josh interrompeu o loiro.

- Não precisa. — falou o garoto rindo. — eu tava brincando. — o moreno e loiro se encararam.

- Não, nós já íamos descer mesmo. — falou o moreno.

- Ah, então ta. — eles saíram do quarto calmamente.

- Cara, eu to morrendo de sono. — falou o loiro trombando nos próprios pés.

- Nem me fala, eu não consigo dormi. – falou descendo os últimos degraus. Quando eles ouviram um soluço forte. Eles encararam o sofá e estava a ruiva encolhida.

- Oh, Rose. – falou Scorpius correndo até a garota. – você está bem? – ela negou abraçando o loiro e chorando em seus braços. – Calma ruiva. – ele alisou os cabelos da garota. O moreno se aproximou.

- A-Al. – ela chamou o garoto que se aproximou, ela o puxou com o outro braço e abraçou os dois ao mesmo tempo em que soluçava. Aos poucos ela foi se acalmando.

- O houve? – perguntou o moreno enquanto se sentavam no sofá.

- Eu tive um sonho horrível, com alguns acontecimentos do livro. – ela olhou para baixo. — Não consigo não pensar nisso. — ela tremia levemente.

- Mas você tem que parar. — falou o loiro alisando seu rosto.

- NÃO QUERO! — ela se afastou. — não quero. — sussurrou abraçando-os. — eu sinto como se os traísse, eu não quero trair ninguém. — ela fungou. — eu não posso viver com isso. — ela chorava compulsivamente novamente, mas novamente aos poucos foi se acalmando.

- Desculpa. — falou quando já estava recuperada.

- Quê isso Ruiva, amigos são para isso. — falou o loiro sorrindo.

- Mesmo assim. — ela beijou a bochecha de cada um. — Amo vocês lindinhos. — ela riu.

- Também te amamos Ruiva. — falou o loiro.

- Eu sei. — ela riu. — boa noite. — e se retirou.

X

- Al, é melhor você parar de perturbar a minha fênix. – falou a ruiva enquanto lia um de seus milhares livros calmamente, ela bocejou.

- Está com sono? – perguntou o loiro sentando ao seu lado.

- Muito, não dormi nada. – ele riu e deitou-a em seu colo, logo ela dormia profundamente na cama de Alvo, no colo de Scorpius. O garoto de cabelos pretos pegava a varinha e cutucava a fênix que estava mais linda do que nunca naquele dia, ele cutucou novamente e a fênix bicou a gaiola em que se encontrava, abrindo a porta de entrada e voando em direção ao moreno.

- AAAAAAAAAAAAAH, SUA FÊNIX ASSASSINA! – gritou o moreno, fazendo a ruiva levantar em um pulo, vendo sua fênix sobre a gaiola, e ela não parecia feliz, o garoto estava encolhido apontando a varinha para o pássaro.

- SE VOCÊ TOCAR NA MINHA FÊNIX ALVO POTTER, SUA CABEÇA VAI APARECER AMANHÃ PENDURADA NA FRENTE DO SALÃO COMUNAL! – ela falou ficando de pé e encarando acusatoriamente o moreno.

- Calma, Fowkes, vem cá, sai de perto do Alvo, não quero uma nova guerra mundial com a Rose. – o pássaro pareceu entender e voou para o braço do loiro e colocou a cabeça em seu rosto. – Ruiva você dá mais medo que a mãe do Scorpius. – a ruiva teve uma gostosa crise de risos, terminando com um bocejo (N/A: eu sei, eu também bocejei quando escrevi isso, é normal, todos nós bocejamos.). – Vem cá. – falou a puxando pelo braço, deitando-a novamente em seu colo, só que agora ela não precisou acordar, eles fizeram um silêncio quase mortal.

X

A loira tremia mais do que devia, aquela carta a deixava estranhamente confusa, parecia um enigma em sua cabeça, sua mente girava a mil por hora, ela corria pelos corredores de hogwarts atordoada, sem saber para onde ir, até que, ela só sentiu algo a fazer cair, ela fechou os olhos, estava confusa. Ela ouviu uma voz conhecida.

- Olá. – ela sabia que conhecia, mas quem era, de onde ela conhecida. – Cláudia, você tá bem? – ela abriu os olhos e se deparou com Caio.

- Com certeza não. – ela negou com a cabeça.

- O que foi? – ele perguntou calmamente, ela sabia muito bem que se o namorado descobrisse que ela estava conversando com ele, ela estava frita. Seus olhos passaram pela roupa do garoto e ela viu, um emblema de monitor, estava lá na roupa dele.

- VOCÊ É MONITOR! – ela gritou e ele riu.

- Você realmente não tá bem. – ela o encarou atravessado.

- Não sabia que garotos do quinto ano podiam ser monitores. – falou a garota franzindo o cenho.

- Pode sim, mas são raros casos. – ela sorriu.

- Parabéns, mas, ahn, preciso da sua ajuda. – ela respirou fundo. – Preciso que me ajude a entrar no salão comunal de sonserina. – ele arregalou os olhos. – é um caso de vida ou morte.

