Segundo Ano!
11 Câmara Secreta, parte 1.
Notas iniciais
- Calma gatinha. – falou Jamile alisando o cabelo da ruiva. – Vai ficar tudo bem.
- A pior parte, é que eu achei algo importante. – ela fungou novamente. – O que eu posso fazer? Eles não acreditam em mim. – Natielly se levantou revoltada.
- Ah, eles vão ver só. – ela saiu do quarto, batendo a porta, enquanto Jamile consolava a ruiva.
- Eles são idiotas. E você sabe disso! – ela abraçou a amiga.
X
A garota desceu as escadas bufando, e entrou no quarto no amigo colorido, que era junto com Scorpius e Alvo.
- BRAVO! – berrou encarando os dois garotos. – VOCÊS FIZERAM MERDA... – ela fez uma pausa dramática. – DE NOVO! FIZERAM-A CHORAR DE NOVO! – ela batia palmas freneticamente, ela encarou o amigo colorido por alguns segundos e mudou a expressão rapidamente, sorrindo, e depois voltou a carranca seria, que era quase impossível ver ela assim, a senhorita pacifica, estava irada. – VOCÊS TEM SORTE DELA ESTÁ SENSIBILIZADA, E NÃO ESTÁ COM RAIVA. – ela respirou fundo. – POR QUE NO LUGAR DELA, EU NUNCA MAIS FALARIA COM VOCÊS. – ela serrou os punhos. – Eu não sei que tipos de amigos são vocês dois, NUNCA A APOIAM, já sei que tipos de amigos são, RETARDADOS MENTAIS! BURROS! Isso vocês são e sabem muito bem disso! – falou a garota revoltada. – Josh, vem comigo. – falou saindo do quarto.
- Eu sigo ordem da superior. – falou rindo e indo atrás da garota, mas antes de sair falou. – Ela está totalmente certa. – e saiu.
X
- Rose. – falou o garoto tocando o ombro da garota, ela olhou para trás, seus olhos ligeiramente vermelhos.
- Oi Scorpius. – falou fria. – Alvo. – ela deu um pequeno sorriso falso.
- Ruiva, éer, lembra que você disse que tinha descoberto alguma coisa? – ela assentiu. – O que foi?
- Não descobri exatamente uma coisa, mas descobri que existe um lugar aqui em hogwarts, que pode melhorar nossa procura. – falou calma.
- Qual? – perguntou o moreno apreensivo.
- Câmara Secreta! — ela falou rapidamente.
- VOCÊ QUER IR ONDE? — ele perguntou espantado.
- Câmara secreta. — ela repetiu devagar.
- Surtou de vez? — perguntou nervoso, passando as mãos pelo cabelo loiro.
- Não. — falou normal.
- VOCÊ NÃO VAI! — ele gritou revoltado.
- Você não manda em mim... — ela estava cabisbaixo. — É o único jeito.
- Isso é só uma idéia ridícula da sua cabeça. — ele repetiu o que dissera várias vezes.
- NÃO É. — ela gritou com a voz engasgada. — não é. — ele percebeu o lábio da ruiva tremerem, e a abraçou.
- Desculpa. — ele sussurrou. — só não quero que você se machuque ou se meta em encrenca. — falou enquanto ela soluçava.
- Mas para que serve ser bruxo, sem se meter em enrascadas? — perguntou se afastando do loiro, ela tinha os olhos vermelhos, e o nariz também.
- Al, criamos um monstro. — falou rindo, o moreno se aproximou e abraçou a prima.
- Na verdade criamos dois monstros, criamos a Cláudia também. — eles tiveram uma crise de riso. — Eu vou com você para onde quiser. — ele beijou a bochecha da ruiva. — Até o triangulo das bermudas, meu bebê. — falou apertando a prima. Ela riu.
- Eu também. — o loiro passou o braço pela cintura da garota. — Sempre juntos, certo? — ela riu e apertou eles contra si.
- Vocês são demais. — ela se soltou e virou frente para eles. — Mas merecem um castigo. — eles franziram o cenho. Ela apontou a varinha para Alvo. — Locomotor mortis. — as pernas de Alvo Potter se grudaram uma na outra, ela apontou para Scorpius que tremeu. — Locomotor Mortis — as pernas do loiro de grudaram. — Daqui a alguns minutos desgruda, quando isso acontecer, me procurem, vamos combinar a ida a câmara secreta. — ela riu e saiu deixando os garotos de pernas coladas.
- Nós merecíamos. – falou o moreno de cabeça baixa.
- E fomos nós que a fizemos descobrir os prazeres da vingança. – disse Scorpius rindo.
X
- Oi Sam. – falou o moreno sentando ao lado dela. – e ai?
- Oi Al. – ela disse rindo. – isso é estranho, e ai? Ahn?
- Eu sei, mas é o Jay, ele fala isso com todo mundo que vê. – ela riu.
- Cadê sua sombra? – perguntou levantando uma sobrancelha, quando viu a confusão no rosto do garoto.
- Loiro, baixinho, olhos claros. – falou e ele emburrou a cara. – O que eu fiz?
- Nada. – falou frio.
- Alvo, é melhor responder. – ela falou rindo e apertando a bochecha dele.
- Não é nada, só estresse com a Rose. – mentiu, o real motivo era ciúme. – Falando nisso, tenho que resolver um negocinho com a fofolete.
- QUÊ? Isso é um xingamento? – perguntou a morena curiosa.
- Não, é que quando a Lily era pequena, ela colecionava bonequinha minúsculas com cheiro, chamadas fofolete, e a Rose me lembra de uma. – ele disse rindo, o clima leve e descontraído. – eu vou indo.
- Tchau Al. – ela beijou a bochecha dele e ele a dela.
- Tchau pequena. – e saiu, enquanto ela se perguntava, por que eu sou a pequena se sou mais alta que ele?
X
- OI ROSE! – gritou Scorpius pulando nas costas da ruiva.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. – foi a última e única coisa que disse antes de cair. – SCORPIUS! – falou rindo.
- Que foi? – fez cara de santo.
- Sai dessa, até o Louis é mais santo que você. – ela bateu em seu braço. – mas ele é mais alto. – ela brincou por ele ainda ser baixinho, falou enquanto sentavam no chão.
- Ei, olhe o respeito com a minha altura ruiva, eu também tenho sentimentos. – ele falou cruzando os braços e fazendo bico.
- Desculpa flor do dia. – falou rindo e ele a encarou ameaçadoramente.
- É melhor correr. – a ruiva levantou-se e começou correr, com o garoto em seu encalço, rodando um dos sofás do salão comunal.
- Scorpius. — ela parou abruptamente e virou para o loiro.
- O que foi? — ele perguntou encarando os olhos azuis da ruiva.
- Lembra daquela conversa? — ele franziu o cenho.
- Qual? — ele perguntou curioso.
- Aquela, do beijo... — ela corou furiosamente, e ele segurou o riso.
Continua...
Notas finais
x Cap em homenagem ao aniversário da minha querida WinnieCooper, Happy B-DAY Dita, pela décima vez *-*
x Gente, iai, tão gostando?
x Era para sair só amanhã, mas eu consegui rescrever a segunda parte para que não ficasse totalmente #fail. Mas eu ainda não gostei, só que vai ficar assim.
x Gostaram? hein? hein?
Fale com o autor