- Eu não posso fazer isso... – ele falou. – Não como monitor Srta. Boot. – ela fez bico, mas ele riu, tirou o broxe de monitor e colocou no bolso. – Pronto, agora vem comigo.

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- O que é isso? – perguntou a loira vendo várias roupas de hogwarts.

- Doações de antigos uniformes. – ela estava sendo carregada pelo braço, cada vez mais para dentro, ele pegou um uniforme da sonserina, que nunca caberia na loira. – Segura isso.

- Isso nunca vai caber em mim. – falou encarando o uniforme. – só se eu ainda fosse do primeiro ano, mas eu cresci muito. – ele riu.

- Mas você é do primeiro ano. – ele pigarreou. – vai ser por algumas horas, na verdade. – ele foi até um armário e pegou um frasco. – bebe, é uma das poções favoritas da madame Nora. – a loira começou a rir. – ria baixo, não quero ser pego. Ela bebe para não morrer logo, diminui sua idade em uma ano por algumas horas, ninguém se lembra das fisionomias dos alunos do primeiro ano, a não ser que faça algo muito extraordinário. – a loira pegou a poção e bebeu, sentiu um desconforto enorme, como de seus ossos estivessem se dobrando. – Olha. – ele mostrou um espelho a ela.

- Nossa, eu mudei tanto em um ano? – falou com a mão na boca.

- Sim, agora, você vai colocar a farda e vai dizer para um sonserino qualquer que esqueceu a senha, ele vai lhe dá e você vai entrar. Certo? – ela assentiu. – Depois você me conta se foi bem sucedido. E lembre-se, eu não tenho nada haver com qualquer coisa que aconteceu. – ela sorriu.

- Eu sei disso, tchau Caio, volte ao seu posto de monitor. Nós nunca tivemos essa conversa. — ele riu e saiu. – Vamos lá Cláudia Boot, você pode quebrar as regras as vezes, Louis faz isso direto, não deve ser tão difícil.

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- Olá. – falou a garota de olhos azuis e cabelos loiros. – Você é aluno da sonserina, não é? – o garoto a encarou curioso.

- Sou sim. – falou rudemente.

- Eu também. – ela disse animadamente, lembrando-se do uniforme da corvinal que havia em sua bolsa. – eu sou primeiranista.

- Olá. – ele encarou o uniforme da garota.

- Bem, é que eu esqueci a senha, na verdade, não olhei o quadro, esqueci-me. – o garoto de cabelos pretos sorriu.

- Ah, não tem problema garotinha. – ele falou sorrindo. – Eu te levo lá. – ela sorriu meigamente.

- Você é muito gentil. – ela falou com seus olhos azuis mais brilhantes que nunca. Ela acabará de quebrar uma regra importante, nunca fingir ser outra pessoa. Ele foram andando até as masmorras, pararam em frente a passagem.

- Olho de Serpente. – a porta de abriu e eles adentraram.

- Muito obrigada. – ela falou sorrindo e andando em direção a escada.

- Disponha. – falou o garoto. – a da direita é a feminina. – ele falou rindo.

- Obrigada, eu sempre me confundo. – ela subiu a escada para os dormitórios femininos. Qual porta? Ela se perguntou.

- NAT, VOLTE AQUI COM MEUS SAPOS DE CHOCOLATE. – ela ouviu a inconfundível voz de Jamile e riu andando em direção a porta de onde vinha a voz da garota. Bateu duas vezes, mas não houve resposta, ela adentrou o quarto, e viu a cena mais hilária da sua vida, Jamile tentava enforca Natielly enquanto essa estava com a boca cheia de sapo de chocolate e ao lado, na cama, estava Rose lendo um livro, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. A garota teve uma crise de risos, recebendo a atenção de Jamile, que soltou a garota, deixando-a finalmente engoli o chocolate em sua boca. – Está perdida? – falou a Jamile encarando a garotinha, que se segurou para não rir.

- É normal isso? – a loira continuou com o tom inocente.

- Elas brigando? – a ruiva ainda não tirara os olhos do livro. – Sim, sempre tentam se matar, mas acaba que nunca conseguem – a ruiva riu, e abaixou o livro. – CLÁUDIA? – ela franziu o cenho. – COMO?

- Você me reconheceu. – falou voltando a voz normal. – Oi garotas. — ela se aproximou da ruiva e começou a puxar ela para fora. – Longa história. Mas preciso que me leve até os garotos agora.

*

Notas finais
x Primeiro quero agradecer mayaralima pela indicação, ounti, OBRIGADA GATA :D
x Bom, eu queria dizer que esse cápitulo está um pouco maior que o normal, mas que é bem diferente do que vocês estão acostumados u.u
x Se vocês acham os pesadelos tensos, não queiram nunca ter os meus, por que com certeza, correm o risco de ter grandes disturbius mentais depois, como vocês sabem, eu tenho u.u
x GENTE, A FIC TÁ QUASE CHEGANDO EM 100 REWEIS, EU ESTOU TÃO FELIZ, 90 REWEIS, CARAMBA, OBRIGADO GALERÊ!
x Esse é o meu primeiro cápitulo não betado /cry.
x Gostaram?